Evento, Eventos

Encontro dos Amigos do Comex&Log teve música, chope e muito networking

Reviva a energia do Encontro dos Amigos do Comex&Log! Acesse o link e confira as fotos que registraram cada detalhe dessa noite inesquecível de conexões e celebração.

O tradicional Encontro dos Amigos do Comex&Log, realizado no estande da SC Portos, no dia 14 de agosto teve música, animação, chope e muito networking. O evento foi uma parceria entre o RêConecta News, a comunidade ComexOperacionais e a SC Portos, reunindo um público expressivo e trazendo o clima descontraído e ideal para momentos de integração, reencontros e novas conexões. O encontro aconteceu no Centro de Eventos Júlio Tedesco, em Balneário Camboriú. 

Profissionais de diferentes áreas do comércio exterior e da logística tiveram a oportunidade de trocar experiências, fortalecer laços e ampliar sua rede de contatos, reforçando o espírito colaborativo que movimenta o setor. A animação ficou por conta do Dj Padial, que veio especialmente de São Paulo para o evento. 

Sobre a SC Portos 

A SC Portos nasceu da união entre a SOIN, de São Francisco do Sul, e a SIMETRIA, de Imbituba. Atuando no Complexo Portuário de Itajaí, a empresa oferece soluções logísticas inovadoras e eficientes para cargas de diferentes tipos e tamanhos, com mais de 20 anos de experiência no setor. Com infraestrutura moderna, operações seguras e compromisso com a sustentabilidade, a SC Portos se consolida como uma das principais referências em logística portuária no Brasil.

O sucesso do encontro consolida a tradição do Encontro dos Amigos do Comex&Log, mostrando que celebrar juntos também é parte essencial do desenvolvimento do setor.

Confira os melhores momentos do Encontro dos Amigos do Comex&Log 2025! As fotos já estão disponíveis no link abaixo e mostram toda a energia, descontração e networking que marcaram essa noite especial. https://drive.google.com/drive/folders/1Eh5PFRgHHC0nUjwuUeycLmwoHbS9dfw7?usp=sharing

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Evento, Logística

Encontro dos Amigos do Comex & Log promete encerrar a Logistique 2025 com música, chope e muito networking

No dia 14 de agosto, a partir das 19h, o estande da SC Portos será ponto de encontro para quem quer fechar a Logistique 2025 com chave de ouro. O Encontro dos Amigos do Comex & Log é um momento descontraído, com chope gelado, música ao vivo com DJ Padial e, claro, muito networking entre profissionais e empresas do setor de logística, comércio exterior e transporte.

A ação é uma parceria entre SC Portos, RêConecta News, Logistique, com apoio da Balbúrdia Cervejaria e ComexOperacionais. Realizada no último dia da feira, cria o clima perfeito para celebrar conexões e novas oportunidades de negócios formadas ao longo do evento.

Sobre a SC Portos

Expositora da Logistique 2025, a SC Portos é resultado da união entre duas grandes forças do setor: a SOIN, de São Francisco do Sul, e a SIMETRIA, de Imbituba. Criada em 2021, a empresa atua no fortalecimento das operações portuárias no Complexo Portuário de Itajaí, oferecendo soluções logísticas inovadoras, seguras e eficientes para cargas de diferentes tipos e tamanhos.

Com mais de 20 anos de expertise, infraestrutura estratégica e equipamentos de ponta, a SC Portos se destaca pelo atendimento personalizado, pela agilidade nas operações e pelo compromisso com a sustentabilidade. Em 2024, a empresa movimentou cerca de 50% de toda a carga geral (breakbulk) do Complexo Portuário de Itajaí, consolidando-se como referência no setor.

Sobre a Logistique 2025

Reconhecida como um dos maiores eventos nacionais do setor, a Logistique é um ponto de encontro estratégico para líderes e tomadores de decisão da logística, transporte multimodal, intralogística e comércio internacional. Mais do que uma feira, o evento é o principal hub de negócios, conhecimento e inovação do setor no Sul do Brasil.
Com experiências imersivas, tecnologias de ponta e soluções que geram valor para toda a cadeia, a Logistique é indispensável para quem quer estar à frente das transformações do mercado. Em sua 6ª edição, a LOGISTIQUE 2025 acontece de 12 a 14 de agosto de 2025, no Expocentro Balneário Camboriú. 

Serviço

ENCONTRO DOS AMIGOS DO COMEX&LOG
📅 Data: 14 de agosto de 2025
🕕 Horário: a partir das 19h
📍 Local: Estande da SC Portos – Logistique 2025

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Logística

ANTAQ aprova entendimento regulatório acerca da cobrança de sobrestadia de contêiner

A medida representa um marco importante no aprimoramento da regulação do transporte marítimo

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) aprovou, nesta quinta-feira (31), entendimento regulatório acerca da cobrança de sobrestadia de contêineres com base em diagnóstico sobre o cenário da cadeia logística e dos impactos desse tipo de carga na atividade do setor.

