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Com números históricos e novos investimentos, Sebrae Foz dá posse a Aloisio Salomon

A Regional Foz do Sebrae/SC tem novo gerente. Com a presença do presidente do Sebrae Nacional, Décio Lima, foi oficializada nesta quarta-feira (11) a posse de Aloisio Salomon no comando da unidade, durante encontro que reuniu as equipes das agências de Itajaí e Brusque, além de autoridades e representantes da imprensa.

Com mais de 30 anos de experiência nas áreas de gestão, inovação e turismo, Aloisio Salomon assume a gerência após trajetória consolidada dentro da própria instituição. No Sebrae/SC, atuou como analista na Regional Vale e, entre 2023 e 2025, esteve à frente da Regional Meio Oeste. A nomeação é considerada estratégica para fortalecer o atendimento aos empreendedores e ampliar a articulação institucional com lideranças e parceiros locais em um dos territórios mais dinâmicos da economia catarinense.

Durante a solenidade, Décio Lima destacou a relevância da Regional Foz e o impacto dos pequenos negócios na economia estadual. “Esse momento reafirma o compromisso do Sebrae com a Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí, uma região estratégica formada por 15 municípios e com forte geração de riqueza impulsionada pelas micro e pequenas empresas, que representam 95% dos negócios no Brasil e são responsáveis por seis em cada dez empregos em Santa Catarina. A chegada de Aloísio representa continuidade e avanço. Continuidade no apoio a quem empreende e avanço na estratégia de ampliar mercado, inovação e competitividade. O Sebrae é, hoje, a quarta marca mais valiosa do Brasil em 2025, e isso reforça a nossa responsabilidade de seguir transformando realidades por meio do empreendedorismo”, enfatizou.


Para o diretor superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, a mudança reforça o compromisso da instituição com o desenvolvimento regional. “A Regional Foz está inserida em um território estratégico para Santa Catarina, com forte presença dos setores de serviços, comércio, turismo e economia do mar, e dinamismo econômico. A chegada do Aloisio fortalece nossa governança regional e reafirma o compromisso do Sebrae/SC em apoiar os pequenos negócios como vetor de desenvolvimento sustentável e geração de oportunidades”, afirmou.

A Regional Foz atende atualmente 15 municípios, com foco no desenvolvimento e na competitividade dos pequenos negócios. São executados 11 projetos setoriais: Moda Catarina, Alimentos e Bebidas, Inovação Territorial, Sebrae Delas, Inclusão Socioprodutiva, Economia Azul, Advogados, Turismo, Varejo, Agronegócio e Saúde em Foco. A maior parte das ações é ofertada gratuitamente. Já nas consultorias especializadas e programas de maior duração, os serviços contam com subsídio do Sebrae/SC, com redução de valores que pode chegar a até 70%.

O diretor técnico do Sebrae/SC, Fábio Búrigo Zanuzzi, ressaltou o potencial econômico da região. “A Regional Foz atua em um território com alta concentração empresarial. Nossa estratégia técnica está voltada à qualificação da gestão, à inovação setorial e à ampliação da competitividade, por meio de projetos estruturados e soluções alinhadas às vocações econômicas locais”, destacou.

Dados do Observatório de Negócios do Sebrae/SC revelam a força econômica da região da Foz do Rio Itajaí, que concentra 234.702 empresas entre microempreendedores individuais (MEIs), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP). O setor de serviços lidera com 134.611 negócios, seguido pelo comércio (48.354) e pela indústria (27.284). Itajaí, Balneário Camboriú e Brusque concentram o maior número de empresas, com 60,3 mil, 40,2 mil e 25,7 mil, respectivamente.

Ao assumir a gerência, Aloisio Salomon reforçou o compromisso com a continuidade e o fortalecimento das ações na região. “Assumo a gerência com o compromisso de dar continuidade ao trabalho já consolidado e ampliar as oportunidades para os empreendedores, especialmente nos setores estratégicos da região. Nosso foco será intensificar a proximidade com os pequenos negócios e desenvolver soluções cada vez mais conectadas às demandas e características econômicas de cada município atendido”, afirmou.

O ReConecta News esteve presente na cerimônia de posse e acompanhou de perto os pronunciamentos das lideranças e o anúncio da nova gestão, que marca um novo ciclo de fortalecimento institucional e ampliação de oportunidades para os empreendedores da Foz do Rio Itajaí.

