Sustentabilidade

Silvio Costa Filho destaca compromisso com a descarbonização e a transição energética na abertura do Espaço do Desenvolvimento durante a COP30

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) participou, nesta segunda-feira (10), da abertura do Espaço do Desenvolvimento, iniciativa do Sistema Transporte (CNT, SEST SENAT e ITL) em parceria com o MPor e o Ministério dos Transportes, realizada na Green Zone da COP30, em Belém (PA). O encontro reuniu autoridades brasileiras, entidades internacionais e representantes do setor produtivo para discutir caminhos para a descarbonização do transporte e a expansão da transição energética no país.

Transição energética e logística verde como prioridades

Durante a cerimônia, o ministro Silvio Costa Filho reforçou que a modernização do setor portuário e hidroviário precisa caminhar lado a lado com as metas globais de sustentabilidade. Ele ressaltou que o Brasil tem condições de assumir papel central na redução de emissões de carbono e na implantação de uma infraestrutura verde.

O ministro também adiantou que novas ações de modernização logística, com foco em energia limpa e inovação, serão apresentadas ao longo da conferência. “O Brasil tem condições de liderar a transição energética do transporte mundial, unindo sustentabilidade, eficiência e geração de empregos verdes”, afirmou.

Integração entre transporte, portos e meio ambiente

Costa Filho destacou que a participação do MPor na COP30 simboliza o compromisso do governo em construir políticas integradas entre transporte, meio ambiente e infraestrutura portuária. Ele citou ainda a relevância do estande da CNT, que promove debates sobre combustíveis sustentáveis, especialmente o SAF (Sustainable Aviation Fuel), considerado essencial para a redução de emissões no setor aéreo.

O ministro ressaltou também a parceria histórica entre o governo federal e o Sistema Transporte. “A CNT é uma parceira fundamental da agenda de desenvolvimento do Brasil, contribuindo para o crescimento econômico e para a evolução da nossa logística”, afirmou.

Rota COP30 simboliza compromisso com a sustentabilidade

O ministro dos Transportes, Renan Filho, destacou a Rota COP30, ação que percorreu o trajeto até Belém por via rodoviária, como símbolo do comprometimento do país com práticas sustentáveis. Segundo ele, a iniciativa traduz a cooperação entre poder público e setor privado, com apoio direto da CNT. “A ação demonstra que é possível unir eficiência logística, responsabilidade ambiental e parceria institucional”, disse.

Brasil já possui histórico sólido em descarbonização

O presidente da CNT, Vander Costa, lembrou marcos importantes da trajetória brasileira rumo à eficiência energética, como o Proálcool (1975) e o Proconve (1986). Para ele, renovar frotas é indispensável para reduzir emissões no transporte de cargas e passageiros. “O Brasil já tem soluções consolidadas; não é preciso inventar a roda”, afirmou.

Espaço do Desenvolvimento promove inovação e integração setorial

Instalado na Green Zone da COP30, o Espaço do Desenvolvimento funciona como ponto de encontro entre governo, iniciativa privada e sociedade civil. A programação inclui painéis sobre mobilidade verde, inovação tecnológica, finanças sustentáveis e parcerias com o Pacto Global da ONU, além de atividades que valorizam a cultura amazônica e a economia de baixo carbono.

A cooperação entre o MPor, o Ministério dos Transportes e o Sistema Transporte reafirma a intenção do governo brasileiro de fortalecer soluções sustentáveis e consolidar o protagonismo do país nas discussões internacionais sobre clima, logística e desenvolvimento econômico.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Jonilton Lima

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Silvio Costa Filho destaca protagonismo do Brasil na descarbonização e transição energética durante a COP30

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) participou, nesta segunda-feira (10), da abertura do Espaço do Desenvolvimento, promovido pelo Sistema Transporte — formado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), SEST SENAT e Instituto de Transporte e Logística (ITL) — em parceria com o MPor e o Ministério dos Transportes, na Green Zone da COP30, em Belém (PA). O evento reuniu autoridades, representantes do setor produtivo e organismos internacionais para discutir os desafios e oportunidades da transição energética e da descarbonização do transporte, com foco na integração entre políticas públicas, inovação logística e sustentabilidade.

Durante seu discurso, o ministro Silvio Costa Filho destacou o papel estratégico do Brasil na redução de emissões e na promoção de uma infraestrutura verde e eficiente. Ele enfatizou que a integração dos modais portuário e hidroviário à agenda climática global é essencial para o desenvolvimento sustentável do país. “O Brasil tem condições de liderar a transição energética do transporte mundial, unindo sustentabilidade, eficiência e geração de empregos verdes”, afirmou. O ministro adiantou que o MPor apresentará novas iniciativas de modernização e descarbonização ao longo da conferência, reforçando o alinhamento do governo federal com as metas climáticas internacionais.

