Investimento

Indústria Naval de SC recebe impulso de R$ 2,3 bilhões para construção de embarcações em Navegantes

Presidente do Sebrae Nacional, Décio Lima, celebra a retomada do setor que deve gerar mais de 1.200 empregos diretos e fortalecer a cadeia de pequenos fornecedores no estado.

O setor naval de Santa Catarina inicia 2026 com um marco histórico para sua economia. O Ministério de Portos e Aeroportos anunciou a liberação de R$ 2,3 bilhões em recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para a construção de seis embarcações de apoio marítimo (offshore) no estaleiro Navship, localizado em Navegantes. O investimento, operado pelo BNDES, marca a consolidação da retomada da indústria naval catarinense como motor de desenvolvimento nacional.

O projeto foca na construção de embarcações de alta tecnologia, equipadas com sistemas híbridos de combustível, alinhando o polo naval catarinense à agenda global de sustentabilidade e transição energética. Para o presidente nacional do Sebrae, Décio Lima, o investimento é o reflexo de uma política econômica que voltou a priorizar a produção nacional. “Estamos testemunhando a volta por cima da indústria naval em Santa Catarina. Esse investimento de R$ 2,3 bilhões é uma prova concreta de que o Brasil voltou a acreditar no seu potencial produtivo. Para nós, isso significa estaleiros cheios, tecnologia de ponta e, acima de tudo, dignidade para o trabalhador catarinense que é referência mundial em qualificação”, afirma Lima.

Impacto nos Pequenos Negócios
Além dos 1.200 empregos diretos no estaleiro, a movimentação financeira deve atingir centenas de micro e pequenas empresas catarinenses que compõem a cadeia de suprimentos, desde a metalurgia especializada até serviços de logística e alimentação. Décio Lima reforça que o impacto social é o principal benefício desse aporte: “A retomada da indústria naval não beneficia apenas as grandes empresas; ela irriga toda uma rede de pequenos negócios fornecedores. É um ciclo de prosperidade que gera renda e movimenta o comércio local, garantindo que o valor gerado aqui permaneça em solo catarinense”, completa o presidente do Sebrae.

Ciclo de Investimentos
Durante o anúncio, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou que Santa Catarina é peça fundamental no plano estratégico do Governo Federal para o setor portuário e naval até 2029. “Estamos vivendo um ciclo histórico de investimentos. Na indústria naval, mais que dobramos os empregos em menos de três anos. Isso reforça que o maior programa social do país é a geração de emprego e renda, que garante dignidade e desenvolvimento para o Brasil”, pontuou o ministro. Com o desembolso inicial de R$ 134 milhões já realizado, as obras no estaleiro Navship devem ganhar ritmo acelerado nas próximas semanas, consolidando a região da Foz do Rio Itajaí como o principal polo de construção naval do país.

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Exportação

Vale do Itajaí se destaca com dois polos industriais voltados à exportação

O Vale do Itajaí abriga dois importantes polos industriais com forte inserção internacional: o de embarcações e o de produtos de madeira, incluindo chapas de compensado, peças de carpintaria e portas. O levantamento faz parte de um estudo do Observatório Nacional da Indústria, conduzido pelo Observatório FIESC, que mapeou polos produtivos nas mesorregiões brasileiras.

Exportações impulsionam a economia regional
Em 2024, o segmento de madeira e móveis da região movimentou US$ 413,75 milhões em exportações. Já o polo de embarcações somou US$ 26,23 milhões no mesmo período. Para o presidente da FIESC, Gilberto Seleme, esse desempenho reforça o papel da indústria como motor da economia local.

Segundo ele, “a cada emprego criado na indústria, outros 16 são gerados”, evidenciando o impacto direto dos polos exportadores no desenvolvimento regional.

Condições favoráveis ao crescimento dos polos
De acordo com Marcelo de Albuquerque, coordenador do estudo, fatores como clima, relevo e proximidade da matéria-prima favorecem o polo de madeira e móveis. Já o setor náutico se beneficia da localização estratégica próxima ao litoral na Foz do Rio Itajaí e do avanço do turismo náutico, que fortalece toda a cadeia produtiva.

Força industrial do Vale do Itajaí
A região reúne 79,3 mil estabelecimentos e emprega 697 mil pessoas. A indústria concentra 276,6 mil trabalhadores distribuídos em 21,5 mil negócios.

  • Blumenau lidera com 3,2 mil indústrias e 50,2 mil empregos.
  • Brusque aparece em segundo lugar, com 2 mil estabelecimentos e 28,6 mil trabalhadores.
  • Itajaí ocupa a terceira posição, com 1,9 mil indústrias e 27,4 mil empregados.

