Comércio Exterior

O Catálogo de Produtos como peça-chave no desligamento das LI/DI

O catálogo de produtos deixou de ser um detalhe técnico para se tornar o coração do novo modelo de importação brasileiro. Com o cronograma oficial de desligamento das LI/DI em pleno desenvolvimento, o Governo Federal deu o sinal definitivo para a transição à DUIMP — e com ela, à padronização e à rastreabilidade total das informações de importação. Nesse cenário, a tecnologia ganha papel central, e soluções como a da Blue Route mostram que a inteligência artificial pode ser a chave para cumprir as novas exigências com segurança e eficiência.

O cronograma que acelera a mudança

O plano de desligamento do módulo LI/DI do SISCOMEX estabelece etapas escalonadas que obrigam importadores a migrarem gradualmente para a DUIMP e a adotarem o Catálogo de Produtos padronizado. A transição, prevista em várias fases, torna imprescindível que empresas ajustem processos e bases de dados para evitar retrabalho, atrasos ou inconformidades que podem travar operações.

O Catálogo de Produtos exige não apenas campos preenchidos, mas informações fundamentais como: classificação correta, especificações técnicas e atributos de cada item, quando exigido, devendo o importador complementar as informações no detalhamento. Em suma: não basta declarar — é preciso justificar tecnicamente cada escolha. Isso eleva a complexidade operacional, especialmente para importadores que trabalham com grande volume de SKUs e produtos tecnicamente sofisticados.

Blue Route: IA, fundamentação técnica e gestão de risco

Nesse ambiente de maior rigor, a Blue Route surge como solução tecnológica que combina automação, inteligência artificial e um sistema de gerenciamento de risco integrado. Segundo Beatriz Grance Rinn, CEO da Blue Route, a plataforma oferece ao importador autonomia para determinar o nível de auditoria que deseja aplicar — “É uma sistemática que gerencia o risco dessa operação. O importador vai poder determinar o percentual de conferência mais adequado para sua segurança — seja 5%, 30%, 70% ou até 100% dos itens”, explica.

Quatro camadas de IA — e uma ênfase na fundamentação

A plataforma da Blue Route foi aprimorada com quatro camadas de IA; a mais recente é especificamente voltada à fundamentação técnica das informações — justamente o que o Catálogo exige. “A palavra fundamentação é muito importante nas exigências e nas normativas. Você não pode simplesmente reproduzir qualquer informação. É preciso justificar por que aquele produto é o que está sendo declarado”, afirma Beatriz. A ferramenta busca informações em fontes confiáveis para embasar a classificação fiscal sugerida, criando um ciclo seguro de validação.

Redução de erros humanos e ganho de produtividade

Ao automatizar o preenchimento e, ao mesmo tempo, oferecer justificativas técnicas verificáveis, a solução reduz drasticamente o risco de falhas humanas — uma vulnerabilidade comum quando grandes volumes de produtos são cadastrados manualmente. “Nosso objetivo é criar uma menor interação humana e aumentar o nível de produtividade, assertividade e segurança nos preenchimentos”, diz a CEO. 

Além da automação, a Blue Route entrega controle estratégico: o importador escolhe sua política de auditoria e o percentual amostral a ser verificado, seguindo lógica semelhante à utilizada pela Receita Federal na seleção de cargas para inspeção física. Essa flexibilidade permite que empresas adaptem o nível de revisão à sua realidade operacional e ao perfil de risco de cada operação.

Escala e credenciais

Com mais de 500 projetos ativos nos mais diversos seguimentos da economia, a Blue Route já atende clientes que enfrentam alta complexidade técnica e grandes catálogos de produtos. A empresa se posiciona como parceira na transição para o novo modelo, com foco em compliance aduaneiro, segurança regulatória e eficiência operacional. “Nosso objetivo sempre foi apoiar os importadores nesse grande desafio que é o comércio exterior e prepará-los para o futuro”, reforça Beatriz Grance Rinn. Para o CTO Christiano Fitarelli, o diferencial da Blue Route vai além da tecnologia: “Nossa missão não é apenas entregar tecnologia, mas oferecer soluções direcionadas ao compliance aduaneiro e às exigências normativas do setor”.

