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Informação, Internacional, Notícias

Noruega volta a fornecer combustível aos EUA após conflito para abastecer submarino

A Noruega, membro da OTAN, continuará a fornecer combustível para os navios de guerra da Marinha dos EUA, disse o hoje (2) o ministro da Defesa, após um fornecedor privado de combustível marítimo anunciar que não vai mais fazê-lo em resposta ao aparente colapso nas relações entre EUA e Ucrânia.

“Temos visto relatos levantando preocupações sobre o apoio aos navios da Marinha dos EUA na Noruega. Isso não está de acordo com a política do governo norueguês”, disse Tore Sandvik, Ministro da Defesa da Noruega, acrescentando que “As forças americanas continuarão a receber o suprimento e o apoio de que necessitam da Noruega”.

Sandvik emitiu sua declaração após a fornecedora privada de combustível norueguesa Haltbakk Bunkers ter dito que deixaria de fornecer aos navios da Marinha dos EUA, em resposta à forma como o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy foi tratado na Casa Branca na sexta-feira.

A Haltbakk Bunkers publicou na sua página oficial no Facebook que o “Grande crédito ao presidente da Ucrânia por se conter e manter a calma, mesmo com os EUA fazendo um programa de TV traiçoeiro. Isso nos deixou doentes. Nenhum combustível para os americanos!”. Na sequência, a empresa norueguesa apagou a postagem.

O CEO da Haltbakk Bunkers, Gunnar Gran, confirmou ao jornal norueguês VG que a empresa tomou a decisão de não fornecer suprimentos para as Forças Armadas dos EUA, mas disse também que a medida teria um impacto “simbólico”, pois não tinha um contrato fixo.

Fonte: Defesa Aérea e Naval/Diário do Brasil noticia
Noruega volta a fornecer combustível aos EUA após conflito para abastecer submarino

 

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Diante da ameaça de ataque aéreo, os Estados Unidos ordenam o fechamento da embaixada na Ucrânia

Sob ameaça de um “forte ataque aéreo”, o governo dos Estados Unidos anunciou que a sua embaixada em Kiev, na Ucrânia, vai permanecer fechada nesta quarta-feira, 20. A medida consiste em um ato de precaução.

Um alerta de segurança foi emitido para cidadãos americanos em toda a Ucrânia, não apenas na capital, onde está localizada a representação oficial.

“A Embaixada dos EUA recomenda que os seus cidadãos estejam prontos para se abrigar imediatamente caso surja um alerta de ataque aéreo”, orienta o comunicado.

Orientações para os cidadãos dos Estados Unidos

Os cidadãos receberam orientações para acompanhar a mídia local para atualizações. Eles devem identificar locais de abrigo com antecedência e seguir as instruções das autoridades ucranianas e dos socorristas em caso de emergência.

Esse alerta ocorre depois de a Ucrânia ter usado mísseis ATACMS, artefatos de longo alcance com selo dos Estados Unidos, para atingir território russo. Houve parra isso a permissão do governo Joe Biden. A Rússia alerta o Ocidente sobre considerar o uso desses mísseis como um envolvimento direto da região na guerra.

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que responderia aos ataques feitos a partir de armas americanas.

Reações internacionais e ações militares
O Ministério da Defesa da Rússia informou que Kiev lançou seis mísseis ATACMS em direção a Bryansk, no sudoeste da Rússia, na madrugada de terça-feira, 19. Militares conseguiram interceptar cinco mísseis e destruir parcialmente o sexto. Apenas destroços caíram perto de uma área militar, causando um incêndio sem danos estruturais ou vítimas.

Fontes do governo americano e do Exército ucraniano confirmaram o ataque à agência de notícias Reuters. É comum Kiev não comentar alegações de ataques em solo russo.

Situação atual da guerra na Ucrânia
A guerra na Ucrânia completou mil dias na terça-feira 19, sem perspectiva de fim ou negociações de paz. Cerca de 20% do território ucraniano está sob controle russo, mas sem avanços significativos. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou um plano para expulsar tropas russas, mas não forneceu detalhes de como pretende executar o seu plano.

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G7 promete ação contra práticas comerciais “injustas” da China

Os líderes do G7 prometeram nesta sexta-feira (14) combater o que chamaram de práticas comerciais injustas da China que estão prejudicando seus trabalhadores e indústrias, de acordo com uma declaração preliminar no último dia de sua cúpula anual.

O G7 também alertou sobre ações contra instituições financeiras chinesas que ajudaram a Rússia a obter armamentos para sua guerra contra a Ucrânia.

Os líderes de Itália, Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha e Japão discutiram nesta sexta-feira preocupações em torno do excesso de capacidade industrial da China, que os governos ocidentais dizem estar distorcendo os mercados locais.

O esboço da declaração, visto pela Reuters, enfatizou que o G7 não está tentando prejudicar a China ou impedir seu desenvolvimento econômico, mas que “continuará a tomar medidas para proteger nossas empresas de práticas injustas, para nivelar o campo de atuação e remediar os danos contínuos”.

Nesta semana, os EUA impuseram novas sanções às empresas chinesas que fornecem semicondutores para a Rússia, em meio a preocupações com a postura cada vez mais agressiva de Pequim em relação a Taiwan e a conflitos com as Filipinas sobre reivindicações marítimas rivais.

“A China não está fornecendo armas (para a Rússia), mas sim a capacidade de produzir essas armas e a tecnologia disponível para fazê-lo, portanto, está de fato ajudando a Rússia”, disse o presidente dos EUA, Joe Biden, a repórteres na cúpula na quinta-feira, depois de assinar um pacto de segurança bilateral com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Durante o primeiro dia de sua reunião no sul da Itália, as nações do G7 concordaram com um acordo para fornecer 50 bilhões de dólares em empréstimos para a Ucrânia, apoiados por juros de ativos russos congelados.

No esboço, os líderes do G7 também prometeram sanções contra entidades que ajudaram a Rússia a contornar as sanções sobre seu petróleo, transportando-o de forma fraudulenta.

G7 promete ação contra práticas comerciais “injustas“ da China | CNN Brasil

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