Comércio Exterior

De Itajaí para o mundo: Múltipla Assessoria Aduaneira celebra 19 anos de estratégia e confiança

Em um setor onde cada detalhe pode representar custos, riscos ou oportunidades, antecipar cenários é mais do que diferencial — é estratégia. Há 19 anos, a Múltipla Assessoria Aduaneira atua exatamente nesse ponto decisivo das operações internacionais: antes que o problema aconteça.

Fundada em 2007 e sediada no Centro de Itajaí (SC), um dos principais polos logísticos do Sul do Brasil, a empresa construiu uma trajetória marcada por crescimento consistente, compromisso técnico e posicionamento consultivo no comércio exterior.

Localizada na Rua Manoel Vieira Garção, 10, a Múltipla é especializada em despacho aduaneiro de importação e exportação e em consultoria em gestão empresarial e logística, com foco em agilidade, planejamento e redução de custos.

À frente da empresa estão os sócios-administradores Mauro Marcelo Sperber dos Santos e Sandra Andreia Padilha Sperber dos Santos, que imprimiram desde o início uma visão estratégica ao negócio.

Uma assessoria que vai além do despacho

Desde sua fundação, a Múltipla adotou um modelo consultivo como diferencial competitivo. A proposta sempre foi enxergar a operação como um todo — e não apenas como um processo burocrático. “Desde o início, entendemos que nosso papel, enquanto assessoria, era ajudar o cliente a tomar decisões mais seguras e estratégicas, analisando o todo da operação, e não apenas o despacho”, destaca Mauro Marcelo Sperber dos Santos.

Ao longo desses 19 anos, o investimento contínuo em capacitação, atualização normativa e relacionamento com o mercado foi determinante para consolidar a empresa como referência em assessoria aduaneira.

Evolução do setor e adaptação constante

O comércio exterior passou por profundas transformações nas últimas décadas, com processos cada vez mais digitais e maior rigor regulatório. A Múltipla acompanhou esse movimento investindo em tecnologia, qualificação da equipe e gestão eficiente. “Podemos dizer que o setor evoluiu muito, e nós evoluímos junto, sempre atentos às mudanças e às necessidades dos clientes”, afirma Mauro.

Hoje, a empresa se diferencia por unir conhecimento técnico, visão estratégica e atendimento próximo, oferecendo soluções personalizadas em um mercado altamente competitivo.

Estratégia antes do embarque

A atuação da Múltipla vai além da operação. A consultoria aduaneira permite estruturar processos, reduzir custos, mitigar riscos e aumentar a eficiência das operações. “Nosso foco é prevenir problemas e gerar valor real para o cliente, antes mesmo da carga chegar ao país. Costumo dizer a todos os clientes: o sucesso da operação está antes do embarque!”, reforça o empresário.

Essa abordagem garante mais segurança, previsibilidade e competitividade às empresas atendidas.

Pessoas, cultura e confiança

A credibilidade da Múltipla foi construída com base nas pessoas. A empresa valoriza conhecimento técnico, ética e relacionamento transparente.

A confiança, segundo a gestão, se constrói no dia a dia, com responsabilidade e entrega de resultados — o que explica os vínculos de longo prazo com clientes e parceiros ao longo desses 19 anos.

Olhar para o futuro

Os próximos anos trazem desafios regulatórios e tecnológicos ainda maiores, mas também grandes oportunidades. A Múltipla pretende seguir investindo em inovação, capacitação e soluções estratégicas. “Queremos continuar crescendo de forma sustentável e sendo uma parceira estratégica para quem atua no comércio exterior”, projeta Mauro.

Aos 19 anos, a Múltipla Assessoria Aduaneira reafirma seu compromisso com a excelência técnica e a visão estratégica — consolidando-se como uma aliada essencial para empresas que buscam segurança e competitividade nas operações internacionais.

TEXTO: REDAÇÃO

FOTO: DIVULGAÇÃO

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Comércio Exterior

Cronograma de desligamento da LI/DI é atualizado

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e a Secretaria Especial da Receita Federal (RFB) apresentam o cronograma de desligamento do sistema Siscomex LI/DI, ampliando a obrigatoriedade de uso de LPCO e Duimp no Portal Único de Comércio Exterior, de acordo com o Novo Processo de Importação (NPI).

