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Gestão de requerimentos de certificação avança e reduz prazos e estoque em 2025

A adoção de uma gestão mais eficiente dos requerimentos de certificação trouxe resultados expressivos ao longo de 2025. Com foco em previsibilidade para o setor privado e maior efetividade institucional, o acompanhamento sistemático por meio de indicadores de desempenho passou a orientar as ações voltadas à redução dos prazos e do volume de processos em análise.

Monitoramento por indicadores orienta a gestão

Durante o ano, a condução das atividades esteve centrada na análise contínua de indicadores relacionados ao tempo médio de permanência dos processos em estoque e ao quantitativo total de requerimentos pendentes. A estratégia priorizou a diminuição do tempo de tramitação, especialmente a partir do segundo semestre de 2025.

Queda no tempo médio de certificação

Os dados apontam uma redução consistente no tempo médio de permanência dos requerimentos de certificação ao longo do segundo semestre. Em julho de 2025, o indicador registrava 418 dias. A partir desse período, houve queda progressiva, com encerramento do ano em 243 dias, refletindo maior agilidade na análise dos processos.

Menor volume de processos em estoque

No mesmo intervalo, também foi registrada redução significativa no estoque total de requerimentos. Em julho de 2025, havia 296 processos aguardando análise. Esse número caiu para 187 requerimentos ao final de dezembro, acompanhando a melhora observada nos indicadores de tempo.

Mudança no perfil do estoque de processos

A distribuição dos requerimentos por faixa de tempo de espera evidenciou uma alteração na composição do estoque. Houve diminuição expressiva da concentração de processos com maior tempo de permanência, com aumento relativo daqueles em fases mais recentes de tramitação.

Um dos principais destaques foi a queda no número de requerimentos com mais de 365 dias em estoque, que passou de 198 processos em julho para 50 ao final de dezembro de 2025. O cenário indica um estoque majoritariamente formado por processos com menor tempo de análise.

Ações estruturantes impulsionaram os resultados

A melhora dos indicadores está diretamente relacionada a um conjunto de ações estruturantes implementadas pela Gerência Operacional, com foco em padronização, previsibilidade e fortalecimento da gestão das equipes.

Entre as medidas adotadas, destacam-se a definição de um plano de ação específico, a orientação para dedicação exclusiva das EqOEAs às atividades de certificação e a maior regularidade na distribuição dos requerimentos, o que permitiu melhor planejamento e equilíbrio da carga de trabalho.

Padronização técnica e evolução do sistema

No campo técnico, foram implementadas iniciativas voltadas à padronização das análises, com alinhamento de critérios, aprimoramento das orientações internas e formalização de parâmetros para validações em formato virtual. A consolidação dessas diretrizes em um manual próprio, além da obrigatoriedade do uso de scripts, contribuiu para reduzir assimetrias entre as equipes.

Paralelamente, avançou o trabalho de evolução do sistema OEA, em cooperação com o Serpro, com foco no aprimoramento das funcionalidades e no suporte às atividades de certificação.

Mais eficiência e previsibilidade no Programa OEA

As iniciativas adotadas a partir de julho de 2025 sustentaram a redução dos prazos de certificação e a diminuição do volume de processos pendentes, reforçando o compromisso com a eficiência operacional, a uniformidade de procedimentos e a previsibilidade do Programa OEA.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGENS: Reprodução/Receita Federal e Sistemas OEA

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Especialista, O ESPECIALISTA

O ESPECIALISTA: RENATA PALMEIRA

Por que 2026 será o ano das empresas que planejam com dados, compliance e inteligência tributária

À medida que 2025 se encerra, muitas empresas começam a desenhar suas estratégias para 2026. Antes de definir metas ousadas ou investir em novos projetos, é fundamental avaliar o cenário atual do negócio com precisão.

O planejamento eficaz exige dados confiáveis, visão realista e decisões estratégicas — nada de basear planos apenas em expectativas ou otimismo.


