Logística

Cabotagem no Porto de Natal: Codern e Fiern avaliam potencial logístico e oportunidades para o RN

As oportunidades da cabotagem no Porto de Natal estiveram no centro de uma reunião entre a Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern) e a Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern). O encontro teve como foco a análise do transporte marítimo de curta distância como alternativa estratégica para fortalecer a logística portuária e impulsionar o desenvolvimento econômico do estado.

O presidente da Codern, Paulo Henrique Macedo, recebeu o presidente da Fiern, Roberto Serquiz, na sede da companhia. Durante a conversa, foram discutidos caminhos para ampliar o uso da cabotagem, considerando o potencial do Porto de Natal na integração da cadeia logística potiguar.

Cabotagem como alternativa para a logística do estado

De acordo com a Fiern, a federação acompanha há anos as iniciativas voltadas à valorização do transporte marítimo como solução viável para reduzir custos logísticos e ampliar a competitividade da indústria local. A entidade destacou que tem atuado de forma contínua para evidenciar os benefícios da cabotagem como vetor de crescimento regional, em articulação com diferentes atores do setor.

Participação de lideranças das duas instituições

Roberto Serquiz esteve acompanhado do segundo diretor-secretário da Fiern, Etelvino Patrício, que atua diretamente na agenda de cabotagem no Rio Grande do Norte, além do primeiro diretor-tesoureiro da federação, Djalma Júnior, e da coordenadora executiva de Relações Institucionais e de Mercado, Ana Adalgisa Dias.

Pela Codern, também participaram da reunião o diretor técnico e comercial, Paulo Sidney, e o gerente de operações, Rodolfo Gois, que contribuíram com avaliações técnicas sobre a operação portuária e as possibilidades de expansão do modal marítimo.

FONTE: Datamar News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Acordos comerciais impulsionam mercados, mas competências produtivas sustentam o desenvolvimento

O comércio internacional passa por uma transformação estrutural, marcada por maior incerteza, avanço de barreiras comerciais e fragmentação das regras globais. Estudos sobre ciclos econômicos de longo prazo indicam que a rivalidade entre Estados Unidos e China tende a inaugurar um período prolongado de restrições ao comércio, e não a encerrá-lo, a exemplo do que ocorreu no fim do século XIX, quando tarifas elevadas se espalharam a partir das grandes potências.

Acordos ganham valor em um cenário de fragmentação

Nesse contexto, acordos comerciais construídos ao longo do tempo e sustentados por instituições sólidas passam a ter relevância estratégica para a indústria. Caso sejam concluídos os trâmites para sua entrada em vigor, o acordo Mercosul–União Europeia pode oferecer um ambiente mais previsível e seguro, com oportunidades distintas para diferentes perfis de exportadores.

Ainda assim, o caminho para o desenvolvimento econômico não está na simples ampliação dos volumes exportados. O avanço consistente depende da sofisticação produtiva e da capacidade de capturar valor ao longo das cadeias industriais.

Duas rotas possíveis para a inserção internacional

Uma das rotas naturais abertas pelo acordo é a das cadeias de valor baseadas em commodities, essenciais para a indústria, mas estruturalmente limitadas como motor de desenvolvimento. A outra, mais estreita e exigente, envolve a captura de valor industrial por meio da hipersegmentação de mercados, especialmente diante da demanda europeia por bens manufaturados e semimanufaturados mais sofisticados.

Para acessar essa via, escala e custo deixam de ser suficientes. As empresas precisam incorporar engenharia, padronização, certificações, rastreabilidade, sustentabilidade verificável e diferenciação de produto, atributos que dependem de investimentos produtivos, decisões estratégicas e coordenação ao longo das cadeias.

Globalização criou a base, mas o potencial segue subutilizado

Apesar de a globalização ter revolucionado a logística internacional, com avanços no transporte aéreo, sistemas de frio e coordenação digital, esse potencial segue amplamente subexplorado. Hoje, tornou-se viável atender mercados europeus exigentes em poucos dias, inclusive com produções especializadas e perecíveis, algo impensável no passado.

