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Economia, Industria, Informação, Internacional, Investimento, Negócios

JBS vai investir US$ 100 mi para construir fábricas no Vietnã

Unidades devem gerar cerca de 500 empregos na região

A JBS anunciou neste sábado (29) o investimento de US$ 100 milhões para a construção de duas fábricas no Vietnã.

As plantas serão responsáveis pela produção de carne bovina, suína e de aves, e utilizarão, principalmente, matérias-primas importadas do Brasil, destinadas a abastecer o mercado vietnamita e de outros países do Sudeste Asiático.

“As novas fábricas no Vietnã não serão apenas uma expansão de capacidade produtiva, mas um investimento com propósito: gerar valor para a economia local, criar empregos qualificados, contribuindo para a segurança alimentar em todo o Sudeste Asiático. Estamos investindo no futuro, com foco em inovação, sustentabilidade e desenvolvimento”, disse Renato Costa presidente da Friboi, que pertence à JBS.

A companhia deve gerar cerca de 500 novos postos de trabalho na região, além de promover programas de treinamento técnico e transferência de tecnologia para os trabalhadores vietnamitas, contribuindo para o fortalecimento do setor produtivo do país.

O plano prevê que a primeira fase do projeto será instalada no Khu công nghiệp Nam Đình Vũ, onde será construído um centro logístico com capacidade para armazenagem, abrangendo atividades de pré-processamento, corte e embalagem.

Já para a segunda fase, localizada no sul do Vietnã, o memorando estima que será realizada dois anos após o início das operações da primeira unidade e contará com infraestrutura semelhante, incluindo novo centro logístico e planta de processamento.

“A parceria entre a JBS, o governo vietnamita e nossos parceiros locais representa um passo estratégico essencial para nossa diversificação geográfica”, disse Costa.

“Esse movimento não só fortalece nossa capacidade de atender ao mercado local, mas também expande nossa presença global, criando uma cadeia produtiva robusta e sustentável que nos posiciona de forma ainda mais competitiva no cenário internacional”.

FONTE: CNN Brasil
JBS vai investir US$ 100 mi para construir fábricas no Vietnã | CNN Brasil

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Comércio Exterior, Gestão, Informação, Investimento, Notícias, Portos

Brasil financiará a construção da ponte binacional entre El Soberbio e Porto Soberbio

Como antecipamos em 2023, o projeto da ponte binacional que ligará El Soberbio (Argentina) a Porto Soberbio (Brasil) deu um passo fundamental para sua conclusão: o governo do estado do Rio Grande do Sul anunciou que assumirá o financiamento integral da obra.

A confirmação foi feita pelo vice-governador Gabriel Sousa durante a comemoração dos 55 anos do Amuceleiro, em evento que contou com a presença de mais de 50 prefeitos e vice-prefeitos da região.

O apoio financeiro foi decidido pela gestão do governador Eduardo Leite, que ratificou o compromisso do governo do estado com a construção desta infraestrutura fundamental para a integração fronteiriça.

Do El Soberbio, o diretor de Turismo, Víctor Motta, destacou a gratidão do governo brasileiro ao prefeito Roque Sobockzinski, à Prefeitura de El Soberbio e ao governo de Misiones pelo apoio nos esforços para a conclusão do projeto.

Uma ponte estratégica para a região

A construção da ponte Porto Soberbio – El Soberbio representa uma obra de grande impacto, que promete transformar a conectividade, a economia e o turismo da região. Espera-se gerar benefícios em diversos aspectos:

✔ Investimento brasileiro: financiamento do governo do Rio Grande do Sul garante a viabilidade do projeto.

✔ Desenvolvimento econômico: promoverá o comércio bilateral e a circulação de produtos entre Argentina e Brasil.

✔ Turismo: facilitará o fluxo de visitantes, impulsionando a economia local.

✔ Integração regional: fortalecerá os laços entre as comunidades dos dois países.

