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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Informação, Logística, Notícias

Recusa do governo em negociar com a categoria causa prejuízos ao país

A greve dos Auditores-Fiscais completa 108 dias nesta sexta-feira (14) com impactos em todas as áreas da Receita Federal.

Em vídeo gravado nesta tarde, o presidente do Sindifisco Nacional, Auditor-Fiscal Dão Real, fala sobre a atuação da Direção Nacional em todas as instâncias do Executivo e do Legislativo e afirma que é inaceitável que o Ministério da Fazenda não esteja decisivamente à frente deste processo, defendendo o pleito dos Auditores-Fiscais junto ao governo federal. Igualmente, é inconcebível que o Ministério da Gestão e da Inovação (MGI) se mantenha intransigente e inadimplente com a categoria, que está desde 2016 sem recomposição inflacionária do vencimento básico.

O presidente do sindicato afirma que os Auditores-Fiscais são uma categoria imprescindível à estrutura do Estado, à implementação das políticas públicas e ao atingimento das metas fiscais e que a recusa do governo em atender às reivindicações da categoria está causando prejuízos ao país. Por isso, os efeitos da greve dos Auditores são evidentes e não é possível minimizá-los. “Todo mundo sabe, o governo, a imprensa, a sociedade. A Receita não está funcionando.”

FONTE: Sindifisco Nacional
Recusa do governo em negociar com a categoria causa prejuízos ao país – Sindifisco Nacional

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Informação, Logística, Notícias

Greve dos auditores fiscais ganha escala com estratégia de ‘Desembaraço Zero

A paralisação suspende um procedimento essencial para a liberação de produtos que entram e saem do país

A greve dos auditores-fiscais da Receita Federal, que já se estende por mais de 100 dias, atingiu uma nova escalada com a implementação da operação “Desembaraço Zero”, anunciada pelo Comando Nacional de Mobilização (CNM). A paralisação suspendeu temporariamente o desembaraço aduaneiro de mercadorias, um procedimento essencial para a liberação de produtos que entram e saem do país. Essa medida, que afeta diretamente a economia nacional, está prevista para durar 15 dias, com exceções apenas para cargas prioritárias, como medicamentos, alimentos perecíveis e animais vivos.

A medida é uma intensificação da operação-padrão, que está em vigor desde o início da paralisação.

“A operação Desembaraço Zero tornará ainda mais insustentável e oneroso o processo de importação, prejudicando os consumidores brasileiros, que enfrentarão ainda mais atrasos e dificuldades no acesso a produtos essenciais, prejudicando diretamente sua qualidade de vida e bem-estar”, destacaram o Instituto Livre Mercado (ILM) e a Frente Parlamentar pelo Livre Mercado (FPLM), em carta enviada ao ministro  da Fazenda, Fernando Haddad.

O tempo de desembaraço de cargas também aumentou significativamente: exportações passaram de quatro para oito dias e importações de sete para 14 dias. O processo completo pode levar até 21 dias, incluindo recebimento, inspeção, pagamento de tributos e liberação final.

A FPLM estima que mais de 75 mil encomendas e documentos já foram diretamente afetados pelas restrições operacionais impostas pelo órgão de controle aduaneiro nesta greve que já ultrapassa os 70 dias. Enquanto isso, os prejuízos da paralisação seguem crescendo e somam R$ 3,5 bilhões.

Os auditores, representados pelo Sindifisco Nacional, reivindicam um reajuste salarial que cubra as perdas inflacionárias acumuladas, argumentando que o atraso na reposição salarial compromete a capacidade dos auditores de executar suas funções de maneira adequada. O sindicato destaca, no entanto, que os auditores reconhecem a importância de suas atividades para o funcionamento do Estado e estão dispostos a encerrar a greve assim que o governo federal apresente uma proposta concreta.

FONTE: Veja Negócios
Greve dos auditores fiscais ganha escala com estra… | VEJA

 

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Importação, Industria, Investimento, Portos

Brasil e Arábia Saudita sinalizam acordo para investimento no setor portuário

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, apresentou ao chefe de Relações Externas da empresa Red Sea Gateway Terminal (RSGT), Sultan Khayat, e ao diretor-executivo da Jens Floe Group, companhias do setor aquaviário da Arábia Saudita, a maior carteira de investimento do programa de concessões de portos e hidrovias do Brasil.

Realizado por meio de videoconferência na manhã desta terça-feira (11), o encontro foi uma oportunidade para o titular da pasta de portos e aeroportos apresentar, a uma das maiores operadoras de terminais de contêineres do mundo, todo o portfólio de empreendimentos no setor que irá a leilão até 2026.

