Aeroportos

Drones no Aeroporto de Guarulhos provocam suspensão de voos e atrasos

A presença de drones no Aeroporto de Guarulhos interrompeu completamente as operações do terminal na tarde deste domingo (15). O espaço aéreo foi fechado duas vezes após a identificação de equipamentos não autorizados sobrevoando a área do aeroporto.

A paralisação começou por volta das 16h e se estendeu por aproximadamente duas horas, afetando voos comerciais e privados até a retomada total das atividades, às 18h.

Espaço aéreo fechado por segurança

A concessionária GRU Airport informou que acionou imediatamente os órgãos de segurança assim que detectou os dispositivos no entorno do Aeroporto Internacional de São Paulo.

Como medida preventiva, pousos e decolagens foram suspensos. Até o momento, a administração não divulgou o número exato de aeronaves impactadas pela interrupção.

Operação de drones é ilegal em áreas aeroportuárias

Em comunicado oficial, a concessionária ressaltou que o fechamento das pistas ocorreu exclusivamente por medida de segurança operacional. A empresa também reforçou que a utilização de drones em áreas próximas a aeroportos é proibida por lei e representa risco significativo à segurança da aviação.

Segundo especialistas do setor, a presença desses equipamentos pode comprometer a integridade de passageiros e tripulações, especialmente em caso de colisão com aeronaves durante pousos ou decolagens.

Operações retomadas, mas impactos continuam

Após a atuação das autoridades e a confirmação de que o espaço aéreo estava livre de interferências, o aeroporto retomou as atividades normais no início da noite.

Apesar disso, o bloqueio temporário provocou reflexos na malha aérea, com registros de atrasos ao longo da noite.

Até a última atualização, os responsáveis pelos drones não haviam sido identificados. As autoridades seguem monitorando a região para evitar novas ocorrências.

FONTE: Guararema News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação / Aeroporto de Guarulhos

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Informação

Anac simplifica autorização de drones para operações de baixo risco

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicou nesta sexta-feira (21) a Instrução Suplementar nº 94-004 (IS E94-004), que cria um procedimento alternativo — e opcional — para autorizar projetos de drones utilizados em operações classificadas como SAIL I ou II, conforme a metodologia internacional SORA (avaliação específica de risco operacional).

As mudanças serão detalhadas em um webinário no dia 1º de dezembro, às 14h, no qual a agência deve explicar o novo processo e esclarecer dúvidas dos operadores e fabricantes.

Procedimento mais simples para fabricantes
Pelas regras anteriores da IS E94-001, o processo de autorização exigia diversas etapas, incluindo Plano de Trabalho, entrega de múltiplos relatórios técnicos, realização de ensaios e acompanhamento presencial dos testes pela Anac. Somente após a aprovação de todas as etapas o projeto podia ser autorizado.

Com a nova instrução, fabricantes cujas operações se encaixem nos níveis de risco SAIL I ou II poderão optar por um fluxo mais simples. A IS E94-004 tem caráter declaratório: o regulado envia toda a documentação prevista na norma, a Anac faz o aceite e, na sequência, emite a aprovação do modelo — processo mais rápido e menos burocrático em comparação ao procedimento anterior.

Processos em andamento podem migrar de norma
Requerentes que já têm pedidos em análise podem escolher entre continuar seguindo a IS E94-001 ou migrar para a IS E94-004. A mudança deve ser registrada diretamente no processo em andamento no sistema SEI.

FONTE: Anac
TEXTO: Redação
IMAGEM: Toninho Tavares/Agência Brasília

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Tecnologia

Drones entregarão seu próximo pedido de comida?

O delivery de alimentos é um luxo que deixou os moradores das cidades acostumados. Mas estão surgindo mais opções para pessoas que moram fora da zona urbana.

Com cerca de 700 mil ilhas, a Suécia, a Noruega e a Finlândia abrigam a maior quantidade de ilhas do mundo. Seu litoral é pontilhado de arquipélagos, que formaram sua história e cultura.

Diversas dessas ilhas são acessíveis por balsas e pontes para os moradores das cidades da região. Mas existe algo que os moradores locais, muitas vezes, não têm: delivery de comida quente na porta de casa, um serviço que seus primos da cidade provavelmente usam com frequência.

Mas a start-up norueguesa Aviant quer mudar esta situação, com o primeiro serviço de delivery de comida por drones da região, começando pela ilha de Värmdö, na Suécia.

Värmdö fica a apenas 13 km em linha reta da capital sueca, Estocolmo. A ilha tem acesso de carro, ônibus e balsa.

Mas sua população de cerca de 46 mil habitantes (que chega a 100 mil, no verão) tem poucas opções de delivery de comida.

Em uma chamada de vídeo, o CEO (diretor-executivo) e um dos fundadores da Aviant, Lars Erik Fagernæs, mostra um mapa das ilhas mais próximas a Estocolmo.