Assim, temos 5 pontos importantes a salientar para que 2026 você possa alcançar mais oportunidades de negócio:  

  1. Avaliação financeira: entenda a realidade do seu negócio, o ponto de partida é um diagnóstico financeiro completo. Isso significa analisar não só números, mas também interpretar balanços, fluxo de caixa e indicadores de desempenho. É importante verificar liquidez, endividamento, margens operacionais e ciclo financeiro. Esses dados mostram se a empresa está preparada para crescer ou se precisa primeiro reestruturar dívidas e otimizar custos.
  1. Revisão tributária e compliance fiscal: Em 2026, a fiscalização tributária continuará intensa. Revisar o regime tributário da empresa — Simples, Lucro Presumido ou Lucro Real — identificar créditos pendentes e mapear riscos fiscais é essencial. Empresas que investem em compliance reduzem o risco de autuações e fortalecem sua base para investimentos futuros.
  1. Custos e precificação: evite surpresas, conhecer o custo real de produtos e serviços é vital. Muitos negócios subestimam despesas fixas e indiretas, como encargos trabalhistas e depreciação, o que pode comprometer a rentabilidade. O planejamento de 2026 deve incluir análise de ponto de equilíbrio, revisão da estrutura de custos e definição de preços baseados em dados precisos, utilizando ferramentas de gestão que permitam controle de despesas e centros de custos.
  1. Cenário econômico e regulatório: fique atento às mudanças. O ambiente externo causa impacto diretamente os negócios. Em 2026, fatores como inflação, taxa Selic, Reforma Tributária (PEC 45/110) e novas exigências de ESG e legislação trabalhista devem influenciar decisões estratégicas. Monitorar essas variáveis ajuda a ajustar investimentos, planejar fluxo de caixa e antecipar mudanças que possam afetar operações e competitividade.
  1. Capital humano e eficiência operacional: Nenhuma estratégia prospera sem equipes capacitadas. Avaliar talentos, identificar gargalos, investir em treinamentos e criar processos eficientes é essencial para o crescimento sustentável. A retenção de profissionais-chave e a preparação da equipe para novas demandas garantem que a empresa possa executar planos estratégicos com segurança e produtividade. 

O planejamento para 2026 não é sobre adivinhar o futuro, mas agir com clareza e método. Negligenciar análises financeiras, fiscais, operacionais ou de pessoas aumenta o risco de definir metas irreais. Empresas que planejam com base em dados e estratégia sabem onde investir, onde crescer e até quando é necessário pausar projetos. O sucesso do próximo ano começa agora, com decisões conscientes e gestão inteligente.

Governança e compliance

Investir em governança corporativa e compliance não é apenas uma exigência legal, mas uma estratégia para proteger a empresa de riscos fiscais, trabalhistas e reputacionais. Processos bem estruturados e políticas internas claras ajudam a prevenir erros e fraudes, garantindo segurança para sócios, investidores e colaboradores.

Além disso, a governança eficiente facilita a adaptação às mudanças regulatórias e às novas exigências tributárias e contábeis. Empresas com compliance ativo conseguem reduzir passivos, melhorar a relação com órgãos fiscalizadores e se posicionar de forma competitiva no mercado.


Áreas de Livre Comércio

O modelo das Áreas de Livre Comércio cujo segue o padrão similar ao da Zona Franca de Manaus (ZFM), especialmente no que diz respeito aos benefícios tributários concedidos às empresas ali instaladas e as condições para sua utilização.

As Áreas de Livre Comércio são uma porta aberta para a economia tributária e expansão de negócios. Poucos sabem, no entanto, que o Brasil possui Áreas de Livre Comércio (ALCs) com incentivos fiscais robustos, voltados especialmente para quem atua com exportação e industrialização para fora do país. E em 2026, essas zonas especiais continuam sendo uma das alternativas mais eficazes para economizar com tributos federais e estaduais.

Mas, o que são as áreas de livre comércio (ALCs)?

As ALCs são regiões localizadas, principalmente no Norte do Brasil, criadas para:

  • Estimular o desenvolvimento regional;
  • Incentivar a industrialização e o comércio exterior;
  • Oferecer incentivos fiscais às empresas que operam com insumos, produtos ou serviços voltados à exportação.
  • Elas funcionam como mini zonas francas, com benefícios semelhantes aos da Zona Franca de Manaus, mas com regras específicas e adaptadas a cada região.


As Áreas de Livre Comércio, são boas opções de negócios se dão a partir de investimentos em matéria-prima local utilizando-se de incentivos fiscais semelhantes aos da Zona Franca de Manaus ou até mesmo da instalação de comércios atacadistas de produtos importados para atender às necessidades das populações locais e adjacentes.

Atualmente, as Áreas de Livre Comércio contempladas no perímetro do modelo Zona Franca de Manaus são as seguintes: Boa Vista e Bonfim, no Estado de Roraima; Guajará-Mirim, no Estado de Rondônia; Brasiléia, com extensão a Epitaciolândia, e Cruzeiro do Sul, no Estado do Acre; Tabatinga, no Estado do Amazonas; Macapá e Santana, no Estado do Amapá e Itajaí em Santa Catarina. 