Durante a reunião, o ministro Silvio Costa Filho destacou o potencial do Brasil no setor portuário e mencionou números expressivos do último balanço realizado. “Ficamos felizes em poder construir essa parceria entre a Arábia Saudita e o Brasil. Nós estamos vivendo o melhor momento econômico do país. Nos últimos dois anos, tivemos um crescimento em mais de 3% da nossa economia. Fechamos o ano de 2024 com um crescimento no setor portuário na ordem de mais de 5%. No setor de contêineres houve um crescimento em 18%”. Costa Filho também destacou que o agronegócio e a indústria estão em expressivo crescimento. “Neste governo tivemos o maior crescimento da indústria brasileira dos últimos 15 anos. Além disso, o Brasil saiu da 11ª posição na economia mundial para a 9ª , com grande crescimento no produto interno bruto, o PIB”, ressaltou.

Na ocasião, o grupo RSGT manifestou interesse em investir nos ativos que serão arrendados pelo Governo Federal , especialmente na região de Itaguaí (RJ), na Bahia, e no projeto do Tecon Santos 10, que é o megaterminal de contêineres localizado no Porto de Santos, concebido para ampliar significativamente a capacidade portuária do Brasil. A empresa árabe é um gigante do Setor Portuário Mundial e opera o mais novo terminal de contêineres do Porto Islâmico de Jeddah, na Arábia Saudita, cujo investimento equivale a cerca de (US$) 1,7 bilhão de dólares.

De acordo com o secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, o Brasil vai apresentar, nos próximo dois anos, oportunidade de investimentos em mais de 40 leilões, com grandes concessões na área de granéis sólidos, líquidos, vegetais, entre outros. “Queremos ampliar essa parceria também na área da mineração. O leilão do terminal ITG02, que é destinado à movimentação de granel sólido, deve movimentar cerca de 20 milhões de toneladas por ano e foi o maior leilão da história do centro portuário. Nós conduzimos todos esses processos de leilões e concessões para ampliação da infraestrutura e da capacidade portuária do nosso país”, indicou.

Infraestrutura Brasileira

O Brasil tem investido na modernização de sua infraestrutura portuária, promovendo concessões e parcerias público-privadas para aumentar a eficiência e a competitividade do setor. A entrada de operadores globais como o RSGT pode impulsionar ainda mais o desenvolvimento logístico do país, atraindo investimentos e ampliando a capacidade dos portos brasileiros.

Ainda de acordo com o ministro, o setor portuário se consolidou como prioridade para o desenvolvimento econômico do país. “Em dois anos do governo do presidente Lula, já investimos R$ 20,8 bilhões e até o fim do governo, em 2026, teremos mais de R$ 50 bilhões em investimentos vindos do setor privado”, afirmou.

A reunião reforçou o interesse mútuo entre Brasil e Arábia Saudita na cooperação para o desenvolvimento portuário, abrindo caminho para negociações e parcerias estratégicas. “O Brasil foi ressaltado como um mercado-chave para a nossa empresa, com possibilidades de ações imediatas. Outras companhias já investiram no mercado brasileiro e nós estamos inclinados a seguir este caminho. Vamos nos reunir proximamente com a área técnica da Secretaria Nacional de Portos e alinhar esses investimentos”, disse o CEO da empresa saudita, Jens Floe

FONTE: MPA.gov.br
Brasil e Arábia Saudita sinalizam acordo para investimento no setor portuário — Portos e Aeroportos

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Informação, Internacional, Negócios, Notícias, Tributação

Bolsas da Europa fecham em queda com tarifas pressionando setor de bebidas

Tensão nos mercados se intensificou após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que retaliará a tarifa de 50% da União Europeia sobre o uísque americano

As bolsas da Europa encerraram, majoritariamente, em baixa nesta quinta-feira (13) pressionadas pelo acirramento da guerra comercial entre Estados Unidos e União Europeia, além das tensões geopolíticas entre Rússia e Ucrânia.

Em Londres, o índice FTSE 100 terminou com ganho marginal de 0,02%, a 8.542,56 pontos. O DAX, de Frankfurt, caiu 0,63%, para 22.532,98 pontos. Já o CAC 40, em Paris, perdeu 0,64%, fechando a 7.938,21 pontos.

Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 0,14%, a 12.821,30 pontos, enquanto em Lisboa, o PSI 20 cedeu 0,61%, para 6.722,00 pontos. Em Milão, o FTSE MIB fechou em baixa de 0,80%, a 37.999,73 pontos. Os números ainda são preliminares.

A tensão nos mercados se intensificou após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que retaliará a tarifa de 50% da União Europeia sobre o uísque americano com uma taxa de 200% sobre vinhos, champanhe e demais produtos alcoólicos da França e de toda a Europa.

A ameaça impactou diretamente as ações de grandes empresas do setor de bebidas alcoólicas na Europa. A Pernod Ricard caiu 3,97%, a Rémy Cointreau desvalorizou 4,67%, enquanto o Grupo Campari recuou 4,31%. Em 2024, os EUA importaram cerca de US$ 5,4 bilhões em vinho da UE, incluindo cerca de US$ 1,7 bilhão em vinhos espumantes como champanhe, de acordo com dados do Census Bureau.

Os investidores seguem cautelosos com o possível impacto dessa escalada tarifária. Na quarta, a União Europeia anunciou a aplicação de tarifas sobre 26 bilhões de euros em produtos dos EUA, após Washington impor uma taxa de 25% sobre importações de aço e alumínio. O Canadá também anunciou medidas retaliatórias contra os EUA.

Em Londres, a Vosafone subiu 4,60%, respondendo pela maior alta porcentual do FTSE 100, seguida pela mineradora Antofagasta, com ganho de 2,81%.

FONTE: CNN Brasil
Bolsas da Europa fecham em queda com tarifas pressionando setor de bebidas | CNN Brasil

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Agronegócio, Comércio Exterior, Economia, Exportação

Previsão de exportação de farelo de soja sobe para 2,38 milhões de toneladas

A exportação de soja do Brasil deve alcançar 15,45 milhões de toneladas em março, aumento de mais de 4% na comparação com a previsão da semana anterior, estimou nesta terça-feira a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).

Este crescimento reflete um desempenho robusto do agronegócio brasileiro, que continua a se beneficiar de condições climáticas favoráveis e de uma demanda global crescente por soja, especialmente da China.

Se confirmada, a exportação do Brasil cresceria quase 2 milhões de toneladas na comparação com março do ano passado. Este aumento significativo é um indicativo da competitividade da soja brasileira no mercado internacional, impulsionada pela alta produtividade das lavouras.

Além disso, a Anec também elevou a previsão de exportação de farelo de soja do Brasil para 2,38 milhões de toneladas em março, versus 2 milhões na previsão anterior, agora com aumento anual estimado de quase 600 mil toneladas. O farelo de soja, um subproduto do processamento da soja, é amplamente utilizado como ração animal, especialmente na avicultura e suinocultura, setores que também vêm apresentando crescimento constante no Brasil.

De acordo com especialistas, o cenário positivo para a exportação de soja deve se manter nos próximos meses, com expectativas de novas colheitas recordes e a manutenção da demanda externa. No entanto, é importante continuar monitorando fatores como variações climáticas e políticas comerciais internacionais, que podem influenciar o mercado de forma significativa.

Fonte: Sou Agro
Previsão de exportação de farelo de soja sobe

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Comércio Exterior, Exportação, Industria, Informação, Negócios, Notícias

SC bate recorde histórico com mais de 328 mil toneladas de carnes exportadas em 2025

Aumento nas exportações incluem carnes de frangos, suínos, perus, patos e marrecos, e bovinos, por exemplo

Santa Catarina exportou 328,6 mil toneladas de carnes em janeiro e fevereiro, com uma arrecadação de US$ 698 milhões, melhores índices da série histórica para esses meses desde o início dos registros, em 1997. As altas representam um crescimento de 8,3% na quantidade e 16,8% em relação à receita gerada, e levam em consideração as exportações de frangos, suínos, perus, patos e marrecos, bovinos e outros tipos de carnes.

Os números foram divulgados pelo Ministério da Economia e sistematizados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) na terça-feira (11). O maior aumento foi registrado nas exportações de carne de frango produzidas em Santa Catarina, com um crescimento de 9,8% em volume. Na receita, também foi registrada uma alta de 16,4%, melhor desempenho para o primeiro bimestre de toda a história.

De toda a carne de frango brasileira exportada, a produzida em território catarinense representa 22,6% do volume, enquanto 23,9% da receita gerada pelas exportações são advindas de Santa Catarina.

