Portos

Portonave amplia conexões internacionais com a nova linha ZIM Gulf Toucan

Nova linha fortalece a logística entre o Sul do Brasil e o Caribe
A Portonave, terminal portuário privado localizado em Navegantes (SC), anunciou a expansão de seu portfólio de serviços com a inclusão da linha ZIM Gulf Toucan (ZGT). A operação, conduzida pela armadora ZIM Integrated Shipping Services, passa a conectar a costa leste da América do Sul a relevantes polos logísticos do Caribe, da costa leste dos Estados Unidos e do Golfo do México.

Frequência semanal e ampla cobertura de portos internacionais
De acordo com a empresa, o novo serviço contará com frequência semanal e será operado por oito navios. As escalas abrangem portos do Brasil, Argentina e Uruguai, além de terminais estratégicos na Jamaica, Colômbia, México e Estados Unidos, ampliando as alternativas de transporte marítimo para exportadores e importadores da região Sul.

Perfil das cargas e modelo operacional da ZGT
A expectativa é que a ZIM Gulf Toucan movimente, principalmente, cargas como madeira e derivados, papel e celulose, maquinários, metais comuns, produtos químicos, além de carnes congeladas e alimentos em geral.
A operação ocorre no formato Vessel Sharing Agreement (VSA), modelo em que diferentes armadores compartilham os mesmos navios. Nesse arranjo, a ZIM lidera o serviço, enquanto a Ocean Network Express (ONE) adquire espaços nas embarcações.

Portonave consolida posição entre os principais terminais do país
Fundada em 2007 como o primeiro terminal portuário privado do Brasil, a Portonave alcançou, em 2025, a quarta colocação no ranking nacional de movimentação de contêineres cheios em longo curso, com 9% de participação no volume total do país.
No âmbito institucional, o terminal também recebeu o Selo Diamante de Sustentabilidade, concedido pelo Ministério de Portos e Aeroportos, e foi reconhecido como uma das melhores empresas de grande porte para se trabalhar em Santa Catarina.

FONTE: Jornal Portuário
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Jornal Portuário

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Portos

Porto de Santa Catarina ganha nova linha marítima para exportação e importação nas Américas

O porto de Santa Catarina passou a contar com uma nova alternativa logística para exportação e importação nas Américas. A Portonave, primeiro terminal privado de contêineres do Brasil, localizado em Navegantes (SC), iniciou a operação de uma nova linha marítima internacional, ampliando as possibilidades de negócios entre empresas do continente.

O serviço, denominado ZIM Gulf Toucan (ZGT), é operado pelo armador ZIM Integrated Shipping Services e já está em funcionamento com escalas regulares no terminal catarinense.

Integração com Caribe, EUA e Golfo do México

Segundo a Portonave, a nova rota fortalece a integração da Costa Leste da América do Sul com importantes hubs logísticos do Caribe, do Leste dos Estados Unidos e do Golfo do México. A frequência do serviço é semanal, o que garante maior previsibilidade para embarcadores e importadores.

Entre os principais tipos de carga atendidos pela linha estão madeiras e derivados, papel e celulose, maquinários, metais comuns, produtos químicos, carnes congeladas, alimentos e cargas industriais em geral.

Rotação internacional com oito navios

A operação do ZIM Gulf Toucan conta com uma frota de oito navios em rotação, conectando portos estratégicos do México, Estados Unidos, Jamaica, Colômbia, Brasil, Argentina e Uruguai. A abrangência da rota amplia o alcance das operações do terminal catarinense no comércio exterior.

Consolidação como hub logístico de longo curso

De acordo com a administração do terminal, o novo serviço reforça o posicionamento da Portonave como referência em linhas de longo curso. Com a inclusão da ZGT, o porto passa a oferecer conexões regulares para cargas entre Europa, Américas e Ásia, além das operações de cabotagem, que atendem o transporte ao longo da costa brasileira.