Fonte: Sebrae


TEXTO: REDAÇÃO

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Comércio Exterior

Balança comercial registra segundo maior superávit de janeiro

A balança comercial brasileira atingiu em janeiro o segundo maior superávit para o mês desde o início da série histórica, impulsionada pela queda das importações, informou nesta quinta-feira (5) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O saldo positivo foi de US$ 4,342 bilhões, um aumento de 85,8% em relação aos US$ 2,337 bilhões registrados em janeiro de 2025.

Exportações e importações em janeiro

Apesar do crescimento do superávit, o valor das exportações apresentou leve queda de 1%, somando US$ 25,153 bilhões, enquanto as importações caíram 9,8%, totalizando US$ 20,810 bilhões. O resultado só fica atrás do superávit de janeiro de 2024, que alcançou US$ 6,196 bilhões.

O desempenho das exportações é o terceiro melhor janeiro desde 1989, enquanto as importações registraram o segundo maior valor histórico para o mês, perdendo apenas para janeiro do ano passado.

Desempenho por setores

O saldo comercial varia entre os setores da economia:

  • Agropecuária: crescimento de 2,1%, com queda de 3,4% no volume e alta de 5,3% no preço médio;
  • Indústria extrativa: queda de 3,4%, com aumento de 6,2% no volume e recuo de 9,1% no preço médio;
  • Indústria de transformação: queda de 0,5%, com leve recuo no volume (-0,6%) e no preço médio (-0,1%).

Principais produtos que impactaram o resultado

Entre os produtos que reduziram as exportações estão:

  • Agropecuária: café não torrado (-23,7%), algodão bruto (-31,2%) e trigo e centeio não moídos (-33,6%);
  • Indústria extrativa: óleos brutos de petróleo (-7,8%) e minério de ferro (-8,6%);
  • Indústria de transformação: óxido de alumínio (-54,6%), açúcares e melaços (-27,2%) e tabaco (-50,4%).

Por outro lado, o agronegócio teve crescimento nas exportações de soja (91,7%) e milho não moído (18,8%), devido à antecipação de embarques. A queda nas vendas de petróleo bruto chegou a US$ 364,6 milhões, influenciada por manutenções programadas de plataformas.

Queda das importações

A diminuição das importações está ligada à desaceleração econômica e à queda na demanda por petróleo, devido à redução de investimentos. Entre os principais produtos importados em queda estão:

  • Agropecuária: cacau bruto ou torrado (-86,3%) e trigo e centeio não moídos (-35,5%);
  • Indústria extrativa: óleos brutos de petróleo (-49,8%) e gás natural (-15,8%);
  • Indústria de transformação: motores e máquinas não elétricos (-66,8%), óleos combustíveis de petróleo (-17,5%) e partes de veículos (-20,4%).

Projeções para 2026

O MDIC projeta que o superávit comercial de 2026 fique entre US$ 70 bilhões e US$ 90 bilhões, com exportações entre US$ 340 bilhões e US$ 380 bilhões e importações entre US$ 270 bilhões e US$ 290 bilhões. Novas estimativas detalhadas serão divulgadas em abril.

Para efeito de comparação, a balança comercial registrou superávit de US$ 68,3 bilhões em 2025, enquanto o recorde histórico foi de US$ 98,9 bilhões em 2023. As projeções oficiais estão acima das estimativas do Boletim Focus, que prevê superávit de US$ 67,65 bilhões para 2026.

FONTE: Agência Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Porto de Santos

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Economia

Mercado financeiro eleva projeção do PIB do Brasil para 2025

O mercado financeiro revisou para cima a estimativa de crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a projeção para o PIB passou de 2,16% para 2,25% nesta semana. A pesquisa reúne expectativas de diversas instituições sobre os principais indicadores econômicos.

Para os anos seguintes, as projeções seguem estáveis: o PIB de 2026 foi ajustado de 1,78% para 1,8%, enquanto 2027 e 2028 devem registrar altas de 1,84% e 2%, respectivamente.

Economia mantém ritmo apoiada por serviços e indústria
Dados do IBGE mostram que a economia brasileira avançou 0,4% no segundo trimestre, sustentada pelo setor de serviços e pela indústria. Em 2024, o país encerrou o ano com crescimento de 3,4%, o quarto consecutivo, registrando o melhor desempenho desde 2021, quando o PIB subiu 4,8%.