O cronograma de desligamento foi aprovado em reunião do Comitê Executivo do SISCOMEX e sua efetivação dependerá de validações feitas pelo setor privado no âmbito do Subcomitê de Cooperação do CONFAC, conforme Plano de Ação divulgado em sua 10ª Reunião.     

O cronograma abaixo reflete as datas a partir das quais será obrigatório registrar LPCO e Duimp nas operações de importação, caso a validação pelo setor privado não tenha indicado problemas sistêmicos impeditivos, conforme definido no Plano de Ação. Desta forma, será vedado ao importador, a partir de então, a possibilidade de continuar realizando essas operações por meio do Siscomex LI/DI. 

A planilha completa consta neste link.

*Situações especiais que devem ser observadas nas operações:

  1. Mercadorias com apenas um órgão anuente: o desligamento da Licença de Importação (LI) ocorrerá na data indicada na tabela acima, exceto nos casos de impossibilidade de Duimp listados na última coluna da tabela.
  2. Mercadorias com mais de um órgão anuente: o desligamento da LI ocorrerá somente na data indicada na tabela acima que corresponda ao momento em que todos os órgãos anuentes tenham efetuado o desligamento, exceto nos casos de impossibilidade de Duimp listados na última coluna da tabela.
  3. LI registradas com controle administrativo antes da data de desligamento: poderão ser vinculadas às Declarações de Importação (DI) mesmo após a data de desligamento.
  4. LI registradas ou deferidas que necessitem de substituição: poderão ser substituídas mesmo após a data de desligamento.
  5. Nacionalização de Depósito Especial, cuja Admissão tenha sido por meio de Dl deve cumprir com o cronograma previsto para 01/12/2026.
  6. Mercadorias com mais de um regime tributário aplicável em uma mesma operação: o desligamento da LI/DI ocorrerá somente na data indicada na tabela acima que corresponda ao momento em que todos os regimes tributários tenham sido desligados, exceto nos casos de impossibilidade de Duimp listados na última coluna da tabela.

Como forma de facilitar o entendimento do Cronograma, foi elaborado fluxograma para verificação diária das regras de DUIMP obrigatória, DI obrigatória ou DUIMP opcional.

Atenção para as operações que ainda não estão disponíveis para registro de Duimp, cuja importação deverá ser efetuada por LI/DI. A figura abaixo destaca com o “X” as operações que não estão disponíveis para registro de Duimp:

Nota 1: Entidades cuja natureza jurídica se enquadre no “Grupo 1 – Administração Pública – da Tabela de Natureza Jurídica da Comissão Nacional de Classificação”, continuarão realizando o registro de importações por Declaração de Importação (DI). O ligamento para esse grupo se dará em etapa futura.

Caso haja identificação de erros impeditivos, que inviabilizem o avanço do cronograma, as datas serão revistas e atualizadas, garantindo a segurança nas operações e previsibilidade ao setor afetado.

A Secex e RFB reafirmam seu compromisso com a comunidade de comércio exterior, assegurando que a migração das importações para o Portal Único de Comércio Exterior seja conduzida de forma planejada, gradual e segura.

VersãoData   Alteração
107/10/2025   Emissão Inicial
204/11/2025Alteração do Recof (FL 49 – SP) para 19/01/2026Exclusão de Autopeças (FL 59, 95 e 97) para o Ceará de 15/12/2025Inclusão de Autopeças (FL 59, 95 e 97) para o Ceará em 23/02/2026Alteração do cronograma de desligamento e do fluxograma no que tange ao desligamento de produtos sujeitos ao controle administrativo de mais de um órgão anuente
310/11/2025Repetro alterado para desligamento em 15/12/2025
414/11/2025Inserção dos itens 9 e 10 nas impossibilidades
521/11/2025Exclusão do IBAMA no cronograma de dezembro de 2025;Alteração do escopo do INMETRO para janeiro de 2026 restrito aos produtos com agrupamento por modelo;Inclusão do INMETRO para produtos com agrupamento por família em março de 2026;Inserção do item 6 na listagem “Produtos sujeitos ao controle administrativo de órgãos anuentes devem observar as situações”;Ajuste do texto do item 10 da coluna de IMPOSSIBILIDADES.
605/12/2025Inserção do item 7 na listagem “Situações especiais que devem ser observadas nas operações”
710/12/2025Alteração do texto do item 7 na listagem “Situações especiais que devem ser observadas nas operações”;Substituição do fluxograma;Alteração do Drawback isenção de janeiro para fevereiro.
812/12/2025Adiamento do CNPQ e ANP para janeiro de 2026Inserção do Repetro RJ para janeiro de 2026Inserção do CNPQ e ANP para janeiro de 2026
918/12/2025Alteração nos textos dos itens 3 e 4 das “Situações especiais que devem ser observadas nas operações”
 1015/01/2026Adiamento dos Fundamentos Legais/Sem fundamento previstos para janeiro de 2026, no Estado do RJ, para março de 2026;Adiamento da ANP para março de 2026;Concentração do desligamento INMETRO em março de 2026;Exclusão do item 6 das “*Situações especiais que devem ser observadas nas operações:”;Renumeração do item 7 para número 6  das “*Situações especiais que devem ser observadas nas operações:”.

