Inovação

Robô humanoide chinês quebra recorde mundial ao caminhar 106 km sem desligar

Um robô humanoide chinês desenvolvido pela empresa Agibot, sediada em Xangai, estabeleceu um novo recorde no Guinness World Records ao completar 106,286 quilômetros sem qualquer interrupção. A jornada começou em Suzhou, na noite de 10 de novembro, e terminou no famoso Bund de Xangai, nas primeiras horas de 13 de novembro.

Bateria de troca rápida garantiu funcionamento contínuo

Graças ao sistema de bateria hot-swap da Agibot, o robô A2 permaneceu ativo durante todo o percurso, mantendo desempenho estável. Para a empresa, o feito comprova a maturidade do hardware, dos algoritmos de equilíbrio cerebelar e da resistência do equipamento.

“Caminhar de Suzhou até Xangai é difícil até para muitos humanos, mas o robô conseguiu”, afirmou Wang Chuang, vice-presidente sênior da companhia. Segundo ele, o avanço abre caminho para a expansão comercial de robôs humanoides em larga escala.

Navegação avançada em ambientes complexos

O A2 utilizou GPS duplo, sensores LiDAR e sensores infravermelhos de profundidade para cruzar ruas com semáforos, passagens estreitas e calçadas movimentadas, mantendo percepção estável tanto de dia quanto à noite.

O robô também caminhou por asfalto, calçamento, pontes, pisos táteis e rampas — sempre respeitando as regras de trânsito.

“Uma experiência inesquecível”

Ao chegar ao destino, o robô brincou com jornalistas da Xinhua, chamando o trajeto de uma “experiência inesquecível em sua vida de máquina” e dizendo que “talvez precise de sapatos novos”.

Histórico de outras marcas na robótica chinesa

Em abril, o Tien Kung Ultra, criado pelo Centro de Inovação de Robôs Humanoides de Pequim, completou uma meia maratona de 21 km em 2h40min, destacando o avanço rápido da robótica humanoide na China.

FONTE: Xinhua Net

TEXTO: Redação

IMAGEM: Sun Qing/Xinhua

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Eventos, Premiação

BWIN TECH Seguros vence o prêmio de Melhor Corretora de Seguros no Bytes & Cargas Awards 2025.

A noite do dia 12 de novembro, em São Paulo, foi marcada por reconhecimento, celebração e grandes encontros do setor de segurança, tecnologia e logística. O Bytes & Cargas Awards 2025, realizado no Hakka Eventos, premiou as empresas mais votadas em 15 categorias, destacando aquelas que vêm transformando o mercado com inovação e excelência. Entre os grandes vencedores da noite, a BWIN TECH Seguros conquistou o prêmio de Melhor Corretora de Seguros, consolidando sua posição como referência em soluções inteligentes e tecnológicas para o setor logístico. 

 “Uma conquista de toda a equipe” 

Emocionado, o diretor da BWIN TECH Seguros, Ronaldo Vinagre, celebrou o prêmio e dedicou a conquista à equipe e aos parceiros que caminham junto com a empresa. 
“Essa é uma conquista de toda a equipe da BWin. Desde o primeiro colaborador que está com a gente — são 10 anos de história. É um prêmio muito valorizado no mercado, concorrendo com as principais corretoras globais que atuam no Brasil, e a gente conseguiu. Dedicamos à nossa equipe, aos nossos clientes e às nossas famílias. Muito obrigado a todo mundo que participou e que votou.” 

Com mais de 14 anos de atuação e 25 anos de experiência no setor, a BWIN TECH se destaca por unir tecnologia, inteligência de dados e atendimento personalizado para oferecer soluções sob medida a transportadores, embarcadores e empresas de comércio exterior. Sua plataforma 100% digital otimiza processos, reduz custos e garante eficiência operacional — pilares que sustentam o reconhecimento alcançado nesta premiação. 

