Internacional, Negócios

Em encontro com Alckmin, FIESC defende negociações com EUA, sem retaliação

Presidente da entidade liderou grupo de industriais do setor metalmecânico que também discutiu assimetria competitiva na invasão chinesa de fixadores

O presidente da Federação das Indústrias de SC (FIESC), Mario Cezar de Aguiar, liderou na tarde desta quarta-feira (16) comitiva de industriais do setor metalmecânico em reunião com o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin e com a secretária de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres.

No encontro, Aguiar defendeu o diálogo para tentar reverter os impactos do chamado tarifaço do presidente norte-americano Donald Trump. “Retaliar seria o pior encaminhamento, pois ampliaria os prejuízos para a indústria brasileira. Além de tentar reduzir as tarifas, precisamos buscar alternativas como a prorrogação do prazo de início da aplicação, para que as empresas tenham fôlego para se reorganizar e buscar novos mercados”, disse Aguiar.

“As palavras de ordem agora são negociar, negociar e negociar. Mesmo que as tarifas não voltem aos patamares anteriores, precisamos chegar a um nível que permita manter a relevância daquele mercado como destino das exportações catarinenses e brasileiras”, resumiu o presidente da FIESC.

As indústrias catarinenses pretendem atuar em sintonia com seus clientes norte-americanos, que podem pressionar o governo dos Estados Unidos, demonstrando os impactos das tarifas que serão pagas pelos consumidores de lá. “O ministro conhece os números e tem total clareza sobre a importância do tema. Reforçamos a diversidade industrial catarinense, onde as tarifas terão graves consequências, já que os Estados Unidos são o principal destino de nossas exportações”, afirmou Aguiar.

No encontro, a Federação catarinense também destacou a necessidade de o governo federal incluir produtos semiacabados de aço e alumínio nas estratégias de defesa dos interesses brasileiros no comércio internacional, buscando isonomia tributária. “Hoje existe uma invasão de produtos chineses, porque o parafuso vindo da China chega ao preço dos insumos pagos pelos fabricantes brasileiros”, disse Aguiar, lembrando que há importantes empresas do setor no estado, gerando elevado número de empregos.

Fonte: FIESC

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Portos

Integração estratégica: Porto de Imbituba recebe comitiva da FIESC

No dia 1º de julho, o Porto de Imbituba recebeu a visita institucional da comitiva da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC). O grupo foi liderado pelo Presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar, e contou com a presença de outros diretores e convidados. A Autoridade Portuária foi representada pelo diretor-presidente do Porto de Imbituba, Christiano Lopes.

A programação teve início com uma apresentação institucional, na qual foram detalhados o funcionamento e os projetos da Autoridade Portuária. Na sequência, os visitantes realizaram uma visita guiada ao cais, onde puderam acompanhar, in loco, as operações portuárias em andamento.

“Receber a comitiva da FIESC é uma grande honra para o Porto de Imbituba. Esta visita marca uma importante aproximação entre o setor portuário e a indústria catarinense, reforçando nosso compromisso com o desenvolvimento integrado e sustentável do estado”, destacou Christiano Lopes.

“É uma alegria estar no Porto de Imbituba. Santa Catarina tem a vantagem de contar com cinco portos, o que nos torna o segundo estado em movimentação de contêineres no país”, destaca Mario Cezar de Aguiar, presidente da FIESC.

“As cidades portuárias, como Imbituba, crescem acima da média, mostrando que o porto é um verdadeiro motor de desenvolvimento regional. Com a conclusão da BR-285, o Sul terá ainda mais potencial logístico. Parabéns à gestão do porto. A FIESC segue ao lado de iniciativas que fortalecem nossa indústria e economia”, completa Aguiar.

A visita reforça o papel estratégico do Porto de Imbituba como elo entre a produção industrial de Santa Catarina e os mercados nacionais e internacionais.