Foram determinadas premissas em que poderá haver incidência da sobrestadia de contêineres, a elaboração de relatórios trimestrais contendo o andamento das denúncias instruídas na ANTAQ sobre o tema, entre outros encaminhamentos.

A diretora Flávia Takafashi, que relatou a matéria, explicou que os itens votados não alteram nenhuma resolução da Agência e que os pontos que necessitam de mudanças normativas serão tratados na Agenda Regulatória 2025-2028.

Além do entendimento regulatório firmado, a ANTAQ vai promover ações de aperfeiçoamentos internos para melhorar o fluxo de informações entre as áreas responsáveis pelo assunto, de modo a garantir mais celeridade nas análise envolvendo denúncias relativas à cobrança da sobrestadia.

A diretora destacou que “as medidas deliberadas representam um marco importante no aprimoramento da regulação do transporte marítimo, reforçando o compromisso institucional da ANTAQ com uma atuação técnica, eficiente e alinhada às necessidades do setor. 

Aumento da demanda

O levantamento, realizado pela área técnica da Agência, se deu a partir do monitoramento do tema e de denúncias apontando irregularidades nas cobranças, além do aumento expressivo da movimentação de contêineres – no ano passado, a movimentação desse tipo de carga registrou recorde, com crescimento de 20%. 

“Ressalto que essa agência tem acompanhado de perto a evolução do cenário do transporte marítimo internacional, especialmente no que tange a logística de carga unitizada, e se debruça sobre os desafios e complexidades deste setor, que desempenha um papel fundamental na economia brasileira, sendo responsável pela movimentação de 95% do comércio exterior do país”, declarou a relatora.

A diretora completou explicando que a Agência sempre preza por “promover uma atuação regulatória assertiva, capaz de assegurar a transparência e o equilíbrio nas relações entre os agentes do setor, bem como a previsibilidade e a qualidade do serviço de transporte de infraestrutura portuária.” 

A logística de contêineres é debatida no âmbito da Agência desde a pandemia, porém, recentemente foi encontrada a necessidade de aperfeiçoar os instrumentos regulatórios da ANTAQ para se adaptar ao novo cenário de crescimento da demanda de movimentação de contêineres.

Em março de 2024, a Agência aprovou uma matriz de responsabilidade para identificar em quais situações deve ser feita a cobrança pela armazenagem adicional de carga nas instalações portuárias. A deliberação resultou na Resolução ANTAQ 112/2024.

Mudanças 

No voto, foram definidas premissas que vão orientar quando deve ser feita a cobrança de sobrestadia. Isso deve coibir cobranças abusivas e promover mais eficiência para o setor portuário.

Nesse sentido, a diretora Flávia Takafashi, pontuou que “não se está afastando a cobrança de sobrestadia, porque ela é legítima. O que se está afastando é a cobrança abusiva nessas situações específicas.”

Confira os pontos que serão considerados para definir uma cobrança como adequada:

  • Somente deve incidir cobrança quando a utilização dos contêineres por prazo superior a livre estadia ocorrer: no interesse, por opção ou por culpa dos usuários, ou quando o evento causador estiver sobre o risco do negócio dos usuários; 
  • A cobrança só se justifica nos casos em que a permanência, além do período de estadia gratuita (free time) decorra do interesse, da escolha voluntária ou da responsabilidade dos usuários, ou ainda quando a causa da demora estiver relacionada a riscos assumidos por eles em razão do seu próprio negócio;
  • Não poderá haver incidência quando a paralisação dos contêineres for relacionada a: ato ou omissão do transportador ou daqueles a seu serviço, a logística mobilizada pelo transportador marítimo para oferta do serviço, ou quando o evento causador estiver sobre o risco do negócio do transportador, do depósito de vazios ou do terminal portuário; 
  • Não é admissível a cobrança nos casos em que o não retorno dos contêineres a logística decorra de ações ou omissões atribuíveis ao transportador ou a seus prepostos, a estrutura logística adotada pelo próprio transportador marítimo pela prestação do serviço, ou quando o evento que motivou a paralisação se insira nos riscos operacionais do transportador, do terminal portuário ou do depósito de contêineres vazios.  

Fonte: Assessoria de Comunicação e Cerimonial

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Comércio Exterior, Importação

Portal Único de Comércio Exterior torna mais ágil e simples o pagamento de taxas para importação

Pagamento de taxa de fiscalização da Anvisa para a importação de itens sujeitos a licenciamento passa a ser realizado em poucos minutos

O processo de facilitação de operações brasileiras de importação no âmbito do Portal Único de Comércio Exterior avança mais uma etapa. O pagamento centralizado da Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária (TFVS), relacionada à importação de qualquer mercadoria sob anuência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), será feito somente por meio do Portal Único.

Em junho, foi concluída a migração dos pagamentos de taxas relacionadas às importações sob a responsabilidade da Anvisa. “É uma facilidade que se traduz em economia de tempo e dinheiro. O tempo médio gasto neste processo caiu de até 48 horas para cerca de 5 minutos” avalia o coordenador-geral de Facilitação do Comércio, Tiago Barbosa, da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A migração seguiu um cronograma faseado, iniciado em abril, que abrangeu as petições relativas à licença de importação de alimentos; seguido por cosméticos, saneantes, padrões, mamadeiras e material biológico; medicamentos e substâncias controladas; e, por último, dispositivos médicos.