“Todos os quadrados azuis e brancos são onde [os serviços de delivery] Foodora e Wolt mantêm atendimento e todos os quadrados pretos são onde eles não estão”, explica Fagernæs. Ele mora na cidade norueguesa de Trondheim, a 500 km da capital, Oslo.

“Você pode ver no mapa que existem 87 mil pessoas sem acesso a um serviço de delivery. Essas pessoas moram no que você chamaria de subúrbios e gostariam de pedir comida para entrega, mas simplesmente não têm opções.”

Mas, desde fevereiro, os moradores de Gustavsberg — a maior cidade de Värmdö — e regiões vizinhas podem pedir hambúrgueres quentes da cadeia escandinava Bastard Burgers diretamente para sua casa por drone, usando a tecnologia da Aviant.

O custo da entrega é comparável aos serviços de carro ou moto, pois os drones eliminam o custo do motorista.

No momento, a Aviant está em “fase beta”. Ela entrega apenas 10 itens por semana, para verificar se tudo funciona.

Mas o plano é aumentar a escala com o passar do ano.

‘Óvni entregando a comida’

A Aviant deve lançar um serviço similar na península de Nesodden, na Noruega. Ela fica a apenas 6,5 km de distância em linha reta de Oslo, mas a viagem rodoviária é de 47 km. Fagernæs mostra novamente a localização no mapa.

“Toda a parte branca é o local onde, atualmente, não há um serviço de delivery de comida”, explica ele. “Por isso, cerca de 100 mil pessoas, agora, terão acesso ao delivery, o que não tinham antes.”

Fagernæs reconhece que este não foi um processo fácil de se aperfeiçoar. Foram necessárias diversas tentativas para garantir que a comida permanecesse quente e fresca durante o tempo máximo de voo de até 10 minutos, em um raio de até 10 km.

“Testamos isso por três anos”, relembra ele. “No começo, muitas batatas ficavam encharcadas.”

“Mas melhoramos o recipiente isolado onde vai o hambúrguer. Agora, sabemos que ele chega quente, mesmo no inverno.”

“As pessoas ficam malucas com isso”, conta Fagernæs. “Eles chamam seus vizinhos e a vovó. Eles acham que é um óvni entregando a comida.”

Fagernæs espera que os dois serviços piloto forneçam a “receita”, como ele chama, para iniciar um desdobramento em plena escala por toda a Escandinávia, contemplando comunidades como as de Värmdö e Nessoden, selecionadas pela sua geografia. Ele aponta para o mapa outra vez.

“Não temos cidades enormes, mas estas áreas são viáveis para o delivery por drones”, explica ele. “Elas ficam nos limites entre o urbano e o rural, onde é muito difícil atender de carro. E representam boa parte da população da Escandinávia.”

A Aviant identificou cerca de 40 bases de expansão em toda a Escandinávia para os próximos dois anos. E observa geografia similar no Canadá, com mais de 52 mil ilhas, e na região nordeste dos Estados Unidos, caracterizada por lagos, ilhas e montanhas.

Em relação ao clima, Fagernæs admite que os fortes ventos, ocasionalmente, derrubam os drones, mas espera que o serviço fique operante por 90% do tempo.

Em relação aos drones para fornecer comida para regiões realmente remotas, a Aviant é uma dentre várias empresas de drones que verificaram a tendência, mas concluíram que os números não compensavam.

Em 2022, a Aviant começou a fornecer comida tailandesa, italiana e sushi para moradores fora de Trondheim. Mas encerrou o serviço em agosto de 2023.

Paralelamente, em 2022, a empresa britânica Skyports forneceu merenda escolar para crianças nas ilhas Orkney, na Escócia. A ação era financiada pelo conselho local de Argyll e Bute e, temporariamente, forneceu um serviço de delivery de “peixe com batatas fritas às sextas-feiras” para a comunidade estendida.

Da mesma forma, a empresa alemã Wingcopter forneceu produtos de uso diário para moradores rurais, em 2023, como parte de uma parceria com o governo local.

E, na província de Zhejiang, no leste da China, um município está financiando o delivery de refeições quentes por drones para moradores idosos, isolados nas montanhas.

Mas a continuidade destes serviços sem um parceiro privado ou governamental não é comercialmente viável.

As distâncias fazem com que o custo da entrega seja proibitivo para a pessoa que faz o pedido, ou para a loja fornecedora do alimento. E, por serem áreas rurais, a quantidade de moradores não gera pedidos suficientes para iniciar o serviço.

Mas a Skyports opera um serviço de delivery por drones em parceria com o correio britânico nas ilhas Orkney, desde 2023. Atualmente, ela busca saber como os drones usados no serviço podem ser redirecionados para retomar o serviço de delivery de refeições — desta vez, para todos os moradores.