A vitória no Bytes & Cargas Awards 2025 reforça o propósito da BWIN TECH: inovar o mercado de seguros corporativos, transformando desafios em proteção, confiança e crescimento sustentável

Sobre o evento 

Organizado pelo podcast Bytes & Cargas, o evento nasceu da iniciativa de Fábio Barbosa, profissional com mais de 15 anos de experiência na área de tecnologia e segurança. Com palestras de nomes como Caio Coppolla (CNN), Diógenes Lucca (TV Record), Senador Luiz Carlos Heinze, Osvaldo Nico Gonçalves e Edson Geraldo Souza, o evento reuniu representantes de destaque do mercado e contou com o apoio de entidades como GRISTEC, ABINEE, ABSEG, SEMEESP, Fórum de GR, FenSeg, CIST e DIVISÃO, reforçando o compromisso com o fortalecimento e a profissionalização do setor. 

TEXTO: REDAÇÃO 

IMAGENS: DIVULGAÇÃO BWIN TECH – Na foto estão os diretores Anderson Lemos, Carla Kuhn e Ronaldo Vinagre. 

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Tecnologia

China pode ultrapassar os EUA na corrida da inteligência artificial? Entenda o cenário atual da disputa global

A indústria de inteligência artificial voltou a discutir quem está na dianteira da tecnologia: China ou Estados Unidos. A polêmica ressurgiu após o CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmar recentemente que “a China vai vencer a corrida da IA”, provocando forte reação no setor.

Huang atribuiu a possível vantagem chinesa ao ambiente regulatório mais simples, ao acesso facilitado à energia e ao ritmo acelerado de construção de infraestrutura. Dias depois, porém, ele suavizou a declaração em uma nota publicada no X, dizendo que a China estaria apenas “nanosegundos atrás” dos EUA.

Mesmo com o recuo, a discussão ficou no ar — e especialistas apontam que há motivos concretos para levar a hipótese a sério.

Energia: o novo campo de batalha

Se vencer a corrida da IA depende principalmente da capacidade de construir e abastecer grandes data centers, a China aparece hoje com uma vantagem importante. O país tem histórico de executar projetos gigantescos com rapidez, beneficiado pelo papel central do governo na economia.

Além disso, a energia subsidiada e os trâmites regulatórios simplificados facilitam a operação de estruturas altamente intensivas em consumo elétrico — condição essencial na era da IA generativa.

Nos EUA, o cenário é bem diferente. Custos de energia mais altos, burocracia complexa e uma rede elétrica frequentemente sobrecarregada dificultam expansões rápidas. Há regiões onde empresas de tecnologia constroem até próprias usinas para suprir a demanda.

A situação já afeta grandes players: a Microsoft revelou ter GPUs encalhadas por falta de energia disponível para rodá-las. Para muitos analistas, o fornecimento elétrico será o maior gargalo da próxima década — e Pequim parece estar um passo à frente.

Avanço no código aberto acelera o crescimento chinês

Outro ponto sensível é o domínio crescente da China no código aberto. Um relatório da a16z mostrou que o país já superou os EUA em downloads de modelos de IA open source, um marco classificado como “momento gráfico de caveira”, quando um concorrente não apenas alcança o líder — mas começa a ultrapassá-lo.

Startups como a DeepSeek exemplificam esse avanço. O modelo R1, totalmente aberto, demonstrou alta eficiência e custo reduzido, reforçando a habilidade chinesa de otimizar e escalar soluções rapidamente. Pesquisas da DeepSeek e da Tencent mostram que o país está inovando em métodos alternativos, como compressão de texto em representações visuais e previsões vetoriais contínuas, que podem transformar a eficiência dos modelos.

Há quem acredite que laboratórios ocidentais como OpenAI e Anthropic utilizem conceitos semelhantes de forma discreta, mas as empresas chinesas têm divulgado seus avanços de maneira mais agressiva e transparente.

Afinal, a China já ultrapassou os Estados Unidos?

Ainda não há consenso. Embora os EUA mantenham vantagem em pesquisa de ponta, chips avançados e grandes laboratórios privados, a China demonstra capacidade estratégica para ganhar terreno rapidamente — especialmente ao combinar infraestrutura robusta, energia abundante e escala industrial.

No ritmo atual, analistas afirmam que o país está excepcionalmente bem posicionado para disputar a liderança global em inteligência artificial nos próximos anos.