Esse cenário abre espaço para capturar mais valor e dinamizar setores de tecnologia madura, por meio de estratégias voltadas a nichos altamente exigentes, fortalecendo o desenvolvimento regional e promovendo melhor distribuição de renda ao longo das cadeias produtivas.

Competências não surgem automaticamente com o acordo

A construção dessas competências, no entanto, não é automática nem resulta apenas do acesso preferencial ao mercado europeu. Ela exige coordenação estratégica, intencionalidade clara e atuação conjunta de empresas, associações setoriais e políticas públicas, com foco explícito em aumentar o valor por unidade exportada.

Elementos como inovação aplicada, engenharia de precisão, design, padronização sanitária e governança de cadeia são fruto de escolhas deliberadas e investimentos persistentes. Sem esse esforço, o acordo tende apenas a reforçar padrões já existentes de especialização; com ele, pode se tornar um instrumento real de transformação produtiva.

Experiências internacionais mostram o caminho

A Dinamarca se tornou referência na produção de alimentos funcionais ao integrar pesquisa nutricional, design de produto e políticas públicas voltadas à inovação e à sustentabilidade. A articulação entre universidades, indústrias e distribuidores permitiu a criação de produtos com alto valor agregado, baseados em confiança científica e identidade de marca.

A Áustria seguiu trajetória semelhante ao transformar sua vocação florestal em vantagem competitiva global. Investimentos em engenharia da madeira, certificações ambientais e design converteram recursos naturais em soluções construtivas e mobiliário de alto padrão, com forte valor agregado.

Modelos comparáveis podem ser observados na produção de lácteos na Nova Zelândia, que migrou de um enfoque puramente volumétrico para produtos diferenciados e ingredientes premium.

Oportunidades e desafios para o Brasil

No Brasil, já existem sinais positivos em iniciativas como cafés especiais no Paraná, cacau no sul da Bahia, além de potencial claro em frutas frescas, vinhos, queijos e móveis. O desafio central não é apenas explorar vantagens comparativas naturais, mas evitar ficar prisioneiro delas.

Em um comércio global mais fragmentado, o acordo com a União Europeia pode funcionar como catalisador para a construção deliberada de competências produtivas voltadas a mercados nichados e exigentes. A oportunidade só será plenamente aproveitada se o país desenvolver cadeias de valor capazes de transformar recursos naturais em bens sofisticados, com maior valor agregado e melhor distribuição de renda. Sem esse salto qualitativo, o Brasil pode até exportar mais, mas seguirá se desenvolvendo pouco.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Freepik

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Evento

Seminário – Porto de Itajaí: Reabertura, Impactos e o Novo Ciclo de Desenvolvimento do Brasil

O Porto de Itajaí será palco de um seminário estratégico que marca a retomada das operações e aponta os próximos passos para o fortalecimento do setor portuário nacional. O evento reúne autoridades, gestores públicos e representantes do setor produtivo para debater os impactos da reabertura e as perspectivas de crescimento para o Brasil.

SEMINÁRIO – PROGRAMAÇÃO OFICIAL

Porto de Itajaí: Reabertura, Impactos e o Novo Ciclo de Desenvolvimento do Brasil

Local: Auditório do Porto de Itajaí

8h30 | Café da manhã de boas-vindas

Recepção e credenciamento dos convidados

9h | Abertura oficial e atos institucionais

ATO 1 — ENTREGA DE EQUIPAMENTOS À GUARDA PORTUÁRIA
Primeiro ato administrativo da relação institucional entre o Porto de Itajaí e a Companhia das Docas do Estado da Bahia

ATO 2 — ASSINATURA DO CONVÊNIO DE GESTÃO TRANSITÓRIA
Entre o Porto de Itajaí e a Companhia das Docas do Estado da Bahia – Codeba
* Registro fotográfico oficial com autoridades e imprensa

9h30 às 10h30 | Mesa de Debates

Porto de Itajaí: Reabertura, Impactos e o Novo Ciclo de Desenvolvimento do Brasil