Parceria operacional reduz custos logísticos

A operação da nova linha é realizada em parceria com a Ocean Network Express (ONE), por meio de um modelo de compartilhamento marítimo. Esse formato permite a otimização da utilização dos navios e contribui para a redução de custos operacionais, beneficiando toda a cadeia logística.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Portonave

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Portos

Porto de São Francisco do Sul registra novo recorde de movimentação de cargas em 2025

O Porto de São Francisco do Sul alcançou, pelo terceiro ano consecutivo, um novo recorde de movimentação de cargas em 2025. Ao longo do ano, o terminal movimentou 17,5 milhões de toneladas, o maior volume já registrado em seus 70 anos de operação. O desempenho consolida o porto como o principal de Santa Catarina nas operações de exportação, importação e cabotagem.

Nos últimos três anos, o crescimento acumulado da movimentação chegou a 39%. Em 2022, o porto havia registrado 12,6 milhões de toneladas. Em 2023, o volume subiu para 16,8 milhões e, em 2024, alcançou 17 milhões de toneladas.

Exportações puxam resultados e grãos lideram operações

Do total movimentado em 2025, as exportações representaram 55%, somando 9,6 milhões de toneladas. Os grãos foram os principais responsáveis por esse desempenho, com destaque para a soja, que respondeu por 6,2 milhões de toneladas, seguida pelo milho, com 2,9 milhões.

As importações e cargas de entrada totalizaram 7,9 milhões de toneladas, o equivalente a 45% da movimentação anual. Nesse volume estão incluídos os produtos siderúrgicos transportados por cabotagem pela empresa Tesc, que opera em área arrendada dentro do porto público, além do aço importado, que juntos somaram 4,3 milhões de toneladas. Os fertilizantes também tiveram participação relevante, com 3,1 milhões de toneladas movimentadas no período.

Investimentos estruturantes impulsionam competitividade

O governador Jorginho Mello destacou que os resultados refletem a crescente demanda internacional pelos produtos catarinenses e os investimentos realizados na infraestrutura portuária. Segundo ele, desde 2023 o Porto de São Francisco do Sul se consolidou como o maior do estado e deve ampliar ainda mais sua capacidade com obras estratégicas, como a retirada de uma formação rochosa que limitava a atracação de navios maiores há décadas e a dragagem do canal de acesso, que beneficia tanto o porto público quanto os terminais privados da região.

O secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Beto Martins, reforça que o crescimento consistente é fruto de planejamento e investimentos estruturantes, com foco na manutenção e modernização contínua da infraestrutura.

Modernização da infraestrutura terrestre e aquaviária

De acordo com o presidente do Porto, Cleverton Vieira, o planejamento adotado desde 2023 priorizou melhorias na infraestrutura terrestre, como a instalação de novas balanças, reforço na segurança e investimentos em tecnologia da informação, além de ações na infraestrutura aquaviária, com dragagens de manutenção e aprofundamento do canal. Também foram realizadas reformas em equipamentos de movimentação de cargas.

Segundo Vieira, o trabalho integrado com operadores portuários e trabalhadores avulsos foi decisivo para garantir maior competitividade logística ao terminal, resultando no expressivo crescimento registrado nos últimos três anos.

Destaques nacionais do Porto de São Francisco do Sul

O Porto de São Francisco do Sul é atualmente o maior de Santa Catarina em movimentação de cargas, está entre os dez maiores portos públicos do Brasil em carga geral e figura entre os três portos públicos do país com certificações ISO 9001 e ISO 14001. Em 2024 e 2025, recebeu quatro prêmios do Ministério dos Portos pelo aumento da movimentação e pelos indicadores de gestão. O terminal é responsável por cerca de 50% do aço importado pelo Brasil e por aproximadamente 80% da soja exportada por Santa Catarina.