FONTE: InfoMoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Yoshikazu Tsuno/Gamma-Rapho/Getty Images/The New York Times Licensing Group

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Tecnologia

Robôs domésticos que lavam, passam e cozinham devem chegar ao mercado em 2026

O que antes parecia ficção científica está prestes a se tornar realidade. A partir de 2026, robôs humanoides capazes de limpar, passar roupas e até cozinhar devem começar a ser vendidos nos Estados Unidos, marcando uma nova fase na automação doméstica.

A novidade ganhou destaque com o lançamento do Neo, criado pela empresa de inteligência artificial 1X. Com 1,70 m de altura e 30 kg, o robô é o primeiro modelo “pronto para o consumidor” e pode executar tarefas cotidianas como abrir portas, guardar copos, dobrar roupas e regar plantas.

Apesar do visual impressionante e da promessa de praticidade, os robôs ainda apresentam limitações. São lentos, precisam de comandos repetidos e, em alguns casos, dependem de controle humano remoto.

Robô “autônomo” que depende de um operador

Embora seja divulgado como autônomo, o Neo é teleguiado por uma pessoa real, que utiliza óculos de realidade virtual para comandar seus movimentos à distância. Isso significa que alguém, em outro lugar dos Estados Unidos, controla as ações do robô dentro da casa do comprador.

O modelo está disponível por cerca de US$ 20 mil (R$ 106 mil). A tecnologia funciona melhor conforme o usuário compartilha mais informações pessoais — o que levanta discussões sobre privacidade e vigilância digital em troca de conveniência.

A corrida dos robôs humanoides

O Neo é apenas um dos vários projetos de robôs com aparência humana em desenvolvimento. Modelos como o Optimus, da Tesla, e o Figure 03, da startup Figure AI, também prometem revolucionar o mercado. A Microsoft, Jeff Bezos (Amazon) e a Nvidia estão entre os investidores da Figure AI.

Enquanto o Neo combina autonomia limitada e controle humano, o Optimus Gen 2 e o Figure 03 aprendem observando vídeos e demonstrações humanas, permitindo maior independência. A Tesla usa seus próprios robôs nas fábricas, e Elon Musk já exibiu o Optimus dançando e dobrando roupas.

O Figure 03, por sua vez, é equipado com o sistema Helix, considerado o “cérebro do robô”, e foi projetado para produção em massa, tanto para o setor industrial quanto doméstico. A previsão é que chegue às casas em 2026, com preço estimado entre US$ 20 mil e US$ 30 mil (R$ 106 mil a R$ 160 mil).

Japão, Europa e China também entram na disputa

O Japão foi pioneiro com o robô Asimo, da Honda, apresentado em 2000. Apesar de ter sido descontinuado, o país continua investindo em robótica aplicada à saúde e segurança.

Na Europa, os robôs colaborativos estão mais presentes em ambientes industriais, com uma abordagem cautelosa sobre o uso de humanoides e as implicações éticas da inteligência artificial.

Já a China aposta pesado na tecnologia. A empresa Xpeng apresentou recentemente o Iron de segunda geração, com aparência realista e foco inicial em aplicações industriais. O próprio fundador, He Xiaopeng, precisou provar publicamente que o robô não era controlado por uma pessoa, após causar espanto com seus movimentos naturais.

Bilionários apostam em um futuro dominado por robôs

O CEO da Xpeng afirmou acreditar que os robôs superarão a venda de carros nos próximos anos. Elon Musk compartilha da mesma visão: segundo ele, 80% do valor da Tesla virá dos robôs humanoides Optimus.

De acordo com a BBC News, um relatório do Morgan Stanley estima que a Apple poderá faturar US$ 133 bilhões anuais até 2040 se entrar nesse mercado. A “corrida dos robôs” já movimenta valores trilionários e promete redefinir o papel da IA no cotidiano.

Design e desempenho: o desafio da naturalidade

Além da tecnologia, as empresas apostam no design humanizado. O Neo é coberto por uma malha macia em tons neutros e foi descrito pelo CEO da 1X, Bernt Børnich, como “útil, ainda que imperfeito”.