✔ Melhor conectividade: reduzirá os tempos de viagem e otimizará o acesso a serviços e oportunidades.

Com a decisão do governo do Rio Grande do Sul de assumir os custos da obra, a ponte binacional caminha para se tornar realidade, consolidando-se como um pilar fundamental para o desenvolvimento e integração regional.

FONTE: Três Passos News
Brasil financiará a construção da ponte binacional entre El Soberbio e Porto Soberbio – Três Passos News

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Economia, Informação, Internacional, Notícias, Tributação

ICMS sobre importados on-line sobe em dez estados a partir de amanhã, entenda

Comitê de secretários aprovou alta, mas decisão final depende de cada unidade da federação

As compras de produtos importados em sites de e-commerce, como Shopee, Shein e AliExpress vão pagar mais tributos a partir de amanhã, dia 1º de abril. O Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) cobrado sobre compras internacionais vai subir para 20% em dez estados.

Além disso, já há a chamada “taxa da blusinha”, imposto federal que incide sobre compras internacionais com valor até US$ 50.

Os estados e o Distrito Federal fecharam, no ano passado, um acordo que permitiu subir a alíquota sobre remessas importadas de até US$ 3 mil de 17% para 20%. O objetivo, de acordo com o Comitê Nacional de Secretarias de Estado da Fazenda (Comsefaz), é “garantir a isonomia competitiva entre produtos importados e nacionais, promovendo o consumo de bens produzidos no Brasil”, de acordo com nota divulgada em dezembro.

Com isso, dizem os estados em nota, a ideia é “estimular o fortalecimento do setor produtivo interno e ampliar a geração de empregos, em um contexto de concorrência crescente com plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço”.

Isso, porém, não foi automático. Em estados em que o teto do ICMS geral é de menos de 20%, isso dependia de aprovação de um decreto do governador ou de lei local. Dessa forma, dez estados terão alíquotas maiores.

Estados que optaram por elevar o ICMS para 20%:

  • Acre
  • Alagoas
  • Bahia
  • Ceará
  • Minas Gerais
  • Paraíba
  • Piauí
  • Rio Grande do Norte
  • Roraima
  • Sergipe

Estados em que a alíquota permanece 17%

  • Amazonas
  • Amapá
  • Distrito Federal
  • Espírito Santo
  • Goiás
  • Maranhão
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Pará
  • Pernambuco
  • Paraná
  • Rio de Janeiro
  • Rio Grande do Sul
  • Roraima
  • Santa Catarina
  • São Paulo
  • Tocantins

Como é hoje?

As importações realizadas a partir do Regime de Tributação Simplificada (RTS) são tributadas pelo ICMS, que atualmente tem alíquota uniforme de 17%, independentemente de a compra ser efetuada em sites certificados pela Receita Federal no Programa Remessa Conforme ou não.

O RTS vale para a importação de encomendas internacionais com valor aduaneiro (soma dos bens + frete + seguro) de até US$ 3.000, destinados a pessoas físicas e jurídicas.

Além do ICMS, as compras internacionais feitas em e-commerces de Remessa Conforme e destinadas a pessoas físicas pagam também o Imposto de Importação (a “taxa da blusinha”), alterado em agosto do ano passado. Para compras em que o valor aduaneiro for de até US$ 50 a alíquota é de 20%. Já quando o valor for maior que US$ 50, a alíquota é de 60%.

Como vai ser?

Em dez estados, o ICMS será majorado para 20% para esse tipo de compra on-line. Assim, consumidores irão pagar o Imposto de Importação — que pode ser de 20% ou 60%, a depender do valor da compra — mais 20% de ICMS.