Outro destaque foi a produção de carne suína, com 117,3 mil toneladas exportadas. A arrecadação chegou a US$ 279,6 milhões em receitas, uma alta de 8,9% em quantidade e 18,4% em lucro. Nos primeiros dois meses de 2025, Santa Catarina produziu 55,5% de toda a carne suína exportada no Brasil. Em receita, o Estado foi responsável por 55,7% da arrecadação gerada por esse tipo de carne.

FONTE: NSC Total
SC bate recorde histórico com mais de 328 mil toneladas de carnes exportadas em 2025 – NSC Total

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Comércio Exterior, Exportação, Industria, Informação, Notícias, Tributação

Indústria brasileira acredita em diálogo para reverter taxação do aço

O Instituto Aço Brasil e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) acreditam em um diálogo para reverter a decisão dos Estados Unidos de estabelecer uma alíquota de importação de 25% para o aço, independentemente da origem.

A decisão afeta bastante o Brasil, porque os EUA são o principal mercado externo para o aço brasileiro. O Instituto Aço Brasil, que representa as siderúrgicas que fabricam o metal, informou ter recebido com surpresa a decisão estadunidense, mas disse estar confiante na abertura do diálogo entre os governos dos dois países para restabelecer o fluxo de produtos de aço para os Estados Unidos nas bases do acordo firmado em 2018, durante o primeiro mandato de Donald Trump.

Segundo o instituto, o acordo definiu o estabelecimento de cotas de exportação para o mercado norte-americano de 3,5 milhões de toneladas de semiacabados/placas e 687 mil toneladas de laminados.

“Tal medida flexibilizou decisão anterior do presidente Donald Trump que havia estabelecido alíquota de importação de aço para 25%. Importante ressaltar que a negociação ocorrida em 2018 atendeu não só o interesse do Brasil em preservar acesso ao seu principal mercado externo de aço, mas também o interesse da indústria de aço norte-americana, demandante de placas brasileiras”, diz a nota do Instituto Aço Brasil.

De acordo com o instituto, a taxação do produto impacta não apenas a indústria brasileira, como também a própria economia estadunidense, uma vez que ela depende da importação do produto.

“A taxação de 25% sobre os produtos de aço brasileiros não será benéfica para ambas as partes”, avalia.

O Brasil supriu 60,7% da demanda de importação de placas de aço dos Estados Unidos em 2024, segundo a entidade. No ano passado, os EUA precisaram importar 5,6 milhões de toneladas do produto por não ter oferta interna suficiente. Desse total, 3,4 milhões de toneladas foram exportadas pelo Brasil.

De acordo com o instituto, o mercado brasileiro também “vem sendo assolado pelo aumento expressivo de importações de países que praticam concorrência predatória, especialmente a China”.

“Assim, ao contrário do alegado na proclamação do governo americano de 10 de fevereiro, inexiste qualquer possibilidade de ocorrer, no Brasil, circunvenção para os Estados Unidos de produtos de aço oriundos de terceiros países”, diz o instituto.

A entidade informa ainda que, na balança comercial dos principais itens da cadeia do aço – carvão, aço, máquinas e equipamentos -, no valor de US$ 7,6 bilhões, os EUA são superavitários em US$ 3 bilhões, ou seja, vendem mais que o dobro do que compram do Brasil.

CNI

A CNI, que representa as indústrias brasileiras como um todo, informou que continua buscando diálogo para reverter a decisão. A confederação destaca que os EUA são o destino de 54% das exportações de ferro e aço brasileiros, sendo o quarto maior fornecedor desses produtos para os estadunidenses.

Para a CNI, a decisão de taxar o aço é ruim tanto para o Brasil quanto para os Estados Unidos. A confederação informou que segue trabalhando para fortalecer as relações entre os dois países e que acredita em alternativas consensuais para preservar esse relacionamento comercial.

FONTE: Isto É Dinheiro
Indústria brasileira acredita em diálogo para reverter taxação do aço – ISTOÉ DINHEIRO

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Comércio Exterior, Exportação, Gestão, Importação, Informação, Logística

Greve: delegados da 8ª Região Fiscal se reúnem com superintendente

A greve dos Auditores-Fiscais, que já dura mais de 100 dias, foi pauta da reunião realizada pelos Delegados da 8ª Região Fiscal com a superintendente, Auditora-Fiscal Márcia Meng, na tarde desta quarta-feira (12).

Ao todo, 26 delegados e delegados-adjuntos participaram da reunião, além de quatro superintendentes. Os participantes demonstraram unanimidade em relação à gravidade da situação da Receita Federal e observaram que, sem o atendimento às reivindicações da categoria, a gestão interna se tornará inviável. A superintendente Márcia Meng afirmou que compartilha das mesmas angústias e se comprometeu a encaminhar as pautas discutidas à administração do órgão, em busca de uma solução rápida para os pleitos.