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Comércio Exterior

Desligamento da DI e LI: tecnologia e integração são essenciais para cumprir o novo cronograma

O cronograma de desligamento da Declaração de Importação (DI) e da Licença de Importação (LI) já está em andamento e marca um dos momentos mais importantes da modernização do comércio exterior brasileiro. A substituição gradual desses documentos pela Declaração Única de Importação (DUIMP) é parte central do Programa Portal Único, que visa simplificar processos, reduzir custos e integrar os diversos órgãos anuentes em um ambiente digital unificado.

O calendário, publicado pela Receita Federal e pela Secretaria de Comércio Exterior, prevê que o desligamento das DI e LI comece em 17 de novembro de 2025, com um processo faseado — ou seja, novas etapas ocorrerão mensalmente, até que todo o sistema atual seja substituído ao longo de 2026.

Mas para os importadores, a transição não é apenas burocrática: ela exige adaptação tecnológica, revisão de processos e integração de dados. E é exatamente nesse ponto que o suporte tecnológico faz toda a diferença. Segundo David Tavares, executivo de negócios da Blue Route, o momento é de grande mudança de paradigma. “Saímos de uma realidade em que diversos documentos são exigidos pela Receita Federal e pelos órgãos anuentes para a importação de um produto, para uma nova fase em que tudo será consolidado em um único documento, a DUIMP. Por isso é fundamental que o importador esteja amparado por sistemas integrados e um modelo de gestão eficiente, que garantam uma transição tranquila para essa nova realidade”, ressalta.

Tecnologia como fator de conformidade

Durante o processo de implementação do Novo Processo de Importação (NPI), muitos importadores adiaram seus projetos por conta das constantes atualizações e mudanças nas orientações dos órgãos envolvidos. Isso gerou insegurança jurídica e atrasos, especialmente na organização do catálogo de produtos, etapa indispensável para a migração ao novo modelo. Para Tavares, uma estrutura tecnológica eficiente permite que as empresas mantenham o controle total das etapas do projeto, com histórico, rastreabilidade e segurança das informações. “Isso garante conformidade com o novo processo e evita retrabalhos, já que todos os registros ficam claros e acessíveis”, destaca.

A contribuição da Blue Route

Com foco em automação, rastreabilidade e controle de riscos, a plataforma da Blue Route foi desenvolvida para atender exatamente às novas exigências do Portal Único. A solução faz a gestão completa do catálogo de produtos, mantendo o alinhamento com as normas do programa OEA (Operador Econômico Autorizado), o que aumenta a confiabilidade e reduz o risco de não conformidades. “Nossa plataforma garante excelência na gestão do catálogo de produtos. O importador ganha visibilidade total das informações e consegue manter seu processo sob controle, dentro das orientações do OEA e das exigências da DUIMP”, explica David Tavares, executivo de negócios da Blue Route.

O futuro é digital e conectado

Com o avanço da digitalização no comércio exterior, a automação não é mais uma opção — é uma necessidade. A nova dinâmica imposta pelo desligamento da DI e LI reforça a urgência de investir em tecnologia, controle de dados e processos integrados. “Meu conselho aos gestores é claro: invistam em tecnologia agora. Ela é indispensável para garantir controle, histórico e gerenciamento de riscos. O tempo é curto, e o cronograma já está em curso — sem tecnologia, será impossível cumprir os prazos e estruturar um catálogo de produtos com excelência”, conclui o David. 

Calendário de desligamento da DI e LI

  • Início do desligamento: 17/11/2025
  • Transição faseada: etapas mensais subsequentes até 2026
  • Documento substituto: DUIMP (Declaração Única de Importação)
  • Programa responsável: Portal Único de Comércio Exterior

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Comércio Exterior, Inovação, Tecnologia

CEO da Blue Route integra bancas em dois dos principais eventos de inovação e tecnologia do setor portuário e de comércio exterior

A CEO da Blue Route, Beatriz Grance Rinn, foi convidada para atuar como jurada em dois dos mais importantes eventos de inovação e tecnologia do país: o Comex Tech Awards 2025 e o Porto Hack Santos 2025. Reconhecida por sua atuação estratégica no setor de comércio exterior e transformação digital, Beatriz participa da seleção de projetos que estão moldando o futuro da logística e da operação portuária no Brasil.

