Exportação, Industria, Internacional, Notícias

Estratégia inédita de exportador madeireiro de SC encurta em 45 dias tempo de transporte de carga para os EUA

Uma estratégia inédita desenvolvida pela Frameport, exportador madeireiro catarinense, em parceria com o Grupo Allog, empresa especializada em transporte internacional de cargas, conseguiu driblar a demora gerada pela alta demanda de carga nos portos do Sul e reduziu em 45 dias o embarque de uma carga de Santa Catarina para os Estados Unidos. A solução: transportar a carga por meio de rodovias até o Porto de San Antonio, no Chile, para então embarcar em navios com destino à costa oeste americana.

A mudança na rota da carga foi motivada após a Frameport constatar, no final de 2024, que apenas 20% das cargas estavam chegando dentro do prazo previsto ao importador. Neste momento, a empresa chamou o agente de cargas para traçar uma nova estratégia que driblasse os diferentes fatores que vêm afetando o lead time (tempo total de transporte) entre o Brasil e os Estados Unidos, que chegou a atingir 100 dias, mais que o dobro do tempo considerado normal.

Nos embarques realizados até o momento, a média do tempo de entrega da carga ficou em apenas 39 dias. A implementação da estratégia, segundo Wellynton Ozório, gerente de exportação da Frameport, exigiu um trabalho minucioso de planejamento. Foram necessários 30 dias de pesquisas, avaliação de transportadoras e negociação com o porto chileno, sempre com o apoio do Grupo Allog.

“A nova rota logística representa um avanço significativo para a Frameport garantindo maior eficiência e competitividade no mercado internacional. A redução do tempo de trânsito permite que a empresa fortaleça sua presença nos Estados Unidos e abra novas potenciais negociações em solo americano”, completa o gerente.

Planejamento da rota

A nova rota de transporte prevê um transbordo de carga no México, com destino final no estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Apesar da distância rodoviária de mais de 2 mil quilômetros, a solução manteve o preço do frete estável, sem impactar custos ao exportador, visto que o frete marítimo a partir do Chile é mais barato do que partindo do Brasil.

Para implementar a solução, a Frameport e a Allog estudaram detalhadamente a rota alternativa via Chile, onde a linha marítima apresenta menor tempo de trânsito. As empresas também desenvolveram uma parceria com uma transportadora para o transporte rodoviário internacional e alinhou o processo de desembaraço da carga com um despachante especializado.

O porto chileno de San Antonio, o maior do país em movimentação de contêineres e carga geral, foi escolhido como ponto de embarque. O porto está em processo de expansão para se tornar o maior hub portuário do Pacífico Sul, possui capacidade estática atual de 60% de ocupação e baixos índices de omissões.

Nova perspectiva para o segundo semestre

A nova rota logística poderá aumentar a capacidade de exportação da Frameport, que já prevê embarcar pelo menos 60% de suas cargas com destino à costa Oeste dos Estados Unidos via porto do Chile a partir do segundo semestre deste ano. “A solução representa um avanço significativo para o setor exportador brasileiro, que busca alternativas para otimizar o tempo de transporte de cargas e reduzir custos”, explica Rodrigo Portes, gerente de contas do Grupo Allog. “A parceria com o exportador catarinense demonstra a importância da colaboração e da busca por soluções criativas para enfrentar os desafios do comércio internacional”, completa.

Fonte: Frameport Allog

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Comércio Exterior, Economia, Inovação, Internacional, Notícias, Portos

TCP celebra 27 anos com recordes operacionais, investimentos e impacto social

Em 13 de abril de 2025, a TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, celebra seus 27 anos de operações com um histórico de conquistas que reforça sua importância estratégica para o comércio exterior brasileiro. Às vésperas do aniversário, em março deste ano, o Terminal teve o melhor desempenho mensal de 2025, superando quatro recordes operacionais, com destaque para a movimentação de contêineres refrigerados 38% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado (13.890 TEUs), além de uma movimentação total de 401.131 TEUs no trimestre, alta de 7%. Com investimentos em tecnologia, serviços, sustentabilidade e pessoas, a TCP tem pavimentado o caminho para ampliar seu protagonismo como um hub portuário global.

Os recordes operacionais são reflexo dos constantes investimentos realizados pela TCP. Em 2024, a empresa concluiu a expansão de seu pátio de contêineres refrigerados, aumentando em 45% o número de tomadas, que passou de 3.624 para 5.268 — a maior capacidade da América do Sul. A medida foi estratégica para consolidar o terminal como o principal corredor de exportação de carnes do país, com 266.246 TEUs movimentados apenas em contêineres reefer no último ano. No três primeiros meses de 2025, as exportações de carne de frango bateram recorde para o primeiro trimestre, com 610 mil toneladas, o equivalente a 44% do market share nacional no segmento.