Silvio Costa Filho também ressaltou a importância da presença do MPor na COP30 como demonstração do compromisso do governo com uma agenda integrada entre transporte, portos e meio ambiente. Segundo ele, o estande da CNT busca promover debates sobre combustíveis sustentáveis, como o SAF (Sustainable Aviation Fuel), uma das principais apostas do setor para reduzir as emissões na aviação. O ministro elogiou ainda a parceria institucional entre o governo federal e o Sistema Transporte, reconhecendo a contribuição da CNT para o desenvolvimento econômico do país. “A CNT é uma parceira fundamental da agenda de desenvolvimento do Brasil. Ninguém pode contar a história do nosso crescimento econômico sem mencionar o papel da Confederação Nacional do Transporte”, destacou.

O ministro dos Transportes, Renan Filho, também participou da cerimônia e enfatizou o simbolismo da Rota COP30, iniciativa que percorreu o trajeto até Belém por via rodoviária. A ação, segundo ele, é um marco para a descarbonização do transporte, demonstrando que é possível aliar eficiência logística, responsabilidade ambiental e cooperação público-privada.

O presidente da CNT, Vander Costa, destacou que o Brasil possui um legado consolidado na busca pela eficiência energética e pela redução das emissões no transporte. Ele relembrou programas históricos como o Proálcool, criado em 1975, e o Proconve, iniciado em 1986, reforçando que o país já dispõe de soluções eficazes que podem ser ampliadas. Para Costa, a renovação de frotas é essencial para acelerar a descarbonização no transporte de cargas e passageiros. “Não há necessidade de inventar a roda. O Brasil já tem soluções”, afirmou.

Instalado na Green Zone da COP30, o Espaço do Desenvolvimento é coordenado pelo Sistema Transporte, com apoio do MPor e do Ministério dos Transportes. O local funciona como ponto de encontro entre governo, setor privado e sociedade civil, promovendo painéis técnicos sobre mobilidade verde, inovação tecnológica e finanças sustentáveis. A programação inclui ainda parcerias com o Pacto Global da ONU e atividades que valorizam a cultura amazônica e a economia de baixo carbono.

A parceria entre o Ministério de Portos e Aeroportos, o Ministério dos Transportes e o Sistema Transporte reforça o compromisso do governo em acelerar soluções sustentáveis e consolidar o protagonismo do Brasil nas discussões internacionais sobre clima, logística e desenvolvimento econômico.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Jonilton Lima

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Sistema Transporte apresenta agenda verde na COP30

Entidade fortalece papel estratégico na transição energética e na descarbonização do setor

Em novembro, o Sistema Transporte desembarca na COP30 em Belém (PA) com papel central nas discussões sobre mobilidade e transição energética no Brasil. Formado pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), SEST SENAT e ITL (Instituto de Transporte e Logística), o Sistema atua na representação institucional, qualificação profissional e pesquisa em transporte e logística, consolidando-se como interlocutor estratégico entre poder público, setor privado, academia e sociedade civil.

A participação na conferência reforça a capacidade do setor de mobilizar diferentes atores em busca de soluções integradas de descarbonização. Atualmente, o transporte responde por 11% das emissões de carbono do país, mas concentra grande potencial de transformação. Estudos indicam que é possível reduzir até 68% das emissões de CO₂ até 2050, com base em mais de 90 iniciativas mapeadas voltadas à eficiência logística e à descarbonização.

Entre as principais agendas do Sistema na COP30 estão o incentivo ao transporte rodoviário, aéreo e fluvial mais sustentável, o aumento do uso de biocombustíveis como etanol, biometano, SAF e hidrogênio renovável e investimentos em infraestrutura e políticas públicas que garantam estradas de qualidade e justiça climática no processo de transição energética.

Caminhos para um transporte mais limpo

A agenda da COP30 destaca a necessidade de infraestruturas resilientes, capazes de resistir aos efeitos das mudanças climáticas e evitar colapsos logísticos como os registrados no Rio Grande do Sul. O desafio é garantir que a transição energética avance de forma alinhada à adaptação do sistema de transporte às novas condições climáticas.

Na conferência, o Sistema Transporte apresentará a Estação do Desenvolvimento, um espaço criado para promover diálogo, inovação e troca de experiências entre diferentes setores. Localizado na Green Zone, o ambiente será dedicado à discussão de soluções para reduzir o impacto ambiental da mobilidade, aumentar a eficiência energética e valorizar o papel estratégico do transporte na economia verde.

Com atuação contínua e integrada, a entidade busca consolidar a imagem do transporte brasileiro como protagonista na solução climática global. A expectativa é que, a partir das discussões em Belém, surjam novas parcerias e políticas públicas capazes de acelerar a descarbonização, tornando o setor mais limpo e competitivo.