Beatriz Grance Rinn no Comex Tech Awards 2025

O Comex Tech Awards 2025 teve como objetivo destacar cases que utilizam tecnologia de forma estratégica para transformar o setor de comércio exterior. A premiação reconhece projetos que apresentem desafios reais, envolvimento de múltiplas áreas e resultados mensuráveis, comprovando o impacto tecnológico gerado.

A banca avaliadora é composta por um time multidisciplinar de especialistas e parceiros do Comex Tech Forum. Nesta edição, Beatriz Grance Rinn analisou 43 projetos, dos quais três foram eleitos vencedores.

Entre os diferenciais da avaliação, está o uso de Inteligência Artificial (IA) nos cases — um elemento valorizado, embora não obrigatório. O foco central é o impacto prático e transformador da tecnologia aplicada, seja ela com ou sem IA.

Julgamento no Porto Hack Santos 2025

Já no Porto Hack Santos 2025, considerado o maior hackathon do setor portuário brasileiro, Beatriz integra novamente o corpo de jurados. O evento, organizado pela ABTRA e pelo Instituto AmiGU, desafia estudantes de todo o país a desenvolver soluções tecnológicas com Inteligência Artificial Generativa aplicadas ao Port Community System (PCS) do Porto de Santos.

A competição reúne 61 equipes de 38 instituições de ensino superior e ocorre em duas etapas — uma online e outra presencial. Beatriz foi jurada em ambas as fases. As dez melhores equipes foram classificadas para a grande final, marcada para o dia 13 de outubro, em Santos, onde apresentarão seus protótipos ao vivo para o júri especializado.

Objetivos e critérios de avaliação

O Porto Hack Santos 2025 busca aproximar o ecossistema acadêmico do setor portuário, promover a empregabilidade e incentivar a inovação aberta. Além disso, valoriza o desenvolvimento de competências práticas e o fortalecimento do portfólio digital dos participantes.

Os critérios de julgamento incluem:

  • Inovação — ideias originais e disruptivas para os desafios do Porto de Santos;
  • Aplicabilidade da solução — potencial de implementação no setor portuário e logístico;
  • Uso de IA Generativa — diferencial no desenvolvimento das propostas;
  • Desenvolvimento de protótipos — capacidade de transformar ideias em soluções tecnológicas viáveis;
  • Apresentação e habilidades interpessoais — trabalho em equipe, liderança e resolução de problemas;
  • Valor agregado — impacto das soluções na eficiência e acessibilidade da logística portuária.

Com sua experiência e visão estratégica, Beatriz Grance Rinn reforça o compromisso da Blue Route com a inovação e o desenvolvimento tecnológico no comércio exterior e na logística portuária, consolidando seu papel de liderança em iniciativas que conectam tecnologia, negócios e educação.

Fontes: Com informações do Comex Tech Forum e do Porto Hack Santos 2025.

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Comércio Exterior, Informação

Exclusão de atributos opcionais do Catálogo não desobriga informações sobre características dos produtos

A exclusão de mais de 1.600 atributos opcionais do Catálogo de Produtos já está em vigor, e os importadores precisam se preparar para garantir que a descrição das mercadorias continue completa e conforme as exigências da Receita Federal. Para esclarecer os impactos dessa mudança, o RêConecta News conversou com Beatriz Grance Rinn, CEO da Blue Route Tecnologia e especialista em catálogos de produtos.

Mudanças nos atributos e impacto nas NCMs

As alterações implementadas em junho e julho já afetaram diversas NCMs e, com a publicação da Notícia Siscomex 074/2025, a Receita Federal anunciou a exclusão definitiva dos atributos opcionais exclusivos da RFB. A medida entrou em vigor no início de agosto e atinge praticamente toda a Tabela de Exportação e Importação (TEC).

Segundo Beatriz Grance Rinn, a exclusão do campo de atributos opcionais não elimina a obrigatoriedade de fornecer descrições completas dos produtos. “O que precisamos observar é que existia uma informação lá, mas como foi excluída, muitos importadores estão achando que ela não é mais necessária. Mas se essa informação é importante para descrever e classificar o seu produto, ela deverá continuar sendo informada no campo texto, como fazíamos antigamente”, explica. “Sem esses ajustes, a descrição da mercadoria pode ficar incompleta, prejudicando a qualificação correta da NCM e a determinação do valor aduaneiro,” completa Beatriz. O campo texto, no catálogo de produtos, é o detalhamento complementar.

