Internacional

Embaixada dos EUA em Riad é alvo de ataque com drones e sofre incêndio

A embaixada dos Estados Unidos em Riad, capital da Arábia Saudita, foi atingida por dois drones na manhã desta terça-feira (3), provocando um incêndio no complexo diplomático, informou o Ministério da Defesa da Arábia Saudita. A notícia foi divulgada pela agência Reuters, citando comunicado oficial publicado na rede X pelas autoridades sauditas.

Segundo o ministério, as defesas aéreas conseguiram interceptar os drones, mas parte deles ainda atingiu o prédio, causando “um incêndio limitado e alguns danos materiais”. Não houve registro de feridos.

Explosão e fumaça em área diplomática

Fontes próximas ao caso relataram à Reuters que uma forte explosão foi ouvida nas primeiras horas da manhã, seguida de chamas visíveis nas dependências da embaixada. Apesar da aparente gravidade, o fogo teve pequenas proporções.

Imagens registradas por celulares mostraram veículos circulando nas proximidades do Bairro Diplomático de Riad, onde estão localizadas várias missões estrangeiras. Nuvens de fumaça preta foram vistas subindo sobre a área, mas não houve vítimas, já que o prédio estava vazio durante o ataque.

Alerta para cidadãos norte-americanos

Após o incidente, a embaixada dos EUA emitiu um aviso de “shelter in place”, recomendando que cidadãos norte-americanos em Riad, Jidá e Dhahran permaneçam abrigados. O comunicado também orientou a evitar deslocamentos até o local até novo aviso, em razão do ataque às instalações diplomáticas.

Um porta-voz da embaixada não respondeu imediatamente a pedidos de comentário da Reuters, e o governo saudita também não se manifestou até a publicação da reportagem.

Retaliação iraniana e risco de escalada regional

O ataque ocorre em meio a uma tensão crescente no Oriente Médio. A ofensiva com drones e mísseis é atribuída ao Irã e teria sido desencadeada após bombardeios realizados pelos Estados Unidos e Israel no país no sábado, elevando o risco de um conflito de maior escala na região do Golfo.

Até o momento, as circunstâncias completas do incidente em Riad não puderam ser confirmadas de forma independente. Especialistas alertam que a situação aumenta a instabilidade na região, estratégica para o fornecimento global de energia e para a presença militar norte-americana no Oriente Médio.

Confira o vídeo

FONTE: Brasil 247
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução X

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Exportação

Exportações do Brasil para países árabes crescem 10% e geram superávit de US$ 1,3 bilhão

As exportações brasileiras para países árabes iniciaram o ano em ritmo positivo. Em janeiro, o Brasil faturou US$ 1,985 bilhão com vendas externas para a região, avanço de 10% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e foram compilados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira. No mesmo período, as importações recuaram 25,1%, totalizando US$ 668,9 milhões.

Emirados lideram compras de produtos brasileiros

Entre os parceiros comerciais, os Emirados Árabes Unidos foram o principal destino das vendas, com US$ 600,1 milhões — crescimento expressivo de 110%.

Na sequência aparecem:

  • Arábia Saudita: US$ 245,13 milhões (+9%)
  • Egito: US$ 233,5 milhões (-42,3%)

O resultado reforça a importância da região para o comércio exterior brasileiro e amplia a diversificação dos mercados compradores.

Fornecedores árabes ao Brasil

No fluxo inverso, a Arábia Saudita foi o maior fornecedor entre os países árabes, com embarques de US$ 205,8 milhões, apesar da queda de 47,6%.

Já os Emirados Árabes Unidos registraram forte crescimento nas vendas ao Brasil, alcançando US$ 141,6 milhões (alta de 497%), enquanto o Egito exportou US$ 128,5 milhões, avanço de 19,8%.

Principais produtos comercializados

Entre os itens exportados pelo Brasil, destacam-se:

  • açúcar
  • milho
  • carne de frango
  • minério de ferro
  • gado vivo
  • petróleo bruto
  • carne bovina congelada

Já nas compras brasileiras, predominam:

  • petróleo refinado
  • fertilizantes nitrogenados
  • petróleo bruto
  • fertilizantes fosfatados

Corrente de comércio e saldo positivo

A corrente de comércio bilateral somou US$ 2,6 bilhões em janeiro, leve queda de 1,6% na comparação anual. Apesar disso, o superávit comercial brasileiro cresceu 44,4%, atingindo US$ 1,3 bilhão.

O desempenho reforça a relevância do mercado árabe para a balança comercial nacional e evidencia o peso do agronegócio e de commodities minerais nas vendas externas.

