Aeroportos

Movimentação no Aeroporto de Navegantes deve crescer 2,5% no período de Natal e Réveillon

Previsão é de mais de 113 mil passageiros entre 19 de dezembro e 4 de janeiro

O Aeroporto Internacional de Navegantes projeta aumento no fluxo de passageiros durante o período de Natal e Réveillon. Entre os dias 20 de dezembro de 2025 e 5 de janeiro de 2026, a expectativa é de que 113.020 pessoas embarquem ou desembarquem no terminal. O volume representa crescimento de 2,5% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior, quando o aeroporto registrou recordes de passageiros na última temporada.

O movimento acompanha a demanda por viagens de fim de ano, quando o turismo regional e nacional impulsiona a procura por voos. O período concentra deslocamentos de visitantes que chegam ao litoral catarinense e de moradores que viajam para outros estados.

Para atender ao aumento previsto, a administração do terminal reforçou as operações no solo, o apoio ao passageiro e as equipes de limpeza. As medidas seguem o padrão utilizado nos períodos de pico ao longo de 2025, com foco na eficiência e regularidade da operação.

Segundo Wilson Rocha Gomes, gerente do Aeroporto Internacional de Navegantes, a preparação antecipada é fundamental para manter o fluxo ordenado. “Estamos operando com equipes ampliadas para garantir que o passageiro tenha um atendimento ágil e seguro. O período de fim de ano exige atenção especial, e o planejamento das áreas operacionais permite que o terminal absorva o crescimento da demanda com estabilidade”, afirmou.

Sobre o Aeroporto de Navegantes:

Fundado em 1970, é o principal acesso aéreo para o litoral norte de Santa Catarina, onde estão localizados a cidade de Balneário Camboriú e o parque Beto Carrero World, por exemplo. Possui grande relevância para o turismo e os voltadas à aviação regional. Está sob administração da Motiva desde março de 2022.

Sobre a Motiva: Maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, a Motiva atua nas plataformas de Rodovias, Trilhos e Aeroportos. São 39 ativos, em 13 estados brasileiros e mais de 16 mil colaboradores. A Companhia é responsável pela gestão e manutenção de 4.475 quilômetros de rodovias, realizando cerca de 3,6 mil atendimentos diariamente. Em sua plataforma de trilhos, por meio da gestão de metrôs, trens e VLT, transporta anualmente 750 milhões de passageiros. Em aeroportos, com 17 unidades no Brasil e três no exterior, atende aproximadamente 45 milhões de clientes anualmente. Primeira empresa do Brasil a integrar o Novo Mercado, a Companhia está listada há 14 anos no hall de sustentabilidade da B3.

TEXTO E IMAGEM: DIVULGAÇÃO AEROPORTO INTERNACIONAL DE NAVEGANTES

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Negócios

Boeing registra aumento de 50% nas entregas em 2025

Foram 328 aeronaves entregues entre janeiro e julho, um aumento de 50% em relação a 2024

A Boeing entregou 328 aeronaves entre janeiro e julho de 2025, um aumento de 50% em relação a 2024. Esse crescimento mostra que a demanda por novos aviões está forte. Em julho, foram entregues 48 aeronaves, sendo 37 da popular família 737 Max. A Boeing também entregou 8 unidades do modelo 787 Dreamliner nesse período. Esse ritmo indica confiança do mercado e reforça a posição da Boeing como líder no setor. A alta nas entregas é resultado da recuperação do transporte aéreo e dos investimentos em renovação de frota por companhias e empresas de leasing.

Além das entregas, a Boeing registrou 699 pedidos de novas aeronaves entre janeiro e julho de 2025. Os números mostram que o setor está em expansão, com interesse forte especialmente nos modelos 737 Max, que lideram tanto as entregas quanto os pedidos recentes. Esse movimento deve impulsionar ainda mais a produção da fabricante durante o ano.