Testes realizados pelo Wall Street Journal mostraram que o robô levou dois minutos para buscar uma garrafa de água e cinco minutos para colocar copos na lava-louças, evidenciando que ainda há muito a evoluir.

O Optimus tem aparência plástica e estrutura visível, enquanto o Figure 03 traz tecidos removíveis e laváveis, que podem ser personalizados conforme o gosto do dono.

Limites, segurança e o papel humano

Apesar dos avanços, nenhum robô é totalmente autônomo. O CEO da 1X garantiu que o Neo possui camadas de segurança e não executará ações perigosas, como pegar objetos quentes ou afiados.

O treinamento dessas máquinas também depende de pessoas. Na Índia, empresas contratam funcionários que passam horas realizando tarefas repetitivas — como dobrar toalhas centenas de vezes — para criar bancos de dados que alimentam o aprendizado dos robôs.

Segundo o Los Angeles Times, esses trabalhadores se tornaram “tutores” da nova geração de robôs com inteligência artificial, mostrando que, mesmo na era da automação, o toque humano ainda é indispensável.

FONTE: Gazeta do Povo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/1X

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Comércio Internacional

Feira Internacional de Importações da China bate recorde com US$ 83,49 bilhões em negócios

A Feira Internacional de Importações da China (CIIE) alcançou um novo marco histórico em sua oitava edição, ao registrar US$ 83,49 bilhões em acordos comerciais previstos, um crescimento de 4,4% em relação ao ano anterior. O resultado confirma o evento como uma das maiores plataformas de promoção do comércio internacional no mundo.

CIIE reforça papel da China no comércio global

Realizada em Xangai, entre 5 e 10 de novembro de 2025, a CIIE reuniu milhares de empresas e visitantes de mais de 150 países e regiões, consolidando-se como um espaço estratégico para impulsionar o intercâmbio econômico e promover cooperação internacional. Segundo os organizadores, o aumento no volume de negócios reflete tanto a força da economia chinesa quanto o comprometimento do país com a abertura de mercado e a globalização econômica.

Inovação e tecnologia são destaques da feira

Os setores de alta tecnologia, inteligência artificial e equipamentos industriais de ponta atraíram grande atenção do público e dos investidores. A área dedicada à inovação tecnológica foi uma das mais movimentadas, reunindo empresas chinesas e estrangeiras interessadas em parcerias estratégicas e novas oportunidades de negócios.

Desde sua criação, em 2018, a CIIE é vista como uma das principais iniciativas do governo chinês para ampliar o acesso do mercado interno a produtos e serviços internacionais, funcionando como uma ponte entre economias e fortalecendo as cadeias globais de valor.

Comércio, sustentabilidade e integração global

Autoridades destacaram que a China continuará promovendo um ambiente de negócios aberto e previsível, estimulando parcerias sustentáveis e a integração econômica global. A feira também reforçou o papel do país como motor do crescimento mundial, especialmente em um momento de busca por equilíbrio nas cadeias produtivas internacionais.

A crescente presença de empresas estrangeiras na feira demonstra a confiança do setor privado na estabilidade da economia chinesa e nas perspectivas de expansão do consumo interno. Os acordos firmados durante a edição de 2025 devem impulsionar investimentos em tecnologia, saúde, alimentos e energia limpa, consolidando a CIIE como um dos principais motores do comércio internacional contemporâneo.

FONTE: Brasil 247
TEXTO: Redação
IMAGEM: Global Times

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Inovação

eComex lança ferramenta que estrutura dados e impulsiona o uso de IA no comércio exterior

Com foco em modernizar o comércio exterior e a logística internacional, a D2P, startup integrante da eComex, apresentou o Comex Statistics — uma nova solução tecnológica voltada à organização de dados e à integração com inteligência artificial (IA). O sistema tem como objetivo transformar informações dispersas em insights estratégicos e facilitar o uso da IA em empresas do setor.

Tecnologia que centraliza e automatiza informações

O Comex Statistics é uma ferramenta plug and play, integrada aos principais ERPs do mercado e ao sistema de comércio exterior do governo brasileiro. Atuando como um BI (Business Intelligence) automatizado, o software captura, padroniza e analisa dados de diversas etapas da operação de comércio exterior, sem necessidade de digitação manual.