Ainda segundo a especialista, essa obrigatoriedade está baseada na legislação vigente. Mesmo com a exclusão dos atributos, os importadores continuam obrigados a cadastrar seus produtos de forma completa, conforme o Regulamento Aduaneiro (art. 711, §1º, inciso III). A descrição deve incluir classificação fiscal, espécie, marca, modelo, nome comercial ou científico e outros elementos definidos pela Receita Federal. O descumprimento pode resultar em multas e penalidades.

Beatriz ressalta que, diante dessa alteração, o campo de detalhamento complementar torna-se ainda mais estratégico, já que a “denominação” do catálogo permite apenas 100 caracteres e os atributos obrigatórios, em muitas NCMs, não são suficientes para identificar totalmente o produto.

Alinhamento com o Programa OEA

Outro ponto a ser considerado é o Programa OEA (Operador Econômico Autorizado) que também exige que a descrição das mercadorias seja completa e detalhada, contemplando todas as características essenciais para a classificação fiscal e identificação comercial, incluindo espécie, marca, modelo e nome comercial ou científico. Isso garante conformidade tributária e aduaneira.

Com a exclusão dos atributos opcionais, o preparo técnico e a atenção aos detalhes se tornam fundamentais para evitar problemas e garantir que a Receita Federal receba todas as informações necessárias. Plataformas como a oferecida pela Blue Route se consolidam como parceiras estratégicas para manter catálogos completos, precisos e atualizados, protegendo o importador de penalidades e retrabalho.

Como manter a conformidade

A Blue Route oferece uma solução tecnológica que converte automaticamente os atributos da RFB que serão extintos em atributos parametrizáveis do importador, garantindo a consistência das descrições e evitando retrabalho. Seja para produtos já integrados ao Portal Único ou para novos cadastros, a plataforma assegura integridade e conformidade com as normas da Receita Federal.

“Se essa informação opcional está lá, significa que ela é importante. O que nossa plataforma faz é pegar essa informação e colocá-la no campo texto (detalhamento complementar). Nossa solução é robusta, organizada e preparada. Garantimos que todas as informações já preenchidas nos atributos sejam reaproveitadas no detalhamento complementar, sem perda de dados,” explica Beatriz. 

TEXTO: DAIANA BROCARDO
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Tecnologia

Blue Route aposta em IA para elevar a eficiência no preenchimento do Catálogo de Produtos

Diante da nova exigência do Governo Federal para o preenchimento completo e padronizado do Catálogo de Produtos nas importações, empresas que atuam com tecnologia vêm se destacando ao oferecer soluções que facilitam a adaptação. É o caso da Blue Route, que já atua com inteligência artificial em sua plataforma e agora expande as funcionalidades com novas camadas de automação, validação e análise de risco.

Segundo Beatriz Grance Rinn, CEO da Blue Route, a ferramenta conta com um sistema de gerenciamento de risco integrado, no qual o próprio importador tem autonomia para definir o nível de auditoria que deseja aplicar. “É uma sistemática que gerencia o risco dessa operação. O importador é o próprio auditor dentro da nossa plataforma. Ele vai poder determinar o percentual de conferência mais adequado para sua segurança — seja 5%, 30% ou 70% dos itens”, explica.

IA que sugere, fundamenta e busca na fonte original

A plataforma da Blue Route foi aprimorada com quatro camadas de inteligência artificial, sendo a quarta — recentemente implantada — voltada à fundamentação técnica das informações. Essa etapa atende diretamente às exigências do novo Catálogo de Produtos, que demanda não apenas dados, mas justificativas claras e rastreáveis sobre a classificação e especificação de cada item. “A palavra fundamentação é muito importante nas exigências e nas normativas. Você não pode simplesmente reproduzir qualquer informação. É preciso justificar por que aquele produto é o que está sendo declarado”, afirma Beatriz. “Na nossa ferramenta, nós também fundamentamos toda essa base de dados: usamos laudo técnico, manual do fabricante, buscamos dados diretamente em sites confiáveis… Tudo isso gera um ciclo seguro de validação.”