Renata Palmeira é CEO do RêConecta News, executiva comercial e especialista em Logística, Comércio Exterior e Gestão de Pessoas. Com mais de 15 anos de experiência nos setores de vendas e logística, atua na gestão comercial, desenvolvimento de equipes e soluções logísticas integradas. Fundadora do portal RêConecta News, trabalha para ampliar a visibilidade e o posicionamento estratégico de empresas e profissionais de Comex e Logística, além de atuar como palestrante nas áreas de vendas, marketing e logística.

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Portos

Derrocagem no Porto de São Francisco do Sul é retomada para ampliar profundidade do berço

Os trabalhos de derrocagem de pedra submersa no Porto de São Francisco do Sul foram retomados nesta semana, marcando uma etapa decisiva para a melhoria da infraestrutura portuária. A intervenção ocorre próxima a um dos principais berços de atracação utilizados por navios graneleiros.

A obra é considerada uma das mais aguardadas pela comunidade portuária e está sendo executada de forma planejada, em duas fases, para reduzir impactos na operação do terminal.

Execução em etapas evita paralisações

A primeira etapa dos trabalhos foi realizada em janeiro e teve duração aproximada de um mês. A estratégia permitiu evitar a interrupção prolongada das operações no berço, especialmente durante o pico da safra de soja.

Com o encerramento do período de maior movimentação agrícola, a derrocagem foi retomada. O objetivo é remover um afloramento rochoso de 370 metros cúbicos, volume equivalente a cerca de cinco contêineres.

Mais profundidade e eficiência operacional

A rocha está localizada a 10,5 metros de profundidade, entre os berços 101 e 102. Após a remoção, a meta é alcançar 14 metros de profundidade no local, ampliando a capacidade operacional do porto.

Atualmente, as embarcações precisam realizar manobras adicionais durante o carregamento para evitar contato com a rocha, o que eleva o tempo de operação e gera custos extras que podem chegar a R$ 100 mil por atracação.

Com a nova profundidade, cada navio poderá embarcar até 1,5 mil toneladas adicionais de carga, aumentando a produtividade logística e reduzindo custos operacionais.

Técnica sem explosivos reduz impactos ambientais

A derrocagem submersa está sendo executada com métodos mecânicos de alta precisão, sem a utilização de explosivos, conforme exigência da licença ambiental do Ibama. Martelos de fundo e rompedores hidráulicos são utilizados para fragmentar a rocha, enquanto um guindaste realiza a retirada do material.

Essa metodologia garante maior segurança operacional e reduz significativamente os impactos ambientais, preservando o equilíbrio da área portuária.

Autoridades destacam ganhos para o Porto

Segundo o secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Beto Martins, o planejamento foi fundamental para viabilizar a obra sem comprometer as operações. Ele destaca que a intervenção representa um avanço importante para a eficiência do terminal.

Já o presidente do Porto de São Francisco do Sul, Cleverton Vieira, ressalta que a derrocagem tem impacto direto no desenvolvimento portuário de Santa Catarina, ao fortalecer a eficiência, a segurança da navegação e a sustentabilidade ambiental das operações.

FONTE: Porto de São Francisco do Sul
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Porto de São Francisco do Sul

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Comércio Exterior

Recomendações práticas para empresas exportadoras na era das plataformas tecnológicas

A modernização do comércio exterior deixou de ser uma opção e passou a ser um fator decisivo para a competitividade das empresas brasileiras no mercado global. Automação, Inteligência Artificial, plataformas tecnológicas e integração de dados já fazem parte da rotina das exportações mais eficientes e seguras.

Para falar sobre esse novo cenário e trazer orientações práticas para empresas exportadoras, conversamos com Mariana Pires Tomelin, especialista em Comércio Exterior com mais de 15 anos de experiência, referência em internacionalização de indústrias e no uso estratégico de tecnologias aplicadas ao COMEX.

À frente da Exon Trade Business Intelligence, Mariana atua no desenvolvimento de soluções que unem conhecimento técnico, conformidade regulatória e inovação digital, auxiliando empresas a reduzirem riscos, aumentarem eficiência e conquistarem novos mercados globais.