“Já ocupávamos o posto de maior corredor de exportação de carne de frango congelada do mundo. Com a expansão do nosso pátio reefer, além de mantermos sempre a estratégia no atendimento com a maior qualidade de serviço do mercado, flexibilidade, e satisfação de nossos clientes que atuam na avicultura, aumentamos nossa capacidade para ampliar e atender também outros mercados, como o de carne bovina, que cresce expressivamente no Terminal. Só nos três primeiros meses deste ano, foram embarcadas 217 mil toneladas de carne bovina — alta de 53% em relação ao mesmo período de 2024, bem acima da média nacional”, comenta Giovanni Guidolim, gerente comercial, de logística e de atendimento da TCP.

A estrutura logística da TCP também impulsionou o salto nas exportações de madeira (1,4 milhão de toneladas, alta de 47%) e papel e celulose (974 mil toneladas, aumento de 54%), no ano de 2024. Do lado das importações, os segmentos químico/petroquímico e automotivo lideraram, com 648 mil e 562 mil toneladas, respectivamente.

Outro marco foi o aumento do calado operacional, de 12,10 metros para 12,80 metros a maré zero, permitindo operações mais ágeis e o recebimento de navios de maior porte, como de porta-contêineres com até 368 metros de comprimento e 52 metros de largura. No ano passado, foram 992 atracações e um volume histórico de 1.558.453 TEUs movimentados, crescimento de 24% em relação a 2023.

Segundo Carolina Brown, gerente de armadores da TCP, a gama de serviços marítimos oferecidos aos clientes é outro grande diferencial do terminal, que hoje conta com 24 escalas semanais regulares. “Estamos sempre em busca de novas rotas e parcerias com armadores que possibilitem maior flexibilidade e garantias aos exportadores e importadores que optam pela TCP para movimentar seus produtos. O aumento de calado é essencial para mantermos nossa posição de liderança assim como para otimizar a utilização dos navios em nosso porto”, diz Brown.

Impacto social e geração de empregos

Com mais de 1.700 colaboradores e previsão de ultrapassar os 1.800 em 2025, a TCP é a maior empregadora privada do litoral do Paraná. “Com investimentos contínuos em infraestrutura, equipamento e pessoal, o Terminal de Contêineres de Paranaguá vem se expandindo ano após ano, e isso também vai se refletir no aumento de empregabilidade na companhia”, afirma Washington Renan Bohnn, gerente de recursos humanos e qualidade da empresa.

Além de fomentar o desenvolvimento econômico, a TCP também investe em responsabilidade social e, desde 2007, o Terminal já apoiou mais de 130 projetos por meio de leis de incentivo fiscal. Para 2025, serão realizadas quatro novas rodadas de aportes realizadas até o fim do ano em projetos na áreas de saúde, cultura, esporte e inclusão que contemplem as populações de Paranaguá e Curitiba.

Além dos aportes, a empresa possui mais de 30 ações socioambientais em andamento, as quais visam beneficiar a comunidade parnanguara e o meio ambiente em sua região de influência, na Baía de Paranaguá. Um dos projetos é a Troca Solidária, que completa 10 anos em 2025 e proporciona aos moradores a troca de materiais recicláveis por produtos da cesta básica e higiene pessoal. Desde 2015, o projeto já coletou mais de 500 toneladas de resíduos recicláveis e beneficiou mais de 700 famílias.

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Comércio Exterior, Greve, Notícias

140 dias de greve: basta de omissão e intransigência!

Nesta terça-feira (15), a greve dos Auditores-Fiscais da Receita Federal atinge a marca de 140 dias. Trata-se de uma paralisação histórica, que reflete nossa profunda indignação diante da intransigência do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e da omissão do Ministério da Fazenda. Neste dia, mais uma vez, os Auditores-Fiscais estarão juntos num ato público em Brasília, levantando suas vozes pela valorização da categoria.

Quando os Auditores-Fiscais aprovaram a greve por tempo indeterminado, a partir de 26 de novembro de 2024, já era claro que o MGI estava inadimplente com a categoria por não cumprir dois acordos assinados que previam as negociações para o reajuste do vencimento básico. No entanto, a falta de respeito tornou-se ainda mais grave: o MGI insiste em uma argumentação inverídica para justificar o injustificável e afirma que o reajuste salarial dos Auditores-Fiscais já teria sido contemplado durante a negociação do bônus.

Tal alegação faz letra morta das cláusulas dos acordos e, mais do que isso, desconsidera o papel estratégico da categoria na estrutura do Estado brasileiro. É importante que se diga: a regulamentação do bônus é fruto de um acordo firmado ainda em 2016 e não guarda relação com a pauta salarial dos Auditores-Fiscais. O reajuste do vencimento básico, que vem sendo corroído pela inflação, é direito constitucional.