O coordenador explica que, antes, o solicitante tinha que entrar na plataforma da Anvisa, solicitar a emissão da Guia de Recolhimento da União (GRU), fazer o pagamento e aguardar o registro da quitação do boleto para que a Anvisa iniciasse a análise da licença de importação.

Agora, a operação é imediata, com o cálculo da taxa e o pagamento realizados integralmente dentro do Portal Único, por meio da conta Gov.br.  O importador, pessoa física ou jurídica, deve cadastrar previamente a conta bancária autorizada para o débito. Em média, são realizadas, por dia, quase duas mil operações.

Competitividade

De acordo com a Anvisa, essa agilidade tem impacto direto na competitividade das empresas, uma vez que cada dia de carga parada aguardando autorização pode representar um custo de 0,8% sobre o valor total da mercadoria.

Para a assessora da Gerência de Portos, Aeroportos e Fronteiras da Anvisa, Mônica Figueirêdo, o sucesso da integração ao PCEE é resultado de uma construção conjunta entre diferentes instituições. “É uma conquista coletiva que só traz benefícios para diferentes segmentos da sociedade”, avalia.

Integração e agilidade

A migração desse serviço integra um projeto mais amplo de modernização das operações brasileiras de importação por meio do Portal Único do Comércio Exterior. A transição está sendo implementada em fases, mas os avanços já são perceptíveis pelo setor privado. Com a mudança, estima-se uma redução de 9 para 5 dias no tempo médio de liberação de cargas, o que pode gerar uma economia anual superior a R$ 40 bilhões para os operadores privados.

O Portal Único reduz em 99% o uso de papel, permite uso de uma mesma licença para múltiplas operações e promove a interoperabilidade na troca de certificados, além de outros benefícios. É uma iniciativa do governo federal para reduzir a burocracia, o tempo e os custos nas exportações e importações brasileiras, a fim de atender com mais eficiência às demandas do comércio exterior.

Sua implementação foi iniciada em 2014 e está sendo realizada de forma modular, em substituição ao Siscomex antigo. O programa já processa 100% das exportações brasileiras e contemplará também todas as importações ao final do processo.

Ao longo do primeiro semestre de 2025, os órgãos anuentes vêm aderindo progressivamente ao Novo Processo de Importação do Portal Único de Comércio Exterior, como parte dos esforços de modernização e integração dos procedimentos aduaneiros brasileiros.

A fim de sinalizar os avanços recentes e ajustes necessários para garantir uma transição eficiente, a Secex e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB) divulgaram uma atualização no cronograma de adesão dos anuentes, publicada na seguinte notícia: https://www.gov.br/siscomex/pt-br/comunicados/alteracao-cronograma-adesao-dos-anuentes

Avanços

Entre os avanços promovidos pelo Portal Único estão: integração entre os sistemas dos órgãos públicos e privados; informações preenchidas uma única vez; fiscalização concomitante pelos órgãos anuentes e pela Receita Federal; notificações de tarefas pendentes; pagamentos de tributos federais e estaduais na mesma plataforma; declarações aduaneiras recebidas e distribuídas imediatamente para análise, sem a necessidade de se aguardar horários específicos do dia; e análise mais precisa dos dados de importação, o que melhora o gerenciamento de riscos.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Negócios, Oportunidade de Mercado, Tecnologia

RêConecta News destaca a Blue Route na Intermodal 2025: soluções para o futuro do comércio exterior

O RêConecta News tem o prazer de destacar a presença da Blue Route na Intermodal 2025, a maior feira das Américas voltada para logística e comércio exterior. No estande G100, ao lado do RêConecta, a Blue Route apresentará suas soluções inovadoras para otimização e gestão de operações de importação, com destaque para a gestão de Catálogo de Produtos, ferramenta líder de mercado.  Essa parceria estratégica reforça o compromisso com a inovação e o compartilhamento de conhecimento no setor.

Blue Route: tecnologia e inteligência para potencializar o comércio exterior

A Blue Route se consolidou como uma das principais empresas de tecnologia e consultoria para o comércio exterior, oferecendo soluções inovadoras que integram pessoas, processos e tecnologia. Com uma equipe altamente qualificada, a empresa tem como missão otimizar operações, aumentar a produtividade e gerenciar riscos, proporcionando vantagens competitivas para seus clientes. “Nosso objetivo sempre foi apoiar os importadores nesse grande desafio que é o comércio exterior e prepará-los para o futuro”, afirma Beatriz Grance Rinn, CEO da Blue Route.