FONTE: ANBA
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Agronegócio

Brasil amplia exportações de carne bovina com abertura dos mercados do Vietnã e da Arábia Saudita

O Brasil deu mais um passo para ampliar a presença de seus produtos agropecuários no mercado internacional. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE) informaram a conclusão das negociações sanitárias que viabilizam a abertura de mercados no Vietnã e na Arábia Saudita para produtos bovinos brasileiros.

Segundo comunicado conjunto, as autoridades sanitárias do Vietnã autorizaram a importação de gordura bovina brasileira, medida que amplia o portfólio de produtos exportados e cria novas oportunidades para a cadeia da pecuária nacional.

Vietnã amplia compras do agronegócio brasileiro

Com uma população estimada em cerca de 100 milhões de habitantes, o Vietnã se consolida como um dos principais parceiros comerciais do agronegócio brasileiro. Somente em 2025, o país asiático importou mais de US$ 3,5 bilhões em produtos agropecuários do Brasil.

Entre os itens mais comercializados estão milho, produtos do complexo soja, além de fibras e produtos têxteis, reforçando a importância estratégica do mercado vietnamita para o setor.

Arábia Saudita autoriza importação de heparina bovina

Já na Arábia Saudita, houve a liberação para a exportação de heparina bovina, substância anticoagulante amplamente utilizada em procedimentos e tratamentos médicos. O aval das autoridades sanitárias sauditas representa um avanço relevante para a indústria brasileira de insumos de origem animal.

O país do Oriente Médio, que possui aproximadamente 34 milhões de habitantes, importou mais de US$ 2,8 bilhões em produtos agropecuários brasileiros no último ano. Entre os principais destaques estão o milho, os produtos do complexo carnes e do complexo sucroalcooleiro.

Expansão de mercados e diversificação das exportações

A abertura desses novos mercados reforça a estratégia brasileira de diversificação das exportações agropecuárias e amplia a competitividade dos produtos de origem bovina no cenário global, fortalecendo a imagem sanitária do Brasil junto a importantes parceiros comerciais.

FONTE: Canal Rural Mato Grosso
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Canal Rural Mato Grosso

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Agronegócio

Brasil amplia abertura de mercado agropecuário no Vietnã e na Arábia Saudita

O Brasil avançou na abertura de mercados internacionais ao concluir negociações sanitárias que autorizam a exportação de novos produtos agropecuários para o Vietnã e a Arábia Saudita. As liberações fortalecem a presença brasileira em dois importantes destinos do comércio global.

Vietnã autoriza importação de gordura bovina brasileira

As autoridades sanitárias vietnamitas confirmaram o aceite para a exportação de gordura bovina do Brasil, ampliando as oportunidades para a cadeia da pecuária nacional. A medida contribui para a diversificação da pauta exportadora brasileira no país asiático.

Com aproximadamente 100 milhões de habitantes, o Vietnã figura entre os principais parceiros do agronegócio brasileiro. Em 2025, o país importou mais de US$ 3,5 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, com destaque para milho, complexo soja, fibras e produtos têxteis.

Arábia Saudita abre mercado para heparina bovina

Na Arábia Saudita, foi confirmada a abertura de mercado para a heparina bovina, insumo de origem animal amplamente utilizado como anticoagulante em procedimentos médicos e terapias clínicas. A autorização amplia a presença brasileira em segmentos de maior valor agregado.

O país do Oriente Médio, com cerca de 34 milhões de habitantes, importou mais de US$ 2,8 bilhões em produtos agropecuários brasileiros no último ano. Entre os principais itens estão milho, além de produtos dos complexos carnes e sucroalcooleiro.

Agronegócio brasileiro acumula centenas de novas oportunidades

Com as novas autorizações, o agronegócio brasileiro soma 527 aberturas de mercado desde o início de 2023, resultado de uma estratégia voltada à ampliação do acesso a mercados e à diversificação das exportações.

Atuação conjunta fortalece comércio exterior

Os avanços são resultado do trabalho coordenado entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que atuam de forma integrada nas negociações sanitárias e diplomáticas para expandir a presença do Brasil no comércio internacional.

FONTE: Ministério da Agricultura e Pecuária
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MAPA

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Internacional, Investimento

Missão ao Oriente Médio da ApexBrasil e Consórcio Nordeste apresenta projetos para autoridades e fundos de investimento da Arábia Saudita

Delegação esteve no Catar e segue para os Emirados Unidos em busca de novos investimentos estrangeiros para os estados nordestinos

A  Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) em parceria com o Consórcio Nordeste estão em uma missão internacional aos países do Oriente Médio apresentando oportunidades de investimento na região. Depois de passar por Doha, capital do Catar, representantes de oito dos nove estados nordestinos e de instituições financeiras do Brasil se reuniram com cerca de 40 autoridades sauditas, porta-vozes do governo, fundos de investimento e empresas locais.