Diante desse cenário, o Ministério da Fazenda, que deveria assumir o protagonismo no diálogo, mantém-se em surpreendente silêncio. É inadmissível que a pasta à qual a Receita Federal está vinculada não se preocupe com o aprofundamento de uma crise institucional e funcional que afeta diretamente a arrecadação, a fiscalização e o controle aduaneiro do país.

Os impactos da greve já são sentidos em portos, aeroportos, zonas de fronteira e tributos internos. O próprio programa do Imposto de Renda, em curso neste momento, sofre com a escassez de Auditores-Fiscais em postos-chave.

Nós já alertamos o governo e toda a sociedade: a paralisação do órgão, que já dura mais de quatro meses, tem potencial de comprometer a meta fiscal do ano, prejudicando o cumprimento das regras do novo arcabouço fiscal. Enquanto isso, o governo ignora, ou finge ignorar, a urgência de solucionar o impasse.

Nunca é demais reafirmar que o Auditor-Fiscal é um agente de Estado, investido do dever constitucional de proteger as fronteiras, combater a sonegação e assegurar os recursos que financiam as políticas públicas. Tratar essa carreira com descaso é minar as bases do próprio Estado.

Diante da gravidade do momento e do descaso do governo, não há outra alternativa. De um lado, é urgente que todos os Auditores-Fiscais que ainda não aderiram à greve venham fazer parte da mobilização, incluindo aqueles em cargos de chefia, que devem imediatamente se juntar ao nosso movimento. Na outra frente, exigimos do Ministério da Fazenda que atue e exigimos também do Ministério da Gestão e da Inovação que cumpra seus acordos e seja responsável com o país. Está declarado: não vamos recuar!

É hora de dar um basta à omissão. É hora de exigir respeito aos Auditores-Fiscais e ao serviço público de qualidade que o Brasil merece.

Nossa mobilização é legítima. Nossa luta é por justiça. Nosso compromisso é com o Estado brasileiro.

Fonte: Sindifisco Nacional

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Economia, Negócios, Notícias

EMASFI Group e RêConecta News: impulsionando a inovação e eficiência no setor logístico na Intermodal 2025

É com grande entusiasmo que o RêConecta News anuncia mais uma parceria de peso para a Intermodal South America 2025! O EMASFI Group, referência em soluções estratégicas para o setor logístico, se une a nós nesta jornada para levar inovação, eficiência e inteligência de negócios ao maior evento de logística, transporte de cargas e comércio exterior das Américas.

Com uma trajetória consolidada no setor contábil, o EMASFI Group se destaca como líder de mercado no atendimento a mais de 400 transportadoras, oferecendo soluções para contabilidade, gestão fiscal/tributária, financeira e auditoria. Com uma abordagem estratégica e tecnologia de ponta, a EMASFI auxilia transportadoras a otimizar processos, reduzir custos e garantir total conformidade com as exigências regulatórias, proporcionando maior segurança e eficiência operacional. Essa expertise faz da empresa uma referência no setor, contribuindo diretamente para a sustentabilidade e crescimento do segmento logístico.

Uma história de sucesso

Ao longo de 25 anos de trajetória, o EMASFI Group evoluiu de uma empresa familiar, fundada por José Eduardo Ferreira Camargo, para uma multinacional de referência no setor contábil. Hoje, com mais de 1.000 clientes atendidos e uma equipe de 120 funcionários, a empresa se destaca por oferecer soluções integradas e personalizadas. Em 2020, passou por uma grande transformação ao se associar a uma empresa holandesa de contabilidade e, em seguida, ao realizar uma fusão com uma empresa chilena do mesmo segmento, ampliando sua presença para mais de 50 países. No Brasil os escritórios estão localizados em Vinhedo (SP), São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. 

Segundo o CEO Eduardo Camargo, esse crescimento foi impulsionado pela necessidade de unificar serviços e atender a uma demanda crescente de clientes que buscavam uma gestão mais eficiente e menos fragmentada. “Eu via muitas empresas insatisfeitas com a fragmentação do serviço contábil em países diferentes e foi quando percebemos que poderíamos oferecer essa solução”, explica. 

Diferenciais e cultura empresarial

O EMASFI Group se diferencia pela abordagem consultiva e pelo uso de tecnologia de ponta para otimizar processos, reduzir riscos e maximizar a eficiência das operações de seus clientes. Com um time altamente qualificado e um portfólio de serviços completos, a empresa se posiciona como parceira estratégica para organizações que buscam crescimento sustentável e compliance com as melhores práticas do mercado. “Nosso compromisso é com a gestão fiscal e tributária dos clientes, atuando de forma personalizada para otimizar a carga tributária e melhorar o fluxo de caixa. O nosso time veste a camisa do cliente para garantir soluções estratégicas e eficazes”, ressalta Eduardo Camargo, CEO do EMASFI Group. 

