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Economia, Finanças, Industria, Informação, Internacional, Negócios, Notícias, Tributação

PIB: Desaceleração de indústria e serviços no fim do ano surpreende Fazenda

Crescimento do PIB divulgado pelo IBGE ficO crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, de 3,4%, ficou marginalmente abaixo daquele projetado pelo Ministério da Fazenda (3,5%).

Segundo a pasta, este movimento se deve à surpresa com a desaceleração dos setores de serviços e indústria no quarto trimestre do ano. Nota divulgada pela Secretaria de Política Econômica (SPE) da Fazenda destaca que no último trimestre do ano o PIB cresceu 0,2%, ficando abaixo da mediana de suas estimativas (0,4%), mas também inferior à expectativa do mercado (0,4%). “Em relação à projeção da SPE, surpreendeu a desaceleração da indústria e serviços .

O PIB agropecuário, por sua vez, veio em linha com as projeções da SPE”, escreve a secretaria. Na indústria, a surpresa negativa repercute menor crescimento da indústria extrativa e de transformação, em relação ao projetado, além da retração em eletricidade e gás, água e esgoto. Em serviços, a expansão inferior ao esperado é atribuída a quedas em serviços de informação e comunicação e atividades financeiras. Na leitura geral do crescimento em 2024, o Ministério indica que o avanço forte se deve a “impulsos positivos vindos do mercado de trabalho e crédito, além de políticas de estímulo ao desenvolvimento produtivo e sustentável”. Perspectivas Para o primeiro trimestre de 2025, a SPE prevê avanço no ritmo de crescimento.

O destaque positivo deve ser a agropecuária, repercutindo principalmente a colheita recorde de soja. Serviços também devem acelerar, com o reajuste do salário mínimo e avanço de atividades relacionadas à agropecuária, como os transportes e o comércio. A partir do segundo trimestre de 2025, a contribuição do setor agropecuário para o crescimento deverá se tornar negativa. Para a segunda metade do ano, a perspectiva é de que o ritmo de crescimento se mantenha próximo à estabilidade, refletindo menores impulsos vindos dos mercados de crédito e de trabalho em função do patamar contracionista da política monetária. Para o PIB de 2025, a SPE projeta atualmente expansão de 2,3%.

FONTE: CNN BRASIL
PIB: Desaceleração de indústria e serviços no fim do ano surpreende Fazenda | CNN Brasil

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Dólar fecha estável e Bolsa sobe com tarifas de Trump e dados dos EUA no radar

A sessão foi de volatilidade. A moeda norte-americana chegou à mínima de R$ 5,732 pela manhã e à máxima de R$ 5,780 à tarde, conforme os investidores repercutiam novas informações sobre os planos tarifários do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e dados da maior economia do mundo

O dólar fechou próximo à estabilidade nesta quinta-feira (6), com leve alta de 0,06%, a R$ 5,759. A sessão foi de volatilidade. A moeda norte-americana chegou à mínima de R$ 5,732 pela manhã e à máxima de R$ 5,780 à tarde, conforme os investidores repercutiam novas informações sobre os planos tarifários do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e dados da maior economia do mundo.

Na cena doméstica, o anúncio de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá detalhar medidas para conter a alta no preço dos alimentos gerou ruídos.

Na Bolsa brasileira, o pregão também foi volátil. O Ibovespa fechou em alta de 0,25%, a 123.357 pontos, tendo alternado de sinal em diversos momentos do dia.

Depois de adiar a implementação de tarifas de importação a montadoras do Canadá e México em um mês, Trump fez mais um grande recuo na política comercial nesta quinta.

Agora, produtos mexicanos em conformidade com as regras do Acordo EUA-México-Canadá (USMCA), de 2020, estarão isentos de tarifas por mais um mês, até 2 de abril. É a mesma exceção aberta na véspera aos veículos importados, requerida pelos CEOs das montadoras General Motors, Ford e Stellantis em ligação com o republicano.

A legislação USMCA impõe regras de conteúdo de toda a América do Norte para acesso livre de tarifas ao mercado dos EUA.

“Tivemos uma ligação excelente e respeitosa na qual concordamos que nosso trabalho e colaboração produziram resultados sem precedentes, dentro da estrutura de respeito às nossas soberanias”, disse a presidente do México, Claudia Sheinbaum, em postagem no X.