FONTE: Porto São Francisco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Porto de São Francisco

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Portos

Movimentação de cargas nos portos brasileiros atinge recorde e cresce quase 5% em 2025

A movimentação de cargas nos portos brasileiros alcançou um novo recorde e registrou crescimento de 4,97% entre janeiro e novembro de 2025, segundo dados do Ministério de Portos e Aeroportos. No acumulado de 11 meses, foram movimentadas 1,28 bilhão de toneladas, conforme estatísticas divulgadas pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Mantido o ritmo observado ao longo do ano, a estimativa é que o volume total tenha superado 1,34 bilhão de toneladas ao final de 2025, considerando operações de exportação e importação.

Investimentos impulsionam recordes consecutivos

De acordo com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o desempenho reflete os avanços estruturais do setor. Segundo ele, o país vem registrando recordes sucessivos na movimentação portuária nos últimos três anos, resultado direto da modernização da infraestrutura e do aumento dos investimentos públicos e privados.

“Vamos para mais um ciclo de ampliação da capacidade operacional e de ganhos de eficiência nos portos brasileiros”, afirmou o ministro.

Regulação fortalece o setor aquaviário

Para o diretor-geral da Antaq, Frederico Dias, os números positivos demonstram a resiliência do setor aquaviário diante de cenários econômicos e geopolíticos adversos. Ele destacou ainda o papel da regulação eficiente na atração de investimentos e no estímulo ao desenvolvimento do segmento.

“Quando o setor vai bem, isso indica que a agência está cumprindo adequadamente sua função reguladora”, ressaltou.

Novembro registra alta acima da média

Analisando apenas o mês de novembro de 2025, a movimentação nos portos brasileiros apresentou crescimento ainda mais expressivo, de 14,5%, com um total de 118,2 milhões de toneladas.

Nos portos públicos, o avanço foi de 17%, somando 42,1 milhões de toneladas. O principal destaque foi o Porto de Paranaguá (PR), que movimentou 5,9 milhões de toneladas, crescimento de 44,3%.

Já os portos autorizados alcançaram 76,1 milhões de toneladas, com alta de 13,1%. O maior aumento percentual ocorreu no Terminal Aquaviário de Angra dos Reis (RJ), com crescimento de 55,7% e movimentação de 6,3 milhões de toneladas.

Navegação e contêineres também avançam

Segundo o levantamento, a navegação de longo curso cresceu 13%, atingindo 85,7 milhões de toneladas. A cabotagem avançou 11,87%, com 26,2 milhões de toneladas, enquanto a navegação interior apresentou a maior variação, com alta de 59,28%, totalizando 6,2 milhões de toneladas.

A movimentação de contêineres também registrou desempenho positivo, com crescimento de 7,18% em novembro e volume de 13,8 milhões de toneladas. Entre as mercadorias, os principais destaques foram trigo, soja e milho.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Comércio Exterior, Tecnologia

Tendências globais 2026: como a tecnologia está transformando o comércio exterior

Nos últimos anos, o comércio exterior deixou de ser apenas uma operação logística para se tornar um ambiente altamente tecnológico, data driven e orientado à eficiência. Em 2025, o setor vive uma aceleração histórica: inteligência artificial generativa, automação aduaneira e integração digital entre empresas e governos estão redefinindo o fluxo global de mercadorias e informações. Diante desse cenário, o que esperar para 2026?

Documentos passam a ser gerados automaticamente, cadeias de suprimento são monitoradas em tempo real e a previsibilidade se torna o principal diferencial competitivo. Em um cenário onde velocidade, precisão e integração de dados são essenciais, a pergunta que surge é: como as empresas brasileiras podem se preparar para esse novo comércio exterior?

Para aprofundar essa discussão, o ReConecta News conversou com Mariana Pires Tomelin, especialista em Comércio Exterior com mais de 15 anos de experiência, atuando de forma estratégica na internacionalização de indústrias e no desenvolvimento de soluções para inserção em mercados globais altamente competitivos.