Expectativas para a Intermodal 2025

A união entre o ReConecta News e o EMASFI Group reforça o compromisso de ambas as empresas em impulsionar o desenvolvimento do setor logístico, promovendo conhecimento, networking e soluções inovadoras para o mercado. Durante a Intermodal 2025, essa parceria se traduzirá em conteúdos exclusivos, insights estratégicos e oportunidades de conexão para profissionais e empresas que buscam evolução no segmento. “Nossa participação na Intermodal busca ampliar a visibilidade da marca, promover networking e acompanhar tendências de mercado, agregando diferentes tipos de serviços ao setor”, finaliza Eduardo. 

Venha conhecer ser um conectado: nos dias 22 a 24 de abril, te esperamos no Estande G100. 

Saiba mais sobre o EMASFI Group: https://www.emasfi.com.br/
Faça sua inscrição: https://www.intermodal.com.br/pt/credenciamento.html

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Notícias, Oportunidade de Mercado, Portos

Porto de Santos: tratativas para reparo do píer danificado em acidente avançam com sinergia entre atores públicos e privados

A Autoridade Portuária de Santos (APS) promoveu, na manhã da última sexta-feira (11), uma reunião com a Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) e representantes do setor privado para discutir o andamento dos trabalhos de recuperação do píer danificado pela colisão do navio Olavo Bilac, ocorrida no dia 12 de março.

A inspeção subaquática detalhada no local do sinistro foi concluída na última quinta-feira (10) e a perspectiva é de que a empresa responsável finalize, em cerca de 30 dias, o projeto de recuperação estrutural das avarias.

“Há uma grande disposição de todos os envolvidos; da Autoridade Portuária, da Marinha e das empresas envolvidas para buscar soluções e mitigar eventuais prejuízos à operação portuária”, relata Beto Mendes, diretor de Operações da APS.

“Finalizamos a fase diagnóstica dos danos causados, e todos estão empenhados para avançarmos para as próximas etapas e solucionar o problema da forma mais rápida possível, sempre prezando pela segurança das instalações e dos usuários”, assegura Orlando Razões, diretor de Infraestrutura da APS.

Encaminhamentos

Para avaliação da estrutura e elaboração de projeto de recuperação, foi contratada a Exe Engenharia, empresa responsável pelo projeto do cais, ponto avaliado como positivo pelos presentes na reunião.

O comandante da Capitania dos Portos, capitão de Mar e Guerra Marcus André de Souza e Silva, informou que a Marinha acompanha de perto os trabalhos e ressaltou que a instituição está comprometida com uma resolução ágil do incidente.

Representantes de empresas que operam celulose nos berços de atracação próximos ao local do abalroamento também participaram. A Autoridade Portuária de Santos mantém diálogo estreito com os terminais para assegurar que a programação das operações portuárias não seja afetada pela interdição parcial do cais.

Pela APS, também estiveram presentes o gerente de Fiscalização Ricardo Moreira, o superintendente de Operações Portuárias Márcio Kanashiro, e a assessora Cristina Rodrigues, da Diretoria de Infraestrutura.

Fonte: APS

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Medidas para enfrentar o caos logístico no setor portuário

A revisão da Lei dos Portos (Lei nº 12.815/2013) e uma oferta recorde de novos arrendamentos podem contribuir para pôr fim ao caos logístico evidenciado em 2024 no setor portuário. Além de oito terminais licitados no ano passado, a previsão é que sejam leiloados mais 42 empreendimentos, somando R$ 22,86 bilhões de investimentos. Serão 16 arrendamentos e cinco concessões em 2025 (R$ 19,75 bilhões) e 20 arrendamentos e uma concessão em 2026 (R$ 3,1 bilhões).

“Tivemos um ano excepcional, com movimentação portuária atingindo 1,32 bilhão de toneladas, a maior da história, com alta de 1,18%. Estamos acelerando a carteira, em que 33% dos leilões são para atender ao agronegócio com grande parcela nos portos do Arco Norte, que já respondem por 25% das exportações. De terminais de contêineres, serão quatro arredamentos em vários portos e um grande TUP [terminal de uso privado] em Santos”, destaca Silvio Serafim Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos (MPor).