Ela afirmou que os dois países continuarão trabalhando juntos para conter o fluxo do opioide fentanil do México para os Estados Unidos, um ponto-chave de discórdia nas negociações sobre as tarifas de 25% que entraram em vigor no início desta semana.

Ela afirmou que os dois países continuarão trabalhando juntos para conter o fluxo do opioide fentanil do México para os Estados Unidos, um ponto-chave de discórdia nas negociações sobre as tarifas de 25% que entraram em vigor no início desta semana.

Para o Canadá, o decreto também exclui os impostos sobre o potássio, um fertilizante essencial para os agricultores dos EUA, mas não cobre totalmente os produtos energéticos, sobre os quais Trump impôs um imposto separado de 10%. Uma autoridade da Casa Branca disse que isso se deve ao fato de que nem todos os produtos de energia importados do Canadá estão cobertos pelo Acordo EUA-México-Canadá sobre comércio que Trump negociou em seu primeiro mandato como presidente.

Trump impôs as tarifas depois de declarar uma emergência nacional devido às mortes por overdose de fentanil, afirmando que o opioide mortal e seus precursores químicos passam da China para os EUA via Canadá e México. Como resultado, Trump também impôs tarifas de 20% sobre todas as importações da China.

“Espero que México e Canadá façam um trabalho bom o suficiente em relação ao fentanil para que essa questão não interfira em novas tarifas”, afirmou o Secretário de Comércio Howard Lutnick em um comunicado.

As isenções expirarão em 2 de abril, quando Trump tem ameaçado impor um regime global de tarifas recíprocas a todos os parceiros comerciais dos EUA.

Os recuos parciais de Trump fortalecem a tese de que a política tarifária do republicano tem sido usada como ferramenta de barganha, enfraquecendo o dólar em relação às demais divisas globais.

A divisa disparou no final do ano passado sob a sombra das ameaças tarifárias. Isso porque o aumento de tarifas, além de estimular uma guerra comercial ampla, tem o potencial de encarecer o custo de vida dos norte-americanos, o que pode comprometer a briga do Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA) contra a inflação e forçar a manutenção da taxa de juros em patamares elevados.

Quanto maiores os juros por lá, mais atrativos ficam os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA, os chamados treasuries, o que fortalece o dólar globalmente.

Com os recuos, os investidores estão reavaliando as posições compradas em dólar. A moeda derreteu 2,70% na quarta-feira, a R$ 5,755, no que foi a maior queda diária desde as eleições de 2022.

“[O vai-e-vém] tem trazido incerteza e insegurança aos investidores, porque eles não conseguem antecipar qual vai ser o grau de elevação das barreiras comerciais e em qual ritmo. Isso tem diminuído a atração pelo dólar neste momento”, diz Leonel Mattos, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

“Além disso, a interpretação de que os Estados Unidos serão mais seletivos sobre as tarifas tende a beneficiar os ativos de maior risco, indicando que o impacto sobre eles não vai ser tão rápido, tão importante, no curto prazo.”

A percepção de desaceleração da atividade no país também tem enfraquecido a divisa americana.

“Ainda vemos um dólar mais forte por conta da tese de que as tarifas dos EUA serão inflacionárias. O que está mudando no cenário é que estamos vendo uma desaceleração da economia norte-americana”, afirmou Nicolas Gomes, especialista em câmbio da Manchester Investimentos.

O relatório ADP mostrou que a criação de vagas no setor privado dos EUA aumentou no menor ritmo em sete meses em fevereiro. Foram criados apenas 77 mil novos postos de trabalho, bem abaixo da expectativa do mercado, de 141 mil.

Já nesta quinta, os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caíram para 221 mil na semana passada, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 235 mil pedidos. O foco está voltado para sexta-feira, quando serão conhecidos os números do payroll.

“Várias medidas de atividade econômica estão apontando para uma desaceleração muito forte nos EUA. Isso vai bater inclusive no dólar, com a visão de que eventualmente o Fed vai cortar juros este ano”, diz Paulo Gala, economista-chefe do Banco Master.

O desempenho do câmbio internamente, porém, tem sido afetado pela notícia de que o presidente Lula poderá anunciar, ainda nesta quinta, medidas para conter a alta nos preços dos alimentos. A afirmação foi dada pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

“Esse anúncio pode causar mal-estar no mercado cambial. Investidores ainda não conhecem os detalhes das medidas, mas tendem a se preocupar com a possibilidade de maior expansão fiscal e com as consequências na trajetória da dívida pública brasileira”, diz Leonel Mattos, da StoneX.