Fonte: Porto de Imbituba

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Industria, Negócios

Com 100% dos votos, Seleme é eleito presidente da FIESC

Eleição realizada nesta sexta-feira, dia 27, confirmou unidade do setor industrial catarinense; posse será dia 22 de agosto

O industrial Gilberto Seleme será o próximo presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC). Na eleição, realizada nesta sexta-feira, dia 27, a chapa única, liderada pelo empresário, foi eleita com aprovação de 100% dos sindicatos de indústria que votaram. O 1º vice-presidente será o industrial André Odebrecht. A mesa diretora da entidade será composta ainda pelos empresários: Edvaldo Ângelo (diretor 1° secretário), Nivaldo Pinheiro (diretor 2° secretário), Marco Aurélio Alberton (diretor 1° tesoureiro) e Evair Oenning (diretor 2° tesoureiro). A posse da nova diretoria será no dia 22 de agosto, em Florianópolis.

“Tivemos chapa única, construída por consenso de todos os sindicatos filiados à FIESC. Isso mostra uma entidade unida e focada num só objetivo, que é o desenvolvimento de Santa Catarina, porque onde tem indústria tem desenvolvimento”, afirmou Seleme, após a divulgação do resultado.

Aguiar também celebrou a coesão do setor. “O resultado da eleição mostra a nossa indústria unida e reconhece o trabalho da gestão que se encerra em agosto, da qual Gilberto fez parte como 1° vice-presidente”, disse. “Ficamos muito satisfeitos com o apoio dos sindicatos. Com uma indústria unida, Santa Catarina vai avançar cada vez mais”, afirmou o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar.

Durante o dia, os representantes dos sindicatos industriais também elegeram a nova diretoria do Centro das Indústrias de SC (CIESC).

Confira a diretoria do CIESC eleita.

Perfil: engenheiro civil, formado na PUC do Paraná e bacharel em Administração pela UnC-Caçador, Gilberto Seleme é empresário dos setores de madeira, couro, construção civil e do agronegócio. É o atual 1º vice-presidente da FIESC e tem destacada atuação na área social, empresarial e educacional. Também é diretor e delegado da Confederação Nacional da Indústria (CNI), membro do Conselho Estratégico da FIESC; integrante da diretoria da Associação Empresarial de Caçador (ACIC); membro do Sindicato da Indústria da Madeira de Caçador, do qual foi fundador e primeiro presidente; além de integrar o Conselho Consultivo do Hospital Maicé, de Caçador.

Ao longo de sua trajetória, também foi membro da diretoria da Associação de Serviços Sociais Voluntários de Caçador (Bombeiros Voluntários); vice-presidente para a região Centro-Norte da FIESC; integrante da diretoria da UnC-Caçador; e presidente da Fundação Universidade Alto Vale do Rio do Peixe – FUNIARP, além de presidir seu conselho consultivo e ser membro do conselho curador da instituição.

Fonte: FIESC

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Comércio Exterior, Exportação, Industria

Setor moveleiro debate estratégias para ampliar mercados de exportação

Indústrias estudam impactos de tarifas e da economia norte-americana nas vendas externas; EUA são principal destino das exportações do segmento em SC, com 48,4% do total em 2024

 A indústria de móveis de Santa Catarina acompanha o desempenho das exportações do setor e avalia estratégias para vencer potenciais desafios diante do comportamento da economia dos Estados Unidos – principal comprador externo de móveis de madeira do estado. O país foi o destino de 48,4% das exportações catarinenses em 2024.

Em reunião da Câmara da Indústria do Mobiliário da Federação das Indústrias de SC (FIESC) realizada nesta quinta (26), a presidente da Câmara de Comércio Exterior, Maria Teresa Bustamante, destacou que desde o tarifaço e da abertura de uma investigação pelo governo dos EUA para avaliar o impacto das importações de madeira e seus derivados na segurança do país – a chamada seção 232, o segmento vem estudando estratégias para os desafios decorrentes da elevação de tarifas.

Estudo da FIESC aponta ainda que uma possível desaceleração da economia norte-americana também poderá ter efeitos sobre as encomendas de produtos brasileiros, já que a expectativa é de que, com uma inflação maior por lá e uma manutenção de juros, haveria redução de demanda. 

A despeito da concentração de vendas aos Estados Unidos, Maria Teresa destaca que as exportações catarinenses de móveis de madeira têm destinos diversificados. “O setor tem uma clara capacidade de abertura de mercados, o que se reflete em oportunidades para ampliar essas parcerias e reduzir o impacto das exportações para os Estados Unidos”, afirmou.