Os resultados são apresentados em dashboards interativos, que oferecem uma visão completa das operações, incluindo indicadores de tempo médio de desembaraço, custos logísticos, prazos, modais de transporte e distribuição geográfica.

Inteligência Artificial e dados estruturados

De acordo com André Barros, CEO da eComex e da D2P, a nova tecnologia surge em um cenário no qual a organização de dados é essencial para o uso eficiente da Inteligência Artificial. Ele destaca que o Comex Statistics prepara as informações de diferentes origens para alimentar sistemas de IA de forma estruturada e segura.

Barros cita dados da Câmara de Comércio Internacional, que aponta a circulação diária de cerca de 4 bilhões de documentos no comércio global. Esse volume, aliado à falta de padronização e ao uso de planilhas manuais, como o Excel, representa um desafio para a eficiência e o crescimento das empresas do setor.

“Sem dados, não há IA. E a IA só gera resultados quando os dados estão organizados, conectados e governados”, ressalta o executivo.

Mercado mais competitivo e digital

O Comex Statistics também permite a análise detalhada de cada item comercializado e a comparação entre diferentes importações de um mesmo produto. Segundo Barros, essa capacidade analítica é crucial em um contexto marcado por tensões geopolíticas, disputas tarifárias, pandemias e o avanço das agendas ESG e de descarbonização.

O executivo reforça que tecnologias como a IA são indispensáveis para garantir competitividade e gestão estratégica em um mercado global cada vez mais dinâmico.

Aquisição que impulsionou a inovação

A eComex consolidou sua posição de liderança em 2023 ao adquirir a D2P, avaliada em R$ 20 milhões. A fusão das duas empresas fortaleceu o portfólio de soluções e acelerou o processo de transformação digital no comércio exterior brasileiro.

FONTE: Infor Channel
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Infor Channel

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Tecnologia

Itajaí participa de missão internacional de tecnologia e inovação na China

O município de Itajaí fará parte da Missão Internacional China 2025, organizada pela Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese), com foco em inovação, tecnologia e governança urbana. A comitiva da Associação de Municípios da Foz do Rio Itajaí (Amfri) viaja ao país asiático entre os dias 8 e 17 de novembro, com a presença do prefeito Robison Coelho, que também preside o Consórcio Multifinalitário da Amfri.

A missão tem como objetivo capacitar lideranças políticas da região em temas estratégicos para o desenvolvimento urbano e econômico sustentável. Durante a estadia, os representantes visitarão principais cidades chinesas, empresas de tecnologia e fábricas de referência mundial.

Itajaí busca parcerias e soluções em tecnologia e sustentabilidade

O prefeito Robison Coelho participará do China Hi-Tech Fair, uma das maiores feiras globais de inovação e tecnologia, com destaque para soluções em mobilidade urbana, energia limpa, meio ambiente e infraestrutura inteligente. O evento será uma oportunidade para identificar práticas aplicáveis em Itajaí e fortalecer o intercâmbio de conhecimento com cidades chinesas de alta performance tecnológica.

Além da programação da Fepese, Coelho e o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação, João Paulo Kowalsky, realizarão visitas às cidades de Linyi e Guangzhou, nos dias 10 e 11 de novembro. As agendas incluem reuniões institucionais e articulações para futuras parcerias culturais e econômicas.

Cooperação internacional e desenvolvimento regional

Após as visitas individuais, os representantes itajaienses retomarão a programação oficial em Hong Kong e Shenzhen, onde estão previstas visitas a centros de inovação, empresas de inteligência artificial e equipamentos públicos tecnológicos.

“O propósito dessa viagem é claro: buscar conhecimento e parcerias que tornem Itajaí uma cidade mais moderna, sustentável e inteligente. Vamos conhecer indústrias e projetos que são referência mundial e trazer ideias que melhorem a qualidade de vida da nossa população”, afirmou Robison Coelho.

FONTE: Blog do Prisco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Jader Liberal/Secom Itajaí

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Informação

MDIC estende consulta pública sobre equipamentos de Data Centers elegíveis ao Redata

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) prorrogou até o dia 29 de outubro o prazo da tomada de subsídios que vai definir quais equipamentos de Data Centers poderão receber isenção tributária dentro do Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata).