Desempenho da família 737 Max

A família 737 Max da Boeing tem se destacado nas entregas recentes em 2025. Em julho, a fabricante entregou 48 aeronaves, e 37 delas foram desse modelo. Isso mostra que o 737 Max segue sendo o favorito entre as companhias aéreas. O modelo é conhecido pela eficiência no consumo de combustível e custo-benefício, o que atrai muitos clientes no mercado. Além das entregas, a Boeing recebeu 30 pedidos de aeronaves 737 Max só no último mês. Esse desempenho reforça a importância da família 737 Max para a recuperação do setor aéreo e para a expansão das frotas globais.

Pedidos acumulados de aeronaves até julho

Até julho de 2025, a Boeing acumulou 699 pedidos de novas aeronaves, um número que mostra confiança no mercado aéreo. Esse volume de pedidos reforça o interesse das companhias aéreas em renovar suas frotas. Muitos dos pedidos são para a família 737 Max, que tem se destacado pela eficiência. Além disso, pedidos grandes indicam um movimento forte de investimentos para expansão e modernização. Esse cenário positivo sinaliza que o setor de aviação está em recuperação e crescimento neste ano.

Impacto do aumento nas operações de leasing e governos

O aumento nas entregas da Boeing em 2025 também impacta as operações de leasing e órgãos governamentais. Muitas aeronaves entregues não vão direto para as companhias aéreas, mas para empresas de leasing, que alugam aviões para várias operadoras. Isso ajuda as companhias a expandirem suas frotas sem comprar aeronaves diretamente. Além disso, o governo dos Estados Unidos recebe aeronaves para suas próprias necessidades, contribuindo para o total de entregas. Esse fluxo diversificado mostra como o mercado está dinâmico e com demandas variadas no setor aéreo.

Fonte: Modais em Foco

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Informação

Os quatro motivos que levam empresas aéreas internacionais a não operarem voos no Brasil

Indefinição sobre a cobrança do despacho de bagagem, combustível de aviação (QAV) caro, alta judicialização e novos custos com a reforma tributária. Essas são as principais vulnerabilidades do Brasil na atração de novas empresas aéreas para operar na aviação doméstica. A lista foi feita pelo CEO da ABR (Aeroportos do Brasil), Fábio Rogério Carvalho, que relatou ouvir questionamentos sobre esses quatro pontos de companhias mundo afora que têm interesse em olhar o mercado brasileiro. 

“É terrível que a gente vá para eventos e vê que mercados prioritários passam a ser o do Chile, da Colômbia, do Peru”, comentou Carvalho durante painel sobre o setor de aviação promovido na terça-feira (5) pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Do painel também participaram, entre outros representantes do setor, o diretor da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), Tiago Pereira, o secretário nacional de Aviação Civil, Tomé Franca, o CEO do MoveInfra, Ronei Glanzmann, que já foi secretário de aviação, e o presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Juliano Noman. 

Em sua fala, Carvalho reconheceu que há desafios para o Brasil destravar os pontos que afastam novas companhias aéreas, mas defendeu que é preciso fazer uma escolha por “políticas de Estado” que enderecem esses problemas. 

“Quando eu sento com um CEO de companhias aéreas, perguntamos, ‘por que vocês não vêm para o Brasil?’. Eles devolvem quatro perguntas. São perguntas que a gente precisa responder. São problemas para eles, mas também são problemas para as nossas excelentes companhias que temos no Brasil”, afirmou o CEO da ABR. 

Noman, que também já foi diretor-geral da ANAC e secretário de aviação, reforçou que há um problema com os custos de operação no Brasil, os quais as aéreas não tem mais espaço para absorver. No horizonte de novas preocupações, além de questões crônicas como o preço do QAV e os custos dolarizados, estão a reforma tributária e o aumento recente da alíquota do IOF. “A reforma tributária está aí, triplica o custo”, apontou o presidente da Abear. 