Segundo Beatriz, o principal serviço da Blue Route é uma ferramenta para gestão do Catálogo de Produtos, uma solução inovadora que otimiza a gestão e padronização de itens importados. Atualmente, a empresa conduz mais de 400 projetos nas principais regiões do Brasil, atendendo grandes players do mercado, incluindo a maior varejista e a maior fabricante de peças automotivas e eletrônicas do mundo, entre outras empresas líderes mundiais em diversos segmentos. Com tecnologia de ponta, a empresa integra pessoas, processos e inteligência estratégica para aumentar a produtividade, reduzir riscos e oferecer vantagens competitivas aos seus clientes.

Além da tecnologia: compliance e inteligência estratégica

O grande diferencial da Blue Route está no seu compromisso com compliance e segurança. A empresa não apenas fornece tecnologia, mas direciona soluções alinhadas à legislação aduaneira e requisitos normativos, garantindo alta performance e segurança para seus clientes. “Nossa missão não é apenas entregar tecnologia, mas oferecer soluções direcionadas ao compliance aduaneiro e às exigências normativas do setor”, destaca Christiano Fitarelli, CTO da Blue Route.

Soluções que transformam negócios

Entre os serviços oferecidos pela Blue Route, destacam-se também:

Consultoria Executiva: Diagnóstico detalhado de processos e arquitetura de sistemas, alinhando melhorias operacionais às evoluções dos sistemas governamentais.

Data Analytics: Soluções personalizadas de Business Analytics e Business Intelligence, proporcionando total controle sobre operações de importação, KPIs e rastreabilidade.

Diagnóstico de Processos e Identificação de Oportunidades: Análise detalhada da cadeia logística e tributos incidentes na importação e revenda, gerando aumento de receita e redução de custos.

Liderança e inovação

A Blue Route nasceu da expertise de profissionais altamente qualificados em comércio exterior e tecnologia, com uma visão inovadora para transformar a gestão de operações internacionais. Sua fundadora e presidente, Beatriz, tem mais de 27 anos de experiência na área, é formada em Sistemas de Informação e Comércio Exterior, possui MBA em Blockchain e certificação em análise e desenvolvimento de sistemas na Alemanha. “Ao longo da minha trajetória, sempre busquei desenvolver soluções que facilitem o dia a dia dos profissionais do comércio exterior, garantindo eficiência e segurança”, afirma Beatriz.

Reconhecida internacionalmente, ela já trabalhou em projetos estratégicos com a Receita Federal e a SECEX, sendo recentemente premiada pela Organização Mundial das Aduanas (OMA).

Ao seu lado, Christiano Fitarelli, CTO da Blue Route, trouxe a sólida experiência técnica e empresarial, tendo fundado sua primeira empresa ainda na faculdade. Com profundo conhecimento em desenvolvimento de software e certificações, ele lidera a criação de soluções inovadoras que garantem eficiência e conformidade às operações dos clientes.

“Não basta oferecer respostas técnicas. Nosso compromisso é entregar um pacote completo de soluções tecnológicas que realmente impactam as operações dos nossos clientes”, ressalta Fitarelli.

Blue Route na Intermodal 2025

A participação da Blue Route na Intermodal 2025 reforça seu posicionamento como referência em tecnologia e consultoria para o comércio exterior. No estande G100, ao lado do RêConecta News, a empresa apresentará suas soluções inovadoras, com destaque para a gestão de Catálogo de Produtos, ferramenta líder de mercado.

O evento, reconhecido como o maior da América Latina no setor, é uma oportunidade estratégica para fortalecer parcerias, gerar novos negócios e se conectar com clientes e fornecedores. “Estar na Intermodal é essencial para estarmos próximos do mercado, revermos nossos clientes e fornecedores, entendermos as necessidades dos nossos parceiros e apresentarmos soluções que realmente fazem a diferença nas operações de comércio exterior; além disso é uma grande oportunidade de fazer novos negócios”, finaliza Beatriz Grance Rinn, CEO da Blue Route.

Venha ser um conectado: nos dias 22 a 24 de abril, te esperamos no Estande G100.

Saiba mais sobre a BLUE ROUTE: https://www.blueroute.com.br/

Faça sua inscrição: https://www.intermodal.com.br/pt/home.html

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Comércio Exterior, Informação, Internacional, Negócios, Notícias

Há risco de comércio global virar “arma”, diz secretaria de comex do Brasil

“Não precisávamos acordar com o que foi anunciado ontem à noite”, disse Tatiana Prazeres sobre a decisão de Trump de impor uma tarifa de 25% sobre carros

A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil alertou nesta quinta-feira (28), após o anúncio das tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre automóveis que o comércio global corre o risco de ser “transformado em arma” e que as tensões da Organização Mundial do Comércio provavelmente piorarão antes de melhorar.

“Não precisávamos acordar com o que foi anunciado ontem à noite”, disse Tatiana Prazeres sobre a decisão de Trump de impor uma tarifa de 25% sobre carros, caminhões e peças importados pelos Estados Unidos.

Prazeres, que estava falando por meio de um link de vídeo em uma conferência sobre comércio global no think tank Chatham House, em Londres, também criticou a abordagem cada vez mais agressiva que está sendo adotada por países como os EUA.

