Comércio Exterior, Economia, Mercado Internacional

Tarifas dos EUA impõem novos desafios à logística do Brasil à América do Norte

Empresas do setor apontam para uma necessidade crescente de adaptação, revisão de contratos e fortalecimento do planejamento aduaneiro. 

A adoção de novas tarifas pelos Estados Unidos sobre produtos importados reacende discussões sobre os impactos na cadeia logística internacional, especialmente nas rotas entre o Brasil e a América do Norte. Empresas do setor podem sentir necessidade crescente de adaptação, revisão de contratos e fortalecimento do planejamento aduaneiro. 

“Mais do que uma questão tributária, estamos diante de uma reconfiguração da estratégia logística entre os países”, afirma Luciano Zucki, cofundador e diretor da PLEX Logistics, companhia especializada em transporte internacional com sede em Miami. Segundo ele, empresas brasileiras precisam revisar seus custos logísticos, reavaliar modais e, principalmente, investir em previsibilidade nas operações. 

Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), alumínio, autopeças e têxteis são os setores mais afetados, impactando diretamente os importadores da América Latina.O Brasil figura entre os principais parceiros comerciais dos EUA no Hemisfério Sul, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o que acende o alerta para possíveis gargalos nos fluxos logísticos. 

A PLEX Logistics tem atuado no assessoramento de embarcadores e operadores logísticos para mitigar riscos, otimizar processos e identificar oportunidades em mercados alternativos. “Nosso papel é orientar os clientes com base em dados, inteligência de mercado e alternativas de transporte mais competitivas”, reforça Zucki. 

A empresa mantém operações marítimas, aéreas e rodoviárias, com foco em soluções personalizadas para importação e exportação entre os dois continentes. 

Website: https://www.linkedin.com/company/plex-international-logistics/ 

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Logística

Fractal indica como atender a ANTT em interoperabilidade no transporte

Com a digitalização da cadeia logística e o avanço da regulação do transporte rodoviário, a interoperabilidade entre sistemas de rastreamento e controle tornou-se um dos principais desafios para empresas do setor. A Fractal, focada em segurança tecnológica aplicada à logística, tem investido no desenvolvimento de soluções compatíveis com as diretrizes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no que diz respeito ao monitoramento e à rastreabilidade de cargas.

Segundo Francisco Mascaro, operations manager da Fractal, o transporte de cargas, especialmente aquelas sujeitas a controle sanitário, fiscal ou regulatório, exige que os dados gerados durante o percurso estejam integrados aos sistemas exigidos pela legislação vigente. “A interoperabilidade garante que diferentes tecnologias conversem entre si e que as informações sejam transmitidas em tempo real, o que é fundamental para cumprir exigências legais e aumentar a visibilidade logística”, afirma.

A Resolução ANTT nº 5.232/2016, que trata da rastreabilidade no transporte rodoviário de cargas, destaca a importância de sistemas confiáveis para fins de fiscalização, segurança e melhoria da infraestrutura logística. A Fractal oferece lacres eletrônicos, sensores integrados, plataformas de monitoramento e soluções personalizadas que se adaptam à estrutura tecnológica dos clientes e aos requisitos da ANTT.

Com foco na rastreabilidade, controle de violação e compliance, a empresa atua junto a transportadoras, embarcadores e operadores logísticos que precisam garantir a integridade da carga e atender aos padrões regulatórios.

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Aeroportos, Logística, Portos

Logística brasileira avança, mas ainda enfrenta desafios estruturais

Santa Catarina se consolida como hub estratégico e o Logistique Summit debate o futuro do setor

A logística brasileira desempenha um papel estratégico no desenvolvimento econômico do país e na sua integração ao mercado global. Desde a construção das primeiras rodovias e ferrovias até a adoção de tecnologias avançadas nos centros de distribuição e portos, o setor tem buscado se modernizar para lidar com uma demanda crescente, cada vez mais complexa, e manter-se competitivo.

O Brasil conta com uma das maiores malhas rodoviárias do mundo, com mais de 1,7 milhão de quilômetros de estradas — sendo apenas 12,3% pavimentada. Esse modal ainda é responsável por cerca de 60% do transporte de cargas no país. No entanto, especialistas apontam a necessidade urgente de diversificação e maior integração entre os diversos modais de transporte.

A malha ferroviária ainda está muito aquém do ideal, enquanto portos e aeroportos ganham protagonismo. O Brasil opera mais de 36 portos públicos e terminais privados, que juntos movimentam cerca de 1,1 bilhão de toneladas de cargas por ano. Investimentos recentes em automação, ampliação de terminais e melhorias operacionais têm impulsionado a competitividade brasileira no comércio internacional.