FONTE: Sindifisco Nacional
Greve: delegados da 8ª Região Fiscal se reúnem com superintendente – Sindifisco Nacional

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Gestão, Informação, Mercado Internacional, Notícias, Tributação

Haddad diz que Brasil não deve retaliar de imediato tarifas dos EUA sobre aço

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira, 12, que o governo brasileiro não deve promover uma retaliação imediata após o governo dos Estados Unidos implementar tarifa adicional sobre o aço e o alumínio, ressaltando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu calma na análise do tema.

Em entrevista a jornalistas, Haddad afirmou que o Ministério da Fazenda vai estudar propostas apresentadas pelo setor de aço e vai elaborar uma nota técnica sobre o tema para subsidiar o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O Brasil é o segundo maior exportador de aço para os Estados Unidos, atrás apenas do Canadá.

Os produtores de aço do Brasil defendem a continuidade de um acordo comercial estabelecido em 2018 que criou cotas rígidas de exportação de produtos siderúrgicos do país para os Estados Unidos, além de medidas para conter a “inundação” da entrada do aço chinês no Brasil.

A nova tarifa de 25% sobre aço e alumínio, sem exceções ou isenções, entrou em vigor nesta quarta para o Canadá e todos os outros parceiros comerciais dos EUA, incluindo o Brasil.

Os EUA têm tarifas separadas sobre o Canadá, México e China, com planos de também taxar importações da União Europeia, Brasil e Coreia do Sul cobrando taxas “recíprocas” a partir de 2 de abril.

O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse que nada impedirá as tarifas de 25% do presidente Donald Trump sobre o aço e o alumínio até que a produção doméstica seja fortalecida, e que Trump acrescentará o cobre às suas proteções comerciais.

Segundo Lutnick, o aço e o alumínio estão entre os produtos essenciais que devem ser fabricados nos EUA por motivos de segurança nacional, junto de semicondutores e produtos farmacêuticos.

Brasil busca canal de negociação

O governo brasileiro conseguiu abrir um canal de negociação com os norte-americanos depois de conversas, na semana passada, entre o vice-presidente Geraldo Alckmin e o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, e também entre o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o representante de Comércio norte-americanos, Jamieson Green.

Fontes ouvidas pela Reuters lembraram, no entanto, que uma primeira reunião técnica entre Brasil e Estados Unidos ainda não aconteceu e deve ser marcada para esta semana, de forma virtual.

Há um temor sobre o impacto que essas novas tarifas podem ter sobre o Brasil, já que informações divulgadas pela Casa Branca de que o governo norte-americano planeja uma tarifa única para cada país que aplica tarifas contra os EUA poderia impactar o comércio bilateral como um todo, não apenas um setor específico.

Nas negociações, o governo brasileiro quer tentar mostrar que não apenas o Brasil tem déficit no comércio bilateral com os Estados Unidos, como também a tarifa média aplicada pelo Brasil, de 2,75%, é inferior à média que os EUA aplica ao país, que chega a 3,5%.

O governo brasileiro pediu que o início da aplicação da tarifa contra o país fosse adiado, o que Lutnick e Green prometeram levar ao presidente norte-americano, Donald Trump. O governo também pretende tentar, nas negociações, manter as cotas atuais de exportação sem tarifa para o aço.

FONTE: Isto É Dinheiro
Haddad diz que Brasil não deve retaliar de imediato tarifas dos EUA sobre aço – ISTOÉ DINHEIRO

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Economia, Exportação, Informação, Internacional, Tributação

Trump impõe tarifas sobre o aço que afetam o Brasil

Tarifas de importação de 25% sobre metais para os EUA entram em vigor, “sem isenções”, para todos os parceiros comerciais

 

Em meio a mais um dia turbulento em Washington, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta terça-feira (11) que uma tarifa de 25% sobre todas as importações de alumínio e aço para o país entraria em vigor nesta quarta-feira (12). Embora as sobretaxas se apliquem a produtores de metal em todo o mundo, a medida terá um impacto direto no Brasil.

Os EUA são o destino de quase 50% das exportações de aço do Brasil. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) disse nesta terça-feira (11) que não fará declarações imediatas sobre o assunto.