Potência no estado

Análise da FIESC mostrou ainda o forte encadeamento produtivo local do setor de móveis, evidenciando ainda mais a relevância do segmento para o estado. O estudo mostra que 65% dos insumos do segmento têm origem em SC, e 43% da produção tem como destino o consumo das famílias no próprio estado. A análise mostra que R$ 100 milhões em pedidos geram R$ 318 milhões em produção, capazes de se refletir na geração de 2,8 mil empregos.

Apesar do dinamismo do ramo, a atração e a formação de profissionais qualificados é um desafio. Para fortalecer a imagem do setor e apresentá-lo como atrativo para uma carreira, um o polo moveleiro do Planalto Norte criou o AMPLIA, com foco em construir estratégias que contribuam com a valorização e o desenvolvimento sustentável, através do aperfeiçoamento profissional, da qualidade de vida e da evolução tecnológica do setor moveleiro da região. “Com a participação das empresas e das entidades parceiras, estamos buscando soluções para oferecer qualificação e oportunidades de trabalho no setor, mostrando que é inovador, tecnológico e pode ser uma opção para os jovens entrarem no mercado de trabalho”, informa o vice-presidente da FIESC para o Planalto Norte e presidente da Câmara de Desenvolvimento da Indústria do Mobiliário, Arnaldo Huebl.

Fonte: FIESC

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Investimento, Portos

Presidente do Porto de São Francisco detalha investimentos de R$ 340 milhões em infraestrutura, durante evento na Fiesc

Duas importantes obras de infraestrutura, com início previsto para 2025, vão aprimorar a logística e facilitar o acesso ao Complexo Portuário da Baía da Babitonga, no Norte catarinense. São elas, a dragagem de aprofundamento e alargamento do canal de acesso à Baía e a obra da terceira faixa da BR-280, no acesso ao Porto, que será realizada com recursos próprios do terminal portuário.

O detalhamento destas obras foi apresentado pelo presidente do Porto de São Francisco do Sul, Cleverton Vieira, durante um debate na Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), nesta terça-feira, 17, em Florianópolis. O evento abordou a mobilidade urbana no entorno da BR-280, principal acesso ao Complexo Portuário.

“Até 2026, com o aprofundamento para 16 metros, os portos da Babitonga terão condições de receber navios maiores, de 366 metros, com capacidade plena”, explicou Vieira, acrescentando que a licitação já está em curso e resultado da empresa vencedora para realizar a obra será conhecido no dia 4 de julho.

Com um investimento de R$ 324 milhões, a dragagem é caracterizada por dois aspectos inéditos e inovadores. Pela primeira vez no Brasil, um porto público firma parceria com um porto privado para a realização de uma obra desta natureza.  Além disso, parte dos sedimentos retirados do mar será destinada ao engordamento de sete quilômetros da praia de Itapoá, que nos últimos anos, tem sofrido com erosão marítima.

O presidente do Porto de São Francisco também detalhou a obra da terceira faixa da BR-280, no acesso ao terminal portuário. “São R$ 12,4 milhões de recursos próprios do Porto para facilitar a chegada e saída dos caminhões”.

No debate, o superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) em Santa Catarina, Alysson de Andrade, parabenizou e agradeceu a diretoria do Porto por viabilizar esta obra da terceira faixa da BR-280.

Participaram também do evento o secretário adjunto de Portos, Aeroportos e Ferrovias (SPAF), Ivan Amaral, e o diretor de Integração de Modais da SPAF, Lucas Sampaio Ataliba.

Fonte: Agência de Notícias SECOM

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Evento, Sustentabilidade

Mercado de carbono e mudança climática são temas de debate na FIESC

Reunião conjunta da Câmara de Meio Ambiente e do Comitê de Logística Reversa traz especialistas para discutir estratégias de descarbonização e resiliência para as indústrias de SC

O desafio da descarbonização e o papel das indústrias no fomento à adoção de práticas mais sustentáveis entre seus fornecedores são temas da reunião que a Câmara de Meio Ambiente e Sustentabilidade e o Comitê Logística Reversa da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) realizam no próximo dia 10 de junho. 

O evento vai trazer a experiência da Engie e da Descarbonizar – empresa especializada em tornar cadeias de suprimentos mais sustentáveis -, além de um debate sobre o mercado de carbono no Brasil. 

O evento híbrido está marcado para às 10h, e pode ser acompanhado presencialmente na sede da FIESC ou online. Faça sua inscrição.