Essa abordagem reduz drasticamente o risco de erros humanos, que são comuns quando grandes volumes de produtos precisam ser cadastrados um a um. “Nosso objetivo é criar uma menor interação humana e aumentar o nível de produtividade, assertividade e segurança nos preenchimentos”, reforça a CEO. “O nosso lema é: deixa a inteligência artificial trabalhar para você. Ela sugere, e o humano confere.”

Eficiência operacional com controle total do importador

Ao permitir que o próprio importador defina seu modelo de auditoria e risco, a Blue Route oferece mais do que automação — entrega controle estratégico e segurança regulatória. A lógica segue o mesmo princípio usado pela Receita Federal, que seleciona amostragens para inspeção física de cargas com base em análises de risco. “Não se abre todos os contêineres. O mesmo pode ser aplicado ao Catálogo: o importador escolhe sua porcentagem de conferência e implementa o processo com base na realidade do seu negócio”, detalha Beatriz.

Com essa estrutura robusta e inteligente, a plataforma da Blue Route se consolida como uma aliada essencial para empresas que precisam lidar com milhares de itens, alta complexidade técnica e exigências rigorosas do novo modelo de importação brasileiro.

Sobre a Blue Route

A Blue Route se consolidou como uma das principais empresas de tecnologia e consultoria para o comércio exterior no Brasil, oferecendo soluções inovadoras que integram pessoas, processos e inteligência estratégica. Com uma equipe altamente qualificada, a empresa tem como missão otimizar operações, aumentar a produtividade e gerenciar riscos, sempre com foco em compliance e segurança regulatória. Seu principal serviço é uma ferramenta avançada para gestão do Catálogo de Produtos, que já está presente em mais de 400 projetos ativos nas principais regiões do país, atendendo desde grandes varejistas até líderes globais da indústria automotiva e eletrônica. “Nosso objetivo sempre foi apoiar os importadores nesse grande desafio que é o comércio exterior e prepará-los para o futuro”, afirma Beatriz Grace Rinn, CEO da Blue Route. Para o CTO Christiano Fitarelli, o diferencial da empresa vai além da tecnologia: “Nossa missão não é apenas entregar tecnologia, mas oferecer soluções direcionadas ao compliance aduaneiro e às exigências normativas do setor”.

SAIBA MAIS EM: https://www.blueroute.com.br/ 

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGENS: FREEPIK / DIVULGAÇÃO

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Comércio Exterior, Evento, Importação, Informação, Logística, Tecnologia

Blue Route destaca papel dos dados e da tecnologia no futuro do comércio exterior 

Enquanto o debate público ainda gira em torno de reformas, burocracias e gargalos logísticos, uma revolução silenciosa já está em curso nas fronteiras brasileiras: o uso intensivo de dados na aduana. Mais do que uma tendência, trata-se de um movimento estratégico que está redefinindo o papel da tecnologia no controle aduaneiro e nas operações internacionais. 

À frente dessa discussão, a Blue Route vem se consolidando como uma das principais vozes no Brasil por uma aduana mais digital, integrada e orientada por inteligência de dados. Durante o Global Trade Summit 2025, realizado em Balneário Camboriú, a CEO da empresa, Beatriz Grance Rinn, mediou um painel decisivo sobre o tema “O uso intensivo de dados na evolução do comércio exterior e a sua aplicabilidade na gestão coordenada de fronteiras”, reunindo representantes da Receita Federal, da iniciativa privada e especialistas em tecnologia para o setor. 

Gestão coordenada de fronteiras é um tema complexo”, afirmou Beatriz. “A gente entende que o maior desafio é a comunicação. Não adianta o Brasil estar evoluindo, avançando, se o comércio exterior depende de outro país. A carga vai chegar na fronteira e vai parar.” 

Ao abordar os custos e impactos práticos do processo aduaneiro, Beatriz foi direta: Hoje, até 15% do custo dos bens comercializados pode estar relacionado às passagens de fronteira.” E complementou com um exemplo real: “Aqui no Brasil todo o processo foi super rápido. Mas ao chegar na fronteira você precisa parar e comprar um bilhete, uma passagem e, do outro lado, fazer tudo manualmente. Tem lugares que ainda usam planilhas.” 

