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Movimentação de passageiros já é 8,5% maior que a registrada no período pré-pandemia

Dados entre janeiro e agosto mostram mudança de perfil nos voos internacionais: cresce número de passageiros para Ásia e Américas do Sul e Central; cai para América do Norte

O número de passageiros no transporte aéreo brasileiro, nos oito primeiros meses do ano, chegou a 84,6 milhões de pessoas e já é 8,5% maior que o registrado no período pré-pandemia (2019), ano de movimentação recorde. O levantamento foi feito pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), com base no relatório de demanda e oferta da Anac e indica, com base nos voos internacionais, uma mudança de perfil dos destinos mais procurados.

Em comparação com os números registrados no mesmo período em 2019, houve um crescimento de 34% no número de passageiros para a Ásia, 28,5% para a América Central, de 21% América do Sul e de 13% para a Europa, enquanto se verifica uma queda de 1% no número de passageiros para a América do Norte e de 37% para a África.

A movimentação de passageiros nos oito primeiros meses do ano foi 9,6% maior que a verificada no ano passado, com crescimento de 14,8% em voos internacionais (18,8 milhões de pessoas) e de 8,2% em voos domésticos (65,8 milhões).

“Temos um crescimento na renda do brasileiro e um interesse dos estrangeiros pelo turismo de lazer e de negócios no nosso país. O crescimento nos números da aviação mostram isso”, avalia o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

“Temos um crescimento na renda do brasileiro e um interesse dos estrangeiros pelo turismo de lazer e de negócios no nosso país. O crescimento nos números da aviação mostram isso”

Países da América do Sul foram os mais procurados nos voos internacionais, com 7,8 milhões de passageiros entre janeiro e agosto, e representam 41% da movimentação exterior no período. Argentina (com 3,2 milhões de passageiros) e Chile (2,3 milhões) foram os mais buscados no continente. Apesar de ser o continente com maior crescimento desde a pandemia, o número de passageiros da Ásia, nos oito primeiros meses do ano, foi de 550 mil pessoas.

Passageiros internacionais (jan/jul de 2025)

  • América do Sul – 7.812.723
  • Europa – 5.696.767
  • América do Norte – 3.575.207
  • América Central – 966.420
  • Ásia – 551.877
  • África – 267.291

Fontes:
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

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Comércio, Negócios

Referência em automação, Torfresma diversifica mercado e fortalece presença na América

Indústria de São Miguel do Oeste produz equipamentos robotizados para diversas linhas produtivas e exporta para países estratégicos, atendendo gigantes do setor industrial

Com forte presença em toda a América, a Torfresma, de São Miguel do Oeste, tornou-se referência em automação para indústrias de diversos setores. A origem do negócio foi um torno mecânico, adquirido por Claudimar Bortolin depois de vender seu carro Escort.  

Segundo Bortolin, a Torfresma desenvolve máquinas e equipamentos para o abate, desossa e pré-embalagem de bovinos e suínos, além da área de packing, com soluções para encaixotamento, encartuchamento e paletização que atendem indústrias de diversos segmentos.

“Quando demos início ao negócio, tínhamos um objetivo muito claro: prestar serviços de tornearia, fresagem e manutenção. Depois, entramos no ramo frigorífico, a partir de 2009, investimos em automação e começamos a desenvolver os primeiros equipamentos robóticos”, relata Bortolin. Desde o lançamento da primeira cadeira ergonômica para frigoríficos, em 1997, até a aposta na automação industrial em 2009 e o início de operações no exterior, a Torfresma já implantou 1,5 mil linhas de produção para 350 clientes. 

Alçando novos voos

Há dez anos, a indústria de São Miguel do Oeste exporta parte da sua produção para diversos países da América. “Percebi que o Brasil seria pequeno para a Torfresma”, brinca o empresário. Uruguai, Argentina, Paraguai e Chile foram os primeiros destinos. “Anualmente a gente cresce dois dígitos por ano e a expectativa é seguir nessa toada, sempre com foco nos três pilares que sustentam o nosso negócio: seriedade, honestidade e comprometimento”. 

Hoje, são 500 colaboradores diretos com operações em Santa Catarina, Paraná, São Paulo, além de escritórios nos Estados Unidos e no Chile. 

Fonte: FIESC

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