FONTE: O Globo
ICMS sobre importados on-line sobe em dez estados a partir de amanhã, entenda

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Comércio Exterior, Informação, Inovação, Investimento, Navegação, Notícias, Portos

Portuário da Babitonga será o 1º do Brasil a receber embarcações de até 366 metros

O investimento total no maior porto de Santa Catarina será de R$ 324 milhões

Conforme informações do Governo do Estado de Santa Catarina, o aprofundamento do canal de acesso à Baía da Babitonga reduzirá os custos das empresas para movimentar cargas no Porto de São Francisco do Sul. A obra de dragagem e aprofundamento do canal viabilizará a atracação e operação de embarcações de até 366 metros de comprimento, tornando o Complexo Portuário da Babitonga no primeiro do Brasil com capacidade para receber navios desse porte, com carga máxima.

“Para ter ideia, até então só recebemos navios de até 10 mil contêineres. Com a obra, vai pular pra até 16 mil. Isso significa mais riqueza pra Santa Catarina. Mais empregos. Mais faturamento para as empresas. É investimento que volta pro Estado em pouco tempo. E um detalhe: obra feita pela iniciativa privada. Uma PPP inédita feita pelo Governo do Estado”, frisou o governador Jorginho Mello.

Os portos da Baía da Babitonga estão entre os mais eficientes do país. O Porto de São Francisco do Sul é um dos mais movimentados do Brasil, tendo registrado a marca de 17 milhões de toneladas de mercadorias em 2024. Já o Porto Itapoá, que se destaca na operação de cargas conteinerizadas e é o maior empregador do município, movimentou cerca de 1,2 milhão de TEUs em 2024, equivalente a 14 milhões de toneladas: um crescimento expressivo de 19% em relação a 2023.

Atualmente, o Complexo Portuário da Baía da Babitonga responde por mais de 60% da movimentação portuária de Santa Catarina, em tonelagem.

O edital para a escolha da empresa que realizará a obra já está disponível no site do Porto de São Francisco e a sessão pública de abertura das propostas ocorrerá no início de junho. e a previsão é de que a obra que deve estar concluído no próximo ano. O investimento total no maior porto de Santa Catarina será de R$ 324 milhões.

O que muda com o aprofundamento

Com o aumento da profundidade dos atuais 14 para 16 metros, os navios poderão entrar e sair do terminal portuário sem depender das marés. Hoje, as embarcações carregadas de mercadorias têm que fazer uma parada, no meio da Baía, porque não conseguem percorrer os 17 quilômetros do canal durante a maré alta.

Esse fundeio, que demora até 24 horas, traz um custo extra para as empresas: somando as manobras com a praticagem e as despesas com o navio parado, o valor chega a 25 mil dólares diários (em torno de R$ 150 mil).

Além disso, a obra tornará a navegação pela Baía da Babitonga mais segura para as grandes embarcações, que reduzirão a quantidade de manobras.

Engordamento da praia

Parte dos sedimentos retirados serão utilizados para o engordamento da faixa de areia da orla de Itapoá que, nos últimos anos, tem sofrido com erosão marítima.

Será a primeira vez no Brasil que os sedimentos de uma dragagem portuária terão como destino o alargamento de uma praia e tende a ser um modelo que pode ser aproveitado no sistema portuário nacional.

FONTE: Guararema News
Portuário da Babitonga será o 1º do Brasil a receber embarcações de até 366 metros – Guararema News

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Importação, Industria, Informação, Notícias

Medidas comerciais dos EUA podem impactar a indústria automobilística do Brasil

Além das autopeças brasileiras enviadas para os EUA e usadas em fábricas de automóveis mexicanas, as montadoras podem redirecionar investimentos para fábricas americanas

As tarifas de importação na indústria automotiva, já em vigor ou em discussão pelo governo de Donald Trump, devem impactar o Brasil também. Os Estados Unidos e o México são o segundo e o terceiro maiores mercados de exportação da indústria brasileira de autopeças, respectivamente. Juntos, eles responderam por US$ 2,29 bilhões em 2024, o equivalente a 29,2% da receita total de exportação do setor brasileiro.