Já o transporte aéreo representa apenas 1% do volume total de cargas, mas é responsável por 10% do valor das mercadorias transportadas, especialmente em segmentos de alto valor agregado. Com mais de 100 aeroportos com operações regulares de carga, o país vem ampliando sua conectividade com os principais mercados globais.

Desafios persistem

Apesar dos avanços, os desafios persistem. A precariedade da malha rodoviária, especialmente em regiões remotas, continua elevando os custos logísticos — que hoje representam cerca de 12% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Esse índice é superior ao observado em países desenvolvidos, comprometendo a competitividade das empresas nacionais.

Além disso, a burocracia e a lentidão nos processos aduaneiros dificultam tanto o fluxo interno quanto as operações de importação e exportação. A falta de integração entre os modais também gera gargalos operacionais e perdas econômicas. Para especialistas, o futuro da logística no Brasil passa por investimentos sustentados em infraestrutura, ampliação do transporte ferroviário e hidroviário, digitalização de processos e incentivos à intermodalidade. A eficiência logística é considerada peça-chave para a redução de custos, aumento da produtividade e conquista de novos mercados.

“Um estado com infraestrutura logística eficiente atrai investimentos, reduz os custos operacionais das empresas, melhora a competitividade de seus produtos e impulsiona setores como indústria, agronegócio, comércio e serviços. A logística também é vetor de geração de empregos, inovação tecnológica e desenvolvimento regional”, destaca o CEO da Logistique 2025, Leonardo Rinaldi.

Rumos da logística em debate

Nesse contexto, o Logistique Summit assume papel determinante nas discussões sobre o futuro da logística brasileira. O evento ocorre em paralelo à Logistique 2025, de 12 a 14 de agosto, no Expocentro Júlio Tedesco, em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Consolidada como uma das principais feiras e congressos do setor no país, a Logistique reúne grandes nomes para debater também comércio exterior, relações internacionais, macroeconomia e geopolítica. O Summit já tem confirmadas as presenças de importantes nomes do mercado, entre eles, o ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Marcos Troyjo.

“Mais do que uma feira, a Logistique é uma plataforma de articulação entre o poder público, a iniciativa privada, a inovação e o conhecimento técnico. Reúne os principais players da cadeia logística para debater soluções, apresentar tecnologias, formar parcerias e criar oportunidades reais de negócios”, acrescenta Rinaldi.

Estado de excelência

O fato do evento ser realizado em Santa Catarina, um dos estados mais produtivos do Brasil, também reforça seu papel catalisador no avanço da logística nacional de forma mais integrada e eficiente. Com crescimento de 12% em 2024, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor logístico catarinense vive um momento de expansão e consolidação. O Estado se destaca não apenas por sua localização estratégica — que facilita a conexão com os principais mercados nacionais e internacionais —, mas também por sua capacidade de inovação e investimentos contínuos em infraestrutura e tecnologia.

Em 2024, Santa Catarina movimentou mais de US$ 11,6 bilhões em exportações e US$ 33,7 bilhões em importações, consolidando-se como o segundo maior importador do país. A modernização dos portos e aeroportos, somada ao bom desempenho da indústria — que cresceu 6,3% até setembro, segundo a Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) —, reforça o papel do estado como um dos principais hubs logísticos do Brasil.

O crescimento da produção industrial, puxado por setores como metalurgia, alimentos e tecnologia, eleva ainda mais a demanda por soluções logísticas eficientes. Cidades como Joinville, Itajaí e Chapecó atraem investimentos produtivos; enquanto polos como Balneário Camboriú, Blumenau e novamente Joinville vivem um varejo aquecido, ampliando a necessidade por transporte e armazenagem qualificados.

A combinação entre localização estratégica, infraestrutura moderna, base industrial diversificada e capacidade de adaptação às demandas globais posiciona Santa Catarina como referência nacional em logística.

SAIBA MAIS EM: https://logistique.com.br/ 

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ANVISA, Comércio Exterior, Importação, Logística, Saúde

Importação no setor de saúde exige adaptação a novas regras e desafios 

A importação de insumos para o setor de saúde está cada vez mais condicionada ao cumprimento de normas regulatórias rigorosas e procedimentos aduaneiros específicos. Com a ampliação das exigências sanitárias, a adaptação a novos marcos legais e o aumento da fiscalização, os desafios enfrentados por empresas importadoras se intensificam. 

Entre os principais obstáculos do setor, destacam-se a necessidade de adaptação às regulamentações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a adequação ao novo cronograma de implementação da Declaração Única de Importação (DUIMP) e as dificuldades operacionais no transporte e desembaraço aduaneiro de cargas hospitalares e farmacêuticas. 