João Paulo Tavares Bastos
Superintendente do Porto de Itajaí

  • Apresentação dos números positivos do Porto de Itajaí: faturamento, movimentação de cargas, folha de pagamento e despesas administrativas
  • Principais ações e projetos estratégicos para 2026

Antonio Gobbo
Diretor-Presidente da Companhia das Docas do Estado da Bahia – Codeba

  • Balanço da movimentação de cargas e contêineres dos portos de Salvador, Aratu e Ilhéus
  • Apresentação institucional da Autoridade Portuária da Bahia

Ana Paula Lima
Deputada Federal – Representante da Liderança do Governo na Câmara dos Deputados

  • Atualização do Projeto de Lei do Sistema Portuário Brasileiro
  • Impactos do novo marco legal na relação Porto/Cidade

Alex Ávila
Secretário Nacional de Portos – Ministério de Portos e Aeroportos

  • Record de movimentação de cargas e contêineres nos portos da Região Sul
  • Principais projetos do Ministério de Portos e Aeroportos para o primeiro semestre de 2026

Décio Lima
Presidente do Sebrae Nacional

  • A relação Porto e Cidade
  • Encadeamento produtivo das micro e pequenas empresas
  • Programas de inovação e exportação (PEIEX – Sebrae/Apex)
  • Programa Rotas da Inovação – case inédito do Porto de Itajaí

11h | Encerramento

Para participar do seminário, se increva no link ao lado: https://forms.gle/vdQ2qAaSN6yqAgXS8

FONTE E IMAGEM: Porto de Itajaí

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Agronegócio

Sebrae/SC consolida protagonismo no desenvolvimento econômico de Santa Catarina em 2025

O ano de 2025 marcou a consolidação do Sebrae/SC como um dos principais agentes de transformação econômica e social de Santa Catarina. Com atuação estratégica em todas as regiões do estado, a instituição impulsionou a diversidade produtiva, fortaleceu o empreendedorismo e ampliou o acesso à inovação, sempre alinhando crescimento econômico e inclusão social.

Ao longo do período, o Sebrae/SC promoveu uma ampla agenda de ações voltadas à transformação digital, ao fortalecimento das vocações regionais e à criação de um ambiente mais favorável aos pequenos negócios. No cenário nacional, a entidade encerrou o ano como uma das marcas mais valiosas do país, com valor estimado em R$ 33,9 bilhões, resultado que reflete sua relevância institucional e impacto econômico.

Atuação recorde e impacto em todo o estado

Somente em 2025, o Sebrae/SC realizou mais de 1,3 milhão de atendimentos, somou 311 mil horas de consultorias e promoveu mais de 3,6 mil eventos em Santa Catarina. Entre os destaques estão o Startup Summit, reconhecido como o maior evento de inovação e startups da América Latina, e o Delas Summit, que reuniu milhares de mulheres empreendedoras em Florianópolis.

Inovação como estratégia para o desenvolvimento regional

A inovação foi tratada como eixo estruturante das ações. O Programa Cidade Empreendedora ampliou sua presença e alcançou 167 municípios catarinenses, fortalecendo a gestão pública e os ambientes de negócios locais.

Na Grande Florianópolis, iniciativas ligadas à economia azul, gastronomia, turismo e tecnologia impulsionaram o ecossistema empreendedor. Programas de inclusão digital e capacitação em inteligência artificial alcançaram mais de 8,3 mil empreendedores, posicionando Santa Catarina como referência nacional em inovação aplicada.

Além disso, o Sebrae/SC promoveu conexões internacionais com missões empresariais para Argentina, Chile, China e Portugal, ampliando oportunidades de negócios e cooperação global.

Segundo Renato Campos Carvalho, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/SC, “as ações tiveram impacto social relevante e contribuíram para o desenvolvimento territorial, sempre pautadas por valores como ética, cooperação e inovação”.

