Logística

Fiel Depositário em Manaus garante mais agilidade e redução de custos nas operações logísticas com a AMALOG

Em um cenário logístico cada vez mais desafiador, transportar carga para a Região Norte do país, não é tarefa fácil. Neste cenário, ter agilidade na liberação e no fluxo das cargas tornou-se um fator decisivo para a competitividade das empresas. 

É nesse contexto que a AMALOG passa a ofertar em suas operações de cabotagem, o benefício de Fiel Depositário em Manaus (AM), garantindo mais velocidade, previsibilidade e redução de custos para operações que dependem da liberação do SEFAZ.

Com essa modalidade, a AMALOG possibilita que as cargas, retiradas por questões relacionadas à liberação fiscal, sejam retiradas do Terminal portuário após sua chegada, com mais rapidez, reduzindo gargalos operacionais e evitando atrasos e custos extras que impactam diretamente no caixa das empresas.

Mais fluidez operacional e menos custos ocultos

O serviço de Fiel Depositário oferecido pela AMALOG traz ganhos claros para os Clientes que atuam na Zona Franca de Manaus e que têm suas operações sujeitas à fiscalização estadual. 

Entre os principais benefícios estão:

  • Mais agilidade na retirada da carga no porto, logo após a chegada,
  • Rapidez na entrega das mercadorias, após a selagem realizada pelo SEFAZ
  • Maior previsibilidade logística, permitindo melhor planejamento das operações
  • Redução de custos operacionais, especialmente em cargas que exigem maior tempo de liberação fiscal
  • Mais tranquilidade e segurança para empresas que confiam suas operações à AMALOG

Ao minimizar o tempo de permanência das cargas no porto, o modelo contribui diretamente para a diminuição de despesas com armazenagem, demurrage e outros custos indiretos que afetam a rentabilidade do negócio.

Solução estratégica para quem opera em Manaus

Contar com o benefício de Fiel Depositário reforça o compromisso da AMALOG em oferecer soluções logísticas inteligentes, alinhadas às particularidades fiscais e operacionais da região de Manaus. 

A empresa atua como parceira estratégica dos seus clientes, assumindo um papel fundamental na fluidez da cadeia logística e no cumprimento das exigências legais junto ao SEFAZ.

Sobre a Amalog

A Amalog atua há oito anos com foco em transformar a logística por meio da tecnologia e da automação, oferecendo soluções eficientes e integradas. Com sede em Santos e armazéns em pontos estratégicos do país, como Itajaí, Campinas, Cachoeirinha, São José dos Pinhais, Belo Horizonte e Manaus, a empresa destaca-se pela integração de diferentes modais. Especializada em cargas fracionadas (LTL) e no transporte por cabotagem, a Amalog garante agilidade, redução de custos e cobertura nacional. Como define no Diretor Shandres Jordani, “transportamos de alfinete a foguete”, atendendo diferentes perfis de carga em todo o Brasil.

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGEM:AMALOG

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Portos

Justiça de SC condena Porto de Imbituba por atraso na liberação de carga e descarta força maior

A 4ª Câmara Comercial do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) condenou a administradora do Porto de Imbituba, no Sul do estado, a indenizar uma empresa importadora devido ao atraso na liberação de um contêiner. A carga havia sido redirecionada ao terminal após as fortes chuvas que atingiram Santa Catarina em 2023.

Por decisão unânime, os desembargadores rejeitaram as teses apresentadas pelo porto, que alegava força maior, fato do príncipe e culpa da própria importadora para afastar a responsabilidade.

Terminal aceitou carga além da capacidade, aponta decisão

Segundo os autos, o Porto de Imbituba não era contratualmente obrigado a receber cargas transferidas de outros terminais. Ainda assim, optou por aceitar o redirecionamento, mesmo sem estrutura operacional suficiente para absorver o aumento repentino da demanda.

Embora a Receita Federal tenha concluído o desembaraço aduaneiro em curto prazo, o contêiner permaneceu retido no terminal além do período adequado. A demora resultou na cobrança de taxas de armazenagem e de demurrage (sobre-estadia), inclusive durante o chamado free time, quando não deveria haver custo para o importador.

“Assunção de risco” fundamenta condenação do porto

Para o colegiado, ao aceitar um volume de cargas superior à sua capacidade operacional, a administradora assumiu o risco da atividade. Com isso, ficou caracterizada a responsabilidade objetiva pela falha na prestação do serviço, independentemente de culpa.

A sentença de primeira instância já havia determinado:

  • Restituição das cobranças consideradas indevidas;
  • Ressarcimento das despesas de transporte suportadas pela importadora;
  • Rejeição da reconvenção apresentada pelo porto.

Tribunal rejeita alegação de cerceamento de defesa

No recurso, a administradora do terminal sustentou que houve cerceamento de defesa, em razão da ausência de produção de prova oral. O argumento, no entanto, foi afastado pelos desembargadores.

De acordo com o entendimento da Câmara, a documentação juntada aos autos era suficiente para o julgamento da controvérsia, em conformidade com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconhece o poder do juiz de conduzir a instrução processual.

Valor da condenação é ajustado

Apesar de manter a condenação, o TJSC promoveu ajustes no aspecto financeiro da decisão. O valor da causa foi fixado em R$ 14.423,78, correspondente ao prejuízo efetivamente discutido no processo. Também foi determinado que os honorários de sucumbência sejam calculados com base no valor da condenação, conforme orientação do STJ.

O recurso foi conhecido e parcialmente provido.

Posicionamento da administradora

A reportagem entrou em contato com a assessoria da SCPar Porto de Imbituba para obter um posicionamento sobre a decisão judicial, mas não houve retorno até a publicação. O espaço segue aberto para manifestação.

FONTE: ND+
TEXTO: Redação
IMAGEM: SCPar Porto de Imbituba/Divulgação/ND Mais

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