FONTE: Siscomex
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Comércio Exterior

Execução disciplinada em ambientes complexos: como sustentar decisões no longo prazo

Executar bem, em um cenário global marcado por volatilidade, avanço tecnológico acelerado e crescente complexidade regulatória, tornou-se um exercício de método, responsabilidade e visão sistêmica. Em ambientes onde decisões impactam cadeias interdependentes, múltiplos atores e estruturas reguladas, a execução deixou de ser apenas operacional para se tornar estratégica.

Temas como disciplina na tomada de decisão, aprendizado contínuo e uso estruturado de dados passaram a ocupar o centro das discussões sobre eficiência, inovação e sustentabilidade operacional. Mais do que adotar novas tecnologias, o desafio está em integrá-las à execução real, reduzindo improviso, aumentando previsibilidade e mantendo coerência em contextos de alta complexidade.

É a partir dessa reflexão que a especialista em Comércio Exterior Mariana Tomelin, com mais de 15 anos de experiência em operações internacionais e ambientes regulados, compartilha sua visão sobre execução, decisão e adaptação contínua no cenário contemporâneo.

Acompanhe a entrevista:
Em um cenário global caracterizado por maior volatilidade, cadeias produtivas interdependentes, avanços tecnológicos rápidos e exigências regulatórias crescentes, como você define o que significa “executar bem” hoje, especialmente em ambientes complexos?

MARIANA: Executar bem hoje significa operar com clareza de critérios, leitura sistêmica e capacidade de adaptação contínua. Em ambientes complexos, execução não se resume ao cumprimento de tarefas, mas à compreensão de como cada decisão afeta o sistema como um todo. Isso exige dados confiáveis, processos bem definidos e disciplina na tomada de decisão. A boa execução reduz improviso, aumenta previsibilidade e permite ajustar rotas sem comprometer a integridade da operação.


Como o aprendizado contínuo pode ser incorporado ao processo decisório sem gerar instabilidade operacional ou rupturas constantes, especialmente em setores regulados e operações internacionais?

MARIANA: O aprendizado contínuo precisa estar integrado ao processo decisório de forma estruturada. Aprender não significa mudar de direção a cada nova informação, mas revisar premissas com método à medida que dados e cenários evoluem. Em ambientes regulados, isso envolve testar hipóteses, medir impactos e incorporar aprendizados sem comprometer processos críticos. Esse equilíbrio permite evolução constante com estabilidade operacional.


Diante do uso crescente de tecnologia, automação e inteligência analítica no suporte às decisões, como equilibrar agilidade, responsabilidade e julgamento humano no dia a dia das operações?

MARIANA: A agilidade vem da preparação e do domínio do sistema, não da pressa. Quando dados estão organizados e critérios são claros, decisões podem ser tomadas com rapidez e responsabilidade. A tecnologia atua como facilitadora, oferecendo visibilidade e suporte analítico. No entanto, decisões críticas continuam exigindo julgamento humano, especialmente em contextos regulados. O equilíbrio está em usar tecnologia para reduzir incerteza, sem abdicar da responsabilidade decisória.


Qual o papel dos dados bem estruturados na redução de riscos operacionais, financeiros e regulatórios, e como eles contribuem para sustentar a execução em ambientes de alta complexidade?