No câmbio, a previsão do mercado para o dólar é de R$ 5,40 ao fim de 2025 e R$ 5,50 no fechamento de 2026.

Inflação recua e estimativas se aproximam da meta
O Boletim Focus também reduziu a previsão para o IPCA, a inflação oficial, de 4,43% para 4,4% em 2025. Para 2026, a expectativa caiu levemente para 4,16%, enquanto 2027 e 2028 devem registrar inflação de 3,8% e 3,5%.

Esta é a quarta queda consecutiva nas projeções, após o resultado de outubro, quando o IPCA foi de 0,09%, o menor índice para o mês desde 1998. A desaceleração foi puxada pela redução na conta de luz, segundo o IBGE.
Com isso, a inflação acumulada em 12 meses caiu para 4,68%, abaixo de 5% pela primeira vez em oito meses, embora ainda acima do teto da meta definida pelo CMN, de 4,5%.

Selic segue elevada e pode permanecer alta por mais tempo
Para controlar a inflação, o Banco Central mantém a taxa Selic em 15% ao ano, decisão repetida pela terceira reunião do Copom. Apesar da desaceleração da atividade econômica, o BC afirma que a inflação ainda está acima do desejado e que o cenário internacional — especialmente nos Estados Unidos — continua incerto.

O Copom se reúne novamente nesta semana, e analistas esperam que a taxa básica encerre 2025 também em 15%. Para 2026, a projeção é de queda para 12,25%, seguida por recuos para 10,5% em 2027 e 9,5% em 2028.

Quando a Selic sobe, o objetivo é conter a demanda e segurar os preços, já que juros altos encarecem o crédito e estimulam a poupança — movimento que pode limitar o crescimento econômico. Já reduções na taxa tendem a baratear empréstimos, incentivando produção, consumo e atividade econômica.

FONTE: Agência Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Marcello Casal Jr – Agência Brasil

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Comércio Exterior

Superávit da balança comercial em novembro atinge US$ 5,84 bilhões

A balança comercial brasileira encerrou novembro de 2025 com superávit de US$ 5,842 bilhões, segundo dados divulgados pela Secex/MDIC na quinta-feira (4). O saldo ficou acima da mediana estimada pelo levantamento Projeções Broadcast, que previa superávit de US$ 5,539 bilhões. As projeções variavam entre US$ 4,6 bilhões e US$ 7,010 bilhões.

O resultado foi obtido com exportações totalizando US$ 28,515 bilhões e importações de US$ 22,673 bilhões, após um superávit de US$ 6,964 bilhões registrado em outubro.

Resultado das exportações e importações

As exportações cresceram 2,4% em relação a novembro de 2024. Houve avanço de 25,8% na Agropecuária (US$ 1,16 bilhão), retração de 14% na Indústria Extrativa (US$ 1,06 bilhão) e alta de 3,7% na Indústria de Transformação (US$ 570 milhões).

As importações tiveram aumento de 7,4% na comparação anual. O desempenho foi marcado por queda de 5,4% na Agropecuária (US$ 20 milhões), redução de 18,1% na Indústria Extrativa (US$ 210 milhões) e crescimento de 9,3% na Indústria de Transformação (US$ 1,79 bilhão).

Acumulado de janeiro a novembro

No acumulado de 2025, a balança registra superávit de US$ 57,839 bilhões, queda de 16,8% em relação ao mesmo período de 2024, quando o saldo foi de US$ 69,540 bilhões.

As exportações somaram US$ 317,821 bilhões, avanço de 1,8% na comparação anual. As importações também cresceram, chegando a US$ 259,983 bilhões, alta de 7,2% frente aos primeiros onze meses de 2024.

FONTE: InfoMoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Amanda Perobelli / Reuters

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Comércio Internacional

China planeja ampliar importações e firmar novos acordos comerciais nos próximos anos

A China anunciou que pretende aumentar as importações e promover um comércio mais equilibrado ao longo dos próximos cinco anos. A informação foi divulgada pelo ministro do Comércio, Wang Wentao, em entrevista à agência estatal Xinhua. Segundo ele, o governo chinês intensificará ações para fortalecer a abertura econômica e estimular a circulação de bens.