Outro destaque da sessão é a decisão de juros do BCE (Banco Central Europeu). Como esperado, a autoridade monetária cortou a taxa de referência para 2,5%, em um aceno à desaceleração da inflação e à fraqueza do crescimento.

O BCE manteve a porta aberta para mais reduções, mesmo com a iminente guerra comercial com os Estados Unidos e os planos para aumentar os gastos militares que podem provocar a maior reviravolta na política econômica da Europa em décadas.

FONTE: Jornal de Brasilia
Dólar fecha estável e Bolsa sobe com tarifas de Trump e dados dos EUA no radar | Jornal de Brasília

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    Economia, Exportação, Industria, Informação, Internacional, Logística, Notícias

    Rota aérea inédita impulsiona relações comerciais entre Brasil e China

    A nova rota aérea conecta Xiamen e São Paulo com três voos semanais. Cada voo tem capacidade para até 95 toneladas, facilitando importações. Produtos de alto valor e perecíveis terão suporte logístico ágil.

    Canal verde na alfândega de Xiamen permite liberação rápida de frutas. China é a maior parceira comercial do Brasil, com US$ 100 bilhões em transações.

    A primeira rota de carga aérea para e-commerce entre Xiamen e São Paulo já está em operação, com três voos semanais que podem transportar até 95 toneladas por voo. Essa nova rota visa agilizar as entregas internacionais, oferecendo suporte para uma variedade de produtos, incluindo itens de alto valor e perecíveis.

    A embaixada da China informou que a alfândega do Aeroporto de Xiamen implementou um canal verde para a importação de frutas, permitindo uma auditoria inteligente que resulta na liberação em menos de 30 minutos. Essa medida visa facilitar o comércio de produtos perecíveis, aumentando a eficiência nas operações.

    Desde 2009, a China se consolidou como a principal parceira comercial do Brasil, movimentando mais de US$ 100 bilhões, o que representa cerca de 25% do comércio global brasileiro. Esse volume de transações supera as realizadas com os Estados Unidos, evidenciando a importância da relação comercial entre os dois países.

    A nova rota aérea é um passo significativo para fortalecer ainda mais os laços comerciais entre Brasil e China, ampliando as oportunidades para o e-commerce e melhorando a logística de importação de produtos diversos.

    FONTE: Portal Tela
    Rota de carga aérea entre Brasil e China fortalece comércio internacional

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    Economia, Importação, Industria, Internacional, Notícias, Tributação

    Governo Lula avalia reduzir tarifa de importação do etanol para negociar com os EUA

    Redução pode abrir caminho para negociações em meio à guerra comercial aberta por Trump, além de baratear os combustíveis no Brasil.

    Pressionado pela ameaça de tarifas recíprocas prometidas por Donald Trump em sua campanha nos Estados Unidos, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia reduzir a alíquota de importação do etanol, que hoje está em 18%. A medida pode facilitar a entrada do biocombustível americano, produzido a partir do milho, no mercado brasileiro e servir como um trunfo nas negociações comerciais com Washington.

    Segundo a CNN Brasil, a possibilidade de reduzir a tarifa para zero — ou para um valor próximo disso — vem sendo discutida dentro do governo como uma solução capaz de atingir dois objetivos simultaneamente. “Matar dois coelhos com uma só cajadada”, afirmou um integrante do governo ouvido pela reportagem. De um lado, a mudança poderia ser usada como moeda de troca com os EUA, em vez de uma concessão unilateral. De outro, a ampliação da oferta do etanol de milho poderia pressionar os preços no mercado interno, incluindo a gasolina, num momento de baixa popularidade do governo Lula devido à alta dos combustíveis e dos alimentos.

    No entanto, a medida enfrenta resistência política, especialmente entre os usineiros. A discussão também ocorre em um contexto de mudanças estruturais no setor. Durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), a tarifa de importação foi zerada temporariamente para tentar conter a inflação dos combustíveis durante as eleições de 2022. O percentual voltou a 18% no início de 2023, já sob a gestão Lula.