MARIANA: Dados bem estruturados transformam riscos difusos em riscos mensuráveis. Eles permitem identificar padrões, antecipar gargalos e avaliar impactos antes que problemas se materializem. Em operações internacionais, dados também são essenciais para garantir conformidade regulatória e alinhamento entre múltiplos atores. Quando a execução é sustentada por dados confiáveis, decisões deixam de ser reativas e passam a ser estratégicas.


Por que abordagens baseadas em execução disciplinada, aprendizado contínuo e responsabilidade decisória têm sido cada vez mais valorizadas por ecossistemas globais de inovação e tecnologia?

MARIANA: Porque inovação sem execução consistente gera instabilidade. Ecossistemas globais passaram a valorizar perfis capazes de transformar complexidade em ação prática, mantendo responsabilidade e visão de longo prazo. A capacidade de aprender rapidamente, operar sob pressão e sustentar decisões com dados demonstra maturidade operacional. Esse perfil contribui para a construção de soluções que não apenas inovam, mas permanecem relevantes e funcionais ao longo do tempo.

Como a combinação entre execução disciplinada, aprendizado contínuo e uso estruturado de dados se conecta às demandas atuais de ambientes complexos e regulados, e de que forma essa abordagem se materializa em soluções práticas?

MARIANA: A combinação entre execução disciplinada, aprendizado contínuo e uso estruturado de dados reflete uma abordagem diretamente alinhada às demandas contemporâneas de ambientes complexos e regulados. Em um cenário global de incerteza crescente, operar com método, clareza decisória e responsabilidade tornou-se um diferencial sustentável. Foi a partir da necessidade de estruturar decisões, reduzir improviso e sustentar a execução em escala que se consolidou o desenvolvimento da Trax. A plataforma foi concebida como uma extensão prática dessa abordagem, apoiando a organização e a análise de dados aplicados a operações de comércio internacional, conectando tecnologia à execução real em contextos globais e regulados.

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Importação

Live esclarece sobre o novo processo de importação da ANVISA

A cadeia de comércio exterior está passando por mudanças importantes — e quem atua com importação de produtos sujeitos à fiscalização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária precisa ficar atento. O Novo Processo de Importação (NPI) da ANVISA passa a exigir o uso do Catálogo de Produtos para o registro de atributos específicos de bens com controle sanitário. A atualização faz parte da integração ao Portal Único de Comércio Exterior e à DUIMP, substituindo gradualmente o modelo tradicional de LI/LPCO.

Mais moderno, integrado e digital, o novo sistema tem como proposta trazer maior segurança, clareza e rastreabilidade ao processo, com a descrição precisa dos produtos por meio de atributos estruturados. Mas afinal — como isso afeta o setor privado? O que muda na rotina dos importadores? Há prazos obrigatórios? E quais são as consequências de um preenchimento incorreto?

Para esclarecer todas essas dúvidas, a AME Comex – Associação de Mulheres Especialistas em Comércio Exterior promoveu uma live, direto do YouTube.

O encontro abordou pontos essenciais para quem trabalha com comércio exterior e logística:

  • Importância dos atributos para o órgão regulador
  • Andamento da inclusão dos atributos no sistema
  • Impactos e funcionamento para o setor privado
  • Possíveis prazos de obrigatoriedade
  • Riscos e consequências do não preenchimento ou preenchimento inadequado

Se você atua com importação e produtos sujeitos à Anvisa, não pode perder. Informação correta é o primeiro passo para evitar riscos e garantir eficiência nos processos.

ASSISTA AQUI: https://www.youtube.com/live/ABw1m6UT-gA

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Sem Categoria

México impõe tarifas de até 210% sobre importações de açúcar para proteger a indústria nacional

O México impôs tarifas de até 210% sobre as importações de açúcar provenientes de países com os quais não possui acordos comerciais, segundo publicação no diário oficial do governo. A medida, que entra em vigor nesta terça-feira, inclui tarifas de 156% e 210% sobre açúcar de cana, açúcar líquido refinado, açúcar de beterraba e xaropes. O governo afirmou que a ação busca evitar “distorções” no comércio internacional e proteger a indústria nacional da queda nos preços.