Essa realidade fragmentada é um obstáculo para o avanço da gestão coordenada de fronteiras, conceito que envolve interoperabilidade entre sistemas, integração regional, cooperação internacional e adoção de ferramentas tecnológicas como APIs. “Isso tudo depende de acordos internacionais, comunicação, infraestrutura, vontade política, financiamentos…  São muitas camadas. Todos os anos há uma agenda sendo trabalhada para alcançar esse objetivo”, explicou Beatriz. 

Discussão mundial 

Para Beatriz o futuro do comércio exterior será moldado por quem for capaz de processar dados com mais agilidade, inteligência e estratégia. “Na parte tecnológica, o Brasil está na vanguarda. Somos referência internacional. Mas, vamos ter que puxar os outros países, senão não vamos conseguir alcançar o tão falado avanço na facilitação do comércio exterior,” enfatizou.  

Esse mesmo posicionamento foi reforçado durante a Conferência Regional da Organização Mundial de Aduanas (OMA) para as Américas e o Caribe, realizada nos dias 5 e 6 de maio, em San Salvador, El Salvador. Lá, a CEO da Blue Route foi moderadora de um painel que discutiu o papel da tecnologia no fortalecimento das aduanas da região. “Eu perguntei para eles: ‘Qual o maior desafio que a América Latina enfrenta para alcançar uma aduana integrada e sustentável?’ E a resposta foi clara: infraestrutura, tecnologia e conectividade. A conclusão foi direta: o avanço coletivo só será possível se os países mais estruturados liderarem esse processo de integração e inovação. 

As discussões demonstraram que o uso intensivo de dados na aduana é urgente — e precisa sair das plenárias para o centro da estratégia de empresas e governos. Transformar as fronteiras brasileiras em espaços mais inteligentes e conectados é o próximo passo para destravar o potencial do país no comércio internacional. E a Blue Route segue posicionada como uma das protagonistas desse caminho. 

Sobre a Blue Route 

A Blue Route é uma empresa especializada em transformação digital aplicada ao comércio exterior. Com solução tecnológica de ponta para a gestão do catálogo de produtos, está preparada para os desafios do Novo Processo de Importação, por meio da utilização e trabalho com dados, inteligência e inovação. Sempre com foco na melhoria contínua. 

Texto: Daiana Brocardo 

Fotos: Giovana Santos 

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Blue Route fortalece marca e conexões estratégicas na Intermodal 2025 com o RêConecta News 

A Blue Route Tecnologia e Consultoria marcou presença na Intermodal South America 2025 com um propósito claro: ampliar sua rede de contatos, reforçar a visibilidade da marca e reencontrar clientes espalhados por diversos estados do Brasil. Durante os três dias de evento, a empresa integrou o estande colaborativo do RêConecta News, ao lado de outras nove marcas, em um dos espaços mais movimentados da feira. “Nosso principal objetivo foi ampliar nossa rede de contatos, visibilidade da marca e encontrar nossos clientes que se encontram espalhados em diversos estados do Brasil”, afirmou Beatriz Grance Rinn, CEO da Blue Route. 

Segundo Beatriz, a localização do RêConecta e a diversidade de empresas presentes no estande chamaram atenção do público e facilitaram as abordagens. “Por ser a RêConecta uma empresa de Santa Catarina, percebemos um grande fluxo de empresas e pessoas originárias daquele estado. No entanto, percebemos que o fato de ter várias empresas representadas no stand, isso chamava a atenção das pessoas, que acabavam nos abordando curiosos em saber qual o segmento que o stand estava representando e era uma oportunidade para iniciar um novo contato. O fato de ser um stand bastante visitado, notamos como favorável pois reduz o esforço de abordagem e de gerar novas oportunidades.” 