A tarifa de 25% imposta aos veículos importados pelos EUA já está surtindo efeito, já que o Brasil fornece componentes para alimentar as linhas de montagem de automóveis do México. Com US$ 923 milhões em embarques, o México representou 11,8% da receita brasileira de exportação de autopeças em 2024.

A situação deve piorar assim que o governo dos EUA definir tarifas para autopeças importadas, como já sinalizou. Se implementadas, essas novas tarifas tornariam as peças brasileiras mais caras no mercado americano.

Em 2024, o Brasil exportou US$ 1,37 bilhão em autopeças para os EUA, o que representou 17,5% da receita de exportação do setor naquele ano. Os EUA ficaram atrás apenas da Argentina, que gerou 34,6% da receita de exportação de autopeças do Brasil.

O setor está se preparando para mais más notícias. Em nota, o Sindicato Nacional dos Fabricantes de Autopeças (Sindipeças) disse que vê as medidas “com preocupação”. A organização observou que, após as tarifas sobre carros, “algumas autopeças também enfrentarão tarifas adicionais semanas depois, com a possibilidade de mais itens serem adicionados à lista inicial”. A liderança do Sindipeças disse que está “aguardando todos os detalhes da legislação para avaliar os impactos potenciais mais detalhadamente”.

Os efeitos das novas tarifas sobre o Brasil não se limitam à indústria de autopeças. Embora as fábricas de veículos no Brasil não exportem para os EUA – o segundo maior mercado automotivo do mundo – as novas medidas devem ter um impacto financeiro significativo nas montadoras, afetando potencialmente sua capacidade de investimento em todo o mundo, inclusive no Brasil.

Além disso, a necessidade de mudar as estratégias de fabricação, aumentando a produção nos EUA como Trump pretende, também pode levar as montadoras a redirecionar mais investimentos para as fábricas americanas, reduzindo o fluxo de recursos para outros países com fortes indústrias automobilísticas, como o Brasil.

Um executivo sênior de uma grande montadora que opera no Brasil disse que não há dúvida de que o impacto será significativo, especialmente no México. Quase 80% dos veículos produzidos nas fábricas mexicanas são destinados aos EUA. Em 2024, 2,8 milhões de veículos cruzaram a fronteira — mais do que toda a produção brasileira de 2,54 milhões de unidades naquele ano.

Muitos veículos fabricados no México são projetados para atender às preferências e ao poder de compra dos consumidores dos EUA. São, portanto, maiores e mais luxuosos do que os modelos exportados para o Brasil. Sob um acordo de livre comércio, 10% dos veículos importados pelo Brasil em 2024 vieram do México.

Com quase 4 milhões de veículos produzidos em 2024, o México foi classificado como o quinto maior produtor de veículos do mundo, atrás da China, Estados Unidos, Japão e Índia. O Brasil ficou em oitavo lugar. O México também é o quinto maior exportador de veículos do mundo, atrás da Alemanha, Japão, EUA e Coreia do Sul.

Aço brasileiro

De acordo com dados da Associação Mexicana da Indústria Automotiva (AMIA), o México possui 37 fábricas de veículos, motores e transmissões. A maioria pertence a empresas que também operam nos EUA e no Brasil, incluindo empresas americanas, europeias e asiáticas, empregando um total de 84.000 trabalhadores.

As preocupações da indústria não se limitam a possíveis tarifas sobre autopeças e às tarifas existentes sobre veículos. Há poucos dias, Márcio de Lima Leite, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), disse que também está preocupado com as tarifas adicionais sobre o aço brasileiro.

“As montadoras só podem ser fortes se todos os elos da cadeia forem fortes. Uma indústria siderúrgica forte garante maior volume e custos mais baixos”, disse ele.