Novos acordos de comércio e investimento
Wang afirmou que Pequim deve firmar novos acordos comerciais e de investimento entre 2026 e 2030, período em que o país colocará em prática um novo plano quinquenal. A iniciativa busca ampliar parcerias globais e reforçar a presença chinesa nos mercados internacionais.

Incentivo ao consumo interno
O ministro também destacou medidas voltadas para estimular a demanda doméstica. Entre elas estão políticas que impactam diretamente os consumidores, a expansão da compra de automóveis e programas que promovam a renovação e modernização de eletrodomésticos, setores estratégicos para o crescimento interno.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: REUTERS/Go Nakamura/File Photo

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Economia

Inflação da zona do euro sobe para 2,2% e reduz chances de cortes de juros pelo BCE

A inflação da zona do euro voltou a acelerar em novembro, subindo para 2,2% após registrar 2,1% no mês anterior, segundo dados divulgados pela Eurostat. O avanço inesperado reforça a percepção de que o Banco Central Europeu (BCE) deve manter as taxas de juros estáveis por mais tempo.

Comportamento dos preços e núcleo da inflação
Mesmo próxima da meta de 2% do BCE, a inflação tem sido influenciada pela queda nos preços de energia, que ajuda a compensar pressões persistentes nos preços internos — especialmente no setor de serviços. Já o núcleo da inflação, que exclui itens voláteis como alimentos e combustíveis, permaneceu em 2,4%. Os serviços continuam puxando os preços para cima, enquanto os bens duráveis apresentam avanço mais moderado.

Expectativas do BCE e impacto nos mercados
Os dados confirmam a avaliação do próprio BCE de que a inflação está, em grande parte, controlada. Com isso, as autoridades monetárias ganham mais tempo para monitorar a evolução dos preços antes de sinalizar novos movimentos na política monetária. Nos mercados, há praticamente consenso de que não haverá corte na taxa de depósito de 2% na reunião de 18 de dezembro. Para 2025, investidores atribuem apenas uma chance em quatro de qualquer flexibilização.

Perspectivas para juros em 2025
O BCE reduziu juros em 2 pontos percentuais até junho deste ano, mas desde então opta por mantê-los inalterados. Ainda assim, analistas esperam que o debate sobre novos cortes volte a ganhar força no início de 2025, quando a inflação pode cair abaixo da meta diante da continuidade da redução dos custos de energia.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: REUTERS/Fabian Bimmer

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Comércio

Vendas no varejo na Black Friday sobem 1,9% e mostram força do e-commerce

As vendas no varejo na Black Friday registraram avanço de 1,9% em comparação ao mesmo período de 2024, conforme dados do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Apesar de ser o menor crescimento desde 2019, o resultado reflete uma base elevada do ano anterior e a forte expansão do e-commerce, que aumentou 16,1% e atingiu recorde histórico de transações. No varejo físico, houve retração de 1,9%.

Impacto do calendário e comportamento do consumidor
Segundo a Cielo, o desempenho mais modesto também foi influenciado pela coincidência da data com o pagamento de salários e a liberação do 13º tanto em 2024 quanto em 2025, o que tende a neutralizar efeitos típicos da sazonalidade. No varejo presencial, parte das compras foi antecipada para as semanas anteriores, diluindo a demanda da sexta-feira.

Força do comércio digital
No ambiente digital, o padrão permaneceu: pico de vendas na virada da madrugada, concentração de transações e tíquetes mais altos. Foram registradas 32,8 milhões de operações online, o maior volume já observado pela empresa.

O vice-presidente de Negócios da Cielo, Carlos Alves, destaca que a data segue como um “termômetro do varejo brasileiro” e reforça a necessidade de ampliar investimentos em tecnologia, integração de canais e estratégias baseadas em dados.

Desempenho por setor
Entre os macrossetores, Serviços liderou com alta de 10,8%, impulsionado por Turismo & Transporte, que avançou 18,6%. Drogarias e farmácias cresceram 6,1%, enquanto bens duráveis e semiduráveis caíram 3,2%, impacto atribuído ao crédito mais restrito e ao alto endividamento das famílias.

No e-commerce, todos os setores subiram: Serviços (19,4%), Bens Não Duráveis (10,6%) e Bens Duráveis e Semiduráveis (6,2%), consolidando o digital como protagonista da Black Friday.