    Agora, a avaliação dentro do Planalto é que o setor sucroenergético está mais preparado para lidar com a concorrência. O Nordeste, onde o custo de produção é mais elevado, viu um crescimento significativo de novos empreendimentos nos últimos anos. No Piauí, por exemplo, grandes projetos voltados à produção de etanol a partir de cereais, como milho e sorgo, saíram do papel.

    Além disso, o Brasil já discute elevar a mistura de etanol na gasolina de 27% para 30%. A mudança foi autorizada pela Lei do Combustível do Futuro, sancionada em 2024, e está em fase de testes pelas montadoras, que devem apresentar os resultados nos próximos meses. Se não forem identificados impactos negativos nos motores, a decisão pode ser implementada ainda no primeiro semestre. A elevação da mistura criaria uma demanda adicional de 1,2 bilhão a 1,4 bilhão de litros de etanol anidro por ano, o que ajudaria a amortecer os impactos da abertura do mercado ao produto americano.

    A possível redução da tarifa do etanol surge no momento em que os Estados Unidos impõem novas barreiras comerciais ao Brasil. O governo Trump anunciou tarifas de 25% sobre importações de aço e alumínio, afetando diretamente as exportações brasileiras que somam quase US$ 3 bilhões anuais.

    Na tentativa de resolver a questão, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, tem uma conversa marcada para esta quinta-feira (6) com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick. O MDIC enxerga na redução da tarifa do etanol uma oportunidade de negociação para aliviar as restrições ao aço e ao alumínio brasileiros.

    Já no Ministério da Agricultura, a expectativa é de que a flexibilização da alíquota para o biocombustível americano possa garantir concessões na área agrícola. Entre as demandas prioritárias do Brasil estão a ampliação do acesso do açúcar brasileiro ao mercado americano — hoje limitado por cotas rigorosas — e a reabertura do mercado para limões, fechado há mais de duas décadas.

    Nos bastidores do governo,segundo a reportagem, a avaliação é de que a tarifa do etanol pode ter peso significativo nas eleições americanas. O Corn Belt (Cinturão do Milho), principal região produtora de etanol nos Estados Unidos, é um reduto eleitoral de Trump. Cinco dos seis estados que formam essa região votaram no republicano nas últimas eleições: Iowa, Nebraska, Missouri, Indiana e Kansas. Apenas Illinois ficou com os democratas.

    FONTES: Brasil247
    Governo Lula avalia reduzir tarifa de importação do etanol para negociar com os EUA | Brasil 247
    CNN Brasil
    Brasil cogita baixar tarifa sobre etanol em negociação com Trump | CNN Brasil

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    China diz estar pronta para ‘qualquer tipo de guerra’ com os EUA

    Comentários vêm em resposta às novas tarifas anunciadas pelo governo de Donald Trump – e enquanto Pequim aumenta seus gastos com defesa em 7,2%.

    A China alertou os Estados Unidos nesta quarta-feira (5/3) que está pronta para lutar em “qualquer tipo” de guerra após responder às crescentes tarifas comerciais impostas pelo governo do presidente americano, Donald Trump.

    As duas maiores economias do mundo ficaram à beira de uma guerra comercial depois que Trump impôs mais tarifas sobre todos os produtos chineses que desembarcarem em território americano. A China rapidamente retaliou, impondo tarifas de 10% a 15% sobre produtos agrícolas dos EUA.

    “Se é guerra o que os EUA querem, seja uma guerra tarifária, uma guerra comercial ou qualquer outro tipo de guerra, estamos prontos para lutar até o fim”, disse a Embaixada da China em Washington no X (antigo Twitter), republicando uma declaração do governo feita na terça-feira (4/3).

    Esta é uma das manifestações mais contundentes da China até o momento desde que Trump se tornou presidente — e ocorre enquanto líderes se reúnem em Pequim para o encontro anual do Congresso Nacional do Povo.

    Na terça-feira, o primeiro-ministro da China, Li Qiang, anunciou que o país elevaria novamente seus gastos com defesa em 7,2% neste ano e alertou que “mudanças nunca vistas em um século estavam se desenrolando pelo mundo a um ritmo mais rápido”.

    Esse aumento era esperado e corresponde ao valor anunciado no ano passado. Canadá e China anunciam tarifas contra produtos dos EUA em resposta à taxação de Trump Os líderes chineses estão tentando sinalizar à população que estão confiantes de que a economia do país pode crescer, mesmo com a ameaça de uma guerra comercial.