Alguns, no entanto, permanecem otimistas. Um analista do setor que pediu para não ser identificado acredita que ainda há espaço para negociação entre as montadoras e o governo Trump. Nesse cenário, as montadoras poderiam se comprometer a aumentar a produção nas fábricas dos EUA em troca de um compromisso do governo de reduzir ou adiar as tarifas.

No início de março, Trump concordou em adiar as tarifas sobre veículos em um mês depois de receber um telefonema que incluía os CEOs da General Motors, Ford e Stellantis.

FONTE: Valor Internacional
Medidas comerciais dos EUA podem impactar a indústria automobilística brasileira | Negócios | valorinternational

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Comércio Exterior, Economia, Informação, Investimento, Negócios, Notícias

Lula assina plano de ação com o Vietnã até 2030

Acordo envolve transição energética, agricultura e investimentos

Na segunda etapa da viagem à Ásia, o presidente Lula assinou, nesta sexta-feira (28), no Vietnã, um Plano de Ação para Implementação da Parceria Estratégica, que vai valer de 2025 a 2030 e envolver diversas áreas. Agricultura, tecnologia e transição energética, por exemplo.

O fluxo de comércio e investimentos também será foco do acordo. É que a relação comercial entre Brasil e Vietnã vem de produtos como soja – fornecemos cerca de 70% da soja importada por eles, além de carne de frango e algodão.

O presidente Lula afirmou que pretende iniciar negociações para acordos do Vietnã com o Mercosul a partir do segundo semestre, quando o Brasil assume a presidência temporária do bloco. Lula aproveitou também para fazer um convite para que o país participe da reunião do Brics, que ocorre em julho no Rio de Janeiro, e da COP 30, em novembro em Belém.

Lula falou também sobre exportação de produtos com valor agregado, como aeronaves. Na primeira etapa da viagem, ainda no Japão, o governo brasileiro anunciou a compra de 20 aviões da Embraer pela All Nippon Airways.

Antes da reunião com o presidente vietnamita Luong Cuong, Lula colocou flores no Monumento aos Heróis e Mártires, visitou o Mausoléu do Presidente Ho Chi Minh, onde também depositou coroa de flores e teve uma Cerimônia de Boas-Vindas.

Neste sábado (29), um fórum econômico com a participação de mais de cem empresários vai encerrar a viagem de Lula à Ásia. Ele retorna ao Brasil em seguida.

FONTE: Agencia Brasil
Lula assina plano de ação com o Vietnã até 2030 | Radioagência Nacional

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Comércio Exterior, Gestão, Informação, Logística, Notícias

Greve: Auditores-Fiscais reafirmam disposição de luta na segunda maior Assembleia Nacional dos últimos anos

Em Assembleia Nacional realizada nesta sexta-feira (28), com participação de 5.652 Auditores-Fiscais, sendo 3.491 ativos e 2.160 aposentados, a categoria reafirmou sua disposição de manter a greve iniciada em 26 de novembro do ano passado.

O resultado da votação é uma clara mensagem ao governo federal, aos ministérios da Fazenda e da Gestão e da Inovação, ao Congresso Nacional, à imprensa e à sociedade de que a categoria permanecerá mobilizada até que os pleitos sejam atendidos.

“Essa foi a segunda maior assembleia realizada pela nossa categoria desde janeiro de 2022, quando estávamos em mobilização pelo bônus, e eu gostaria de parabenizar a todos os Auditores e Auditoras-Fiscais por esta participação tão importante. Certamente o resultado desta assembleia é uma prova de que continuaremos fortes e unidos na luta pelo reajuste do vencimento básico e pela valorização da nossa categoria. Nós não vamos recuar”, afirmou o presidente do Sindifisco Nacional, Auditor-Fiscal Dão Real.

Pelo indicativo 1, aprovado por 98,66%, os Auditores-Fiscais se comprometeram a manter a greve e a operação-padrão, assim como o cumprimento dos indicativos relacionados à mobilização aprovados nas assembleias realizadas desde novembro, como a não participação em reuniões e treinamentos da Receita Federal, a entrega de cargos em comissão e a suspensão do julgamento no contencioso.