O secretário de Aviação Civil do MPor reconheceu os problemas e destacou em especial os pontos do despacho de bagagem e da reforma tributária. No caso do primeiro, a indefinição está na espera, há anos, do Congresso analisar o veto presidencial sobre o artigo que estabelece a gratuidade do despacho de bagagem em viagens aéreas. “Não faz sentido passar anos para avaliação de veto sobre despacho da bagagem. Pior que ter ou não ter cobrança de bagagem é a indefinição”, disse Franca.

Na questão da reforma tributária, o secretário afirmou que, embora a pasta esteja trabalhando para que a matéria seja regulamentada da melhor forma possível, haverá impacto para o setor. “Precisamos buscar alternativas reais diante dessa realidade [de custos]. Setor movimenta grande receita mas tem margem extremamente pequena”, afirmou.

Fonte: Agência Infra

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Notícias, Tecnologia

Maior operadora de jatos E175 encomenda 60 novas aeronaves da Embraer

A Embraer anunciou nesta quarta-feira (18) uma encomenda firme de 60 jatos E175 pela norte-americana SkyWest, com opção de compra de mais 50 aeronaves. As entregas estão programadas para começar em 2027. O valor do contrato referente aos 60 aviões é de US$ 3,6 bilhões, segundo preço de lista, e será incluído na carteira de pedidos do segundo trimestre da fabricante brasileira.

Com uma frota atual de 263 jatos e um backlog de 16 unidades, a SkyWest se consolida como a maior operadora de E-Jets do mundo. O novo pedido reforça a posição da companhia como líder global na operação do modelo E175, que é referência em aviação regional nos Estados Unidos. Os jatos serão operados pela Delta Connection, subsidiária regional da Delta Air Lines que possui contrato com a SkyWest.

Como maior operadora de E175 do mundo, estamos satisfeitos em continuar expandindo nossa frota e fortalecendo nossa presença no segmento de cabine dupla. Essa encomenda nos permite avançar em nossa estratégia de longo prazo e manter a excelência no serviço regional”, declarou Chip Childs, presidente e CEO da SkyWest.

Arjan Meijer, CEO da Embraer Aviação Comercial, também celebrou o anúncio: “Estamos entusiasmados em continuar nossa longa parceria com a SkyWest. O E175 é a espinha dorsal da aviação regional na América do Norte, e esse pedido demonstra a confiança da SkyWest no desempenho, confiabilidade e conforto dos nossos jatos.

A relação entre Embraer e SkyWest começou em 1986, com a aquisição de cinco turboélices EMB-120 Brasília. No fim dos anos 1990, a empresa norte-americana já operava mais de 40 unidades do modelo. A parceria foi renovada em 2013 com a compra de 100 E175s, e hoje a SkyWest é a maior operadora desse jato no mundo.

Fonte: Aeroin

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Notícias

Lista com as melhores companhias aéreas do mundo tem duas brasileiras; veja ranking

A Qatar Airways manteve a liderança no ranking do Skytrax World Airline Awards, prêmio conhecido como o “Oscar” da aviação

A lista das melhores companhias aéreas do mundo foi divulgada nesta terça-feira, 17, durante o Paris Air Show. A Qatar Airways manteve a liderança no ranking do Skytrax World Airline Awards, prêmio conhecido como o “Oscar” da aviação. A premiação avalia diversos aspectos do serviço, incluindo o conforto dos assentos, a qualidade das refeições, o atendimento da tripulação e as amenidades oferecidas aos passageiros.

O ranking deste ano também destaca a LATAM, companhia chile-brasileira, que, assim como em 2024, manteve sua posição como a melhor companhia aérea da América do Sul. Na lista geral, a LATAM ocupa a posição 43. No Brasil, a companhia segue vivendo um bom momento, com sua participação de mercado crescendo para 40% em abril de 2025, um aumento considerável em relação aos 33% registrados em 2021, de acordo com dados da ANAC.