“O planejamento logístico e a conformidade documental são fatores essenciais para assegurar que os insumos cheguem ao destino final dentro dos prazos estabelecidos”, afirma Daniel Cruz, diretor comercial da Unia. Ele explica que “a importação de insumos para o setor de saúde exige um alinhamento rigoroso com as normas vigentes, garantindo que todos os produtos atendam às exigências regulatórias sem comprometer o abastecimento”. 

Segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo), cerca de 60% dos insumos utilizados no setor hospitalar brasileiro são importados. Isso reforça a importância de estratégias eficazes para minimizar riscos logísticos e regulatórios, sobretudo em um contexto de mudanças constantes. 

Segundo Daniel Cruz, o monitoramento contínuo das atualizações normativas, aliado à adoção de boas práticas no processo de importação, tem se mostrado uma ferramenta importante para garantir maior previsibilidade e segurança operacional às empresas do setor. 

TEXTO: DIVULGAÇÃO UNIA 

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ESG, Internacional, Logística, Navegação

Efen, Wilson Sons, Porto do Açu e Vast serão pioneiras no teste de HVO no setor marítimo brasileiro

Empresas obtiveram anuência da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para importação do combustível verde para teste em rebocadores que operam no Porto do Açu.

A Wilson Sons recebeu, este mês, a anuência da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a realização dos primeiros testes de uso de HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) no setor marítimo brasileiro, tendo a efen e a PdA como parceiras.

O HVO, também conhecido como diesel renovável ou diesel verde, será importado pela efen para testes nos rebocadores da Wilson Sons, que operam no Porto do Açu, em São João da Barra (RJ), em substituição ao óleo diesel marítimo. A operação de movimentação do líquido será realizada no Terminal de Líquidos do Açu (TLA), da Vast Infraestrutura.

—Nossa expectativa, após o período de testes, é ampliar a distribuição de HVO para Platform Supply Vessels (PSVs) e outras embarcações de apoio offshore no Porto do Açu, fomentando a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) na cadeia de óleo e gás —ressalta Rafael Pinheiro, CEO da efen.

O estudo com o diesel verde no Açu prevê testes de eficiência, de efeitos nos processos de manutenção e redução de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). O uso do combustível pode diminuir mais de 80% as emissões de dióxido de carbono (CO2), considerando-se o ciclo de vida completo do insumo*.

—Nossa agenda de descarbonização visa não apenas a construção de rebocadores mais eficientes, mas também a redução do impacto ambiental de nossa frota de mais de 80 embarcações. Nesse contexto, o HVO surge como uma solução promissora, pois se trata de um combustível drop-in que pode ser utilizado sem adaptações em nossos equipamentos, representando uma importante alternativa para a indústria de apoio portuário—declara Marcio Castro, diretor-executivo da divisão Rebocadores da Wilson Sons.

Apesar de o setor marítimo já ser considerado o menos poluente por tonelada de carga por quilômetro viajado, representando apenas 3% das emissões globais de gases de efeito estufa**, ele ainda desempenha um papel significativo. A estratégia da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) estabelece a meta net-zero nas emissões de GEE provenientes do transporte marítimo internacional até 2050, o que pode ser acelerado com a adoção do HVO.

—Queremos ser indutores de projetos para a transição energética de setores intensivos em emissão, como o marítimo. Podemos abrigar no futuro plantas de HVO e outros combustíveis de baixo carbono —diz Eugenio Figueiredo, CEO do Porto do Açu.

Testes de combustíveis em rebocadores —A Vast e a Wilson Sons também assinaram recentemente um memorando de entendimento (MoU) com o objetivo de realizar testes para a utilização de biocombustíveis no abastecimento de rebocadores da Wilson Sons que atuam no T-Oil, o terminal de petróleo da Vast no Porto do Açu. O acordo visa desenvolver e oferecer serviços de infraestrutura logística que contribuam para a redução da intensidade das emissões de carbono nas operações das duas empresas.

A Vast estuda utilizar futuramente a estrutura de tanques do TLA, que ainda será construída, para realizar a armazenagem e adição de biocomponentes aos combustíveis marítimos e capturar volumes de líquidos que hoje ainda não estão previstos no Terminal.

—O TLA fornecerá a infraestrutura necessária para potencializar a utilização de biocombustíveis, como o HVO, além de funcionar como um hub para armazenar e movimentar uma gama diversificada de líquidos, como combustíveis claros, lubrificantes, etanol e químicos. Os acordos assinados reforçam nossa posição estratégica para a cadeia logística nacional e nosso papel relevante na descarbonização do setor marítimo— destaca Eduardo Goulart, diretor Comercial da Vast Infraestrutura.

efen — A efen é um dos principais fornecedores de combustíveis e serviços logísticos de abastecimento marítimos do país, com mais de dez anos de história (como NFX). É uma JV entre a bp e a Prumo Logística, referências em seus respectivos mercados. A efen atua no porto do Açu e offshore, nas áreas de influência das Bacias de Campos, Santos e do Espírito Santo. Possui duas embarcações dedicadas ao atendimento dos clientes, e já realizou mais de cinco mil abastecimentos em total segurança.