“O que vemos hoje é que o comércio está sendo usado como uma ferramenta de poder, portanto, há um grande risco de que o comércio se torne cada vez mais uma arma”, acrescentou. “Não sabemos aonde isso vai nos levar.”

Por sua vez, o Brasil continua comprometido tanto com o multilateralismo quanto com a OMC, disse ela.

“Não creio que neste momento tenhamos a oportunidade de promover grandes mudanças”, disse Prazeres, referindo-se ao sistema de comércio global. “Acho que pode piorar antes de melhorar”.

Ela também disse que o Brasil está procurando construir novas “coalizões” comerciais e “defender nossas relações comerciais baseadas em regras com países que estejam dispostos a fazê-lo”.

“Estamos buscando expandir nossa rede de acordos comerciais”, disse ela, destacando como exemplo o acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul.

“Estamos dispostos a promover regras baseadas no comércio, estamos dispostos a buscar previsibilidade e estabilidade.”

FONTE: CNN Brasil
Há risco de comércio global virar “arma“, diz secretaria de comex do Brasil | CNN Brasil

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Industria, Logística

Prorrogadas as inscrições para curso de qualificação de jovens negros na área de comércio exterior

Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) prorrogaram nesta quinta-feira (27/3), as inscrições para o curso de formação profissional gratuita em comércio exterior a pessoas negras (pretas e pardas), com renda per capita de até dois salários-mínimos, a partir de 16 anos.

A iniciativa, que faz parte do Programa Raízes Comex, tem como objetivo aumentar a presença de pessoas negras no comércio exterior, um setor com grande potencial de crescimento e oportunidades.

As inscrições para as cidades de Rio Grande (RS), Paranaguá (PR), Fortaleza (CE), Joinville (SC), Santos (SP) e Itajaí (SC), foram prorrogadas até o dia 31/03. Ao todo são 120 vagas para Qualificação Profissional em Assistente de Serviços de Comércio Exterior e 20 vagas para Técnico em Comércio Exterior, distribuídas entre os seis municípios.

Em breve estarão disponíveis também as inscrições para o município de Recife (PE), com 20 vagas.

Confira as datas das inscrições para os cursos do primeiro semestre:

Curso Técnico em Comércio Exterior

  • 17 a 31/03/2025: Rio Grande (RS) – 20 vagas

Qualificação Profissional em Assistente de Serviços de Comércio Exterior

  • 17 a 31/03/2025: Rio Grande (RS), Paranaguá (PR), Fortaleza (CE), Joinville (SC), Santos (SP), Itajaí (SC)
  • 01 a 11/04/2025: Recife (PE) – 20 vagas
  • 15/04 a 02/05/2025: Vitória (ES), Salvador (BA), Rio Grande (RS) – 20 vagas em cada município

A iniciativa conta com o apoio de outros parceiros, incluindo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), para que essa oportunidade também alcance, por exemplo, as pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).


Sobre os cursos

Os cursos serão oferecidos presencialmente nas 10 principais zonas portuárias e aeroportuárias do Brasil, de forma escalonada ao longo do ano. Com carga horária de 160 e 800 horas, respectivamente, os cursos técnico e de qualificação profissional estarão disponíveis em Salvador (BA), Fortaleza (CE), Vitória (ES), Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ), entre outras cidades. O público-alvo são pessoas negras, a partir de 16 anos, com renda familiar mensal per capita de até 2 salários mínimos e escolaridade mínima de ensino médio (concluído ou em andamento).

A capacitação inclui conteúdos práticos sobre os processos de exportação e importação, negociações, despacho aduaneiro e operações de transporte e armazenamento.


Sobre o Programa Raízes Comex

O Raízes Comex é um programa do MDIC que tem o objetivo de aumentar a participação de pessoas negras no comércio exterior. Por meio de ações estratégicas, como capacitação e suporte para o desenvolvimento profissional, visibilidade internacional dos produtos e serviços oferecidos por empreendedores negros e reconhecimento de empresas que promovam diversidade racial no comércio exterior, o programa contribui para reduzir desigualdades históricas e estruturais, conectando jovens negros a carreiras no comércio exterior.

Sobre o Senac

O Senac é uma instituição de ensino com ampla atuação na capacitação profissional nas áreas de comércio, serviços e turismo. Os cursos do Raízes Comex são oferecidos via Programa Senac de Gratuidade (PSG), iniciativa que promove inclusão proporcionando a qualificação de pessoas em situação de vulnerabilidade social e oferecendo uma educação de qualidade para o mercado de trabalho.

>> Mais informações disponíveis no link: https://bit.ly/RaizesComexCapacitacao

Link direto para o formulário de inscrições: bit.ly/RaízesComexSenac1

FONTE: MDIC.gov
Prorrogadas as inscrições para curso de qualificação de jovens negros na área de comércio exterior — Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Comex: autocertificação digital reduz custos e burocracia para o exportador

Válido desde 1º de março, documento que atesta a origem das mercadorias pode ser feito pelo próprio exportador, mas é preciso ficar atento para evitar multas e até perda de licença para operar no comércio exterior. Serviço da SP Chamber, da ACSP, ajuda a evitar problemas do tipo.