Inclusão social como pilar do desenvolvimento

A inclusão social esteve no centro das iniciativas. Um levantamento inédito mapeou 143 cooperativas e associações de catadores, o maior já realizado em Santa Catarina. A partir desse diagnóstico, 62 organizações receberam apoio direto para gestão e profissionalização, com destaque para Joinville, onde seis cooperativas passaram a integrar oficialmente a coleta seletiva.

Projetos como a Padaria Artesanal, em Balneário Camboriú, capacitaram pessoas em situação de vulnerabilidade, enquanto o programa Guru para Guri, em Blumenau, levou educação empreendedora a jovens e ao público 60+.

Para o diretor administrativo e financeiro do Sebrae/SC, Anacleto Angelo Ortigara, a presença da instituição é capilar: “Onde há um empreendedor, o Sebrae está presente, oferecendo apoio e soluções”.

Agronegócio ganha eficiência e competitividade

O agronegócio catarinense também recebeu atenção estratégica. No Extremo Oeste, o programa de Encadeamento Produtivo, em parceria com a Cooperoeste, elevou a produtividade e a qualidade na cadeia do leite. Na pecuária de corte, produtores receberam orientação em manejo, nutrição e genética.

Em conjunto com a Epagri, teve início o diagnóstico da ovinocultura regional, enquanto no Oeste o programa Conexões Corporativas, em parceria com a Aurora, atendeu mais de 3 mil propriedades, gerando ganhos expressivos de produtividade e redução de perdas. Já no Meio Oeste, projetos de economia verde avançaram com foco em descarbonização.

Grandes eventos fortalecem inovação e empreendedorismo feminino

O Startup Summit 2025 consolidou Santa Catarina como polo de inovação ao gerar R$ 350 milhões em intenção de investimentos e movimentar cerca de R$ 25 milhões na economia local. O evento reuniu 10 mil participantes presenciais e 24 mil online, com programação intensa e forte compromisso com sustentabilidade.

O Delas Summit, voltado ao empreendedorismo feminino, bateu recorde ao reunir 7,5 mil mulheres presencialmente e outras 10 mil online. O evento reforçou debates sobre acesso ao crédito, tema central do programa Acredita Delas, diante das desigualdades enfrentadas por mulheres empreendedoras.

Inteligência de dados e apoio à tomada de decisão

O Observatório de Negócios ampliou sua atuação com mais de 80 estudos publicados ao longo do ano, oferecendo dados estratégicos para empresários e gestores públicos. Pesquisas como o Retrato do Consumidor auxiliaram empreendedores na identificação de oportunidades e tendências de mercado.

Programas fortalecem startups e microempresas

Iniciativas como o Inova Startups, o Startup Weekend, o Programa Nascer e a Semana do MEI impulsionaram negócios em diferentes estágios. Destaque também para o Programa Lucra Mais, voltado à rentabilidade de micro e pequenas empresas, e para o Startup SC, que registrou aumento médio de 31,9% no faturamento das participantes.

“O empreendedorismo é um caminho concreto para reduzir desigualdades”, destaca Carlos Henrique Ramos Fonseca, diretor-superintendente do Sebrae/SC.

Expansão institucional, reconhecimento e inovação em dados

O Sebrae/SC ampliou sua presença territorial com novas regionais em Caçador e São Miguel do Oeste, fortalecendo o atendimento local. Também promoveu a etapa estadual do Prêmio Sebrae de Jornalismo, que bateu recorde de inscrições e consolidou-se como a maior premiação do segmento no país.

A instituição também foi reconhecida nacionalmente com o Prêmio ABEMD, graças ao projeto Data Persona – EPP, voltado à inteligência de dados e relacionamento com pequenas empresas. Além disso, recebeu destaque no programa Brasil Mais Produtivo pela otimização de processos industriais.

Economia criativa, moda e biodiversidade ganham protagonismo

A economia criativa avançou com o lançamento do Polo de Referência em Moda, em Florianópolis, fortalecendo a competitividade do setor. Já a exposição “Sinta o Sul – Bioma Mata Atlântica” movimentou o Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro, no Rio de Janeiro, com destaque para o desempenho de Santa Catarina em vendas e visibilidade.