“Ainda não abrimos para outras pessoas, além dos usuários do correio, pois, atualmente, este é um serviço exclusivo do correio britânico”, explica o diretor da Skyports, Alex Brown.

“Mas, certamente, podemos observar, quando os drones não estiverem em uso, como poderíamos transportar carga das lojas do continente para as ilhas.”

“Precisaríamos observar qual seria o adicional de preço, pois será importante reduzir os custos”, prossegue Brown. “Hoje, estamos concentrados apenas no bom desempenho do serviço, antes de considerar esta expansão.”

“Certamente poderíamos fazer algo deste tipo funcionar. Quanto mais você utilizar o drone, melhor.”

“Existem modelos em que você tem um cliente âncora, que cobre o custo principal, e, depois, você pode aproveitar cada vez mais novas oportunidades comerciais para trazer mais receita e, então, um novo serviço para que as pessoas possam fazer uso.”

A segurança dos drones

Além de fechar as contas, no Reino Unido, os operadores comerciais de drones precisam trabalhar em conjunto com a Autoridade de Aviação Civil, para designar um espaço aéreo exclusivo onde possam operar, evitando colisões com outras aeronaves e minimizando o risco de acidentes com as pessoas em terra.

A prioridade é a segurança, mas isso dificulta muito a entrada no mercado britânico de drones, em comparação com o continente europeu, a Ásia ou a Austrália, indica Brown.

Ele explica que os operadores rurais podem defender que estão operando em espaço aéreo atípico, ou onde provavelmente não haverá outras aeronaves voando ou muitas pessoas em terra. Eles podem também demonstrar que estão usando tecnologia de navegação e detecção de riscos de alta tecnologia.

Brown afirma que o governo britânico está cada vez mais aberto para estas opções e incentiva os empresários do setor.

“Está ficando mais fácil e, dando crédito ao governo britânico, eles estão fazendo bons progressos”, conclui ele.

Fonte: BBC

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Aeroportos

Anac lança manual inédito sobre o uso de drones em aeroportos

Documento elaborado em parceria com a indústria traz orientações valiosas para o uso seguro e eficiente dessa tecnologia no setor

A Anac lançou a primeira edição do Manual sobre Operação de Drones (UA) no Apoio às Atividades Aeroportuárias, que reúne boas práticas e orientações para o uso seguro e eficiente dessa tecnologia em aeródromos. O documento é resultado de parceria com a indústria e consolida experiências nacionais e internacionais já aplicadas no setor.

O manual destaca ganhos de eficiência, sustentabilidade e segurança em atividades como inspeção de pistas, monitoramento de fauna, verificação de drenagem, acompanhamento de obras e apoio à segurança operacional. Com drones, tarefas que antes exigiam mais tempo, equipes em solo e custos elevados podem ser realizadas de forma mais ágil, precisa e com menor impacto ambiental.

Entre as aplicações apresentadas estão:

  • Inspeções de pistas e pátios: drones equipados com câmeras de alta resolução e sensores térmicos permitem identificar fissuras, desgaste e objetos estranhos com rapidez, possibilitando ações preventivas.
  • Gerenciamento do risco da fauna: o uso de câmeras térmicas e alto-falantes acoplados aos equipamentos auxilia na identificação e no afastamento de aves e animais, reduzindo riscos para pousos e decolagens.
  • Monitoramento e obras: drones podem acompanhar em tempo real o andamento de intervenções na infraestrutura, gerar imagens comparativas e apoiar a tomada de decisão com dados de alta precisão.
  • Apoio à segurança (AVSEC): a vigilância aérea contínua amplia a proteção do perímetro dos aeroportos e auxilia na prevenção de atos de interferência ilícita.

O uso de inteligência artificial integrada também expande as possibilidades, permitindo análise automatizada de pavimentos (PCI), detecção de objetos estranhos (FOD) e verificação do balizamento. Testes realizados em Confins (MG), Vitória (ES) e Florianópolis (SC) demonstraram ganhos ambientais, como a redução do consumo de combustível e das emissões de CO2 em atividades relacionadas às operações dos aeroportos.

O documento traz também recomendações para a comunicação entre pilotos remotos e órgãos de controle de tráfego aéreo, com o uso de fraseologia padronizada e elaboração de Cartas de Acordo Operacional (CAOp), além de orientar o uso da Avaliação de Impacto de Segurança Operacional (AISO) para a realização de voos de drones pelo operador do aeródromo, fundamental para mitigar riscos de colisão com aeronaves tripuladas.