Destaque em tecnologia para Comex 

A Blue Route apresentou ao público sua plataforma para gestão de catálogo de produtos, líder de mercado no Brasil, demonstrando seu funcionamento e fluxo de trabalho. “Apresentamos principalmente nossa marca, nosso posicionamento como líder de mercado em plataforma para gestão do catálogo de produtos no Brasil e expomos o funcionamento e fluxo de trabalho da nossa plataforma. Além de recebermos diversas visitas de clientes e parceiros, no qual receberam um brinde exclusivo nosso,” explicou Beatriz. 

Embora não tenha havido fechamento de negócios durante o evento, as expectativas em relação aos contatos gerados são altas. Um dos principais resultados até agora foram os contatos feitos e os leads coletados, que poderão gerar novos contratos. Segundo Renata Palmeira, CEO do RêConecta News e organizadora do estande, mais de três mil leads foram coletados durante a Intermodal. “São pessoas que passaram pelo estande e se interessaram pelos nossos clientes e seus produtos e serviços. Mas o impacto dessa visibilidade deve alcançar bem mais pessoas e empresas”, reforça.  

Maior feira do setor das Américas 

A Intermodal South America 2025 reuniu quase 50 mil visitantes em três dias de intensas conexões, inovações e oportunidades de negócios. Realizada entre os dias 22 e 24 de abril, pela primeira vez no Distrito Anhembi, em São Paulo, a feira consolidou-se como o maior evento de logística, transporte de cargas e comércio exterior das Américas, reunindo empresas e profissionais de diversos estados e países em um ambiente estratégico para networking, lançamentos e fortalecimento de marcas no mercado. “Estamos falando da maior Feira do setor na América do Sul, com grande fluxo de empresas e profissionais. Portanto, é uma grande oportunidade para as empresas se conectarem com seus clientes, fazerem negócios e gerar networking,” reforçou Beatriz Grance Rinn, CEO da Blue Route. 

Entre os destaques da Intermodal está também a participação da CEO Beatriz Grance Rinn, em um podcast realizado durante o evento. O tema foi Transformação Digital, Inteligência Artificial e o Futuro da Logística Multimodal, como inteligência artificial, automação e dados estão deixando a burocracia pra trás e conectando a informação certa e personalizada gerando valor ao cliente e por que a mentalidade de aprendizado importa mais do que a tecnologia em si.  

 “Entendemos que a feira foi uma grande oportunidade para reforçarmos a nossa marca e o nosso produto. A curto prazo a possibilidade de fechar novos contratos. A longo prazo a possibilidade de deixar nossa marca cada vez mais conhecida no setor. Além de reforçar os laços com nossos parceiros e clientes. Atualmente a Blue Route possui mais de 450 projetos em todo o Brasil. Nossa participação na Intermodal foi um sucesso!” 

Encerrando sua participação na Intermodal 2025, Beatriz celebrou os resultados e a troca proporcionada pelo estande coletivo: “O Stand da RêConecta foi um dos mais visitado da Intermodal. Ficamos muito felizes com o resultado positivo e com a oportunidade de dividir o espaço com outros players do mercado, o que possibilitou troca de oportunidades,” finalizou Beatriz.  

A Blue Route segue agora com novos contatos, maior visibilidade e a certeza de que investir em conexões estratégicas é o caminho para crescer de forma sólida e sustentável no setor logístico e de comércio exterior. 

RêConecta na Intermodal 2025 

A 29ª edição da Intermodal South America, realizada em abril, foi marcada por conexões estratégicas, inovação e crescimento — e o RêConecta News esteve no centro desse movimento. Pela segunda vez com um estande próprio no evento, o RêConecta reuniu 10 empresas parceiras, promovendo uma experiência colaborativa que destacou a força do ecossistema logístico e empresarial voltado à inovação, tecnologia e sustentabilidade. 

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RêConecta News vai sortear um iPhone 16 Pro Max na Intermodal 2025! Saiba como participar!

Se você é do tipo conectado, que ama uma boa novidade, se prepara: o RêConectaNews vai movimentar a Intermodal 2025 com uma ação imperdível! Quem visitar o estande G-100 e se cadastrar pelo QR disponível no local irá concorrer a um iPhone 16 Pro Max – 256 GB, lançamento recém-saído do forno, que promete ser um dos grandes desejos do público tech este ano.