Com a aprovação do indicativo 2 por 98,45%, serão realizadas duas semanas de desembaraço zero nas aduanas de todo o país, entre os dias 31 de março e 11 de abril, com o objetivo de intensificar a operação-padrão já existente.

De acordo com os indicativos 3 e 4, que tiveram respectivamente 95,26% e 92,70% de aprovação, serão utilizados recursos do Fundo de Mobilização para custear despesas dos atos públicos que serão realizados no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, no dia 11 de abril, e em Brasília, no dia 15 de abril.

Pelo indicativo 5, aprovado por 96,85%, os Auditores-Fiscais devem apoiar a iniciativa em curso e deliberar que os Auditores-Fiscais chefes de unidades e demais colegas detentores de cargos de confiança se abstenham de cadastrar novo plano de entregas exigido extemporaneamente pela COPAV, em sistema específico do Programa de Gestão e Desempenho (PGD).

E, por fim, os indicativos 6 e 7, que tiveram 65,61% e 62,87% de aprovação, respectivamente, tratavam das propostas da Direção Nacional aprovadas pelo CDS, sem nenhum voto contrário, em relação à destinação de recursos de receitas extraordinárias provenientes de honorários de sucumbência das ações dos 28,86%.

FONTE: SINDISFISCO NACIONAL
Greve: Auditores-Fiscais reafirmam disposição de luta na segunda maior Assembleia Nacional dos últimos anos   – Sindifisco Nacional

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Economia, Industria, Informação, Investimento, Negócios, Tecnologia

Na FIESC, sindicatos industriais alinham estratégias para fortalecer atuação

Executivos foram recebidos pelo presidente da Federação, Mario Cezar de Aguiar, e conheceram ações das áreas de educação, relações do trabalho, Observatório FIESC, boas práticas na comunicação com os sindicatos filiados, entre outras

 

 A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) recebeu nesta quinta-feira (27) executivos de sindicatos industriais de diversas regiões do estado, com o objetivo de promover alinhamento institucional, troca de experiências e atualização sobre ferramentas e estratégias voltadas ao fortalecimento da representação sindical.

O presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, recebeu os executivos e afirmou que “o encontro é uma oportunidade valiosa para conectar representantes de setores e regiões diversas, fortalecendo nossa a rede sindical”. Na visão dele, a Federação e suas entidades têm pela frente o grande desafio de representar uma indústria forte, diversificada e cada vez mais exigente. “Isso nos impõe a responsabilidade de buscar mecanismos eficazes para atender às demandas do setor com agilidade e consistência”, acrescentou.

encontro executivos sindicatos
Aguiar: “Temos o grande desafio de representar uma indústria forte, diversificada e cada vez mais exigente”. Foto: José Somensi

A programação contou com apresentações das áreas de educação, relações do trabalho, tecnologia da informação, Observatório FIESC e jurídico, além de painéis sobre gestão de sistemas, dados do setor industrial e boas práticas na comunicação com os sindicatos filiados. O encontro também abriu espaço para atendimentos individualizados e suporte técnico.

FONTE: FIESC
Na FIESC, sindicatos industriais alinham estratégias para fortalecer atuação | FIESC

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Atividade econômica de SC cresce 1,5% em janeiro

Desempenho supera avanço médio brasileiro, de 0,9% no primeiro mês de 2025, contra dezembro passado

A economia de Santa Catarina cresceu 1,5% em janeiro de 2025 na comparação com dezembro do ano passado, superando a média de crescimento da atividade econômica no Brasil. O país registrou crescimento médio de 0,9% no mesmo período, segundo dados do Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) do Banco Central, indicador que é considerado uma prévia do PIB.