À frente da Exon Trade Business Intelligence, Mariana lidera projetos que unem expertise técnica a tecnologias de ponta, como Inteligência Artificial, Big Data e automação digital, transformando dados em decisões estratégicas e potencializando resultados internacionais. Com domínio de seis idiomas (inglês, espanhol, mandarim, italiano, francês e português), ela conduz negociações multinacionais com fluidez e alto nível técnico, sendo reconhecida por antecipar tendências e traduzir complexidade em estratégias práticas. Sua missão é clara: tornar o comércio exterior mais acessível, inteligente e inovador para empresas brasileiras que desejam conquistar o mundo. 

A seguir, você confere a entrevista completa:

1. Quais as principais tendências globais no comércio exterior em 2026?

MARIANA – O comércio internacional passa por uma transformação estrutural com a incorporação de inteligência artificial generativa, blockchain e plataformas de integração digital entre exportadores, despachantes e autoridades aduaneiras. Cadeias de suprimento tornam-se mais transparentes e preditivas, com sistemas que antecipam gargalos logísticos, otimizam câmbio e reduzem custos operacionais. A digitalização total da documentação, aliada à automação de compliance, cria um ecossistema global onde a velocidade da informação é o principal ativo competitivo.

2. Como a IA generativa está transformando o setor?

MARIANA – A IA generativa permite simular cenários de exportação, gerar documentos aduaneiros e criar relatórios financeiros e contratuais com base em padrões históricos e normativos. Além disso, ela oferece capacidade preditiva para variação cambial, riscos de mercado e comportamento de demanda global. O desafio está na validação técnica dessas informações, exigindo profissionais com domínio das normas internacionais, parametrização de sistemas e capacidade de interpretar resultados de modelos complexos.

3. Quais países estão liderando essa transformação?

MARIANA – China, Singapura e Estados Unidos lideram a integração de IA no comércio exterior, com sistemas aduaneiros autônomos e baseados em machine learning. Singapura, por exemplo, opera um modelo de despacho digital com verificação automática de origem e classificação tarifária. O Brasil avança nesse sentido por meio do Portal Único de Comércio Exterior, mas ainda enfrenta defasagem tecnológica em integração de dados e padronização entre órgãos fiscalizadores.

4. O que as empresas brasileiras precisam fazer para acompanhar esse movimento?

MARIANA – É indispensável investir em consultorias especializadas que unam conhecimento técnico de comércio exterior e experiência em automação digital. A adequação de processos internos, parametrização de sistemas ERP e integração com APIs governamentais são passos críticos para reduzir custos e aumentar previsibilidade operacional. Além disso, profissionais devem compreender profundamente regimes aduaneiros e tributários para aplicar a tecnologia com segurança jurídica.

5. Há risco de substituição de profissionais pela IA?

MARIANA – A IA não elimina profissionais, mas redefine suas funções. O analista de comércio exterior torna-se um gestor de dados e estratégias, responsável por interpretar insights gerados por sistemas inteligentes. O conhecimento técnico em normas, tarifas, regimes fiscais e tratados comerciais continua essencial, mas agora precisa ser aliado a competências em ciência de dados e gestão de automação.

6. Como a automação aduaneira está evoluindo?

MARIANA – A automação aduaneira está consolidando-se com o uso de big data, reconhecimento de padrões e integração digital entre exportadores e órgãos públicos. O Portal Único, por exemplo, passa a utilizar validação automática de documentos e interoperabilidade com sistemas de logística e transporte. Isso reduz tempo de despacho e aumenta a rastreabilidade das operações, mas exige adequação tecnológica e capacitação contínua dos profissionais envolvidos.

7. Qual a importância da atualização profissional nesse cenário?

MARIANA – Manter-se atualizado é uma questão de sobrevivência estratégica. O domínio de normas internacionais, ferramentas digitais e novas regulamentações é indispensável para garantir eficiência operacional e evitar sanções. Consultorias experientes atuam como catalisadoras desse processo, orientando empresas na interpretação das mudanças e na implementação de soluções tecnológicas seguras e escaláveis.