    A China tem se esforçado para retratar uma imagem de país estável e pacífico, em contraste com os EUA, que Pequim acusa de estarem envolvidos em guerras no Oriente Médio e na Ucrânia.

    A China também pode esperar tirar proveito das ações de Trump em relação aos aliados dos EUA, como o Canadá e o México, que também foram atingidos por tarifas.

    O país também não quer endurecer a retórica de forma excessiva a ponto de afastar possíveis novos parceiros globais.

    Pequim aumentará os gastos militares em mais de 7% este ano — Foto: Reuters via BBC
    Pequim aumentará os gastos militares em mais de 7% este ano — Foto: Reuters via BBC

    A postagem da Embaixada da China em Washington citou uma declaração do Ministério das Relações Exteriores em inglês do dia anterior, que acusava os EUA de culparem a China pela entrada da droga fentanil no país.

    “A questão do fentanil é uma desculpa frágil para aumentar as tarifas dos EUA sobre as importações chinesas”, disse no post o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores.

    “A intimidação não nos assusta. O bullying não funciona conosco. Pressionar, coagir ou fazer ameaças não são a maneira correta de lidar com a China”, acrescentou.

    A relação entre os EUA e a China é há algum tempo uma das mais contenciosas do mundo.

    A postagem no X foi amplamente compartilhada e pode ser usada pelos membros do gabinete de Trump que defendem o uso de uma retórica mais agressiva contra o país asiático como evidência de que Pequim é a maior ameaça econômica e de política externa de Washington.

    Líderes em Pequim estavam esperançosos de que as relações entre os EUA e a China sob Trump pudessem se dar de maneira mais cordial depois que ele convidou Xi para sua posse.

    Trump também disse que os dois líderes tiveram “uma ótima ligação telefônica” poucos dias antes de ele entrar na Casa Branca. Havia relatos de que os dois líderes deveriam participar de outra ligação em fevereiro. Isso não aconteceu. Xi já estava enfrentando uma persistente baixa no consumo, uma crise imobiliária e desemprego.

    A China prometeu injetar bilhões de dólares em sua economia em dificuldades, e seus líderes apresentaram o plano enquanto milhares de delegados participam do Congresso Nacional do Povo, um parlamento que basicamente endossa decisões já tomadas nos bastidores.

    A China tem o segundo maior orçamento militar do mundo, com US$ 245 bilhões, mas é muito menor do que o dos EUA. Pequim gasta 1,6% do PIB com seu exército, muito menos do que os EUA ou a Rússia, de acordo com o Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo, na Suécia. Analistas acreditam, no entanto, que a China minimiza o quanto gasta com defesa.

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    Tarifas de Trump ao Brasil podem reduzir preços internos, dizem analistas

    Cenário depende da variação do dólar e do processo de readequação do mercado exportador brasileiro, segundo especialistas

    As tarifas americanas de 25% sobre o aço e o alumínio brasileiro devem entrar em vigor em 21 de março, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump pretende introduzir “taxas recíprocas” ao país no próximo mês. A depender do ambiente externo, o cenário pode levar à queda dos preços de itens de alguns setores no mercado interno, segundo especialistas ouvidos pela CNN.

    Com os produtos tarifados perdendo espaço nos Estados Unidos, os produtores brasileiros devem querer desovar parte da mercadoria no curto prazo e, assim, aumentar a oferta no mercado interno. Este cenário, considerado otimista, está sujeito às oscilações do dólar e às novas medidas tarifárias de Donald Trump.

    Em todos os casos, os analistas dizem que o Brasil será muito menos impactado que México e Canadá, cujas taxas gerais de 25% sobre todos os produtos exportados devem trazer uma readequação mais profunda do comércio exterior desses países, em razão do impacto severo nas respectivas balanças comerciais.

    “O impacto tende a ser relativamente pequeno no Brasil, pois ainda somos um país fechado, que depende muito das commodities e pouco da indústria exportadora. Pode haver uma dificuldade maior em alguns setores industriais, como aço e alumínio, e aí existe a possibilidade de ter desconto nos mercados dessas mercadorias até que seja definida uma adequação da produção à nova realidade”, afirmou Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados.

    O economista ressaltou que a expectativa é de que a parte da indústria mais afetada procure outros mercados, de olho no aumento de exportações para a Europa e China como forma de suprir a demanda reduzida nos Estados Unidos.