Anteriormente, o governo aplicava tarifas de cerca de US$ 0,36 por quilo em algumas importações de açúcar. Em nota publicada no X (antigo Twitter), o Ministério da Agricultura informou que a atualização das tarifas foi feita “diante da queda dos preços internacionais e do excesso de oferta, e em conformidade com os compromissos internacionais do país”, com o objetivo de proteger empregos e fortalecer a produção interna.

A estratégia para o açúcar faz parte do “Plano México”, programa da presidente Claudia Sheinbaum que visa estimular o crescimento econômico por meio do fortalecimento da produção local. As novas tarifas se aplicam a países sem acordos comerciais com o México, incluindo o Brasil, um dos principais exportadores de açúcar para o país.

A medida ocorre enquanto o México se encontra nas etapas finais de negociações comerciais com os Estados Unidos, antes da revisão do acordo de livre comércio EUA-México-Canadá (USMCA), prevista para o próximo ano. A economia mexicana, afetada pela incerteza e pelas tarifas intermitentes dos EUA sobre aço, automóveis e outros produtos não cobertos pelo USMCA, apresentou leve contração no terceiro trimestre, levantando preocupações sobre uma possível recessão.

No fim do mês passado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prorrogou a suspensão de tarifas adicionais sobre produtos mexicanos, o que gerou esperança de um acordo mais amplo com Sheinbaum. Enquanto isso, um plano separado da presidente mexicana para impor altas tarifas sobre importações chinesas foi adiado pelo menos até dezembro, devido à oposição do setor privado e de membros do partido governista, o que paralisou o debate no Congresso. Fabricantes mexicanos afirmam que as tarifas propostas aumentariam significativamente os custos de produção, já que muitas indústrias dependem de maquinário, componentes e matérias-primas chinesas.

FONTE: Index Box
IMAGEM: Reprodução/Index Box

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Comércio Exterior

Corrente de comércio brasileira chega a US$ 540,8 bilhões até a 1° semana de novembro

Na 1ª semana de Novembro de 2025, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,811 bilhão e corrente de comércio de US$ 13,8 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 7,8 bilhões e importações de US$ 5,9 bilhões.

No ano, as exportações totalizam US$ 297,5 bilhões e as importações, US$ 243,3 bilhões, com saldo positivo de US$ 54,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 540,8 bilhões. Esses e outros resultados foram divulgados nesta segunda-feira (10/11) pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Balança Comercial Mensal – Dados preliminares – 1ª semana de novembro/2025

Nas exportações, comparadas as médias até a 1ª semana de novembro/2025 (US$ 1,56 bilhão) com as de novembro/2024 (US$ 1,46 bilhão), houve crescimento de 6,4%. Em relação às importações, houve crescimento de 7,9% na comparação entre as médias até a 1ª semana de novembro/2025 (US$ 1,19 bilhão) com as do mês de novembro/2024 (US$ 1,11 bilhão).

Assim, até a 1ª semana de Novembro/2025, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.759 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 362 milhões. Comparado este período com a média de Novembro/2024, houve crescimento de 7,1% na corrente de comércio

Exportações e Importações por Setor

No acumulado até a 1ª semana do mês de Novembro/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores, pela média diária, foi o seguinte: crescimento de US$ 99,66 milhões ( 42,2%) em Agropecuária; queda de US$ -90,63 milhões (-22,7%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 88,02 milhões ( 10,7%) em produtos da Indústria de Transformação.

No acumulado até a 1ª semana do mês de Novembro/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores, pela média diária, foi o seguinte: queda de US$ -1,16 milhões ( -5,2%) em Agropecuária; crescimento de US$ 7,13 milhões ( 11,5%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 81,32 milhões ( 8,0%) em produtos da Indústria de Transformação.

FONTE: MDIC
IMAGEM: Reprodução/ACICG

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Eventos

Especialista aborda novas regras da ANTAQ e os impactos do Demurrage em palestra promovida pelo Núcleo de Comércio Exterior da ACII

O Núcleo de Comércio Exterior da Associação Empresarial de Itajaí (ACII) promoveu, na noite desta quinta-feira (30), a segunda turma da palestra “ANTAQ e Demurrage: Novos entendimentos, procedimentos e o impacto real nas suas operações”, realizada na Univali, em Itajaí. O encontro reuniu profissionais do setor portuário, despachantes aduaneiros, advogados, mpresários do comércio exterior e estudantes interessados em compreender as recentes mudanças regulatórias e seus efeitos práticos nas operações logísticas.