Desde 1º de março, está em vigor a Autocertificação de Origem, para as empresas brasileiras que exportam para a Argentina, Paraguai e Uruguai. O documento, que comprova e valida a origem dos produtos brasileiros em acordos comerciais que permitam a modalidade, garante que os exportadores daqui tenham acesso a benefícios tarifários nos países-destino.

A nova medida, da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), permite que o próprio exportador emita a Declaração de Origem, com o objetivo de desburocratizar processos, reduzir custos para as empresas e alinhar as operações de comex do Brasil às melhores práticas internacionais.

Essa autodeclaração, prevista pela Portaria 373/2024, também estabelece mecanismos internos de controle em casos de suspeita de fraude de origem e reforça mecanismos de verificação e controle que já existem nos acordos comerciais. A implementação só se deu pela adoção do novo Regime de Origem do Mercosul, aprovado pelos países do bloco no ano passado.

“Como o próprio nome diz, é uma autodeclaração que irá atestar a origem da mercadoria, substituindo o Certificado Preferencial de Origem do Mercosul”, explica Ângela Garcia, coordenadora de comércio exterior da SP Chamber of Commerce, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Anualmente, são emitidos cerca de 600 mil certificados de origem no país, sendo que 35% do total são endereçados ao Mercosul, segundo a Secex. A especialista da SP Chamber lembra que o modelo de autocertificação já funciona na União Europeia, e no acordo comercial que deve ser fechado entre Brasil e UE, a modalidade entrará de forma híbrida, ou seja, com certificado de origem e com autocertificação. Porém, a previsão é que após cinco anos, o certificado de origem para este acordo seja extinto.

VANTAGENS E DESVANTAGENS

Com 84 anos ‘de janela’ emitindo certificados de origem do comércio exterior, a ACSP emite o documento oficial com a chancela da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). Em 2024, o serviço, que garante que produtos comercializados para o exterior atendam aos critérios de origem, facilitando o comércio entre países, cresceu 15,89% no estado de São Paulo, com destaque para a Capital paulista, segundo levantamento da SP Chamber.

De acordo com a câmara de comércio, os benefícios são redução ou isenção do imposto de importação de acordo com a aplicação de tarifas preferenciais previstas no acordo, além de oferecer transparência e controle no comércio internacional.

Com a autocertificação, o processo promete ser mais ágil devido a critérios já citados, como redução de burocracia e sem necessidade de intermediários, com menor custo e mais facilidade para os exportadores, explica Ângela Garcia. As trocas comerciais também serão facilitadas, com entrada rápida no mercado-destino por serem responsabilidade exclusiva do exportador, que terá autonomia nos controles internos e nos processos de certificação.

Mas, como toda novidade, ainda há alguns poréns. Primeiro: essa certificação funciona apenas no envio de produtos do Brasil para outros países. Também há alguns riscos potenciais na autocertificação, como a não-conformidade (por possíveis avaliações internas subjetivas e propensas a erros), e a credibilidade do exportador pode até ser questionada, pois ele passa a assumir toda a responsabilidade pela veracidade ou não das informações.

Também há necessidade de manter os documentos arquivados por cinco anos, para apresentá-los ao Secex em caso de inconformidades ou uma possível detecção de irregularidades no processo. Na Facesp, a guarda desses documentos é feita na sede da entidade por um período de dez anos para maior controle e segurança.

Há ainda riscos legais, em caso de fraude, que podem levar a multas e até perda de licença por não seguir as regras oficiais das operações de comércio exterior. Isso porque há empresas que fazem o certificado de origem, e às vezes erram ou emitem informações sobre a mercadoria ser importada ou não, ou estar com limite acima do estabelecido pela regra. Até um despachante que assinar esse documento pode sofrer responsabilidade solidária em caso de inconformidade.

Se a própria empresa faz a declaração, podem surgir inconsistências nos controles, além de que algumas podem declarar ‘o que querem’ – como mandar um produto chinês para a Argentina declarando ser totalmente nacional. “A empresa precisa manter um controle rigoroso do processo para evitar essas inconsistências na declaração de origem para prevenir penalidades ou complicações”, orienta Ângela. “Isso é essencial para garantir que todas as informações sejam precisas e conformes de acordo com a legislação, evitando situações em que o produto declarado como nacional não seja compatível – o que poderia resultar em multas e sanções.”

Mesmo com a nova funcionalidade, alguns motivos apontam a importância de uma empresa certificadora homologada pelo Secex, como a ACSP, emitir o documento que atesta a origem dos produtos no comex em até 24 horas.

Na autocertificação, por exemplo, são eliminadas etapas como conferência e avaliação da equipe técnica, trazendo mais agilidade ao processo. Porém, a falta de validação e possíveis erros ou constatação de fraudes, que podem levar as empresas a uma perda de credibilidade.

Ao fazer com uma certificadora, os riscos legais e regulatórios serão compartilhados entre a empresa exportadora e a certificadora e, optar por este serviço também oferece garantia de conformidade e compliance de acordo com as regras do Mercosul.