O mais aguardado é o Tecon Santos 10, quarto e maior terminal de contêineres do porto de Santos e da América do Sul, com capacidade de até 3,5 milhões de TEUs e investimentos de R$ 5,64 bilhões. A minuta de edital já passou por consulta e audiência públicas e, após incorporar as contribuições pertinentes, será encaminhada ao Tribunal de Contas da União (TCU). “A previsão é publicar o edital em 10 de setembro e realizar o leilão em 10 de dezembro. Será o maior leilão portuário do Brasil, que passará da 46ª para a 15ª posição em movimentação de contêineres”, diz Alex Ávila, secretário nacional de Portos.

Já a revisão da Lei nº 12.815/2013 visa destravar investimentos. A principal proposta é o PL nº 733/2025, que resultou de trabalhos de comissão de juristas. “O PL aproxima-se de conceitos da lei anterior de 1993 (Lei n° 8.630/1993), que modernizou o setor, com maior flexibilidade nos licenciamentos e nas relações laborais”, diz Mário Povia, diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Infraestrutura (IBI).

Em 2024, a movimentação de contêineres cresceu 20%, somando 13,9 milhões de TEUs, e ficou claro que a infraestrutura portuária não está preparada para uma forte expansão econômica, como a alta de 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB). A paralisação do porto de Itajaí e o fechamento de berços da Portonave, em Navegantes (SC), e da BTP, em Santos (SP), contribuíram para esgotar a capacidade de diversos terminais.

Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que, dos 5.663 embarques de contêineres programados em 2024, 3.219 tiveram atraso e 1.167 foram cancelados. Wagner Cardoso, superintendente de Infraestrutura da CNI, diz que, com a deficiência de infraestrutura e aumento da participação dos armadores nos terminais, as empresas usuárias têm sofrido com falta de espaço nos portos, omissão de embarque (cancelamento), rolagem de carga (transferência para outro navio em data diferente), supressão de escala (salto de um porto), sobre-estadias e cobranças indevidas.

Eduardo Heron Santos, diretor técnico do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), explica que o navio atrasa por problemas nos terminais ou fatores externos, como a estiagem no Canal do Panamá e os ataques dos rebeldes houthis na Ásia. Os pátios dos terminais ficam cheios, e o exportador tem de colocar a carga numa retroárea. “Em 2024, a exportação de café cresceu 28%, para 50,5 milhões de sacas, mas ficou para trás 1,8 milhão de sacas em 5,3 mil contêineres parados, aguardando embarque. Pagamos R$ 51 milhões só em taxas adicionais de armazenagem”, lamenta Santos.

Roberto Teller, diretor de operações da Movecta, diz que os operadores logísticos dos portos secos tiveram alta extraordinária na demanda por armazenagem. Isso ocorreu devido ao esgotamento de terminais, como o da Santos Brasil, responsável por 15% do total movimentado em contêineres.

“O ano de 2024 foi desafiador na costa leste do continente, com as paralisações. Crescemos 27%, investimos R$ 700 milhões, ampliando a capacidade para 2,3 milhões de TEUs, mas usamos tudo, pois absorvemos cargas de Itajaí, BTP e Navegantes. Neste ano vamos investir mais R$ 700 milhões para atingir 2,6 milhões de TEUs e antecipamos para 2026 o aumento para 3 milhões de TEUs”, informa Antonio Carlos Sepúlveda, diretor-presidente da Santos Brasil.

Segundo a CNI, Paranaguá (PR) liderou o ranking de problemas, com 538 atrasos, 133 omissões e 46 cancelamentos de embarque. “O porto é prejudicado quando há alterações nas escalas”, justifica Gabriel Vieira, diretor de operações do Porto de Paranaguá.

Claudio Loureiro, diretor-executivo do Centronave, assegura que não há embate entre armadores e usuários, pois ambos entendem que são afetados pela deficiência de infraestrutura: faltam terminais e profundidade dos portos para receber navios maiores. “Os armadores têm uma perda anual de carga potencial de 500 mil TEUs, ou US$ 1 bilhão. Para o comércio exterior brasileiro, as perdas são de US$ 6,4 bilhões nas exportações e US$ 14,2 bilhões em importações”, alerta Loureiro.

Não falta apetite dos investidores, especialmente armadores. A APM Terminals, braço de terminais da Maersk, tem investido no Brasil em terminais de contêineres greenfield (novos) – Suape (PE), Itapoá (SC), BTP –, embora não descarte aquisições. “Investimos em aumento de capacidade, e a maior oportunidade é o Tecon Santos 10. Sem investimentos, o Brasil perde a oportunidade de atrair até 4 milhões de TEUs a mais de cargas do continente para portos concentradores no país”, diz Leonardo Levy, diretor de investimento da empresa para as Américas.