Confira a entrevista completa:

1. Quais os primeiros passos para empresas que querem modernizar suas operações?
MARIANA: O ponto de partida é realizar um diagnóstico digital completo, avaliando fluxos operacionais, sistemas ERP, integração com o Portal Único e vulnerabilidades de compliance. Essa análise permite definir prioridades, reduzir redundâncias e adotar tecnologias compatíveis com o nível de maturidade da empresa. O processo deve ser conduzido com apoio técnico especializado para garantir alinhamento com a legislação vigente.

2. Que ferramentas são indispensáveis em 2025?
MARIANA: Ferramentas de gestão aduaneira integradas, sistemas de IA preditiva, plataformas de análise cambial e soluções de rastreabilidade de embarques são essenciais. Essas tecnologias permitem controle total do ciclo de exportação, desde a geração de documentos até o desembaraço, garantindo precisão fiscal e eficiência logística.

3. Como as plataformas tecnológicas estão mudando o perfil das exportações?
MARIANA: As plataformas SaaS democratizam o acesso ao comércio exterior, permitindo que pequenas e médias empresas realizem operações complexas com a mesma eficiência das grandes corporações. Elas automatizam o controle de regimes aduaneiros, otimizam o cálculo de tributos e facilitam a integração com transportadores, reduzindo custos e tempo de resposta.

4. O que diferencia quem tem sucesso nesse ambiente?
MARIANA: O diferencial está na capacidade de transformar dados em estratégia. Empresas que combinam tecnologia com orientação especializada conseguem reduzir erros operacionais, acessar novos mercados e aumentar margens de lucro. O domínio técnico e a experiência prática são indispensáveis para interpretar corretamente os resultados gerados por sistemas inteligentes.

5. Como a IA pode evitar erros e penalidades?
MARIANA: A IA atua de forma preventiva, identificando inconsistências fiscais, divergências de classificação NCM e erros de origem que poderiam gerar multas ou bloqueios alfandegários. Ela cruza dados históricos, fiscais e operacionais, emitindo alertas automáticos que permitem correção antes do embarque. Isso eleva o nível de conformidade e segurança jurídica da empresa.

6. Qual o papel da capacitação contínua?
MARIANA: A capacitação garante que o profissional compreenda tanto as ferramentas tecnológicas quanto o contexto regulatório em que elas operam. O aprendizado deve ser constante, incluindo cursos técnicos, certificações e atualizações sobre tratados internacionais. Profissionais capacitados são essenciais para sustentar a evolução tecnológica com base legal sólida.

7. Sua mensagem final aos exportadores brasileiros:
MARIANA: O futuro do comércio exterior depende da união entre conhecimento técnico, automação e adaptação contínua. Empresas que investem em consultoria qualificada e equipes atualizadas conseguem operar de forma mais ágil, reduzir riscos e posicionar-se com competitividade nos mercados globais em transformação.

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Logística

O modelo de locação que está revolucionando a intralogística nacional

Esteiras Motorizadas: a solução que nasceu da necessidade de automatizar sem investir milhões.

A Esteiras Motorizadas surgiu com uma proposta inovadora em um mercado dominado pela venda de equipamentos. Muitas empresas precisam de automação, mas não possuem orçamento para aquisição. O modelo tradicional de venda exclui negócios que necessitam dessas ferramentas, e foi a partir desse cenário que nasceu a ideia da locação de equipamentos: gerar ganhos financeiros sem investimento, oferecendo soluções inteligentes, produtivas e acessíveis. Dessa forma, as empresas podem aumentar a produtividade de suas operações de imediato.

A locação como resposta à realidade econômica brasileira

A condição econômica do Brasil impulsionou essa decisão. Investir milhões em automação não é viável para a maioria das companhias, e o modelo de locação permite acesso imediato à tecnologia, sem custos de aquisição, reduzindo despesas e acelerando resultados. Assim, a locação garante competitividade e torna o avanço tecnológico possível para empresas de diferentes portes.

Com anos de experiência em operações de intralogística e foco em soluções produtivas e acessíveis, a Esteiras Motorizadas se consolidou como pioneira na locação de equipamentos para automação intralogística. A empresa desenvolveu simuladores que demonstram, de forma prática, os benefícios da locação em comparação à compra e à operação manual x automatizada, transmitindo segurança e confiança na tomada de decisão. O resultado é evidente: redução de custos, aumento da produtividade e melhores condições de trabalho, sem necessidade de capital imobilizado.