Formas de pagamento mais usadas
O crédito parcelado registrou o maior tíquete médio geral: R$ 813,67. No digital, representou 70,4% do faturamento, com tíquete acima de R$ 1.100. Já no varejo físico, o débito à vista liderou em volume, com 58,6% das vendas. O Pix seguiu em expansão e atingiu 6,9% das transações presenciais.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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Economia, Turismo

Chegada do primeiro cruzeiro da temporada 2025/2026 impulsiona economia e turismo em Itajaí

O Porto de Itajaí recebeu neste domingo, 30 de novembro, a atracação do navio Costa Diadema – marcando oficialmente a abertura da temporada de cruzeiros 2025/2026. Toda a operação ocorreu com segurança, dentro do planejamento estabelecido pela Superintendência do Porto.

O navio atracou por volta das 7h e deixou o porto por volta das 17h, garantindo uma movimentação intensa ao longo de todo o dia. Na chegada, o Costa Diadema trouxe 4.211 passageiros e 1.234 tripulantes. Durante a escala, 977 passageiros embarcaram e 970 desembarcaram, movimentando a economia local e regional.

A presença de milhares de turistas impactou diretamente setores como transporte, gastronomia, comércio, hotelaria e serviços turísticos, reforçando Itajaí como importante destino do sul do Brasil.

O superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos, destacou o impacto econômico da temporada:

“A chegada do primeiro cruzeiro já mostra o tamanho da oportunidade que essa temporada representa para Itajaí. São milhares de pessoas circulando, consumindo, conhecendo nossa região e gerando renda. Cada escala fortalece a economia local e reafirma o papel do Porto de Itajaí como ponto de conexão entre o turismo marítimo e o desenvolvimento econômico da região e do Estado.”

A temporada segue até o início de 2026, com novas escalas previstas e expectativa de crescimento em relação aos anos anteriores. O Porto de Itajaí reforça seu compromisso com a segurança, a eficiência operacional e o fortalecimento da economia do município e do estado.

FONTE: Porto de Itajaí
IMAGEM: Reprodução/Porto de Itajaí

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Economia

Atividade econômica de Santa Catarina cresce 4,9% até setembro

A atividade econômica de Santa Catarina cresceu 4,9% entre janeiro e setembro de 2025 na comparação com o mesmo período do ano passado. O desempenho positivo reflete o aquecimento da economia de Santa Catarina, que cresce acima da média nacional e tem a menor taxa de desemprego do país. O dado compõe o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) do Banco Central, publicado nesta quarta-feira, 26.

Com a elevação de 4,9% em 2025, Santa Catarina é o segundo estado que mais avançou neste ano, dividindo a vice-liderança com Goiás. A lista tem o Pará como primeiro colocado, com 5,2%. O percentual catarinense ficou bem acima da média nacional no período, de 2,6%. O Banco Central divulga o IBCR para um grupo de 13 estados, além das regiões brasileiras.

“A economia de Santa Catarina está crescendo praticamente o dobro da média nacional. Isso porque somos um estado que vê o empreendedor como um parceiro. Em vez de criar dificuldades, estamos facilitando, simplificando a abertura de empresas, garantindo segurança jurídica e, principalmente, não aumentando impostos. Em Santa Catarina o Governo do Estado é parceiro de quem produz e de quem trabalha”, destaca o governador Jorginho Mello.

Elevação dos setores de indústria, comércio e serviços

A alta da economia catarinense reflete o aumento nos setores de indústria, comércio e serviços. Conforme o IBGE, o setor industrial catarinense cresceu 3,1% até setembro, contra uma média nacional de apenas 1%. Este resultado foi puxado principalmente por segmentos como fabricação de produtos de metal (16,7%), máquinas e equipamentos (6,4%), produtos alimentícios (5,3%) e minerais não metálicos (4,9%).

“Santa Catarina tem a produção e o trabalho no seu DNA. É por isso que, apesar dos desafios internos e externos, a nossa economia dá sinais de que segue crescendo forte. Nesse sentido, o Governo do Estado tem atuado para estimular a atividade econômica. Programas como o Prodec, Pró-Emprego, Pronampe SC e Juro Zero tem sido fundamentais para apoiar o crescimento econômico”, afirmou o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck. 