Representando a ApexBrasil, a diretora de Negócios, Ana Paula Repezza, destacou a convergência entre os interesses sauditas com as oportunidades apresentadas.

“Segurança alimentar, segurança energética, logística e inovação são exemplos de áreas prioritárias tanto para a Arábia Saudita quanto para as iniciativas de promoção de investimentos apoiadas pela ApexBrasil e aqui apresentadas.” Ana Paula Repezza, diretora de Negócios da ApexBrasil

No primeiro dia, governadores, vice-governadores e secretários de estado participaram de mais um dia de “Northeast Day”, momento da missão no qual cada estado presente detalha dois projetos específicos eleitos como oportunidades estratégicas de investimentos, em termos bem abrasileirados é “a hora de vender seu peixe”.  O vice-governador do Rio Grande do Norte, Walter Alves, falou sobre o programa de eficiência energética e o porto Indústria Verde. “Ambos os projetos foram concebidos com o propósito de modernizar a infraestrutura logística e energética do Nordeste brasileiro, por meio de soluções sustentáveis e tecnologicamente novadoras”.

Ele defendeu não apenas projetos estratégicos de investimentos, mas sobretudo oportunidades de parcerias que respeitem e dialoguem com as prioridades de longo prado da Arábia Saudita e da região Nordeste. 

“Essas iniciativas oferecem excelentes oportunidades de cooperação com a Arabia Saudita contribuindo diretamente com os pilares do programa Visão Saudita 2030, que visa o acesso confiável à energia limpa e renovável, o fortalecimento das cadeias globais do comércio, inclusive de abastecimento alimentar, e o desenvolvimento de infraestrutura de baixo carbono, essenciais para o processo de descarbonização da economia saudita, garantindo assim uma parceria duradoura que promove estabilidade e prosperidade entre a Arábia Saudita e a região Nordeste.” Walter Alves, vice-governador do Rio Grande do Norte

Em seguida, foram realizadas reuniões bilaterais nas quais nordestinos e sauditas debateram sobre pontos de convergência e trocaram informações mais aprofundadas sobre possíveis negócios.

Busca de parcerias com Fundo Saudita para o Desenvolvimento (SFD)

Na manhã seguinte, os representantes participaram de uma reunião com representantes do Fundo Saudita para o Desenvolvimento (SFD), uma importante instituição do governo da Arábia Saudita que apoia projetos de impacto em países em desenvolvimento. O SFD atua com empréstimos concessionais e subsídios estratégicos, promovendo crescimento econômico, inclusão social e melhorias na qualidade de vida em diversas regiões do mundo.

Para o vice-governador da Paraíba, Lucas Ribeiro, o encontro abre portas para buscar parcerias com o SFD. 

“Concluímos aqui na Arábia Saudita, uma reunião muito importante com o SFD com os estados apresentando projetos importantes sociais e de infraestrutura para que possam ser analisados e a gente possa esta parceria com este fundo que tem feito trabalhos em diversos países, incluindo o Brasil.” Lucas Ribeiro, vice-governador da Paraíba

Sobre a missão

Após a agenda no Catar, a delegação seguiu para a Arábia Saudita, onde se reuniu com mais de 40 representantes de entidades locais interessados em conhecer as potencialidades do Nordeste e explorar oportunidades de cooperação. A missão também conta com a participação de representantes de instituições parceiras do Sistema Financeiro Nacional, como o Banco do Brasil, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e o Banco do Nordeste, reforçando o caráter multissetorial da iniciativa

Fonte: ApexBrasil

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Importação, Industria, Investimento, Portos

Brasil e Arábia Saudita sinalizam acordo para investimento no setor portuário

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, apresentou ao chefe de Relações Externas da empresa Red Sea Gateway Terminal (RSGT), Sultan Khayat, e ao diretor-executivo da Jens Floe Group, companhias do setor aquaviário da Arábia Saudita, a maior carteira de investimento do programa de concessões de portos e hidrovias do Brasil.

Realizado por meio de videoconferência na manhã desta terça-feira (11), o encontro foi uma oportunidade para o titular da pasta de portos e aeroportos apresentar, a uma das maiores operadoras de terminais de contêineres do mundo, todo o portfólio de empreendimentos no setor que irá a leilão até 2026.