No ranking do Skytrax World Airline Awards, outra companhia brasileira que aparece é a Azul, que ocupava a posição 53 em 2023, mas sofreu uma queda significativa, passando para a posição 71 este ano. A queda reflete os desafios que a Azul enfrenta para manter sua competitividade no cenário global, embora ainda seja uma das principais companhias aéreas no Brasil.

O Skytrax World Airline Awards, que existe desde 1999, continua sendo uma das avaliações mais respeitadas da indústria de aviação. As companhias que figuram nas primeiras posições não se destacam apenas pela qualidade do serviço, mas também pela inovação e excelência no atendimento aos clientes, como é o caso da Qatar Airways, que segue sendo referência em conforto, gastronomia e entretenimento a bordo.

As melhores companhias aéreas do mundo

PosiçãoCompanhia Aérea
1Qatar Airways
2Singapore Airlines
3Cathay Pacific Airways
4Emirates
5ANA All Nippon Airways
6Turkish Airlines
7Korean Air
8Air France
9Japan Airlines
10Hainan Airlines
11Swiss International Air Lines
12EVA Air
13British Airways
14Qantas Airways
15Lufthansa
16Virgin Atlantic
17Saudia
18STARLUX Airlines
19Air Canada
20Iberia
21KLM Royal Dutch Airlines
22Delta Air Lines
23Austrian Airlines
24Air New Zealand
25Finnair
26Etihad Airways
27Malaysia Airlines
28AirAsia
29Thai Airways
30Scoot
31Fiji Airways
32Bangkok Airways
33China Southern Airlines
34Virgin Australia
35Gulf Air
36Air Astana
37China Airlines
38Ethiopian Airlines
39IndiGo
40Eurowings
41Asiana Airlines
42Vueling Airlines
43LATAM
44Porter Airlines
45Volotea
46Garuda Indonesia
47Aegean Airlines
48Oman Air
49Transavia France
50Azerbaijan Airlines
51United Airlines
52jetBlue Airways
53Iberia Express
54Aer Lingus
55LOT Polish
56Hong Kong Airlines
57ITA Airways
58Flynas
59EasyJet
60Air Transat
61Ryanair
62Vietnam Airlines
63Air Mauritius
64RwandAir
65TAP Portugal
66Jet2.com
67South African Airways
68Egyptair
69Alaska Airlines
70Royal Air Maroc
71Azul
72HK Express
73Breeze Airways
74flyDubai
75WestJet
76Southwest Airlines
77airBaltic
78TUI Airways
79SunExpress
80SAS Scandinavian
81JetSMART Airlines
82Air Dolomiti
83American Airlines
84Air India
85Royal Brunei Airlines
86SKY Airline
87FlyArystan
88Jetstar Airways
89Kenya Airways
90Allegiant Air
91Sun Country Airlines
92StarFlyer
93Jetstar Asia
94Air Canada rouge
95Peach
96Copa Airlines
97QantasLink
98China Eastern Airlines
99Air Serbia
100Hawaiian Airlines

Fonte: Exame

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Internacional, Negócios

Qatar Airways assina histórico acordo com Boeing para 160 aeronaves durante visita de Trump

A Qatar Airways, sob a liderança do CEO Badr Mohammed Al Meer, assinou um acordo histórico para a aquisição de até 160 aeronaves widebody da Boeing durante uma visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, marcando o maior pedido da história da empresa americana. Este acordo destaca os planos de expansão significativos da Qatar Airways e sua frota existente, composta por 64 Boeing 777s, 53 Boeing 787s e 9 Boeing 737s, evidenciando o compromisso da companhia em modernizar e expandir suas operações.