Os custos também não são altos, pois os certificados emitidos custam entre R$ 20 (comuns) e R$ 35 (com acordos comerciais). Se na autocertificação não há custos, vale lembrar que é preciso manter controles internos rigorosos para evitar problemas, reforça Ângela Garcia.

Caso o exportador descumpra qualquer conformidade, ele pode ficar inabilitado de emitir a autocertificação por um ano, e precisa voltar a fazer com a entidade certificadora, explica Ângela. “Mas, se ele não cumprir as exigências formais de acordos comerciais, ou for constatada a atestação indevida de origem de um produto, essa inabilitação pode chegar a cinco anos.”

Para facilitar esse processo, a partir de abril a SP Chamber vai oferecer também uma plataforma para associados e não-associados, a CTRL+A, para que o exportador possa fazer o gerenciamento de informações necessárias ao processo de importação e exportação em um só lugar, mesmo que existam diversas operação acontecendo simultaneamente.

Nesta nova plataforma, a empresa conseguirá não só emitir a autodeclaração, mas também fazer controle de documentos, ter infomações sobre as classificações atualizadas além de acesso à biblioteca de documentos já emitidos.

Segundo a especialista da SP Chamber, o CTRL+A oferece planos personalizados, com valor médio de R$ 400, e acesso a serviços como declaração de produto (Declaração Juramentada de Origem) ilimitada; dashboard para visualização de processos; calendário de atividades, pagamentos e prazos; biblioteca de documentos com gerador de Invoice, Packing list e carta de instrução de embarque; pesquisa de NCM (impostos e órgãos anuentes); lista de contatos (clientes, fornecedores e prestadores de serviços); cláusula de Câmara de Mediação e Arbitragem; vinculação de processo a despachantes e o marketplace, além da plataforma 100% atualizada de acordo com o novo ROM-MERCOSUL (ou Regime de Origem Mercosul).

Para Ângela, o entendimento geral é que tudo caminha para o certificado de origem acabar. “Mas as empresas vão continuar exportando, vão precisar ainda de suporte, de consultoria e de tecnologia que assegurem o bom andamento das suas exportações e importações. Ainda há um longo processo, mas estamos habilitados e preparados para emitir qualquer documentação.”

A Secex também criou um Guia da Autocertificação, com 16 perguntas e respostas sobre o tema, para que o exportador possa entender como certificar seu produto.

FONTE: Diário do comercio
Diário do Comércio

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Quem Precisa de Quem? O Verdadeiro Peso do Brasil para os EUA

Comércio entre os dois países vai além da balança comercial e também influencia no desenvolvimento industrial brasileiro

A volta de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos tem sido, no mínimo, agitada no campo diplomático. Entre declarações sobre retomar o controle do Canal do Panamá, transformar o Canadá no 51º estado dos EUA e comprar a Groenlândia, o novo ocupante da Casa Branca não deixou o Brasil passar ileso.

Na segunda-feira (21), após tomar posse, Trump foi questionado sobre como ele vê a relação entre o seu país e a América Latina — incluindo o Brasil. “Avalio como boa. Não precisamos deles. Eles precisam de nós. Todo mundo precisa de nós”, respondeu.
Na primeira ocasião, disse que poderia taxar os produtos vindos desses países em até 100%. Já a mais recente foi mais intimidadora. “Se fizerem isso, não ficarão felizes com o que acontecerá”, afirmou.

Entrar na lista de desafetos de Donald Trump não costuma ser algo indolor — a diplomacia trumpista costuma incluir boicotes, taxações extraordinárias e endurecimento protecionista com relação a produtos estrangeiros.

Durante o seu primeiro mandato (2017-2020), Donald Trump afirmou que taxaria a importação de aço e alumínio vindos do Brasil, em 25% e 10%, respectivamente. No entanto, o governo brasileiro se dispôs a negociar e os países definiram um esquema de cotas para o comércio desses itens, algo que ainda está em vigor.

E se na maior parte do tempo as declarações podem parecer exageradas, dessa vez o seu recado para o Brasil tem um fundo de verdade: o nosso país realmente tem mais a perder do que a ganhar com um estranhamento entre as duas nações.

Raio-X da balança comercial
Os EUA são o segundo maior importador de produtos brasileiros, sendo responsável por 11,97% do volume exportado (ou cerca de US$ 40,3 bilhões). Esse total fica apenas atrás do consumido pelos chineses, que é de 28%.

Enquanto isso, o Brasil consome mais produtos americanos do que importa — de acordo com dados da Comex, a importação de produtos Made in USA foi de R$ 40,5 bilhões em 2024. Um déficit de US$ 253 milhões na balança comercial entre os dois países. Desse montante, ao menos 15% foram de motores, máquinas não elétricas e suas partes (exceto motores de pistão e geradores), seguidos por petróleo (9,7%) e o ecossistema de peças e itens necessários para aeronaves (4,9%).