FONTE: CNN Brasil
IMAGEM: Reprodução/CNN Brasil

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Ministro de Portos e Aeroportos quer usar R$ 20 bi disponíveis em fundos para acelerar investimentos

Com orçamento modesto na Esplanada — apenas R$ 2,4 bilhões, em 2024 —, o Ministério de Portos e Aeroportos aposta no uso de recursos dos fundos vinculados ao órgão para ampliar os investimentos no setor. Somente o Fundo da Marinha Mercante (FMM) conta com R$ 13 bilhões em caixa, enquanto o Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), que acaba de ter sua natureza contábil alterada por lei, dispõe de outros R$ 8,1 bilhões, sendo que R$ 6 bilhões já foram solicitados pela pasta à equipe econômica para serem usados na aviação civil ainda em 2024, o que demanda mudança na lei orçamentária.

Somadas, as previsões dos dois fundos já são R$ 19 bilhões disponíveis, montante que deve passar de R$ 20 bilhões se considerado o adicional de receita projetado até o fim do ano.

Do início do governo até setembro deste ano, o ministério, por meio do Conselho Diretor do FMM, autorizou 1.158 projetos a seguirem com os próximos passos da contratação do empréstimo junto aos bancos credenciados. Os investimentos atrelados a esses projetos totalizam R$ 34,56 bilhões — R$ 20,8 bilhões foram aprovados só este ano, o que pode aumentar com a última reunião do conselho de 2024. O dinheiro não é liberado de uma só vez, mas de acordo com as fases de implantação. Do total aprovado desde o ano passado, apenas R$ 1,59 bilhão foi contratado e R$ 1,32 bilhão liberado.

No caso do FMM, a expectativa é atingir um fluxo de liberação de pelo menos R$ 5 bilhões por ano. “Não houve uma priorização dessa indústria por parte do governo anterior. Foram aprovados projetos, mas não teve praticamente liberação de recurso. Dos mais de R$ 22 bilhões que ingressaram ao caixa do Fundo da Marinha Mercante no governo anterior, ele desapareceu no orçamento da União”, disse o ministro Silvio Costa Filho.

Em entrevista ao Valor, o ministro reforçou que a principal estratégia do governo com o FMM é de fato retomar os investimentos da indústria naval brasileira, apesar da experiência traumática no governo Dilma Rousseff. Uma década atrás, o plano de produzir grandes navios e sondas em estaleiros nacionais foi frustrado em escândalo de corrupção revelado pela operação Lava-jato. Para o ministro, houve uma “virada de página” nesse sentido com o aperfeiçoamento dos modelos de gestão dos recursos e governança dos bancos e das empresas estatais.

Outra mudança recente no fundo foi a de reservar 30% dos recursos para projetos de infraestrutura nos portos (marítimos e fluviais) e nas hidrovias. “É a primeira vez que a gente está avançando com recurso do Fundo da Marinha Mercante em projetos portuários estratégicos, mas que também estejam validados pelo Novo PAC”, disse Costa Filho, se referindo ao texto da Portaria 424/24, assinada no início de setembro.

No caso do Fnac, o fundo passará a assumir uma natureza contábil semelhante à do FMM, a partir da recém-aprovada Lei Geral do Turismo. O fundo da aviação civil,composto pela receita das outorgas recolhidas dos aeroportos concedidos, não devolvia os recursos ao setor. Este ano, por exemplo, dos R$ 8,1 bilhões disponíveis,apenas R$ 400 milhões estão previstos para investimento no orçamento federal.
Costa Filho quer que os recursos do fundo da aviação civil também sejam oferecidos na forma de empréstimo aos projetos estratégicos para o governo. Ele disse que, assim como o FMM financia a indústria nacional de navegação, o Fnac deve apoiar as companhias aéreas no financiamento da operação no país e na aquisição de aeronaves nacionais da Embraer.

De acordo com o ministro, a aquisição de equipamento no exterior será admitida com recursos do Fnac, mas quem escolher as compras nacionais terá preferência.“Ele vai ter, sem dúvida alguma, uma maior atenção do governo por estar prestigiando o conteúdo local, entretanto nós respeitamos o livre mercado”, disse.

Com a estratégia de oferecer empréstimos via FMM e Fnac, o Ministério de Portos e aeroportos não entra na briga por recursos federais. O dinheiro oferecido na forma de financiamento não gera impacto no resultado primário, por ser considerado uma despesa apenas financeira.

No início do ano passado, a Confederação Nacional da Indústria (CNT) produziu relatório com as preocupações sobre a aplicação do FMM, especialmente relacionadas à interrupção do fluxo de liberação dos recursos e ao desvio de finalidade no uso do dinheiro. “O maior desafio é o contingenciamento de recursos,que pode trazer prejuízos significativos para o setor, tais como deterioração da infraestrutura e paralisação de todos os projetos”, informou a entidade, em posicionamento enviado ao setor. “Além disso, a CNT defende que seja feita uma gestão eficiente dos recursos, para que eles sejam, de fato, utilizados onde foram destinados”, acrescentou.

Ministro de Portos e Aeroportos quer usar R$ 20 bi disponíveis em fundos para acelerar investimentos – DatamarNews

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