Fonte: Modais em Foco

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Inovação, Notícias, Sustentabilidade, Tecnologia

Israel se destaca como um polo de inovação tecnológica, especialmente no setor de startups

Israel tem se destacado como um polo de inovação tecnológica, especialmente no setor de startups. Um exemplo notável é a Heven Drones, uma empresa israelense que desenvolveu drones movidos a hidrogênio, prometendo transformar operações militares e comerciais.

A Revolução dos Drones a Hidrogênio
Os drones tradicionais enfrentam limitações significativas em termos de tempo de voo e capacidade de carga. A Heven Drones superou esses desafios ao utilizar células de combustível de hidrogênio, permitindo voos mais longos e eficientes. Segundo Bentzion Levinson, fundador da empresa, essa tecnologia é capaz de redefinir as operações militares modernas, reduzindo riscos para os soldados e aumentando a eficácia das missões.

Parcerias Estratégicas e Independência Tecnológica
Além das inovações tecnológicas, a Heven Drones firmou parcerias estratégicas para reduzir a dependência de componentes estrangeiros, especialmente chineses. Essa iniciativa visa fortalecer a autonomia tecnológica de Israel e garantir a segurança nas operações militares e civis que utilizam esses drones avançados.

Aplicações Militares e Comerciais
Os drones movidos a hidrogênio da Heven Drones têm potencial para diversas aplicações. No âmbito militar, podem ser empregados em missões de reconhecimento, transporte de suprimentos e operações de busca e resgate, minimizando a exposição de soldados a situações de risco. No setor comercial, esses drones oferecem soluções eficientes para logística, agricultura de precisão e monitoramento de infraestruturas críticas.

Desafios e Perspectivas Futuras
Apesar das promissoras vantagens, a adoção de drones a hidrogênio enfrenta desafios, como a infraestrutura necessária para produção e armazenamento do combustível. No entanto, com investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento, espera-se que essas barreiras sejam superadas, consolidando a posição de Israel como líder em tecnologia de drones sustentáveis.

Conclusão: O Impacto da Heven Drones no Ecossistema de Startups Israelenses
A trajetória da Heven Drones exemplifica a capacidade das startups israelenses em transformar desafios em oportunidades, impulsionando inovações que têm o potencial de redefinir setores inteiros. Para empreendedores, a história da empresa serve como inspiração sobre como a combinação de visão estratégica, inovação tecnológica e parcerias sólidas pode resultar em soluções disruptivas com impacto global.

Autor: Ric Scheinkman – Presidente CNBI https://www.cnbi.com.br/
FONTE: Diário Brasil noticias
Israel se destaca como um polo de inovação tecnológica, especialmente no setor de startups

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Logística

DRONES REVOLUCIONAM A ENTREGA DE PRODUTOS NA AMÉRICA LATINA: Desafios e perspectivas

Os drones estão emergindo como uma tecnologia cada vez mais popular, e sua aplicação mais promissora na região latino-americana é a entrega de mercadorias. Embora ainda estejam em suas primeiras etapas, o interesse por essa tecnologia está crescendo, antecipando uma adoção mais ampla nos próximos anos.

O progresso tecnológico no desenvolvimento de drones tem sido notável. Esses dispositivos não apenas se tornaram mais acessíveis e eficientes, mas também demonstraram sua capacidade de realizar entregas rápidas e seguras.

No entanto, a implementação de drones na logística de entrega enfrenta desafios regulatórios significativos. Em vários países da América Latina, as regulamentações sobre o uso de drones ainda estão em desenvolvimento, o que dificulta sua adoção pelas empresas.

Vantagens e Desafios do Uso de Drones para a Entrega de Mercadorias

Os drones oferecem várias vantagens para a entrega de mercadorias:

– Rapidez: Podem entregar mercadorias mais rapidamente do que os métodos tradicionais.
– Eficiência: Acessam locais inacessíveis para outros veículos, sendo ideais para áreas rurais ou remotas.
– Custo: Podem ser mais econômicos do que os métodos tradicionais de entrega.

No entanto, também apresentam desafios:

– Regulamentação: As regulamentações sobre o uso de drones ainda estão em desenvolvimento.
– Segurança: Existem riscos de colisão ou queda de mercadorias.
– Eficiência: Ainda não competem em termos de custo e velocidade com os métodos tradicionais.

Apesar desses desafios, várias empresas na América Latina estão explorando o uso de drones para a entrega de mercadorias:

– Mercado Livre: Realizou testes no México e no Brasil.
– DHL: Está testando na Colômbia e no Chile.
– Amazon: Começou a oferecer serviços nos Estados Unidos.

O uso de drones para a entrega de mercadorias representa uma tecnologia promissora que pode revolucionar a logística na América Latina. No entanto, sua implementação completa depende da superação dos desafios regulatórios e técnicos enfrentados pela região.

Saiba mais:
Drones revolucionam a entrega de mercadorias na América Latina: Desafios e perspectivas – Tecnologística (tecnologistica.com.br)

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