Em termos de relevância, o Brasil é 16º país que mais exporta para os Estados Unidos, enquanto é o 27º maior importador, segundo dados do Departamento do Censo dos Estados Unidos (DCEU). Ou seja: a dependência comercial é muito maior para o país latino. E não apenas em questão de dólares. Especialistas apontam que a diversificação das exportações para os EUA ajuda a manter a indústria nacional ativa e em desenvolvimento. Uma queda neste montante poderia ser extremamente prejudicial ao desenvolvimento industrial do país, apesar das ações previstas pelo plano Nova Indústria Brasil (NIB).

Quem depende de quem?
A relação comercial entre os países é positiva e de interdependência, embora historicamente seja superavitária para os americanos. Entre janeiro a outubro do último ano, houve um crescimento no volume exportado para o Brasil de mais de 11%. Ainda assim, ao longo de mais de 20 anos, a participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras caiu mais de 10%, saindo de 24% em 2001 para 12% em 2024.

Para Lia Valls, pesquisadora associada do FGV Ibre e professora da Uerj, os EUA saem à frente quando o assunto é investimento. “O Brasil é um país em desenvolvimento, tem menos empresas multinacionais e isso afeta na sua capacidade de competir com os Estados Unidos”, afirmou. Em um potencial mercado de retaliações econômicas por todos os lados, com medidas unilaterais, isso implicaria em redução de crescimento econômico para o mundo todo, inclusive o país norte-americano.

Para Haroldo Silva, vice-presidente do Corecon-SP, a relação comercial entre EUA e Brasil é boa, menos importante do que já foi, mas fundamental para ser mantida, algo que ele acredita que ocorrerá. “A diplomacia brasileira é bastante hábil e, neste momento, o que valerá é o pragmatismo nessas relações internacionais”, ponderou.

Embora Trump tenha certa razão ao falar da independência comercial dos Estados Unidos, ele não leva em conta como o aumento dos impostos de importação pode impactar a economia americana. “Tarifas maiores implicam em cenário propício para ter inflação, o que obrigaria o Fed a elevar a taxa de juros e que, por consequência, esfriaria a economia dos Estados Unidos”, destacou o vice-presidente do Corecon-SP.

FONTE: Forbes
Quem Precisa de Quem? O Verdadeiro Peso do Brasil para os EUA – e Vice-Versa

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Programa que amplia participação de pessoas negras no comércio exterior é instituído pelo MDIC

Portaria publicada no Diário Oficial da União formalizou a criação do Programa Raízes Comex

Programa Raízes Comex, com o objetivo de ampliar a representatividade racial no comércio exterior brasileiro, foi formalmente instituído pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio de Portaria publicada, nesta sexta-feira (20), no Diário Oficial da União (Confira aqui).

Com a missão de promover a inclusão de empreendedores e profissionais negros no comércio exterior, o programa contou com anúncio realizado pelo vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, da ministra de Igualdade Racial, Anielle Franco, e da primeira-dama, Rosângela da Silva, em 7 de novembro de 2024.

O programa teve como base dados recentes publicados no estudo “Comércio Exterior e Representatividade Racial no Mercado de Trabalho Brasileiro”, realizado pela Secex. De acordo com o levantamento, apesar do avanço na participação de trabalhadores negros em empresas exportadoras e importadoras, ainda existem desigualdades significativas em cargos de liderança e na remuneração, com representação de apenas 20% em cargos de gerência e 8,9% da diretoria, por exemplo.

O programa representa uma resposta direta à necessidade de reduzir tais disparidades, já que a representatividade racial no comércio exterior é essencial para a construção de um ambiente de negócios mais inclusivo e diversificado.

Objetivos e ações do Programa Raízes Comex

O Programa foi estruturado para atingir três objetivos:

  • Capacitação e incentivo: promover treinamentos técnicos, mentorias e redes de apoio para empreendedores e profissionais negros.
  • Visibilidade internacional: aumentar a presença de produtos e serviços de empresas lideradas por negros em mercados globais.
  • Diversidade no setor empresarial: mobilizar empresas para aderirem a práticas que fomentem a inclusão racial no comércio exterior.

O Programa contará com ações organizadas em quatro eixos principais: disseminação da cultura exportadora, promoção comercial, formação e capacitação profissional, e geração e difusão de conhecimento.

Parcerias e recursos

Firmar parcerias com entidades públicas e privadas, além de organismos internacionais, também está no escopo do programa como meios para atingir suas metas. A adesão ao programa poderá ser realizada por entidades privadas através de editais como o Chamamento Público SECEX nº 2, de 2023, que incentiva colaborações voluntárias alinhadas à PNCE.

A execução do Programa será coordenada pelo Departamento de Promoção das Exportações e Facilitação do Comércio da Secex.

Serviço

Para mais informações sobre o Programa Raízes Comex, acesse o site oficial do MDIC ou entre em contato com o Departamento de Promoção das Exportações e Facilitação do Comércio da Secex pelo e-mail secex.dpfac@mdic.gov.br

FONTE: MDIC.gov
https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/noticias/2024/dezembro/programa-que-amplia-participacao-de-pessoas-negras-no-comercio-exterior-e-instituido-pelo-mdic

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