Evento

Ministro da Defesa confirma participação na SC Expo Defense em Florianópolis

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro Filho, confirmou presença na SC Expo Defense, que será realizada nos dias 21 e 22 de maio, na sede da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), em Florianópolis. A confirmação ocorreu nesta terça-feira (24), em Brasília, durante encontro com o presidente da FIESC, Gilberto Seleme, que detalhou a quarta edição do evento.

Plataforma de inovação e negócios estratégicos

A SC Expo Defense se consolidou como espaço de conexão entre indústria, startups, forças armadas e de segurança, órgãos governamentais, universidades e centros de pesquisa, com foco na geração de negócios de impacto.

“O evento é uma iniciativa para conectar empresas, tecnologia e instituições em torno de um objetivo maior: fortalecer a capacidade produtiva do país. Santa Catarina quer e pode contribuir com esse esforço”, afirmou Seleme.

Destaque de Santa Catarina em setores estratégicos

O encontro também contou com a participação do presidente do Condefesa Nacional, Mario Cezar de Aguiar. O estado tem se destacado nacionalmente em setores como biotecnologia, newspace e o setor naval, incluindo a construção das Fragatas Tamandaré, em Itajaí.

Como participar da SC Expo Defense

Empresas e instituições interessadas em apresentar produtos ou serviços, ou participar das atividades da programação, podem se inscrever por meio do formulário de interesse.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/FIESC

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Investimento, Sustentabilidade, Tecnologia

Embaixadores árabes veem potencial para investimentos em biotecnologia em SC 

Um dos setores que podem atrair capital árabe para Santa Catarina é o de pesquisas na área de biotecnologia

Comitiva de embaixadores de cinco países árabes, em visita oficial a Santa Catarina desde domingo (03), encerraram a missão com expectativas positivas para investir no Estado, em especial nas áreas de tecnologia e biotecnologia. Ficaram surpresos com avanços na área de biotecnologia, com produtos em fases avançadas de pesquisas, destaca o secretário de Articulação Internacional e Projetos Especiais, Paulo Bornhausen.

O grupo de cinco líderes da região do Golfo Arábico foi integrado pelos embaixadores dos Emirados Árabes Unidos, Saleh Ahmad Salem;do Marrocos, Nabil Adghoghi; do Bahrein, Bader Abbas Alhelaibi; do Catar, Ahmad Mohammed Al Shebani; e do Kuwait, Talal Rashed Almansour.

A missão foi organizada pela secretária de estado de Articulação Nacional, Vânia Franco. O grupo foi recebido pelo governador Jorginho Mello e pela vice-governadora Marilisa Boehm em almoço na Casa D’ Agronômica segunda-feira e cumpriu uma série de agendas para conhecer melhor Santa Catarina.

A programação incluiu visitas à Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), à Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), ao centro de tecnologia Sapiens Parque e também a outras instituições voltadas à tecnologia, como o centro empresarial Espaço +Um e à Fundação de Amparo à Tecnologia e Inovação (Fapesc).

– Uma das visitas que mais despertaram atenção dos líderes árabes foi na Vesper Ventures, um fundo de investimentos de Florianópolis focado em startups de biotecnologia que já investe em 12 empresas nessa área. Elas fazem diversas pesquisas para buscar curas de doenças ou soluções para enfrentar problemas climáticos. Eles ficaram surpresos com essas pesquisas na fronteira do conhecimento, destacadas pelo empresário Gabriel Bottós, cofundador e CEO da Vesper – observou o secretário Paulo Bornhausen.

Na avaliação do secretário, essa visita abriu portas para mais negócios de Santa Catarina com países árabes. A expectativa do governo catarinense colaborar para atrair investimentos árabes em tecnologia e infraestrutura ao Estado e, também, ampliar os negócios atuais. Parte dos países árabes têm fundos de investimentos com elevadas cifras de capital que podem aportar nos setores de tecnolgia, infraestrutura e outros.

Hoje, essa região é grande importadora de proteínas de SC, em especial carnes de aves, máquinas, equipamentos, confecções, celulose e móveis. É exportadora de fertilizantes, algodão, produtos químicos e outros.

Fonte: NSC

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Agronegócio, Comércio Exterior, Economia, Exportação, Importação, Industria, Informação, Negócios

Brasil segue dependente de trigo importado, mas exportações quase batem recorde

Em 2024, o Brasil alcançou a segunda maior colheita de trigo de sua história, com uma produção de 8 milhões de toneladas. Apesar do avanço, o país ainda não é autossuficiente no cereal.

O volume total movimentado (soma de exportações e importações) foi de 9,48 milhões de toneladas, evidenciando a dependência do mercado externo para atender ao consumo interno, estimado entre 12 e 13 milhões de toneladas anuais.