    “Apesar do discurso sobre ‘taxas injustas do Brasil’, quem vai sofrer impacto mesmo são México e Canadá. Temos sorte de não sermos tão visados e de os Estados Unidos serem historicamente superavitários em relação ao Brasil”, acrescentou Vale.

    A procura de novos destinos para as mercadorias tarifadas pelos americanos será o foco da indústria, segundo Julio Netto, economista-chefe da Mirae Asset.

    “Quando ocorre essa guerra comercial tarifária, os mercados têm que se adaptar. Vai haver um período de transição, mas não podemos achar que agora vão só olhar para o mercado interno. Para os interesses deles, é muito melhor receber em dólar e é isso que vão continuar a buscar”, pontuou.

    Netto destacou as incertezas em relação às próprias políticas tarifárias de Trump, com revisionismos do presidente americano que podem alterar os cenários econômicos a todo o tempo.

    “Trump adota uma estratégia de broker nova-iorquino de chegar arrombando a porta para depois negociar. Ele quer agradar o eleitorado dele no curto prazo, mas deve rever muitas medidas a longo prazo, pois sabe que acaba isolando os Estados Unidos dessa forma”, declarou.

    O economista-chefe do Banco Master e professor da FGV, Paulo Gala, sinalizou que a movimentação do dólar neste período é preponderante para haver alguma variação nos preços a partir das tarifas americanas.

    Segundo o especialista, a valorização do dólar diante dos pares faria ruir a possibilidade de queda dos preços no âmbito nacional. Isso porque a alta da moeda americana reforçaria as exportações e reduziria a oferta interna, o que leva à alta dos preços por aqui.

    “Mas não está claro se o dólar vai continuar se valorizando, porque há um forte medo de recessão nos Estados Unidos, então aquele ‘Trump trade’ que a gente viu no ano passado em que a moeda americana se valorizava com a vitória do Trump não está acontecendo mais. Agora tem uma reversão, especialmente pela política fiscal que impacta a atividade econômica do país”, explicou.

    O dólar mantém um viés de desvalorização no exterior desde janeiro deste ano, com o início de declarações mais agressivas do presidente americano em relação às tarifas impostas a outros países.

    O índice DXY, que compara o dólar a outras seis moedas, caía 1,15% por volta das 13h15 desta quarta-feira (5), aos 104.529 pontos, no menor nível em 4 meses, desde que chegou aos 103.42 pontos em 5 de novembro.

    FONTE: CNN Brasil
    Tarifas de Trump ao Brasil podem reduzir preços internos, dizem analistas | CNN Brasil

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    China promete “resistir até o fim” em guerra comercial com os EUA

    A China declarou que está disposta a “lutar até o fim” na guerra comercial com os Estados Unidos. A tensão econômica aumentou após o presidente americano Donald Trump anunciar novas tarifas, levando o governo de Xi Jinping a reagir com medidas de retaliação nesta terça-feira (4/3).

    As tensões aumentaram quando os Estados Unidos anunciaram novas tarifas sobre produtos chineses, justificando a medida como uma estratégia para fortalecer a indústria americana e equilibrar as relações comerciais. Em resposta, a China impôs suas próprias tarifas sobre uma variedade de produtos americanos, demonstrando sua disposição em enfrentar as pressões econômicas.

    Como foram as medidas adotadas pelos EUA?

    China promete "resistir até o fim" em guerra comercial com os EUA
    Xi Jinping – Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

    As tarifas impostas pelos Estados Unidos incluem uma taxa de 25% sobre todas as importações do Canadá e do México, com exceção da energia canadense, que é taxada em 10%. Para a China, as tarifas foram elevadas para 20%, abrangendo um vasto leque de produtos. Este movimento, apelidado de “tarifaço”, afeta cerca de 1,5 trilhão de dólares em importações anuais.

    Por outro lado, a China respondeu com tarifas de 15% sobre produtos como frango, trigo, milho e algodão, além de uma taxa de 10% sobre importações de soja, sorgo, carne suína, carne bovina, produtos aquáticos, frutas, vegetais e laticínios americanos. Pequim também impôs restrições a 25 empresas norte-americanas, limitando suas exportações e investimentos por motivos de segurança nacional.

    Como a China está reagindo?

    A reação da China às tarifas americanas foi firme. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, afirmou que o país não cederá às pressões dos Estados Unidos. Segundo ela, tentar exercer pressão máxima sobre a China é um erro de cálculo. A China está disposta a lutar até o fim em qualquer tipo de guerra tarifária ou comercial.

