Internacional

Como é o monitoramento de pessoas na China?

Experiências de jornalistas revelam como China e Rússia mantêm rígido controle sobre população e estrangeiros, com uso intensivo de tecnologia para vigilância

A China receberá Kim Jong-un e Vladimir Putin em um importante desfile militar, em meio a crescentes preocupações sobre o aumento da vigilância e controle social em regimes autoritários. O evento acontecerá na manhã de quarta-feira (3) no horário local (terça-feira à noite, no horário de Brasília).

O encontro entre os três líderes ocorre em um momento de tensão geopolítica, especialmente considerando o histórico de vigilância e restrições impostas por seus respectivos governos. A China, em particular, destaca-se pelo uso massivo de tecnologia para monitorar sua população.

Vigilância high-tech na China

Em Pequim, especialmente próximo à Praça da Paz Celestial, onde acontecerá a parada militar, o controle é intenso. Cada poste conta com cinco ou seis câmeras de vigilância, criando uma rede de monitoramento constante. O governo chinês justifica essa infraestrutura como necessária para a segurança pública.

Jornalistas estrangeiros enfrentam dificuldades para realizar seu trabalho. Tentativas de transmissões ao vivo nas ruas de Pequim são frequentemente interrompidas, com agentes monitorando constantemente a presença de profissionais da imprensa internacional.

Controle social na Rússia e Coreia do Norte

Na Rússia, observa-se um processo gradual de erosão da liberdade de imprensa e dos valores democráticos. O controle governamental se estende da mídia tradicional à internet, limitando o acesso à informação independente.

Já na Coreia do Norte, o isolamento é ainda mais severo. Um exemplo recente é a experiência de turistas russos em um resort norte-coreano, onde são mantidos separados da população local, sem permissão para qualquer interação com os cidadãos do país.

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Comércio Exterior, Exportação, Logística, Mercado Internacional, Negócios, Notícias

Impulso das Exportações: Brasil registra três trimestres seguidos de recordes comerciais em 2024

Confira a nova edição da publicação, que traz os dados mais atualizados do comércio exterior brasileiro e ainda análises rápidas e precisas, com destaque para a atração de investimentos estrangeiros em transição energética 

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lança a nova edição do Impulso das Exportações, com os resultados dos três primeiros trimestres de 2024.

O Brasil exportou mais de US$ 255 bilhões até setembro desse ano. O volume exportado cresceu 4,3%, o que mais que compensou a queda dos preços dos produtos. Entre os produtos apoiados pela Agência, tiveram ótimo desempenho as vendas de máquinas de energia elétrica (+47,3%), café não torrado (+53%), cacau em pó (+117%).

Os principais destinos das exportações brasileiras foram China (-1,2%), União Europeia (+4,9%), Estados Unidos (+10,3%) e Argentina (-29,2%), enquanto as regiões em que o Brasil mais ampliou sua presença em comparação com o mesmo período do ano passado foram Oriente Médio (+23,5%) e África (22,9%).

No Impulso das Exportações, você ainda tem acesso aos resultados das exportações por setor econômico, mais detalhes sobre destinos e fica sabendo sobre as oportunidades comerciais para a Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).

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Impulso das Exportações: Brasil registra três trimestres seguidos de recordes comerciais em 2024 (apexbrasil.com.br)

 

Investimentos: sustentabilidade em foco 

Em 2023, o Brasil ocupou o 6o lugar no ranking mundial de investimentos em transição energética. No Impulso das Exportações, você confere esses dados e os principais anúncios de investimentos realizados no Brasil, fica por dentro das ações da ApexBrasil para promoção da biossoeconomia e das políticas públicas que o Governo Federal deu início para  acelerar o desenvolvimento sustentável.

Impulso das Exportações: Brasil registra três trimestres seguidos de recordes comerciais em 2024 (apexbrasil.com.br)

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