Empresas que se destacam nas exportações
No setor de produtos de madeira, empresas como Rohden (Salete), NM Compensados e Madeiras Schlindwein (MSL), de Presidente Getúlio, estão entre as principais exportadoras.
No segmento náutico, marcas como Okean Yachts, NHD Boats e Azimut Brasil mantêm estaleiros em Itajaí e figuram entre as líderes nas vendas ao exterior.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/FIESC/Okean

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Logística

Antaq propõe novas regras para afretamento por tempo na navegação de cabotagem

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) apresentou propostas para revisar os critérios de afretamento por tempo na navegação marítima brasileira, com foco especial na cabotagem — transporte entre portos do país — e nos segmentos de granéis sólidos e neograneis.

Segundo a especialista em Regulação da Antaq, Elizabete Thomas, os critérios atuais não consideram a indisponibilidade de embarcações nacionais no momento da autorização, o que gera incentivos desalinhados à política pública.

O tema foi discutido em um webinário realizado na segunda-feira (6), durante a apresentação do Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR) preliminar, que integra a Agenda Regulatória 2025/2028. A consulta pública segue aberta até o dia 23, permitindo contribuições pela plataforma da agência.

Incentivo à bandeira brasileira e menos burocracia

De acordo com a Antaq, o objetivo das mudanças é priorizar embarcações de bandeira brasileira, aumentar a segurança jurídica e reduzir a burocracia de procedimentos como as circularizações, exigidas antes da autorização para uso de navios estrangeiros.

Entre as sugestões do relatório estão:

  • limite de 50 dias para afretamento por tempo na cabotagem de granéis sólidos e neograneis;
  • ampliação do prazo de consulta ao mercado de 5 para 10 dias úteis;
  • aumento do tempo de duração da circularização de 6 para 16 horas;
  • exigência de carta do cliente comprovando a demanda por transporte;
  • critério de sustentabilidade, favorecendo embarcações alinhadas às normas internacionais ambientais.

“Hoje não existe exigência para embarcações sustentáveis. Essa mudança incentivaria frotas modernas e afastaria navios com custos operacionais mais baixos, mas com maior impacto ambiental”, explicou Elizabete.

Participação do setor e fortalecimento do diálogo

A diretora da Antaq e relatora do tema, Flávia Takafashi, destacou que a revisão abre espaço para maior participação da sociedade e do setor regulado. “É mais uma oportunidade de diálogo e de consolidação de boas práticas regulatórias”, afirmou.

O gerente de Afretamento da Navegação, Augusto Vedan, reforçou que a prioridade é alinhar as regras à política pública e à lei, valorizando a presença de embarcações nacionais. Já o gerente de Regulação da Navegação, Michel Weber, ressaltou o trabalho conjunto de diferentes setores no levantamento de dados e proposição de alternativas.

“Nossa expectativa é aprimorar o relatório com as contribuições recebidas, criando um ambiente regulatório mais transparente, seguro e estável, capaz de atrair investimentos e fortalecer o transporte de cabotagem no Brasil”, concluiu Weber.

FONTE: A Tribuna
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Portos

Determinação das taxas USTR 301 para embarcações – ônus sobre os operadores de navios

Faltando menos de duas semanas para a implementação de taxas portuárias adicionais para embarcações de propriedade, operadas ou construídas na China, a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP), agência responsável pela cobrança, detalhou os principais requisitos por meio de seu Cargo Systems Messaging Service.

No caso das taxas que também se aplicam a todos os navios transportadores de veículos construídos fora dos EUA, a CBP declarou:

“O ônus de determinar se uma embarcação deve a taxa é do operador, NÃO da CBP.”

As tarifas, que entram em vigor para embarcações que atracarem em portos dos EUA a partir de 14 de outubro, foram confirmadas nos seguintes valores:

  • US$ 50 por tonelada líquida para embarcações de chegada de propriedade ou operadas por uma entidade chinesa;
  • Para porta-contêineres construídos na China: o valor mais alto entre US$ 18 por tonelada líquida ou US$ 120 por cada contêiner descarregado;
  • US$ 14 por tonelada líquida para embarcações classificadas como transportadoras de veículos ou do tipo roll-on/roll-off.

Os pagamentos devem ser feitos diretamente ao Departamento do Tesouro dos EUA através do portal seguro pay.gov, e não no momento da entrada no porto.

Os operadores de navios são “fortemente encorajados” a quitar as taxas com pelo menos três dias de antecedência da chegada. Aqueles sem comprovante de pagamento ficarão impedidos de realizar operações de carga e descarga ao atracar em portos norte-americanos.