    Além disso, o governo chinês rebateu as alegações americanas de que Pequim precisa agir mais contra a venda de insumos usados na produção de fentanil, uma droga amplamente consumida nos Estados Unidos. A China destacou que possui uma das políticas antidrogas mais rígidas do mundo, acusando o presidente norte-americano de chantagem.

    A China respondeu às novas tarifas dos EUA com medidas de retaliação, incluindo:

    • Tarifas adicionais:
      • Aumento de tarifas sobre produtos agrícolas dos EUA, como frango, trigo, milho e algodão, para 15%.
      • Tarifa extra de 10% sobre soja, carne suína, carne bovina, produtos aquáticos, frutas, vegetais e laticínios importados dos EUA.
    • Críticas e declarações:
      • O governo chinês criticou as tarifas dos EUA, afirmando que elas violam as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e prejudicam a cooperação econômica entre os dois países.
      • A China também declarou que protegerá seus direitos e interesses legítimos.

    Quais são as implicações para o comércio global?

    O conflito comercial entre China e Estados Unidos tem implicações significativas para o comércio global. As tarifas impostas por ambos os países podem levar a um aumento nos preços dos produtos, afetando consumidores e empresas em todo o mundo. Além disso, a disputa pode resultar em uma desaceleração econômica global, à medida que as tensões comerciais criam incertezas nos mercados.

    As medidas tarifárias unilaterais dos EUA foram criticadas por violarem as regras da Organização Mundial do Comércio, minando a base da cooperação econômica e comercial entre as duas nações. A situação atual exige uma abordagem diplomática para evitar uma escalada do conflito e buscar soluções que beneficiem ambas as partes.

    O futuro das relações comerciais entre China e Estados Unidos permanece incerto. Enquanto ambos os países mantêm suas posições firmes, há uma necessidade crescente de diálogo e negociação para resolver as diferenças. O impacto econômico das tarifas já está sendo sentido, e uma solução pacífica é essencial para garantir a estabilidade econômica global.

    FONTE: Terra Brasil Noticia
    China promete “resistir até o fim” em guerra comercial com os EUA – Terra Brasil Notícias

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    Trump cita novas tarifas ao Brasil durante discurso no Congresso dos EUA

    Ao citar “taxas recíprocas” aos parceiros comerciais dos EUA, o presidente afirmando que novas taxas estão definidas para o dia 2 de abril

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, citou as tarifas do Brasil durante discurso ao Congresso nos EUA na noite de terça-feira (4).

    Ao citar “tarifas recíprocas” aos parceiros comerciais dos EUA, o presidente citou o Brasil, junto a outros países como Canadá, Índia e China, afirmando que as novas taxas estão definidas para o dia 2 de abril.

    “Outros países usaram tarifas contra nós por décadas, e agora é a nossa vez de começar a usá-las contra eles. A União Europeia, China, Brasil e Índia, México e Canadá e diversas outras nações cobram tarifas tremendamente mais altas do que cobramos deles. É injusto.”

    Donald Trump

    “A Índia nos cobra tarifas maiores que 100%, a tarifa média da China sobre nossos produtos é o dobro do que cobramos deles e a tarifa média da Coreia do Sul é quatro vezes maior”, acrescentou.

    Trump também afirmou que qualquer tarifa imposta aos EUA por outro país, será cobrada de maneira recíproca.

    “No que eles nos taxarem, nós os taxaremos. Se eles aplicarem medidas não tarifárias para nos manter fora do mercado deles, então nós faremos barreiras não monetárias para mantê-los fora do nosso mercado. Nós teremos trilhões de dólares e criaremos empregos como nunca vimos antes”

    Donald Trump

    No mês passado, Trump pediu que seu governo investigasse os planos de tarifas recíprocas sobre todos os parceiros comerciais dos Estados Unidos, com previsão de conclusão em 1º de abril.

    Na campanha eleitoral, ele prometeu abordar o que chamou de práticas comerciais desleais de países estrangeiros. O secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, disse à CNBC na terça-feira que “é inacreditável a maneira como somos enganados no mundo todo”.