Para Patrício Jr, diretor de investimentos da Terminal Investment Limited (TIL) – braço de terminais da MSC –, os problemas são consequência da falta de planejamento. “O Tecon Santos 10 vai resolver os problemas atuais, mas só daqui a seis anos. Já deveríamos estar pensando no próximo terminal”, diz. Anderson Pomini, diretor-presidente da Autoridade Portuária de Santos, destaca que, além do Tecon Santos 10 e da ampliação dos acessos – Túnel Santos-Guarujá e dois viadutos –, com R$ 20 bilhões de investimentos, a APS já desenvolve uma nova poligonal com mais 13 milhões de metros quadrados. “Hoje temos 7,8 milhões de metros quadrados. Em abril, será publicada a nova poligonal, totalizando 20 milhões de metros quadrados. Com o crescimento de 20% ao ano, o Tecon Santos 10 e os novos acessos já chegam com atraso.”

Fonte: Valor Econômico

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Portonave eleva plano de investimento em R$ 440 mi em Navegantes

A Portonave, terminal privado da Terminal Investment Limited (TIL) em Navegantes(SC), acaba de fechar um novo investimento de R$ 439 milhões, para a compra de equipamentos que deverão ampliar sua capacidade do atual patamar de 1,5 milhão de TEUs para 2 milhões de TEUs, a partir de 2026.

Os recursos se somam ao plano de investimento de R$ 1 bilhão, já em curso desde o ano passado. A companhia, que tem como controladora um dos maiores grupos de navegação globais, a MSC, vem trabalhando para reforçar seu cais, para receber os maiores navios do mercado, de até 400 metros de comprimento.

A primeira etapa desse investimento deverá ser concluída em julho, quando se inicia a obra de reforço dos outros 50% do terminal, segundo Osmari Castilho, diretor superintendente administrativo da Portonave. A construção completa deverá se encerrar em meados de 2026.

Também nesse prazo deverão chegar os equipamentos recém-adquiridos pela companhia. Foram comprados dois guindastes “Ship-to-Shore” (STS), com capacidade para carregar e descarregar os contêineres dos maiores navios do mercado. As unidades deverão se somar aos quatro guindastes STS já em operação.

O Portonave também adquiriu 14 guindastes “Rubber Tyred Gantry” (RTG), para fazer a movimentação de contêineres no pátio do terminal, que se somam a outros 18 equipamentos já existentes. Com isso, a empresa conseguirá ampliar a capacidade dinâmica do terminal.

Em 2024, quando todos os terminais de contêineres do país passaram por forte congestionamento, o Portonave chegou a uma ocupação na casa dos 90% em alguns momentos. Neste ano, o fluxo já se normalizou, mas a taxa média está em cerca de 70%.

Além de ampliar a capacidade, o plano de investimentos busca preparar o terminal para a chegada das grandes embarcações que circulam no mundo, que tendem a dar mais eficiência à operação logística. Porém, a entrada desses navios ainda depende de um investimento adicional, para o aprofundamento do canal de acesso do Porto de Itajaí – obra que depende de uma iniciativa do poder público. O plano do governo é fazer uma concessão do canal, que incluiria o aumento do calado. Porém, ainda não há previsão de data para o projeto.

“O ideal é que o cronograma da concessão andasse junto da obra do terminal, para que possamos operar os navios maiores. Esperamos que isso tenha celeridade, estamos acompanhando”, disse Castilho. “[O aprofundamento] vai ter que acontecerem algum momento, o que pode haver é um descasamento, e estarmos preparados antes do canal”, afirmou.

Outra preocupação da empresa para os próximos anos são os possíveis impactos da reforma tributária sobre a movimentação em Santa Catarina, que atraiu carga por meio de incentivos fiscais. Porém, Castilho diz que não prevê um esvaziamento do porto. Para ele, o investimento em infraestrutura na região garante competitividade.“Outra vantagem é a potência da indústria catarinense.”

Fonte: Valor Econômico

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QR code: como essa invenção saiu de uma fábrica do Japão para deixar o acesso à informação mais prático

Seja na hora de pagar uma conta, ver o cardápio de um restaurante ou saber mais sobre uma empresa, ele está lá: o QR code, um tipo de código de barras bidimensional que mais parece um labirinto. Seu funcionamento é simples: basta apontar a câmera do celular para o código para acessar informações de forma rápida e prática.

O que muitos podem não saber é que, antes de chegar a praticamente todos os cantos, a história do Quick Response Code (ou Código de Resposta Rápida) começou em uma fábrica no Japão, da empresa Denso Wave, especializada no desenvolvimento e fabricação de dispositivos de captura automática de dados, robôs industriais e controladores programáveis.