Já o comércio varejista no estado apresentou uma alta de 5,9%, enquanto o crescimento médio brasileiro foi de 1,5%. Os segmentos que mais se destacaram foram artigos de uso pessoal e doméstico (11,9%), hipermercados e supermercados (7,4%), artigos farmacêuticos (4,5%) e combustíveis (4,1%).

O setor de serviços em Santa Catarina também superou a média nacional, com uma variação de 4,1% frente a 2,8% do Brasil. Os serviços prestados às famílias (5,3%) e de informação e comunicação (5,2%) foram os que mais cresceram, seguidos por transportes e serviços profissionais (ambos com 3,9%).

FONTE: Agência de Notícias SECOM
IMAGEM: Secom/GOVSC

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Comércio Internacional

Mercados Globais Sem Direção em Dia de Expectativa por Dados dos EUA

Os principais índices globais operam sem tendência clara, reflexo dos ganhos das ações de tecnologia registrados na véspera em Wall Street e da expectativa pelos dados econômicos atrasados dos Estados Unidos.

Desempenho dos Mercados Internacionais

Na Ásia, o movimento foi moderadamente positivo. O Nikkei 225 avançou 0,07%, o Shanghai Composite subiu 0,87% e o Hang Seng ganhou 0,69%.
Na Europa, o Euro Stoxx 50 oscila próximo da estabilidade, com leve queda de 0,08%.
Já nos EUA, os futuros do S&P 500 e da Nasdaq recuam, respectivamente, 0,25% e 0,40%.

Cotações Globais

  • S&P 500 Futuro: -0,2%
  • FTSE 100: estável
  • CAC 40: -0,1%
  • MSCI World: estável
  • MSCI EM: +0,9%
  • Petróleo WTI: -0,2% (US$ 58,70)
  • Brent: -0,3% (US$ 63,17)
  • Minério de ferro em Singapura: +0,9% (US$ 106)
  • Bitcoin: -1,7% (US$ 87.224,88)

EUA e China: Aproximação Diplomática

O presidente Donald Trump afirmou ter recebido e aceitado um convite do líder chinês Xi Jinping para visitar a China em abril de 2026.

Paralelamente, o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, declarou que Washington negocia com autoridades europeias um “acordo interessante” em troca de flexibilização regulatória, mas destacou que a União Europeia precisará ajustar regras digitais para viabilizar um pacto que reduza tarifas sobre aço e alumínio.

Tensões Geopolíticas: Rússia e Ucrânia

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky reconheceu avanços nas negociações conduzidas em Genebra, mas afirmou que os temas mais sensíveis serão debatidos diretamente com Trump.
Os dois países buscam reduzir divergências sobre segurança, limites militares e eventuais concessões territoriais.

Mercado de Commodities em Queda

Os preços do petróleo recuam, acompanhando o movimento global de cautela. O WTI cai 0,2%, enquanto o Brent recua 0,3%. Já o minério de ferro segue em alta de 0,9% em Singapura.

Brasil: Mercado Acompanha Falas do Banco Central

O foco no Brasil está na audiência do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O senador Renan Calheiros pede esclarecimentos sobre o acordo que encerrou um processo administrativo no BC.

Antes, às 9h, o diretor de Política Monetária do BC, Nilton David, participa do evento EuroFinance, em São Paulo.

As falas recentes de Galípolo repercutem no mercado: ele afirmou que gostaria que a inflação convergisse mais rapidamente, mas reconhece haver um trade-off nesse processo.

Com a Selic em 15% ao ano, investidores questionam quando o ciclo de cortes pode começar, em meio ao avanço da desinflação.

Indicadores

  • Balanço de pagamentos de outubro.
    O BTG Pactual projeta déficit de US$ 5 bilhões em transações correntes.

Mercado Financeiro

  • Ibovespa: +0,33% (155.278 pontos)
  • Dólar: -0,11% (R$ 5,3949)

Empresas

  • Lojas Americanas, em recuperação judicial, aceitou a proposta da BrandUP! para adquirir sua unidade produtiva isolada.
  • Dois membros do Conselho da Raízen renunciaram aos cargos.
  • O investidor Silvio Tini de Araújo elevou sua participação na GPA para 5,57% do capital social.

Com informações de agências internacionais e nacionais.
Texto: Redação

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