A consulta, aberta a empresas, associações e à sociedade civil, está disponível na plataforma Brasil Participativo e também vai contribuir para a formulação dos critérios de sustentabilidade ambiental do programa.

Consulta busca definir critérios técnicos e sustentáveis

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC, Uallace Moreira, a participação do setor é essencial para o sucesso do programa.

“O sucesso e a efetividade do Redata dependem da precisão técnica dessa tomada de subsídios. Precisamos da contribuição detalhada do ecossistema para refinar a lista de equipamentos elegíveis e estabelecer critérios que incentivem investimentos em Data Centers sustentáveis e fortaleçam a cadeia digital brasileira”, destacou.

A iniciativa tem como objetivo estimular a instalação, expansão e modernização de Data Centers no país, por meio de duas diretrizes principais:

  • Tecnologia e Tributação: detalhar os equipamentos de hardware, software e infraestrutura que devem integrar a lista de isenção tributária do Redata;
  • Sustentabilidade como Requisito: sugerir parâmetros de eficiência energética e hídrica, uso de energias renováveis e boas práticas ambientais que se tornarão obrigatórios para adesão ao regime.

As contribuições devem ser enviadas exclusivamente pelo formulário disponível no portal Brasil Participativo.

Redata: incentivo à transformação digital e à Indústria 4.0

Criado pela Medida Provisória assinada em 17 de setembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Redata integra a Política Nacional de Data Centers (PNDC), vinculada à Nova Indústria Brasil (NIB), dentro da Missão 4 – Transformação Digital.

O programa busca fortalecer a infraestrutura digital nacional e impulsionar setores estratégicos da Indústria 4.0, como computação em nuvem, inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT) e fábricas inteligentes (smart factories).

Além dos incentivos fiscais, o Redata estabelece contrapartidas em pesquisa e desenvolvimento, incentiva a produção local de tecnologia e promove a desconcentração regional ao reduzir exigências para investimentos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

O que é uma tomada de subsídios

A tomada de subsídios é um instrumento de participação social que permite ao governo coletar dados técnicos e sugestões antes da regulamentação de uma medida. O processo busca transparência e colaboração entre poder público, empresas, especialistas e academia.

No caso do Redata, esse mecanismo garante que a lista de equipamentos e os critérios de sustentabilidade reflitam as necessidades reais do setor tecnológico, direcionando os benefícios fiscais de forma estratégica para o fortalecimento da infraestrutura de dados no Brasil.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MDIC

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Comércio, Tecnologia

Malásia realiza primeira visita oficial a Santa Catarina para ampliar comércio, tecnologia e educação

Santa Catarina recebeu, nesta terça-feira (21), a primeira visita oficial do cônsul de Comércio da Malásia no Brasil, Amirul Azman Ahmad, acompanhado de sua equipe diplomática. A comitiva foi recepcionada pelo secretário adjunto de Articulação Internacional e Projetos Estratégicos, Emerson Pereira, na sede da Secretaria de Articulação Internacional (SAI), em Florianópolis. Participaram também Renato Lacerda, presidente da InvestSC, e a secretária adjunta de Educação, Kênia Scarduelli, com equipe técnica.

A visita marca o primeiro contato formal da Malásia com o estado desde a instalação da embaixada brasileira em Kuala Lumpur, em 1995, reforçando o esforço do governador Jorginho Mello de diversificar mercados e estreitar relações com países do Sudeste Asiático, região com mais de 680 milhões de consumidores e crescente peso econômico global.

Parcerias estratégicas e oportunidades bilaterais

Segundo o secretário adjunto da SAI, Emerson Pereira, a presença do cônsul destaca o potencial catarinense para atrair investimentos e construir parcerias internacionais focadas em inovação e sustentabilidade.

“O governador Jorginho Mello tem orientado a abertura de Santa Catarina para o mundo, buscando resultados concretos em comércio, tecnologia e educação. A Malásia é um parceiro estratégico da ASEAN, com tradição industrial robusta. Identificamos oportunidades em semicondutores, automação, energia limpa e indústria de proteínas”, afirmou Emerson.