    FONTE: CNN BRASIL
    Trump cita novas tarifas ao Brasil durante discurso no Congresso dos EUA | CNN Brasil

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    Em resposta ao teste de mísseis da Coreia do Norte, os Estados Unidos enviam porta-aviões à Coreia do Sul

    Chegada do USS Carl Vinson ao porto sul-coreano de Busan tem como objetivo exibir uma aliança militar sólida frente às ameaças norte-coreanas

    Um porta-aviões dos Estados Unidos chegou à Coreia do Sul neste domingo, 2, em uma demonstração de força, dias depois de a Coreia do Norte testar mísseis de cruzeiro. A chegada do USS Carl Vinson ao porto sul-coreano de Busan tem como objetivo exibir uma aliança militar sólida frente às ameaças norte-coreanas, além de aumentar a operabilidade dos ativos combinados dos aliados, disse a Marinha sul-coreana em comunicado.

    Segundo a nota, foi o primeiro porta-aviões dos EUA a viajar para a Coreia do Sul desde junho. Espera-se que a implantação do porta-aviões enfureça a Coreia do Norte, que vê as implantações temporárias de ativos militares dos EUA como ameaças à sua segurança.

    Anteriormente, os norte-coreanos responderam a algumas das implantações de porta-aviões dos EUA, bombardeiros de longo alcance e submarinos nucleares com testes de mísseis. Desde sua posse em 20 de janeiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que entraria em contato novamente com o líder norte-coreano Kim Jong Un para ‘reavivar’ a diplomacia.

    A Coreia do Norte não respondeu diretamente, mas alegou que as hostilidades lideradas pelos EUA contra eles aumentaram desde a posse do norte-americano. Kim e Trump se encontraram três vezes entre 2018 e 2019, durante o primeiro mandato do líder dos EUA, para discutir o futuro do programa nuclear da Coreia do Norte. A diplomacia acabou entrando em colapso devido a disputas sobre as sanções econômicas lideradas pelos EUA contra os coreanos.

    A Coreia do Norte informou na sexta-feira (28) que testou mísseis de cruzeiro estratégicos na semana anterior para alertar seus adversários sobre a capacidade de contra-ataque de suas forças armadas e a prontidão de suas operações nucleares. Após observar os lançamentos, o quarto evento de testes de mísseis neste ano, Kim disse que o exército deve estar totalmente pronto para usar suas armas nucleares.

    FONTE: Correio do povo
    Estados Unidos enviam porta-aviões à Coreia do Sul após Coreia do Norte testar mísseis

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    Força Aérea dos EUA integra míssil antinavio Harpoon ao caça F-16

    Nellis Air Force Base, Nevada – Em uma demonstração inédita, a Força Aérea dos Estados Unidos confirmou sua capacidade de modernização e adaptação, integrando de forma rápida e eficiente um míssil Harpoon, originalmente desenvolvido para a Marinha, ao caça F-16 Fighting Falcon.

    O teste, conduzido pelo Destacamento 3 do 53º Grupo de Teste e Avaliação, realizado na renomada Base Aérea de Nellis, em Nevada, evidenciou a viabilidade de um novo processo que promete reduzir significativamente os prazos tradicionais para a incorporação de sistemas de armas avançados nas plataformas aéreas existentes. Por meio de um sistema de gateway – que funcionou como um “tradutor” entre o míssil e a aeronave – o F-16 foi habilitado a reconhecer e comandar o míssil sem a necessidade de modificações extensas.

    Segundo fontes da própria Força Aérea, essa integração rápida pode transformar o modo como novas tecnologias são implementadas, permitindo uma resposta mais ágil às demandas operacionais e de segurança. A iniciativa demonstra o comprometimento dos Estados Unidos com a modernização de suas capacidades de defesa, alinhando as inovações tecnológicas às exigências do campo de batalha contemporâneo.

    A manobra também ressalta a importância da cooperação interserviços, ao aproveitar as capacidades já testadas e aprovadas da Marinha dos EUA para fortalecer a aviação de combate. O sucesso deste procedimento pode servir de modelo para futuras atualizações e integrações de sistemas, reforçando a superioridade operacional das forças armadas americanas.

    Em um cenário global cada vez mais desafiador, a iniciativa destaca a busca contínua por soluções inovadoras que permitam não apenas a manutenção, mas o aprimoramento das capacidades de resposta rápida e efetiva dos EUA.

    FONTE: Poder Aero
    Força Aérea dos EUA integra míssil antinavio Harpoon ao caça F-16 – Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa

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