As soluções oferecidas são completas e seguras, voltadas especialmente a operações de cargas batidas como: descarga, carregamento, checkout de e-commerce, separação de rotas e montagem de kits. O serviço inclui avaliação “in loco”, implantação com acompanhamento técnico, apoio em cálculos de ganhos operacionais, manutenção preventiva e projetos personalizados. Todos os equipamentos seguem as normas da NR12, garantindo segurança e conformidade legal.

Resultados reais que comprovam ganhos operacionais

Os impactos são comprovados. Em um caso real, o tempo de descarga em uma operação de luvas de contêineres caiu de 12 horas para 4h30 com o uso dos nossos equipamentos, resultando em aumento da produtividade e economia. Em média, os resultados alcançam um saving líquido de R$ 100 mil por ano com redução de custos de mão de obra, além de ganhos como menor absenteísmo, aumento da capacidade instalada e melhor ergonomia.

Diante da escassez de mão de obra, especialmente em regiões com baixo desemprego como o sul do país, a automação tornou-se obrigatória. Empresas que não investirem nesse caminho terão dificuldades em se manter competitivas. O modelo de locação da Esteiras Motorizadas democratiza o acesso à automação, tornando-a viável até para empresas menores.

Inovação e proximidade com o mercado

Por ser jovem, a empresa não se prende a modelos tradicionais e atua próxima aos clientes, oferecendo soluções alinhadas às reais necessidades do mercado. Reconhecida como pioneira no modelo de locação para intralogística no Brasil, a Esteiras Motorizadas já trabalha lado a lado com grandes players e mira a expansão nacional, investindo em novas tecnologias voltadas à inteligência operacional.

Para a empresa, a automação não é mais uma opção, mas um caminho obrigatório para o crescimento e a competitividade. O diferencial está em oferecer um modelo acessível e sustentável, que transforma operações logísticas de forma inteligente, garantindo melhores resultados para todo o setor.

TEXTO E IMAGEM: DIVULGAÇÃO

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Logística

Atualização constante e treinamento de equipes são essenciais para acompanhar a evolução do mercado, afirma BWIN TECH Seguros

Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, a capacidade de se atualizar constantemente e investir no desenvolvimento das equipes é decisiva para o sucesso das empresas. Para a BWIN TECH Seguros, especialista em soluções de seguros para transporte de carga, gestão de riscos e soluções financeiras para logística, a base de uma empresa sólida está na combinação de cultura forte, foco em resultados e atendimento diferenciado.

“Mais do que apresentar soluções, nosso compromisso é compreender profundamente cada necessidade e entregar valor de forma consistente. Colocar o cliente no centro de tudo o que fazemos garante nossa relevância no mercado e sustenta a confiança construída ao longo dos anos”, explica Carla Kuhn, Partner & Business Development Director da BWIN TECH.

A importância de equipes treinadas e consultivas

Na foto: Equipe BWin Tech em treinamento. 

A cultura da BWIN TECH é pautada em profissionalismo, inovação e dedicação. Cada decisão, processo e estratégia é pensado para gerar impacto positivo e resultados sustentáveis, mostrando que resultado e cultura caminham lado a lado. Nesse contexto, investir em equipes comerciais preparadas é fundamental. “Nossos vendedores atuam como verdadeiros consultores, capazes de antecipar cenários, oferecer soluções sob medida e transformar desafios em oportunidades. O atendimento de excelência não é um complemento, mas parte essencial da nossa identidade”, acrescenta Carla.

Tecnologia e experiência como diferenciais da BWIN TECH Seguros

Com mais de 14 anos de atuação e mais de 25 anos de experiência no setor, a BWIN TECH se destaca por sua plataforma 100% digital, que otimiza processos, reduz custos e garante eficiência operacional para transportadores, embarcadores e empresas de comércio exterior. A empresa combina experiência, tecnologia e inteligência de dados para orientar e proteger os negócios diante de desafios logísticos complexos, garantindo tranquilidade mesmo em tempos incertos.

Na foto: Carla Kuhn,  Ronaldo Vinagre e Anderson Lemos.

Segundo Carla, “a soma de cultura forte, foco em resultado e atendimento diferenciado é o que nos permite crescer de forma consistente, gerar valor para o mercado e fortalecer relações de confiança de longo prazo”. Para a BWIN TECH, evoluir, inovar e estar ao lado do cliente é a fórmula para construir histórias de sucesso que refletem a essência da empresa.

Para saber mais sobre a BWIN TECH Seguros, acesse: https://bwintech.com.br

TEXTO: REDAÇÃO
FOTOS: DIVULGAÇÃO BWIN TECH

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