Mas atenção: não é só a RêConecta que está convidando você para participar. Toda essa ação faz parte de uma estratégia inteligente e envolvente para aproximar o público e apresentar as soluções inovadoras dos clientes parceiros do RêConecta News. Ao todo são 10 empresas que se uniram para levar ao mercado o que há de melhor em todos os setores do comércio exterior e da logística.

Conheça quem são os parceiros RêConecta News

ADVANCED: Com mais de 20 anos de experiência, a Advanced é referência em câmbio internacional e soluções personalizadas, baseadas nas movimentações atualizadas do mercado internacional.

AMALOG: Especializados em operações multimodais, facilidade, previsibilidade e economia imediata para o seu negócio, a AMALOG combina tecnologia avançada e serviços customizados para os seus processo logísticos para cargas fracionadas.

BLUE ROUTE: A Blue Route é uma empresa especializada em tecnologia para o comércio exterior, oferecendo soluções que proporcionam maior produtividade, gerenciamento de riscos e uma jornada eficiente. A Blue Route tem a mais completa plataforma para gestão do catálogo de produtos, presente em importadores dos mais diversos segmentos e em diversos prestadores de serviço do Comércio Exterior.

BWIN TECH: Com mais de 20 anos de experiência, a BWIN TECH é uma corretora de seguros referência no mercado nacional e internacional, especializada em oferecer soluções personalizadas para o seu negócio em transporte, Property, Frota, Impo&Expo e gestão de riscos.

EMASFI GROUP: Com presença global em mais de 50 países, a EMASFI viabiliza soluções integradas e adaptadas às necessidades das empresas, com expertise em contabilidade, recuperação tributária e soluções fiscais, além de auditoria e banco digital para empresas do setor!

FRACTAL INTELIGENT SECURITY: A Fractal é pioneira no desenvolvimento de lacres passivos de uso único e descartáveis. Aliando consultoria especializada e tecnologia para criar protocolos personalizados e garantir a integridade da carga com rastreabilidade da origem ao destino.

GH SOLUCIONADOR LOGÍSTICO: A GH é a parceira ideal para soluções logísticas completas e personalizadas, facilitando a logística para impulsionar negócios em direção aos seus objetivos, conectando mercados, indústrias e pessoas de maneira significativa.

NAC BANK: O NAC é pioneiro quando se trata de Banco do Importador, com uma ampla gama de soluções financeiras que superam as ofertas tradicionais.


PROCESS CERTIFICAÇÕES: Com mais de 10 anos de experiência, a PROCESS CERTIFICAÇÕES combina inteligência regulatória e uma equipe altamente qualificada para conduzir, com estratégia e segurança, os registros, licenças e certificações junto aos principais órgãos reguladores, como INMETRO, ANVISA, ANATEL, IBAMA e MAPA.

UNIA COMEX: Oferece soluções completas que facilitam e impulsionam os negócios, a UNIA disponibiliza um serviço integrado que abrange desde o desembaraço aduaneiro até o transporte internacional, com dedicação e precisão. É especializada e premiada no setor de fármacos.

Como participar?

É simples! Basta visitar o estande G-100 durante a Intermodal 2025, entre os dias 22 a 24 de abril e preencher o cadastro por meio de um QR Code exclusivo que estará disponível no local. O sorteio será realizado no dia 25 de abril durante live no Instagram — e sim, qualquer um que seguir os passos e seguir as regras poderá sair de lá com o novo iPhone no bolso!

SAIBA QUAIS AS REGRAS – clique aqui.

Uma estratégia de conexão real com o mercado

O sorteio é mais do que uma premiação: é um chamado direto ao público para conhecer de perto o que o RêConectaNews e seus clientes têm de mais inovador. E tem mais: a curiosidade em torno do estande G-100 será aguçada por uma série de ações estratégicas!

Tudo isso foi pensado para gerar desejo e conexão. Afinal, a união do RêConecta News e seus parceiros é mais do que um canal de comunicação: é uma experiência viva de networking, soluções e movimento.

Não fique de fora!

Se você vai passar pela Intermodal 2025, anota aí:
📍 Estande G-100 – ReConectaNews
📅 Durante todo o evento
🎁 Sorteio do iPhone 16 Pro Max – 256 GB

Conecte-se com o novo. Conecte-se com o que importa. ReConecta-se.

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