Durante a reunião, o ministro Silvio Costa Filho destacou o potencial do Brasil no setor portuário e mencionou números expressivos do último balanço realizado. “Ficamos felizes em poder construir essa parceria entre a Arábia Saudita e o Brasil. Nós estamos vivendo o melhor momento econômico do país. Nos últimos dois anos, tivemos um crescimento em mais de 3% da nossa economia. Fechamos o ano de 2024 com um crescimento no setor portuário na ordem de mais de 5%. No setor de contêineres houve um crescimento em 18%”. Costa Filho também destacou que o agronegócio e a indústria estão em expressivo crescimento. “Neste governo tivemos o maior crescimento da indústria brasileira dos últimos 15 anos. Além disso, o Brasil saiu da 11ª posição na economia mundial para a 9ª , com grande crescimento no produto interno bruto, o PIB”, ressaltou.

Na ocasião, o grupo RSGT manifestou interesse em investir nos ativos que serão arrendados pelo Governo Federal , especialmente na região de Itaguaí (RJ), na Bahia, e no projeto do Tecon Santos 10, que é o megaterminal de contêineres localizado no Porto de Santos, concebido para ampliar significativamente a capacidade portuária do Brasil. A empresa árabe é um gigante do Setor Portuário Mundial e opera o mais novo terminal de contêineres do Porto Islâmico de Jeddah, na Arábia Saudita, cujo investimento equivale a cerca de (US$) 1,7 bilhão de dólares.

De acordo com o secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, o Brasil vai apresentar, nos próximo dois anos, oportunidade de investimentos em mais de 40 leilões, com grandes concessões na área de granéis sólidos, líquidos, vegetais, entre outros. “Queremos ampliar essa parceria também na área da mineração. O leilão do terminal ITG02, que é destinado à movimentação de granel sólido, deve movimentar cerca de 20 milhões de toneladas por ano e foi o maior leilão da história do centro portuário. Nós conduzimos todos esses processos de leilões e concessões para ampliação da infraestrutura e da capacidade portuária do nosso país”, indicou.

Infraestrutura Brasileira

O Brasil tem investido na modernização de sua infraestrutura portuária, promovendo concessões e parcerias público-privadas para aumentar a eficiência e a competitividade do setor. A entrada de operadores globais como o RSGT pode impulsionar ainda mais o desenvolvimento logístico do país, atraindo investimentos e ampliando a capacidade dos portos brasileiros.

Ainda de acordo com o ministro, o setor portuário se consolidou como prioridade para o desenvolvimento econômico do país. “Em dois anos do governo do presidente Lula, já investimos R$ 20,8 bilhões e até o fim do governo, em 2026, teremos mais de R$ 50 bilhões em investimentos vindos do setor privado”, afirmou.

A reunião reforçou o interesse mútuo entre Brasil e Arábia Saudita na cooperação para o desenvolvimento portuário, abrindo caminho para negociações e parcerias estratégicas. “O Brasil foi ressaltado como um mercado-chave para a nossa empresa, com possibilidades de ações imediatas. Outras companhias já investiram no mercado brasileiro e nós estamos inclinados a seguir este caminho. Vamos nos reunir proximamente com a área técnica da Secretaria Nacional de Portos e alinhar esses investimentos”, disse o CEO da empresa saudita, Jens Floe

FONTE: MPA.gov.br
Brasil e Arábia Saudita sinalizam acordo para investimento no setor portuário — Portos e Aeroportos

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Agronegócio, Comércio Exterior, Economia, Gestão, Industria, Informação, Inovação

Abertura de mercados para Arábia Saudita e Turquia

Com este anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 320 aberturas de mercado durante a atual gestão

O governo brasileiro informa, com satisfação, que obteve novas aberturas de mercado junto aos governos da Arábia Saudita e da Turquia.

Na Arábia Saudita, as autoridades sanitárias aprovaram o Certificado Veterinário Internacional (CVI) para exportação de peixes ornamentais. Em 2024, as exportações agropecuárias do Brasil para o país somaram mais de US$ 2,7 bilhões, com destaque para carnes, complexo sucroalcooleiro, cereais, farinhas e preparações, e complexo soja.

A Turquia, por sua vez, autorizou o Brasil a exportar hemoderivados e produtos lácteos não destinados ao consumo humano. Em 2024, a Turquia importou do Brasil mais de US$ 3,1 bilhões em produtos agropecuários, com destaque para complexo soja, fibras e produtos têxteis, café, carnes, produtos florestais e animais vivos (exceto pescados).

Com esses anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 20 aberturas de mercado em 2025, em um total de 320 novas oportunidades de negócio desde o início de 2023.