Fonte: Revista Época
https://epocanegocios.globo.com/invencoes/noticia/2025/04/qr-code-como-essa-invencao-saiu-de-uma-fabrica-do-japao-para-deixar-o-acesso-a-informacao-mais-pratico.ghtml?utm_campaign=gecorrp__newsletter_fiesc_14042025&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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China pede que EUA ‘eliminem completamente’ tarifas

O governo da China pediu neste domingo, 13, que os Estados Unidos eliminem por completo as tarifas impostas a produtos chineses. Em comunicado oficial, o Ministério do Comércio chinês classificou como insuficiente a recente decisão do governo Donald Trump de isentar celulares, laptops e outros eletrônicos das chamadas tarifas recíprocas.

O que vimos foi apenas um pequeno passo para corrigir um erro, afirmou o ministério, acrescentando que Washington deveria “abolir completamente essa prática equivocada e retornar ao caminho do diálogo baseado no respeito mútuo”.

O ministério chinês também reforçou sua crítica ao que chama de tarifas unilaterais e pediu que os EUA “ouçam as vozes racionais da comunidade internacional” e promovam ajustes mais amplos. 

A pasta citou uma decisão anterior, de 10 de abril, em que Washington suspendeu provisoriamente tarifas elevadas contra outros parceiros comerciais.

Isenção de eletrônicos

A medida dos EUA, anunciada na sexta-feira, 11, pelo governo Donald Trump, exclui produtos eletrônicos de consumo de tarifas que chegavam a 145% sobre importações da China — principal polo de fabricação de itens como iPhones e notebooks. 

Segundo dados do US Census Bureau, os smartphones foram os produtos mais importados da China em 2024, somando US$ 41,7 bilhões, seguidos pelos laptops, com US$ 33,1 bilhões.

A decisão beneficia gigantes da tecnologia como Apple, Nvidia e Dell, e abrange 20 categorias de produtos, incluindo semicondutores, chips de memória e monitores de tela plana. De acordo com a Bloomberg, esses itens têm produção limitada nos EUA, e a substituição por fabricantes locais exigiria anos de investimentos.

Apesar do alívio para o setor, autoridades americanas afirmaram que a isenção pode ser temporária. A suspensão das tarifas, segundo estimativas do Rand China Research Center, envolve cerca de US$ 390 bilhões em importações, sendo mais de US$ 100 bilhões provenientes da China.

Tarifas de 145%

Na quinta-feira, 10, o presidente Donald Trump havia anunciado uma tarifa de 145% sobre produtos importados da China. Para países que, segundo ele, “não retaliaram de forma alguma”, o governo aplicou uma alíquota reduzida de 10%, válida por 90 dias.

A decisão de isentar eletrônicos busca evitar um aumento imediato de preços. 

De acordo com a consultoria TechInsights, transferir a produção de iPhones da China para os EUA levaria anos e elevaria o custo de cada unidade para até US$ 3.500 (R$ 20,5 mil). Com as tarifas vigentes, o preço do iPhone poderia subir cerca de 70% no mercado americano.

Desde março, a Apple tem fretado aviões cargueiros para trazer iPhones da Índia aos EUA como forma de contornar as tarifas. Ao todo, foram transportadas cerca de 600 toneladas — ou 1,5 milhão de unidades do smartphone.

Entre os produtos isentos também estão células solares, cartões de memória e semicondutores. A decisão favorece especialmente a Taiwan Semiconductor Manufacturing Co., que anunciou novos investimentos em território americano.

Ainda que represente um alívio imediato, a exclusão não elimina a possibilidade de novas tarifas sobre o setor. A Casa Branca já sinalizou que pretende estabelecer uma política específica para componentes estratégicos como os chips, seguindo promessas anteriores de Trump.

Fonte: O Antagonista
https://diariodobrasilnoticias.com.br/noticia/china-pede-que-eua-eliminem-completamente-tarifas-67fbeca74501d

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Cabotagem para cargas fracionadas: Amalog apresenta inovação logística na Intermodal 2025 

A Amalog, referência em soluções logísticas integradas, e o RêConecta News anunciaram uma parceria estratégica para a Intermodal South América 2025, que acontecerá de 22 a 24 de abril no Distrito Anhembi, em São Paulo.  

Reconhecido como o principal evento do setor de logística na América do Sul, o evento será uma oportunidade para destacar a inovação e a eficiência operacional promovidas pelas empresas.  

Inovação e sustentabilidade 

Entre as principais soluções que serão apresentadas pela Amalog na Intermodal 2025 está a Cabotagem para cargas fracionadas. A cabotagem, que se refere ao transporte marítimo de cargas entre portos do mesmo país, desempenha um papel crucial para economia brasileira.  

O transporte fracionado, que sempre foi amplamente utilizado no modal rodoviário, surge como uma oportunidade para a cabotagem. O uso do modal marítimo para esse tipo de operação oferece uma alternativa viável para o transporte de mercadorias, facilitando o acesso a mercados em outras regiões do Brasil. 