Abordando a disputa com o Canadá – que se intensificou no dia anterior – o porta-voz da Casa Branca, Kush Desai, afirmou que a “tarifa de 25% sobre aço e alumínio entrará em vigor à meia-noite de 12 de março para o Canadá e todos os outros parceiros comerciais, sem exceções ou isenções”.

A menção de isenções não foi coincidência. Ele confirmou que a nova medida revoga efetivamente o acordo de 2018 entre o Brasil e os EUA sobre produtos siderúrgicos.

O acordo, que estava em vigor até agora, estabeleceu cotas de exportação (hard quotas) para o mercado dos EUA, permitindo 3,5 milhões de toneladas de placas e produtos semiacabados e 687.000 toneladas de aço laminado. Este acordo foi negociado depois que os EUA inicialmente impuseram uma tarifa de importação de 25%.

De acordo com o Instituto Aço Brasil, representante das siderúrgicas que atuam no país, as exportações brasileiras têm cumprido integralmente as condições estabelecidas no sistema de cotas rígidas.

Em 2024, os EUA importaram 5,6 milhões de toneladas de placas de aço para atender a demanda interna, já que o país não é autossuficiente nesse tipo de produto. Desse volume, 3,4 milhões de toneladas vieram do Brasil. Enquanto isso, no ano passado, os EUA responderam por aproximadamente 45% das exportações brasileiras de produtos siderúrgicos.

Para o alumínio, uma tarifa de 10% já estava em vigor nas remessas para os EUA. Com o anúncio, a taxa subiu para 25%, afetando o setor. Embora os produtos brasileiros representem menos de 1% do total das importações de alumínio dos EUA, os EUA respondem por cerca de 17% das exportações de alumínio do Brasil, totalizando US$ 267 milhões em 2024. Em volume, o mercado norte-americano absorveu 13,5% de todo o alumínio embarcado para o exterior.

Em relação a outros parceiros comerciais sujeitos às novas tarifas, Trump retirou seu plano de dobrar as tarifas sobre as importações canadenses de aço e outros metais para 50% poucas horas depois de fazer a ameaça. O anúncio inicial abalou os investidores ao intensificar a guerra comercial da América do Norte.

A reversão ocorreu depois que a província canadense de Ontário suspendeu sua própria tarifa de 25% sobre as exportações de energia para os EUA, que Trump citou como uma das razões para aumentar as tarifas sobre os produtos canadenses.

A reviravolta marcou uma rápida mudança em um conflito comercial sem precedentes entre a maior economia do mundo e um de seus três maiores parceiros comerciais. Foi também a segunda semana consecutiva em que Trump suavizou sua posição sobre as tarifas contra o Canadá.

Em comunicado divulgado na noite de terça-feira (11), horas depois de anunciar as tarifas de 50% sobre os metais canadenses, a Casa Branca disse que o presidente mais uma vez usou a economia dos EUA para entregar uma vitória ao povo americano.

O primeiro-ministro de Ontário, Doug Ford, disse no início da tarde que suspenderia a sobretaxa de 25% após uma conversa “produtiva” com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick.

Ford acrescentou que planeja se encontrar com Lutnick e o representante comercial dos EUA (USTR), Jamieson Greer, em Washington no final desta semana para discutir as tensões comerciais.

A decisão do primeiro-ministro veio apenas um dia depois que Ontário impôs a tarifa e apenas algumas horas após o anúncio de Trump de que os EUA aumentariam as tarifas para 50% sobre o aço e o alumínio canadenses.

“Instruí meu secretário de Comércio a adicionar uma tarifa ADICIONAL de 25%, a 50%, sobre todos os AÇOS E ALUMÍNIO QUE ENTRAM NOS ESTADOS UNIDOS VINDOS DO CANADÁ, UMA DAS NAÇÕES COM TARIFAS MAIS ALTAS EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO”, ESCREVEU Trump em sua plataforma Truth Social na manhã de terça-feira (11).

A mais recente disputa comercial desencadeou outro surto de volatilidade em Wall Street, levando brevemente o S&P 500 a um declínio acentuado após uma grande liquidação no dia anterior. O índice fechou em queda de 0,8%, embora bem acima das mínimas da sessão.

Pouco depois de assumir o cargo, Trump disse que imporia tarifas de 25% ao Canadá e ao México. No entanto, na semana passada, ele concedeu uma extensão de um mês para produtos cobertos pelo acordo de livre comércio de 2020.

FONTE: Valor Internacional
Trump impõe tarifas sobre o aço que afetam o Brasil | Relações Exteriores | valorinternational

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