O cônsul Amirul Azman Ahmad reforçou o interesse da Malásia em aproximar-se do Brasil, destacando Santa Catarina como polo industrial e tecnológico. “A ASEAN será a quarta maior economia do mundo até 2030, e a Malásia, como presidente do bloco neste ano, busca fortalecer relações com estados dinâmicos como Santa Catarina. Estamos interessados em joint ventures e intercâmbios tecnológicos, conectando nossa expertise em semicondutores à inovação catarinense”, disse.

Além disso, o cônsul destacou o potencial de cooperação no setor Halal, observando que Santa Catarina já possui destaque global na exportação de proteínas e pode se tornar parceira-chave na produção de alimentos certificados para o mercado muçulmano.

Educação técnica e intercâmbio internacional

A secretária adjunta de Educação, Kênia Scarduelli, ressaltou a importância da visita para ampliar oportunidades acadêmicas e de capacitação profissional.

“Receber a Malásia é uma oportunidade única para discutir intercâmbios e projetos educacionais conjuntos. Santa Catarina tem investido fortemente em educação técnica e profissional, e essa parceria poderá trazer novas práticas de ensino, especialmente nas áreas de tecnologia”, afirmou Kênia.

Agenda e continuidade da missão

A programação do cônsul incluiu reuniões empresariais e visitas a empresas de referência, como WEG, em Jaraguá do Sul, e Eletrobras CGT Eletrosul, em Florianópolis. A comitiva também se reuniu com entidades como FIESC, FACISC, FECOMÉRCIO e ACIF, para apresentar oportunidades de comércio e investimentos bilaterais.

Com a visita, Santa Catarina reforça seu papel como porta de entrada do Brasil para a Ásia, fortalecendo políticas de internacionalização, inovação e geração de negócios lideradas pelo governo estadual.

FONTE: Agência de Notícias SECOM
TEXTO: Redação
IMAGEM: Roberto Zacarias/Secom GOVSC

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Industria

Indústria brasileira visita Grupo Alibaba e Porto de Shenzhen em missão liderada pela FIESC

Uma comitiva de empresários brasileiros, liderada pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), está em missão à China para estreitar laços comerciais e conhecer alguns dos principais centros de tecnologia e comércio do país asiático. Entre as visitas realizadas estão a sede do Grupo Alibaba, gigante mundial do e-commerce, e o Porto de Shenzhen, o quarto maior do mundo em movimentação de contêineres.

Participam da missão representantes de indústrias de seis estados brasileiros, atuantes nos setores de ferramentas, pavimentação, tecnologia da informação, máquinas e equipamentos, software e educação. A cidade de Shenzhen, no sul da China, é reconhecida como o “Vale do Silício chinês”, referência global em inovação tecnológica e desenvolvimento industrial.

Canton Fair reúne mais de 1 milhão de novos produtos

Além da agenda em Shenzhen, o grupo participou da Canton Fair, considerada a maior feira comercial da China, sediada em Guangzhou. A edição atual reúne mais de um milhão de novos produtos e 1,1 milhão de itens com propriedade intelectual independente.

Das 175 seções de exposição, 18 são dedicadas às tecnologias inteligentes, apresentando mais de 350 mil produtos inovadores. O evento também oferece fóruns sobre inteligência artificial, comércio digital e automação industrial, com foco na modernização e competitividade das empresas — temas de grande interesse para a indústria brasileira.

Cooperação institucional e oportunidades de negócios

Durante a missão, a delegação participou de uma reunião com Laís Solano, segunda-secretária do Consulado-Geral do Brasil em Cantão, e Arthur Guimarães, gerente da Câmara Chinesa de Comércio do Brasil. O encontro abordou aspectos da geografia e economia chinesa, com destaque para o PIB, as principais cidades industriais e as oportunidades de negócios bilaterais entre Brasil e China.

Retorno da comitiva

A missão empresarial encerra suas atividades nesta terça-feira, 21 de outubro, com o retorno da comitiva ao Brasil após uma semana de visitas técnicas e rodadas de networking.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/FIESC

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