Para o economista-chefe da FIESC, Pablo Bittencourt, a despeito da desaceleração da economia brasileira, Santa Catarina tem uma indústria diversificada, o que possibilita uma maior resiliência. “Com as perspectivas de uma safra melhor do que a do ano passado, os setores que fornecem para o agronegócio têm boas perspectivas. Outros vão sofrer mais com o impacto da restrição ao crédito, motivada pelo movimento de alta da taxa básica de juros”, avalia.

Análise do Observatório FIESC aponta que dentre os grandes setores econômicos, a indústria registrou alta de 1,1% em janeiro, contra o mês anterior. O desempenho foi impulsionado pelo aumento de 16% na fabricação de produtos de madeira, pelo incremento de 12,5% na fabricação de móveis e de 10,5% em produtos de minerais não metálicos – como pisos e revestimentos.

Bittencourt sinalizou que o setor de produtos de madeira possivelmente observou um aumento de pedidos de clientes dos Estados Unidos, antecipando as tarifas prometidas pelo presidente norte-americano.

O comércio ampliado avançou 2,2%, impulsionado pelo incremento de 9,1% na comercialização de outros artigos de uso pessoal e doméstico, pela alta de 4,9% nas vendas de móveis e de 4,2% nas de combustíveis e lubrificantes.

De acordo com o Observatório FIESC, o setor de serviços cresceu 3,4% em janeiro sobre dezembro, impactado pela alta de 6% em outros serviços, de 3,3% nos serviços prestados às famílias e de 1,8% nas atividades turísticas.

Considerando os dados de janeiro de 2024 em comparação com o mesmo mês de 2025, o IBCR catarinense apresentou incremento de 5,8%, contra 3,8% da média brasileira para o período. Entre fevereiro de 2024 e janeiro de 2025, a indústria cresceu 7,7%, o comércio 7,6% e os serviços avançaram 5,9%.

FONTE: FIESC
Atividade econômica de SC cresce 1,5% em janeiro | FIESC

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Há risco de comércio global virar “arma”, diz secretaria de comex do Brasil

“Não precisávamos acordar com o que foi anunciado ontem à noite”, disse Tatiana Prazeres sobre a decisão de Trump de impor uma tarifa de 25% sobre carros

A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil alertou nesta quinta-feira (28), após o anúncio das tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre automóveis que o comércio global corre o risco de ser “transformado em arma” e que as tensões da Organização Mundial do Comércio provavelmente piorarão antes de melhorar.

“Não precisávamos acordar com o que foi anunciado ontem à noite”, disse Tatiana Prazeres sobre a decisão de Trump de impor uma tarifa de 25% sobre carros, caminhões e peças importados pelos Estados Unidos.

Prazeres, que estava falando por meio de um link de vídeo em uma conferência sobre comércio global no think tank Chatham House, em Londres, também criticou a abordagem cada vez mais agressiva que está sendo adotada por países como os EUA.

“O que vemos hoje é que o comércio está sendo usado como uma ferramenta de poder, portanto, há um grande risco de que o comércio se torne cada vez mais uma arma”, acrescentou. “Não sabemos aonde isso vai nos levar.”

Por sua vez, o Brasil continua comprometido tanto com o multilateralismo quanto com a OMC, disse ela.

“Não creio que neste momento tenhamos a oportunidade de promover grandes mudanças”, disse Prazeres, referindo-se ao sistema de comércio global. “Acho que pode piorar antes de melhorar”.

Ela também disse que o Brasil está procurando construir novas “coalizões” comerciais e “defender nossas relações comerciais baseadas em regras com países que estejam dispostos a fazê-lo”.

“Estamos buscando expandir nossa rede de acordos comerciais”, disse ela, destacando como exemplo o acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul.

“Estamos dispostos a promover regras baseadas no comércio, estamos dispostos a buscar previsibilidade e estabilidade.”

FONTE: CNN Brasil
Há risco de comércio global virar “arma“, diz secretaria de comex do Brasil | CNN Brasil

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