Fonte: FIESC

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Evento

FIESC promove missão à maior feira do setor alimentício, na Alemanha

Anuga deve reunir 7,9 mil expositores de 120 países entre 4 e 8 de outubro na cidade de Colônia; inscrições vão até 30/6

Conhecer as principais tendências e inovações do setor de alimentos e bebidas e promover o acesso a fornecedores de todo o mundo. Esses são os objetivos da missão que a Federação das Indústrias de SC (FIESC) promove para a Anuga, maior evento mundial do setor que ocorre em Colônia, na Alemanha.

As inscrições para participar da comitiva vão até o dia 30/06. O evento, que reúne os principais players globais da cadeia de alimentos e bebidas em 10 feiras simultâneas de diferentes ramos da cadeia, contou com cerca de 7,9 mil expositores e 140 mil visitantes de mais de 200 países em sua última edição.

A missão está sendo organizada pela Federação industrial gaúcha e a programação conta com um seminário preparatório online, circuitos temáticos guiados com tradução pela feira e visitas técnicas a empresas alemãs.

Além de áreas de exposições, a Anuga também contempla palestras, painéis e seminários. A feira ocorre de 4 a 8 de outubro em Colônia, na Alemanha.

SERVIÇO:
Inscrições até: 30/06
Data do evento: 04 a 08 de outubro de 2025

Fonte: FIESC

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Comércio, Evento, Mercado Internacional

“Não estamos no olho do furacão”, diz Tatiana Prazeres em evento na FIESC

Secretária de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços participou de encontro nesta sexta (16), em Florianópolis

A secretária de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Tatiana Prazeres, disse nesta sexta (16) que o Brasil está relativamente protegido no mercado global atual, marcado por incertezas e tensões desde a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos.

“Não estamos no olho do furacão”, afirmou durante evento promovido em Florianópolis pela Câmara de Comércio Exterior da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), presidida por Maria Teresa Bustamante.

Segundo Tatiana, o comércio global vive uma “nova ordem”, com revisão profunda na forma como os países se relacionam. Neste “cenário desafiador”, disse, a “resiliência das cadeias de produção ganha muita importância”.

A secretária destacou que o ambiente internacional atravessa uma fase de rupturas e transformações, impulsionada por seis vetores interligados:

1. Aumento do protecionismo (sozinho, não explica tudo);
2. Tensões geopolíticas crescentes (reconfiguram as cadeiras produtivas);
3. Crise do multilateralismo, da governança do comércio internacional (movimentos globais afetam inclusive os mercados mais conservadores);
4. Retorno das políticas industriais (é um reconhecimento da importância da indústria e dos empregos);
5. Aceleração da transformação digital (muda a competitividade dos países e amplia o comércio de serviços);
6. Interseção entre comércio e sustentabilidade (gera pressão por práticas empresariais mais sustentáveis; é algo que veio para ficar);

NEGOCIAÇÕES COMERCIAIS

Em relação aos acordos com outros países e blocos econômicos, Tatiana destacou que o Brasil tem ampliado sua agenda de negociações em 2025. Entre os avanços, citou tratativas com os Emirados Árabes Unidos e com a EFTA — bloco formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

Na América Latina, afirmou, há negociações em andamento com Panamá e El Salvador, além de discussões com o México. Também estão em curso iniciativas para aprofundar acordos com Colômbia, Chile e Bolívia, e modernizar o Mercosul. “Nossa proposta é priorizar e concluir, em vez de manter muitas agendas abertas”, disse.

EXPORTAÇÕES

Em relação às exportações, afirmou que ampliar a base exportadora é uma das prioridades para o Brasil. Hoje, apenas 1% das empresas brasileiras exporta, e a chance de uma companhia começar a exportar nos seus primeiros 10 anos de atividade também é de apenas 1%.

De acordo com o MDIC, Santa Catarina é o décimo estado que mais exporta. Os principais destinos são Estados Unidos, China, México, Argentina e Japão. Entre os produtos mais exportados estão carnes, motores elétricos, partes de máquinas e produtos de madeira.

A secretária elogiou a indústria catarinense, classificando-a como “sofisticada e diversificada”. “Quando vejo o perfil exportador de Santa Catarina em relação a outros estados, é diferenciado. Há diversidade setorial e valor agregado. Acima da média, claramente.”