Comprovadamente, a cabotagem é uma opção de transporte muito mais econômica, sustentável e segura em comparação com o transporte rodoviário, e resulta em significativa redução nos custos logísticos. Quando várias pequenas cargas são agrupadas em um único contêiner, isso reduz o custo por unidade transportada. 

Em um mundo em que, cada vez mais o olhar se volta para aas políticas ESG, ter uma opção de transporte que reduza as emissões de CO² no meio ambiente é sempre benvinda, explica Amilton Cassio, Diretor de Vendas da Amalog. “Nosso desafio foi tornar-se esse serviço tão ágil quanto o rodoviário, e hoje já oferecemos opções que atendem as regiões SUL e Sudeste para Manaus e em breve passaremos a atender também a região Nordeste.” 

Soluções com tecnologia e eficiência 

A Amalog nasceu com o propósito de transformar a logística por meio da tecnologia e da automação. Ao longo dos 7 anos de existência, a empresa expandiu sua atuação, investindo em soluções inovadoras e ampliando sua presença com filiais em pontos estratégicos do país. Com sede em Santos e armazéns em Itajaí (SC), Cachoerinha (RS), São José dos Pinhais (PR), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG) e Manaus (AM), a AMALOG tem se destacado pela capacidade de integrar diferentes modais e simplificar processos, garantindo eficiência e redução de custos para seus clientes.  

Entre os principais diferenciais oferecidos pela empresa está a Plataforma Amalog de Serviços (PAS), que integra todos os envolvidos no processo de comércio exterior e logística, eliminando burocracias e permitindo a gestão em tempo real das operações.  

Inteligência Artificial 

Por ter se tornado recentemente uma empresa OTM, a Amalog enxergou na cabotagem, que era o momento de investir expressivamente e apresentar ao mercado ferramentas inovadoras, sendo pioneira em incluir em sua Plataforma agentes de inteligência artificial para facilitar toda a gestão, operacionalização e segurança da informação para seus clientes. São várias ferramentas criadas, através da IA que irão trazer produtividade e efetividade para a Empresa, podendo de fato oferecer um serviço para cabotagem com horários regulares e previsíveis, que é a carência e de suma importância para empresas que precisam planejar seu estoque e logística, tudo controlado pelo cliente em tempo real. 

A Plataforma que já possuía o monitoramento contínuo de documentos, foi pioneira no Brasil em gerar suas DTAS e apresentar os dossiês para Receita Federal, sem precisar sequer entrar no Siscomex Trânsito Aduaneiro ou Portal Único Siscomex, com gestão de previsão de carregamento, prazos de entrega e status de lotes e containers carregados, além de automatizar tarefas, oferecendo rastreamento contínuo de veículos, otimizando operações e garantindo mais segurança e controle. “Desde que entramos no mercado, unimos tecnologia e transporte para atender a uma necessidade real dos clientes. Nossa plataforma é hoje o nosso principal diferencial, pois permite que os clientes acompanhem suas mercadorias em tempo real, façam cotações de frete e tenham uma experiência logística mais eficiente”, afirma Shandres Jordani, Diretor Executivo da Amalog.  

De “alfinete à foguete” 

A Amalog buscou o registro de operador multimodal (OTM), que integram diferentes modais – rodoviário, marítimo e aéreo – para atender às necessidades específicas de cada cliente. “Nosso foco está na carga de menor tamanho, o LTL, fracionado para ser transportado posteriormente por cabotagem. Por isso, temos uma frase que resume bem o nosso trabalho: ‘transportamos de alfinete a foguete’. Literalmente todo tipo de mercadoria fracionada, com entregas em todo o Brasil em todos os tipos de modais”, completa Shandres Jordani. 

Ainda segundo Shandres Jordani, a cabotagem foi importante porque a empresa jpa contava com HUBs nas principais regiões como em Campinas, Itajaí, Canoas e estrategicamente em Manaus para atender os principais Portos, aeroportos e fronteiras do país.  

A parceria entre a Amalog e o ReConecta News na Intermodal 2025 reforça o compromisso de ambas as empresas em impulsionar o setor logístico brasileiro por meio de tecnologia e inovação. O evento reunirá mais de 500 marcas expositoras, conectando profissionais e empresas a soluções operacionais de ponta a ponta, garantindo novas oportunidades de negócios e fortalecendo ainda mais o setor.  

Venha conhecer tudo o que a Amalog tem a oferecer na Intermodal 2025!  

Te esperamos no estande G100.  

Saiba mais sobre a AMALOG: https://amalog.com.br/site/  

Faça sua inscrição: https://www.intermodal.com.br/pt/home.html 

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