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Comércio Exterior

Estratégia, logística e inovação: o caminho das empresas brasileiras no comércio exterior

Especialista Mariana Pires Tomelin explica como estratégia, logística e inovação ajudam indústrias brasileiras a conquistar mercados internacionais.

Em um cenário global cada vez mais competitivo, compreender os caminhos do comércio internacional deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica. Para falar sobre os desafios e oportunidades que as indústrias brasileiras encontram ao buscar espaço além das fronteiras, conversamos com Mariana Pires Tomelin, especialista em Comércio Exterior com mais de 15 anos de experiência no setor.

À frente da Exon Trade Business Intelligence, Mariana atua de forma decisiva na internacionalização de indústrias e no desenvolvimento de soluções inovadoras para inserção em mercados globais. Reconhecida pela aplicação de tecnologias como Inteligência Artificial e Big Data em estratégias de negócios internacionais, ela transforma dados em decisões que fortalecem a competitividade de empresas brasileiras no cenário mundial.

Com uma trajetória marcada por visão estratégica e capacidade de antecipar tendências, Mariana compartilha, nesta entrevista, reflexões e orientações essenciais sobre logística, estratégia, desafios e conselhos práticos para quem deseja expandir fronteiras.

Qual é a importância do comércio internacional para a competitividade das indústrias?

MARIANA – O comércio internacional amplia mercados, gera acesso a novas tecnologias, insumos de melhor qualidade e preços mais competitivos. Isso permite que as indústrias reduzam custos, inovem em produtos e aumentem sua eficiência. Além disso, empresas que atuam globalmente se fortalecem frente à concorrência local, alcançando escalabilidade e novas fontes de receita.

Por que contar com um especialista em comércio internacional é essencial?

MARIANA – Um especialista orienta em áreas críticas como legislação aduaneira, logística internacional, classificação fiscal, regimes aduaneiros especiais e regulamentações específicas de cada país. Sem esse direcionamento, as empresas correm riscos de multas, atrasos, custos extras e até perda de mercadorias. A presença de um profissional qualificado traz segurança, eficiência e conformidade legal às operações.

Como a logística influencia diretamente o sucesso das exportações e importações?

MARIANA – A logística internacional é o coração do comércio exterior. Uma gestão eficiente do transporte, armazenagem, seguros e desembaraço aduaneiro garante entregas rápidas, redução de custos e confiabilidade nas operações. Uma falha logística pode comprometer contratos inteiros e a imagem da empresa no mercado externo.

Quais são os maiores desafios enfrentados pelos empreendedores ao buscar novos mercados internacionais?

MARIANA – Os principais desafios incluem: barreiras tarifárias e não tarifárias, adequação a padrões técnicos e fitossanitários, volatilidade cambial, complexidade regulatória e alta concorrência global. Além disso, muitos empreendedores enfrentam falta de conhecimento técnico e de rede de contatos estratégicos, o que limita sua capacidade de expansão.

Qual é o papel da estratégia em um mundo globalizado?

MARIANA – Estratégia é o fator que diferencia empresas que apenas participam do comércio internacional daquelas que lideram nele. Ter clareza sobre posicionamento competitivo, diferenciação de produto, canais de distribuição, alianças estratégicas e uso de tecnologias é fundamental. A globalização exige visão de longo prazo, adaptação cultural e inovação contínua.

Que conselho você daria para indústrias que desejam se tornar mais competitivas globalmente?

MARAIANA – Invistam em conhecimento especializado, em tecnologias como IA e em uma visão estratégica de longo prazo. Busquem entender profundamente o mercado-alvo, respeitem as normas internacionais, construam parcerias sólidas e diversifiquem fornecedores e clientes. A competitividade global não é apenas uma questão de preço, mas de inteligência, inovação e resiliência.

Texto e imagem: Divulgação


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