As taxas serão calculadas pelo sistema pay.gov com base nas declarações apresentadas pelos operadores por meio do formulário Section 301 Payment Form. Após o pagamento, a confirmação será repassada ao sistema Vessel Entrance and Clearance System (VECS).

Ainda há incertezas quanto à definição de embarcação de propriedade chinesa, especialmente em casos de navios financiados por meio de arrendamentos chineses, modalidade que ganhou popularidade nos últimos anos.

Segundo a consultoria Alphaliner, apenas as 10 maiores companhias de transporte de contêineres deverão arcar com US$ 3,2 bilhões em taxas USTR 301 até 2026, considerando a frota atual. As mais afetadas seriam a chinesa Cosco Shipping Container Lines e sua subsidiária listada em Hong Kong, Orient Overseas Container Line (OOCL), que juntas pagariam US$ 1,53 bilhão em tarifas.

FONTE: Seatrade Maritime News
IMAGEM: Reprodução/Porto de Los Angeles

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Portos

Amazonas receberá R$ 1,7 bi do Fundo da Marinha Mercante para construção de 188 embarcações

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou nesta segunda-feira, 29, a destinação de R$ 1,7 bilhão do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para a construção de 188 embarcações no Amazonas. Os projetos, que serão executados pelas empresas LHG Mining e Hermasa, devem gerar dez mil empregos na região.

Do total, R$ 1,36 bilhão será aplicado pela LHG Mining na construção de 128 barcaças no Estado. A companhia projeta um investimento nacional de R$ 4,3 bilhões em 400 barcaças e 15 empurradores distribuídos entre Amazonas, Bahia, Pará e São Paulo.

A Hermasa, por sua vez, ficará responsável pela produção de 60 balsas graneleiras e dois empurradores, com aporte de R$ 384,3 milhões.

Além do anúncio, o ministro inaugurou o porto fluvial de Envira e confirmou obras de modernização na instalação portuária de Eirunepé.

Para Costa Filho, a iniciativa reforça a política federal de retomada da indústria naval e soma-se aos R$ 70 bilhões já priorizados desde 2023 para diferentes empreendimentos apoiados pelo FMM, um saldo três vezes maior que o volume aprovado entre 2019 e 2022.

Os equipamentos terão capacidade de até duas mil toneladas, em modelos projetados para reduzir custos logísticos e emissões. Conforme destaque do Ministério de Portos e Aeroportos, cada comboio fluvial formado por 16 barcaças equivale ao transporte de mais de 1,2 mil caminhões carregados.

“Nós estamos trabalhando muito para que a gente possa transformar o Amazonas cada vez mais numa região estratégica para o Brasil como hub de desenvolvimento. Não só através desse plano logístico, mas também através das nossas barcaças, que são fundamentais para o escoamento da produção e para redução dos custos logísticos”, afirmou Costa Filho durante cerimônia.

FONTE: Istoé Dinheiro Online
IMAGEM: Reprodução/Ministério de Portos e Aeroportos

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Investimento

Estaleiro em Itajaí (SC) receberá investimento de R$ 2,5 bilhões do Fundo da Marinha Mercante para novas embarcações

Serão oito novos navios para a frota; investimento vai gerar mais de 4 mil empregos e fortalecer a indústria naval brasileira

Com recursos do Fundo da Marinha Mercante, a Starnav Serviços Marítimos assinou, nessa segunda-feira (22) em Itajaí (SC), um contrato de financiamento de R$ 2,5 bilhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção de oito embarcações no estaleiro Detroit Brasil.

As embarcações que serão construídas incluem quatro navios do tipo Platform Supply Vessel (PSV) e quatro da classe Oil Spill Recovery Vessel (OSRV), todos com motorização híbrida (diesel-elétrica com banco de baterias). A expectativa é reduzir em cerca de 18% as emissões de gases de efeito estufa em relação à frota atual, além de ampliar a capacidade de apoio às operações de petróleo e gás offshore.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, ressaltou o papel estratégico do FMM para o setor naval brasileiro. “O Fundo é fundamental para apoiar a construção de embarcações no país. Esta assinatura reforça nosso compromisso com o crescimento do setor naval e portuário, com a geração de emprego e renda para a região e contribui para a inovação tecnológica e a sustentabilidade”, afirmou. O Ministério de Portos e Aeroportos é o responsável pela gestão do Fundo.

Durante a fase de construção, o estaleiro Detroit Brasil deve gerar 4.500 empregos diretos, movimentando a economia local e fortalecendo a cadeia produtiva nacional. Após a conclusão, os navios serão afretados pela Petrobras em contratos de 12 anos.