O acordo ocorre em um momento em que a Boeing enfrenta desafios, incluindo mudanças na liderança com Robert Kelly Ortberg assumindo como CEO em agosto de 2024, e esforços contínuos para estabilizar a empresa após problemas anteriores. Este pedido massivo não apenas impulsiona o livro de encomendas da Boeing, mas também fortalece as relações entre os EUA e o Qatar, especialmente no contexto da administração de Trump, que se concentra em fortalecer a manufatura americana e parcerias comerciais internacionais. O acordo reflete um alinhamento estratégico entre as ambições da aviação do Qatar e a estratégia de recuperação e crescimento da Boeing.

Fonte: Diário do Brasil

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Comércio Exterior, Economia, Informação, Inovação, Notícias, Tecnologia

Entenda como novo avião da Airbus pode transformar mapa aéreo do mundo

A nova aeronave comercial A321XLR pode voar mais longe do que qualquer outro avião de corredor único no mercado e está recebendo centenas de encomendas

O modelo de avião A321XLR, ou “Extra Long Range” (XLR, na tradução em inglês), derivado do popular A321neo que estreou em 2017, pode voar mais longe do que qualquer outro avião de corredor único no mercado.

Segundo a Airbus, ele também queima 30% menos combustível por assento do que aeronaves da geração anterior.

“Isso nos permite ir a cidades que não poderíamos correr o risco com um avião de fuselagem larga”, disse Reid Moody, diretor de estratégia e planejamento da Aer Lingus, referindo-se às aeronaves de corredor duplo, como o Airbus A330 ou o Boeing 787, comuns em voos transatlânticos.

A Aer Lingus lançou seu primeiro voo direto de Dublin, na Irlanda, para Nashville, o que só foi possível com o novo avião de maior alcance da Airbus.
A transportadora irlandesa já opera dois A321XLRs e planeja adicionar mais quatro até o final do ano.

Centenas de aviões encomendados

Companhias aéreas do mundo todo estão clamando pelo novo avião.

A Aer Lingus e sua concorrente espanhola, a Iberia — ambas de propriedade do conglomerado aéreo europeu International Airlines Group (IAG) — já voam o A321XLR, e a Airbus tem pedidos firmes de mais de 500 unidades do modelo, mostram dados da empresa de análise de aviação Cirium.

Air Canada, American Airlines, Qantas Airways e United Airlines estão entre as que aguardam seu primeiro XLR.

Aviões de corredor único cruzando o Atlântico Norte não são novidade.

O 757 da Boeing voou pelos céus entre a América do Norte e a Europa por décadas. A aeronave, no entanto, é velha. O último avião saiu da linha de produção em Everett, Washington, em 2004.

As companhias aéreas restantes que voam o 757, incluindo a United, estão ansiosas para substituí-los pelos novos XLRs que economizam combustível. E outras, como a Aer Lingus, querem que o novo modelo da Airbus expanda seu mapa transatlântico para novas cidades.

O XLR, quando substituir os antigos 757s, deve permitir que as companhias aéreas ignorem os principais hubs em ambos os lados do Atlântico e abram novas rotas transatlânticas sem escalas para cidades menores.

“Vamos abrir de 10 a 12 novas cidades na Europa Oriental (e) Norte da África, saindo de Newark e (Washington) Dulles”, disse o CEO da United, Scott Kirby, no podcast The Air Show em junho. “Estamos animados com isso.”

Embora Kirby não tenha revelado quais cidades a United está considerando, seus planos de expansão recentes sugerem destinos inovadores, pelo menos dos Estados Unidos, como Bilbao, na Espanha, e Nuuk, na Groenlândia.

A United espera entregar o primeiro dos 50 A321XLRs no início de 2026.

A American Airlines também está de olho na Europa com seus próximos XLRs.

“Estamos analisando novos destinos secundários, como Espanha, Portugal, Reino Unido, qualquer coisa dentro do alcance — França, Alemanha, Escandinávia, todos esses destinos menores para os quais achamos que um wide-body não é adequado”, disse Brian Znotins, que lidera o planejamento de rede na American, ao The Points Guy em novembro.