RELEMBRE A ORIGEM DA CRISE

Em seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos, Donald Trump tem reconfigurado o comércio global e causado incertezas mundo afora com um novo pacote de tarifas. Ele retomou uma política protecionalista, com aumento de tarifas de importação, especialmente contra produtos chineses. Segundo o governo dos EUA, o objetivo é proteger a indústria americana de concorrência desleal e reduzir a dependência da China em setores considerados estratégicos.

Fonte: FIESC

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Industria, Negócios, Tributação

Fator Tarifaço é tema de imersão da Academia FIESC de Negócios

Marcos Troyjo, Oliver Stuenkel, Constantin Jancsó e Fabrizio Sardelli Panzini estão entre os especialistas que vão participar do encontro, nos dias 21 e 22 de maio, da FIESC, em Florianópolis

Com o desafio de subsidiar indústrias catarinenses para fazer frente às mudanças que o mundo vem enfrentando com a nova configuração geopolítica e as tensões no comércio internacional, a Federação das Indústrias de SC (FIESC), por meio da Academia FIESC de Negócios, realizará imersão com foco no “Fator Tarifaço”.

O encontro, que ocorre nos dias 21 e 22 de maio, tem como foco preparar líderes e profissionais estratégicos das indústrias para compreender, antecipar e se posicionar de forma competitiva diante das transformações, convertendo riscos em oportunidades de crescimento e vantagem estratégica.

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas aqui

Na programação estão profissionais como Oliver Stuenkel, especialista em risco geopolítico e colunista do Estadão e da Foreign Policy; Constantin Jancsó, economista do Bradesco; Marcos Troyjo, cientista político e membro do Conselho do Futuro Global do Fórum Econômico Mundial; Fabrizio Sardelli Panzini, diretor de políticas públicas e relações governamentais na AMCHAM, além de especialistas da FIESC.

Além do network, a imersão traz ainda a possibilidade de interação com os especialistas em atividades práticas. Também traz o case de internacionalização da Rohden, com apresentação do CEO do grupo, Jorge Luís Rohden, e do gerente de vendas internacionais da Rohden Artefatos de Madeira, Michel Cembranel.

Efeitos do tarifaço

A FIESC apresenta na imersão um estudo inédito da área de desenvolvimento industrial que traça os possíveis cenários decorrentes dos efeitos do tarifaço do governo norte-americano.

A ideia é mostrar aos participantes quais os destinos possíveis e prováveis do excedente de exportações chinesas, para que possam identificar oportunidades e potenciais ameaças em seus mercados.

O trabalho identificou todos os produtos importados da China pelos Estados Unidos, levando em conta as mais altas tarifas anunciadas pelos EUA, e quais países poderiam absorver esse excedente, considerando os custos de importação para esse novo destino, o potencial de mercado e também se já existem vendas chinesas daquele produto para o novo país.

Fonte: FIESC

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Negócios, Portos

Reunião na FIESC aborda situação e perspectivas do Porto de Itajaí

Encontro terá a participação de Anderson Pomini, diretor-presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), que assumiu a gestão do porto catarinense em janeiro

A situação atual e as perspectivas do Porto de Itajaí serão discutidas em reunião, nesta quarta-feira, dia 7, às 14 horas, na FIESC, em Florianópolis, e também com transmissão pelo YouTube da entidade. O encontro terá a participação de Anderson Pomini, diretor-presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), que assumiu a gestão do porto catarinense em janeiro deste ano. O evento é uma iniciativa conjunta do Conselho de Infraestrutura e da Câmara de Transporte e Logística da FIESC.

A reunião também contará com a participação de James Winter, membro da Comissão de Juristas responsáveis pela atualização e modernização da legislação portuária no Brasil (CEPORTOS).

Confira a programação

14 horas – Abertura
Mario Cezar de Aguiar – Presidente da FIESC
Egídio Antônio Martorano – Presidente da Câmara de Transporte e Logística da FIESC

14h30 – Comentários Gerais
James Winter – Membro CEPORTOS

14h45 – Porto de Santos e Itajaí – Situação Atual e Perspectivas
Anderson Pomini – Diretor-Presidente da Autoridade Portuária de Santos

15h45 – Questionamentos

16h – Encerramento

Fonte: FIESC

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