Para o secretário Nacional de Hidrovias e Navegação, Dino Antunes, o projeto vai fortalecer e gerar empregos para o setor naval. “Investimentos como este fortalecem a infraestrutura de navegação, aumentam a eficiência do transporte, geram empregos e promovem operações mais sustentáveis. Esse projeto em parceria com o BNDES, representa um passo importante para consolidar a indústria naval e aprimorar a logística brasileira”, destacou o secretário.

Durante o evento, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou a importância do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para impulsionar o investimento na indústria naval de Santa Catarina. “Estamos aprovando R$ 2,5 bilhões para a construção de oito embarcações no estaleiro Detroit Brasil, que contarão com tecnologia híbrida a diesel e baterias de lítio. Essa iniciativa reforça o esforço do governo federal para fortalecer a indústria naval e a infraestrutura do estado”, concluiu.

Participaram também da cerimônia o presidente do Sebrae, Décio Lima; o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Gilberto Seleme; e o superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos.

Fontes:
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

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Comércio, Comércio Exterior

Número recorde de embarcações abandonadas

O número de abandonos de embarcações aumentou quase 33% em relação ao ano anterior, com 158 casos já registrados até maio de 2025, em comparação com 119 no mesmo período do ano passado, segundo novos dados divulgados pela Federação Internacional dos Trabalhadores em Transportes (ITF).

Esses casos afetaram pelo menos 1.501 marítimos — muitos dos quais ficaram sem pagamento, sem comida, água ou atendimento médico, e em alguns casos impedidos de acessar instalações portuárias por meses. A ITF afirma que essa tendência evidencia uma crise humanitária crescente na indústria marítima global.

“O abandono é um problema sistêmico e crescente”, disse Stephen Cotton, secretário-geral da ITF. “Por trás de cada número há um ser humano que foi negligenciado pela indústria e pelos governos responsáveis pela regulamentação. O fato de estarmos a caminho de superar o recorde vergonhoso do ano passado é um sinal de que reformas urgentes são necessárias.”

O abandono de embarcação geralmente ocorre quando os proprietários abandonam suas obrigações financeiras e legais, deixando as tripulações presas a bordo sem salários ou suprimentos. A ITF e sua rede global de inspetores têm atuado para recuperar salários não pagos, recuperando mais de US$ 58,1 milhões em 2024, incluindo US$ 13,5 milhões para tripulações abandonadas.

Em 2025, até o momento, a ITF já recuperou mais US$ 4,1 milhões para marítimos afetados por abandono. No entanto, com o número de casos subindo rapidamente, a ITF afirma que sua capacidade de resposta está sendo sobrecarregada — e os mecanismos de fiscalização estão falhando.

“Estamos lidando com proprietários que somem, muitas vezes protegidos por registros de bandeira de países com padrões baixos, que não fazem nada”, disse Steve Trowsdale, chefe da inspetoria da ITF. “Frequentemente é impossível até mesmo identificar quem é o dono real da embarcação. Essa impunidade crescente é o que torna a situação tão perigosa.”

Segundo a ITF, o sistema de “bandeiras de conveniência” (FOC) está no cerne da crise, permitindo que embarcações sejam registradas em países com fiscalização fraca, baixa tributação e pouca transparência. Atualmente, mais de 50% da frota mercante mundial está registrada em países FOC, que respondem por mais de 80% dos casos conhecidos de abandono.

Como resposta aos abusos recentes, a ITF adicionou Tuvalu e Guiné-Bissau à sua lista oficial de países FOC, elevando o total para 45 países. Ambas as nações têm sido ligadas a frotas clandestinas que transportam cargas sancionadas e evitam fiscalização.

“O transporte marítimo é o motor do comércio global, mas seus trabalhadores são tratados como descartáveis”, disse Cotton. “Precisamos expor e reformar o sistema FOC. Toda embarcação deve portar uma bandeira que comprove um vínculo transparente e rastreável com seu verdadeiro proprietário beneficiário.”

A ITF está pedindo uma reforma global nos sistemas de registro de embarcações e ferramentas de fiscalização mais robustas para os reguladores. As reformas centrais incluem:

  • Exigir transparência na propriedade de embarcações;
  • Dar poder às autoridades para deter navios ligados a roubo de salários ou abandono;
  • Estabelecer padrões internacionais de responsabilidade para registros FOC;
  • Garantir alimentação, salários e repatriação para os marítimos deixados à deriva.

“Somente com um vínculo genuíno entre a embarcação e seu proprietário — e com vontade política para aplicar a legislação marítima internacional — poderemos acabar com essa crise”, disse Cotton.

Com mais de 1,5 milhão de marítimos apoiando 90% do comércio mundial, a ITF alerta que, sem ação decisiva, o abandono pode se tornar o novo normal no transporte marítimo global.

Fonte: Splash 247

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