Essa lacuna resultou na importação de 6,65 milhões de toneladas de trigo em 2024, um crescimento expressivo de 59% em relação a 2023, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Por outro lado, as exportações brasileiras do cereal registraram um desempenho relevante, atingindo 2,83 milhões de toneladas, um aumento de 20,4% em relação ao ano anterior.

Aqui está uma visão geral dos dados históricos sobre as importações brasileiras de trigo em contêineres. Os dados são do DataLiner:

Importações brasileiras de trigo | Jan 2021 – Nov 2024| TEUs

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

Mercado interno: ritmo lento

Produção e qualidade: os desafios para 2025

De acordo com Giovani Ferreira, diretor do Canal Rural Sul, o Brasil precisa intensificar os esforços para reduzir a dependência de trigo importado. “Para 2025, a expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de, pelo menos, repetir a produção de 2024, alcançando novamente 8 milhões de toneladas”, aponta Ferreira.

No entanto, ele destaca que a qualidade do trigo produzido é um fator crucial nessa equação. “O mercado interno demanda trigo tipo pão, de alta qualidade. Não basta aumentar a produção sem investir em genética e biotecnologia para garantir um produto competitivo”, reforça o especialista.

Com uma balança comercial cada vez mais aquecida e desafios estruturais na produção, o Brasil segue buscando equilíbrio entre suprir o mercado interno e ampliar sua presença no cenário global de trigo.

Fonte: Globo Rural
Brasil se mantém refém de trigo importado, mas volume de exportação quase foi recorde

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Inovação, Sustentabilidade, Tecnologia, Tributação

Santos Dumont: O Supercomputador Brasileiro que Impulsiona a Ciência na América Latina

Divulgado pela Agência Brasil, o supercomputador Santos Dumont, localizado no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) no Rio de Janeiro, é uma das joias da infraestrutura tecnológica na América Latina.

Reconhecido globalmente por sua performance, ele ocupa a 89ª posição entre os 500 maiores sistemas de computação do mundo. Essa posição de destaque o torna essencial para o avanço da pesquisa científica, processando dados com grande complexidade e volume.

Recentemente, este supercomputador não só ampliou suas capacidades de processamento, como também se destacou em termos de eficiência energética internacionalmente. Ocupando a 39ª posição na lista Top500 Green, o Santos Dumont representa um importante passo para a sustentabilidade tecnológica na região.

O que torna o Santos Dumont um supercomputador excepcional?

O Santos Dumont é projetado pela Eviden, especialista em soluções avançadas do Grupo Atos, utilizando a arquitetura BullSequana XH3000. Com isso, possui uma capacidade de processamento ampliada para 17 Petaflops, permitindo que múltiplas operações sejam realizadas simultaneamente com eficácia. Esse desempenho é crucial para tarefas que requerem alta capacidade computacional, como a análise de dados complexos em projetos científicos de ponta.

Um supercomputador como o Santos Dumont é definido por sua capacidade para executar trilhões de cálculos por segundo, sendo ideal para pesquisas que vão desde simulações climáticas até avanços na biotecnologia. Esta característica o posiciona como um instrumento vital na pesquisa moderna, auxiliando pesquisadores a obter resultados mais rápidos e precisos.

Como o Santos Dumont apoia a pesquisa acadêmica no Brasil?

O impacto do Santos Dumont na pesquisa acadêmica brasileira é significativo. Qualquer pesquisador do país que comprove a necessidade de um sistema de computação avançado pode solicitar o uso do supercomputador. Esta acessibilidade permite que mais projetos científicos sejam realizados, contribuindo para o desenvolvimento de soluções em diversas áreas, como saúde e sustentabilidade ambiental.

A implementação e expansão do Santos Dumont faz parte das estratégias delineadas no Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), que busca consolidar o Brasil como um centro de inovação tecnológica. Tal investimento assegura que o país está se preparando para ser um líder em pesquisa e desenvolvimento de inteligência artificial.

Quais são as atualizações previstas para o supercomputador?

Atualmente, o Santos Dumont está passando por uma fase de atualizações que incluem um novo sistema de refrigeração, o que visa aumentar a eficiência ecológica e econômica. Além disso, melhorias nas instalações estão em andamento para facilitar o acesso e a operação do supercomputador. Essas novas implementações consolidarão a posição do Brasil na vanguarda da computação científica em âmbito mundial.

Prevista para conclusão em 2025, essa fase de atualização promete não apenas elevar a capacidade computacional, mas também estabelecer um novo padrão para projetos de tecnologia inovadora na América Latina.

FONTE: Terra Brasil Noticia
Santos Dumont: O Supercomputador Brasileiro que Impulsiona a Ciência na América Latina – Terra Brasil Notícias

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