Wilson Sons — Reconhecida pela sua ampla experiência de mais de 187 anos, a Wilson Sons tem abrangência nacional e oferece soluções completas para mais de 5 mil clientes, incluindo armadores, importadores e exportadores, indústria de energia offshore, projetos de energia renovável, setor do agronegócio, além de outros participantes em diversos segmentos da economia.

Porto do Açu — Localizado na região norte do Rio de Janeiro, o Porto do Açu é o maior complexo porto-indústria privado de águas profundas da América Latina. Em operação desde 2014, é administrado pela Porto do Açu Operações, uma parceria entre a Prumo Logística, controlada pelo EIG, e o Porto de Antuérpia-Bruges Internacional. Ao todo, são 22 empresas já instaladas, entre clientes e parceiros, sendo várias delas companhias de classe mundial. Com atividades de minério, petróleo e gás natural consolidadas e em expansão, o Açu busca acelerar a industrialização com foco em projetos de baixo carbono, sendo reconhecido como o porto da transição energética no país.

Vast Infraestrutura — A Vast Infraestrutura, uma empresa do Grupo Prumo, é a líder no transbordo de petróleo no país e oferece infraestrutura e soluções logísticas para a movimentação de líquidos de forma segura, limpa, eficiente e sustentável. Com atividades iniciadas em 2016, a empresa é proprietária do único terminal privado no país capaz de operar navios da classe VLCC (Very Large Crude Carrier). Atualmente o terminal de petróleo da Vast (T-Oil) já é responsável por cerca de 40% de toda a exportação de petróleo no Brasil. A companhia também está ampliando o portfólio de serviços por meio da combinação de operações de dutos e tanques de armazenagem voltados para o mercado de petróleo e demais líquidos, com o Terminal de Líquidos do Açu (TLA) e o Projeto SPOT.

Fonte: Revista Fator

Efen, Wilson Sons, Porto do Açu e Vast serão pioneiras no teste de HVO no setor marítimo brasileiro

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Portos

PORTONAVE FAZ INVESTIMENTO DE APROXIMADAMENTE R$ 1BILHÃO PARA AMPLIAÇÃO DE CAIS E RECEPÇÃO DE NAVIOS DE ATÉ 400 METROS.

A Portonave irá realizar a obra de adequação da infraestrutura do cais, um investimento de aproximadamente R$ 1 bilhão, para receber navios maiores, com até 400 m de comprimento. Os últimos navios lançados no mercado possuem esse tamanho e têm capacidade de até 24 mil TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés).
Atualmente, o cais tem uma extensão de 900 metros lineares com uma profundidade de 13 metros, que pode receber navios de até 350 metros de comprimento com capacidade de movimentar até 11 mil TEUs.

Obra por etapas

A execução está prevista para ocorrer em duas fases. Enquanto um lado estará em obras (450 m), o outro seguirá em operação normalmente, sem comprometer as atividades. A obra começará pelo lado leste e, quando esta etapa estiver concluída, seguirá para o lado oeste. A estimativa é de que a intervenção seja concluída em 27 meses.

Quem vai realizar a obra?

A responsabilidade da obra é de um consórcio de duas empresas, a Besix e a Empresa Construtora Brasil (ECB), que formam a Besix-ECB. Fundada há mais de 110 anos, a Besix é uma empresa de origem belga e é especializada em obras de construção e infraestruturas marítimas. Atuou em obras emblemáticas como o prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa, e o aeroporto da França, Charles de Gaulle. A ECB, fundada em Minas Geras em 1945, já esteve presente em mais de 250 obras por todo Brasil, com portfólio de projetos de infraestrutura, construção civil, mineração e saneamento.

Geração de oportunidades

Cerca de 250 profissionais desempenham suas funções nas etapas iniciais da obra, porém, no pico, a previsão é que esse número chegue a 500 trabalhadores, além da geração de diversos empregos indiretos para economia local.

Você sabia?

A estrutura do cais será composta de concreto e cerca de 16 mil toneladas de barras de aço. Se fossem enfileiradas, chegariam a um comprimento total de 5 mil km, o suficiente para ir em linha reta de Navegantes até a ilha do Caribe Aruba, próxima da Venezuela.

Fonte: Newsletter PORTONAVE
Saiba mais sobre a OBRA:
Obra do Cais | Portonave (youtube.com)

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