O advogado e professor Wagner Coelho, mestre em Administração com ênfase em Logística e especialista em Direito Aduaneiro e Comércio Exterior, conduziu a palestra, que teve como tema central “O que você precisa saber para evitar prejuízos e navegar com segurança nas novas regras da ANTAQ”.

Durante o evento, Wagner apresentou um panorama completo sobre o processo de conteinerização, a evolução das normas que regem a sobre-estadia de contêineres (Demurrage e Detention) e as recentes decisões da ANTAQ — como a Resolução nº 62/2021, o Acórdão 521/2025 e a Portaria SFC/ANTAQ nº 01/2025. O palestrante destacou a importância das novas diretrizes para dar mais transparência, previsibilidade e segurança jurídica às relações entre armadores, agentes intermediários, importadores e exportadores.

Entre os pontos de maior destaque, Wagner explicou as mudanças na contagem do free time, os limites de responsabilidade dos embarcadores e consignatários, e as novas definições sobre abusividade na cobrança de demurrage, conforme o entendimento da agência reguladora. Também abordou decisões recentes que proíbem a responsabilização solidária de despachantes aduaneiros, além de discutir as implicações jurídicas e operacionais dessas atualizações. “O conhecimento sistêmico sobre a conteinerização e sobre a atuação da ANTAQ é essencial para que empresas e profissionais possam atuar de forma segura, eficiente e alinhada às novas exigências regulatórias”, destacou o palestrante.

Ao final, o público participou de um momento de perguntas e troca de experiências, reforçando a importância de eventos como este para o fortalecimento do setor logístico e portuário da região.

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGENS: RECONECTA NEWS

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Comércio Exterior

Importação: primeira Duimp com aval da Anvisa é liberada em 10 minutos

Todos os órgãos envolvidos aprovaram a operação automaticamente (canal verde), com o novo sistema de análise de risco do Portal Único de Comércio Exterior.

Na última sexta-feira, dia 29 de agosto, a Anvisa aprovou pela primeira vez uma Declaração Única de Importação (Duimp) para produtos sujeitos à fiscalização sanitária, usando o novo sistema de análise de risco do Portal Único de Comércio Exterior.

A liberação da carga aconteceu em apenas 10 minutos após o registro, graças à colaboração entre a Anvisa, *Sindasp, Servimex, Boehringer Ingelheim do Brasil, Secex e Receita Federal do Brasil. Todos os órgãos envolvidos aprovaram a operação automaticamente (canal verde).

Com este avanço, a Anvisa reafirma seu compromisso de promover um comércio exterior cada vez mais acessível, integrado e alinhado às melhores práticas internacionais, assegurando que produtos cheguem à população com rapidez e segurança.

*Siglário:

Sindasp – Sindicato Nacional das Empresas de Agenciamento de Carga

Servimex – Serviços de Comércio Exterior (empresa de assessoria)

Secex – Secretaria de Comércio Exterior

Fonte: Anvisa

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Evento

Paulo Guedes, Carol Paiffer e Prof. HOC estão entre as atrações confirmadas no Comex Tech Forum 2025  

Promovido pela Logcomex, maior evento de tecnologia para comércio exterior da América Latina acontece no dia 17 de setembro e pretende reunir mais de 3 mil pessoas no São Paulo Expo 

Evento obrigatório para o setor de comércio exterior brasileiro, o Comex Tech Forum já tem data confirmada para 2025 e acontecerá no dia 17 de setembro, desta vez no São Paulo Expo, com 11 mil m² de estrutura, para receber um público estimado em 3 mil pessoas.  Promovido pela Logcomex, empresa líder em tecnologia para o comércio exterior, o evento deve reunir profissionais do comércio exterior em um ambiente voltado à tecnologia, inovação e às transformações que vêm redesenhando o cenário do setor na América Latina. O encerramento ficará por conta de um show exclusivo da dupla Bruno & Marrone, conectando negócios, experiências e entretenimento em um mesmo palco.