Gestão de pessoas fortalece resultados

Em 2025, o Sebrae/SC conquistou o selo “Lugares Incríveis para Trabalhar”, reconhecimento da FIA que reforça o compromisso da instituição com um ambiente organizacional saudável, inclusivo e orientado ao desenvolvimento humano.

Para o diretor técnico Fábio Búrigo Zanuzzi, os resultados refletem a integração entre equipes e regionais: “Avançamos na eficiência, na redução de burocracias e no apoio às vocações regionais”.

FONTE: ND+
TEXTO: Redação
IMAGEM: SEBRAE-SC/ND

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Importação, Informação, Inovação, Logística, Sustentabilidade, Tecnologia

Principais desafios enfrentados na logística nacional

A logística no Brasil é um setor essencial para o desenvolvimento econômico, porém enfrenta uma série de desafios que impactam diretamente a eficiência, o custo e a qualidade dos serviços prestados.

Na GH, estamos cientes dessas dificuldades e buscamos constantemente superá-las com soluções inovadoras e práticas sustentáveis.

Vamos explorar os principais desafios da logística no Brasil e como a GH está se posicionando para superá-los.

1. Infraestrutura defasada: Estradas, ferrovias e portos inadequados prejudicam o transporte ágil de mercadorias.

Na GH, nossa resposta a esse cenário é investir em uma frota moderna e especializada, além de otimizar rotas de transporte para garantir entregas ágeis e seguras, minimizando os impactos causados pela infraestrutura limitada.

2. Altos custos operacionais: A carga tributária elevada e os reajustes de combustíveis aumentam o custo logístico.

A GH se compromete a atuar com foco em eficiência e inovação, buscando otimizar processos logísticos que reduzam custos e mantenham a qualidade do serviço. Com o uso de tecnologias avançadas e combustíveis sustentáveis, como GNV e biometano, conseguimos manter a competitividade sem abrir mão de nosso compromisso com o meio ambiente.

3. Escassez de profissionais capacitados: A falta de mão de obra qualificada dificulta a execução eficiente das operações.

A GH investe constantemente na capacitação de nossos Solucionadores, garantindo que eles estejam preparados para lidar com as exigências do mercado logístico moderno. Além disso, contamos com um ambiente de trabalho que valoriza o bem-estar e o desenvolvimento contínuo, resultando em maior retenção de talentos e na criação de uma equipe forte e qualificada.

4. Planejamento e estratégia logística: A falta de estratégia leva a atrasos e erros nas entregas.

Na GH, o planejamento é uma prioridade. Desenvolvemos soluções personalizadas, alinhadas às necessidades específicas de cada cliente, proporcionando uma logística mais ágil e precisa. Utilizamos softwares inteligentes de gestão para garantir que tudo corra conforme o previsto, desde o armazenamento até a entrega final.

5. Frotas defasadas: Veículos antigos geram mais manutenção e consumo de combustível, afetando prazos e custos.

Na GH, nos orgulhamos de contar com uma frota moderna e bem mantida, além de utilizar veículos que operam com combustíveis mais limpos, como GNV e biometano. Isso nos permite não apenas manter a eficiência operacional, mas também contribuir para um transporte mais sustentável.

6. Logística Reversa: Gerenciar a devolução e reciclagem de produtos ainda é um desafio para muitas empresas.

A GH entende a importância da logística reversa e oferece soluções que auxiliam as empresas a implementar processos eficientes de devolução e reciclagem, sempre comprometidos com práticas sustentáveis que preservem o meio ambiente.

Os desafios enfrentados pela logística no Brasil são diversos e complexos, mas com o compromisso certo e uma abordagem inovadora, é possível superá-los. Na GH, estamos sempre à frente, buscando soluções que simplifiquem a logística para nossos clientes, ao mesmo tempo em que cuidamos do meio ambiente e promovemos a eficiência operacional. Enfrentamos esses desafios com tecnologia, planejamento estratégico e foco em resultados.

Principais desafios enfrentados na logística nacional

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