Esses resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

FONTE: MAPA.gov
Abertura de mercados para Arábia Saudita e Turquia — Ministério da Agricultura e Pecuária

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Inovação, Investimento, Mercado Internacional, Notícias, Tecnologia

Novo aeroporto em construção promete mudar o transporte aéreo global

A Arábia Saudita anunciou um projeto ambicioso que promete revolucionar a aviação mundial: a construção do Aeroporto Internacional King Salman em Riad, previsto para ser concluído em 2030.

Este empreendimento não será apenas um aeroporto, mas sim uma aerotrópole inovadora, integrando seis pistas de pouso e trazendo oportunidades de emprego significativas para a região.
O objetivo é transformar Riad em um dos principais centros logísticos globais, com a capacidade de conectar 180 milhões de passageiros anualmente. Além de impulsionar o comércio e o turismo, o aeroporto deve gerar aproximadamente 15 mil empregos, contribuindo para o crescimento econômico local.

Como o Novo Aeroporto se Destaça em Cenário Global?

Projetado pelo renomado escritório de arquitetura Foster + Partners, o Aeroporto Internacional King Salman busca se destacar não apenas por sua infraestrutura inovadora, mas também por seu design que reflete a rica cultura saudita. A ideia é oferecer aos passageiros uma experiência única que mescla tecnologia de ponta com elementos tradicionais.

O projeto se inspira em empreendimentos grandiosos como o Mukaab, Epicon, Jeddah e The Line, que marcam a estratégia saudita de alavancar sua posição no mercado global de aviação. Espalhado por uma área de 57 quilômetros quadrados, o aeroporto contará com zonas residenciais e recreativas, prevendo acomodar até 185 milhões de viajantes até 2050.

Qual é o Impacto Econômico e Social Esperado?

A construção do novo aeroporto é vista como um pilar essencial para a transformação de Riad em uma das dez cidades mais influentes economicamente do mundo. A Agência de Imprensa Saudita sublinha que o desenvolvimento apoiará o crescimento populacional, projetado para alcançar entre 15 e 20 milhões de habitantes em 2030.
Além do desenvolvimento econômico, o projeto visa fortalecer a infraestrutura de transporte do país, facilitando conexões globais e encorajando o investimento estrangeiro. Em longo prazo, espera-se que o Aeroporto Internacional King Salman atue como catalisador para outras indústrias, expandido a atratividade de Riad como um hub internacional.

Quais são Outras Iniciativas Similares pelo Mundo?

A Foster + Partners, também envolvida em outros grandes projetos como o Aeroporto Internacional do Mar Vermelho e o novo aeroporto CPK na Polônia, lidera a inovação em infraestrutura aeroportuária globalmente. Esses projetos destacam tendências emergentes em design aeroportuário que focam na sustentabilidade e na experiência do passageiro.
Essas iniciativas, juntamente com o projeto em Riad, evidenciam uma crescente demanda por aeroportos que não apenas atendam às necessidades funcionais de transporte, mas que também sirvam como pontos de ligação cultural e econômica entre diferentes regiões do mundo.

FONTE: terra Brasil Noticias
Novo aeroporto em construção promete mudar o transporte aéreo global – Terra Brasil Notícias

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Agronegócio, Comércio Exterior, Economia, Gestão, Industria, Informação, Mercado Internacional, Negócios

Abertura de mercado na Arábia Saudita para produtos de origem vegetal

Com os anúncios, o agronegócio brasileiro totalizou 265 aberturas em 61 destinos desde o início de 2023

 

governo brasileiro recebeu, com satisfação, a notícia da simplificação do procedimento de aprovação necessário às exportações de algodão em pluma, algodão em caroço e desperdícios de algodão (farelos, torta, fibrila e óleo) do Brasil para a Arábia Saudita.

Essa é a sexta abertura de mercado na Arábia Saudita neste ano. Em março, foi autorizada a importação de sementes de hortaliças; em agosto, de aves vivas; e, neste mês, de flores e feno.

Com os anúncios, o agronegócio brasileiro alcançou sua 187ª abertura de mercado neste ano, totalizando 265 aberturas em 61 destinos desde o início de 2023.

A conquista coincide com a consolidação do Brasil como o maior exportador mundial de algodão. Nos primeiros nove meses de 2024, o país já comercializou US$ 3,68 bilhões e 1,90 milhão de toneladas, superando o total de US$ 3,33 bilhões e 1,68 milhão de toneladas exportados em 2023.

Esses resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Informações à imprensa
Imprensa@agro.gov.br

 

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