A edição deste ano reunirá experiências imersivas e grandes nomes do mercado. Entre os keynotes confirmados, em posição de destaque, estão Paulo Guedes, ex-ministro da Economia e economista; Arthur Igreja, futurista e especialista em inovação; Marcelo Toledo, especialista em comércio exterior e logística; além de Carol Paiffer, apresentadora do programa Shark Tank Brasil e CEO da Atom, a maior empresa de traders da América Latina; Prof. HOC, cientista político; Carlos Busch, com mais de 20 anos de experiência de liderança em multinacionais como ORACLE e Salesforce; e Helmuth Hofstatter, CEO da Logcomex, que abordará o uso estratégico de tecnologia e inteligência artificial no setor. Além das palestras, o evento oferecerá ativações exclusivas, como simuladores de corrida oficiais e a presença dos pilotos Julio Campos (Stock Car) e Mario de Lara (Porsche Cup).

Desde sua primeira edição, o fórum vem crescendo de forma expressiva: em 2023, mais de 600 participantes; no ano seguinte, atraiu 2 mil pessoas. Agora, em 2025, a expectativa é ultrapassar os 3 mil participantes. O avanço acompanha a importância crescente do comércio exterior na economia brasileira, setor que movimentou US$ 74,6 bilhões na balança comercial em 2024 — segundo melhor resultado da série histórica.

“Criamos o evento como uma resposta direta à necessidade de inovação tecnológica no comércio exterior e ao nosso compromisso de impulsionar a sua evolução no Brasil”, afirma o CEO da Logcomex, Helmuth Hofstatter. Mais do que um evento, o Comex Tech Forum se consolidou como um ambiente de troca estratégica entre líderes, gestores e especialistas que buscam aplicar inovação de forma prática nas operações. Ao longo de seus nove anos de trajetória, a Logcomex captou mais de R$ 200 milhões em investimentos — aporte que não apenas acelerou o desenvolvimento de suas soluções, como também fortaleceu a visão de que o setor precisa de espaços como esse para compartilhar experiências e avançar em conjunto.

Prof. HOC durante sua palestra no Comex Tech Forum 2024. Foto: Divulgação

A programação foi desenhada para oferecer conhecimento prático e aplicável por meio de quatro palcos simultâneos: o Movement, voltado à logística e fretes internacionais; o Innovation, dedicado à inteligência artificial e automação; o Compass, com foco em compliance e estratégia; e o Insights, que abordará finanças, câmbio e gestão de riscos. Entre os painéis, estarão representantes de grandes empresas como Comexport, Blu Logistics, Citi, KPMG, Portocel, Méliuz, entre outras. Além disso, a Logcomex trará uma palestra sobre o uso da IA na ponta da operação, conectando tecnologia à rotina das empresas.

“Queremos proporcionar um ambiente dinâmico e enriquecedor, onde os participantes possam trocar experiências sobre as tendências que estão moldando o futuro do comércio exterior e ampliar sua rede de contatos, fortalecendo o networking e oportunidades de negócio”, complementa Hofstatter. Segundo ele, a proposta é ir além das apresentações teóricas e trazer soluções implementáveis, cases reais e insights para transformar o setor.

A programação também incluirá o CTF Awards, premiação que reconhecerá os melhores cases do setor com impacto gerado pelo uso de tecnologia no comércio exterior. Informações adicionais, incluindo a programação completa e a lista de palestrantes, podem ser acessadas no site oficial do evento.


Faça sua inscrição aqui: https://evento.logcomex.com/comex-tech-forum-2025

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Comércio Exterior

SISCOMEX: Problemas no pagamento via PCCE e Banco do Brasil


Importação nº 084/2025

Comunicamos que desde a segunda-feira, dia 25/08/2025, verificamos diversos relatos de erros de processamento de pagamento através do Banco do Brasil e do sistema Pagamento Centralizado do Comércio Exterior (PCCE). O erro é decorrente de mudança implementada no último domingo, dia 24, no número da referência de débito enviado às instituições financeiras visando a preparação do Portal Único para o aumento no volume de pagamentos processados. As equipes do Portal Único Siscomex e da instituição financeira já identificaram a causa do erro e estão trabalhando na solução deste problema. Até que a solução esteja implementada os pagamentos via Banco do Brasil realizados através do sistema PCCE estarão desabilitados.

Fonte: Coordenação-Geral de Administração Aduaneira – COANA/RFB

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