O primeiro XLR da American, que deve ser lançado ainda este ano, será usado inicialmente em voos transcontinentais premium entre Nova York e Los Angeles e São Francisco.

Além das oportunidades de expansão, os viajantes também podem ver as companhias aéreas usando seus XLRs para adicionar voos extras em rotas que podem ter apenas um hoje.

Ou o avião pode ser usado para estender uma rota sazonal; por exemplo, uma que voa apenas durante o verão, para o status de voo durante todo o ano, voando durante o inverno de menor demanda.

Perguntas de alcance

Quantas novas rotas transatlânticas e outras rotas o XLR irá desbloquear é uma questão em aberto.

Modificações de segurança exigidas pelos reguladores europeus adicionaram peso ao avião. É amplamente reconhecido que as mudanças reduziram o alcance estimado do jato para cerca de 5.200 milhas (4.500 milhas náuticas) de até 5.400 milhas (4.700 milhas náuticas).

O corte de alcance, embora aparentemente pequeno, pode significar a diferença entre voar de Nova York para a maior parte da Europa ou apenas para a Europa Ocidental.

“O XLR é absolutamente mais pesado do que a Airbus queria que fosse originalmente”, disse Jon Ostrower, editor do The Air Current, em um episódio recente do The Air Show. “Isso realmente afetou as operações de longo alcance pesadamente carregadas que as companhias aéreas como a Frontier queriam com 240 assentos.”

A empresa de descontos Frontier Airlines cancelou seu pedido do XLR em agosto alegando preocupações com o desempenho.

“O avião provavelmente não terá o alcance para fazer algumas das rotas que as pessoas esperavam ver, como a Costa Leste para Roma”, disse Brett Snyder, presidente do serviço de assistência a viagens Cranky Concierge e autor do blog Cranky Flier.

“Mas ele está permitindo voar, incluindo Dublin para Nashville e Indianápolis. Com o tempo, haverá mais oportunidades de se esticar e tentar coisas novas.”

A maioria das companhias aéreas parece despreocupada com o corte de alcance.

“É uma preocupação apenas durante os verões de pico”, diz Ramiro Sequeira, diretor de operações da Iberia, sobre as capacidades do A321XLR. A transportadora acredita que pode fazer tudo o que esperava com o avião — se não mais.

A Iberia foi a primeira a voar com o XLR, estreando o avião em voos entre Madri e Boston em novembro. Ela planeja introduzi-lo em abril em voos para Washington, DC, aguardando a entrega atrasada de sua segunda aeronave da Airbus.

Sequeira não revelou o que vem por aí para o avião na Iberia. “Novas rotas são segredo do departamento comercial”, diz.

Os viajantes podem esperar um produto a bordo do XLR semelhante ao que veriam em um avião maior.

A American planeja introduzir uma nova classe executiva e um produto econômico premium em seus A321XLRs quando eles estrearem no final deste ano.

A companhia aérea equipará os aviões com 20 de suas novas “Flagship Suites” totalmente reclináveis ​​na frente, 12 assentos econômicos premium espaçosos no meio e um produto econômico atualizado na parte de trás.

“Estamos realmente satisfeitos (com) a introdução da nossa nova Flagship Suite”, disse o CEO da American, Robert Isom, aos investidores em 23 de janeiro, citando o XLR como um dos primeiros aviões a receber os assentos. Ele enfatizou que o conforto do passageiro era importante em aviões que voarão rotas internacionais mais longas.

Aer Lingus e Iberia equiparam seus aviões com assentos de classe executiva totalmente reclináveis ​​na frente e assentos econômicos padrão atrás. E o feedback dos clientes, eles disseram, é amplamente positivo.

“O cliente”, disse Moody, “para todos os efeitos, não se importa em viajar no avião de fuselagem estreita em vez do de fuselagem larga”.

FONTE: CNN
Entenda como novo avião da Airbus pode transformar mapa aéreo do mundo | CNN Brasil

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