Inovação, Logística, Portos, Sustentabilidade

Portonave adere ao Movimento Mente em Foco e Educa 2030 do Pacto Global da ONU no Brasil

A Companhia já está comprometida com a adesão do Movimento Conexão Circular e, para impulsionar ainda mais o desenvolvimento sustentável, amplia seu compromisso com novas iniciativas

Há uma década, a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para um futuro mais justo até 2030. Para acelerar esse processo, a Rede Brasil do Pacto Global desenvolveu dez movimentos aos quais empresas podem aderir e assumir compromissos públicos. Entre eles, a Portonave integrou o “Mente em Foco” e o “Educa 2030”, com metas específicas, que contribuem para o bem-estar, a saúde e a educação dos profissionais.

As adesões foram oficializadas por meio da assinatura da diretoria da empresa e integram a Estratégia ESG (Ambiental, Social e Governança) do Terminal Portuário, baseada em três pilares: Soluções Inteligentes, Pessoas a Bordo e Legado Duradouro. Em cada movimento, todos os compromissos assumidos já são cumpridos pela Companhia, o que demonstra seu comprometimento com o crescimento alinhado à sustentabilidade. 

Iniciativas para promoção da saúde mental são destaque

O Movimento Mente em Foco, alinhado ao ODS 3 – Saúde e Bem-estar, tem como meta auxiliar as empresas a reconhecerem a importância da saúde mental no ambiente de trabalho e a agirem em benefício da sociedade, para combater o estigma e o preconceito social ao redor do assunto.  

A Portonave já cumpre a maioria dos compromissos assumidos, sendo eles:

– Ter um profissional de referência para aconselhamento e atendimento;

– Oferecer orientação, manejo de crises e garantir a avaliação permanente dos profissionais – esta última etapa segue em implementação;

– Manter gestores engajados e capacitados;

– Criar um programa antiestigma;

– Promover ações de incentivo à saúde mental.

Entre as iniciativas para a construção de um ambiente de trabalho saudável e produtivo, estão o Programa Saúde em Equilíbrio, com ações e diversos benefícios, como quick massage – equipe de massoterapeutas disponíveis de segunda a sexta-feira na empresa – equipe de corrida, acompanhamentos com nutricionista e palestras sobre saúde, além do Programa de Apoio à Maternidade, que realiza o acompanhamento das profissionais gestantes e no retorno da licença maternidade.

A iniciativa mais recente e de destaque é o “Programa Cuidar”, lançado no início deste ano, com propósito de cuidar mais da saúde mental. Com ele, uma rede de apoio interna foi estruturada, que conta com 25 profissionais de diferentes departamentos, os chamados “multiplicadores do cuidado”, além de psicólogos, capacitados para acolhimento, diálogo e escuta ativa. 

Educação continuada como investimento estratégico

O estímulo ao desenvolvimento profissional figura como uma prioridade constante para a Portonave. O Terminal possui um programa de subsídio à educação continuada de 80% para cursos profissionalizantes, graduação, pós-graduação e idiomas. Também oferece capacitações no segmento portuário, como os Programas: Programa de Desenvolvimento Portuário (PDP), Excelência Operacional e Programa Movimentação.

Com a adesão do Movimento Educa 2030, alinhado ao ODS 4 – Educação de Qualidade, a Companhia aderiu às metas: 

– Oferecer a todos os profissionais da organização que não possuem Ensino Médio ou Técnico a possibilidade de concluí-lo até 2030;

– Manter 30% dos profissionais da organização com Ensino Superior concluído até 2030;

– Atingir a cota legal de Jovem Aprendiz até 2030, de 5%. 

Todos esses compromissos já foram cumpridos. Cerca de 36% dos profissionais possuem Ensino Superior completo – número maior do que a meta aderida. Desde 2008, aproximadamente 700 jovens aprendizes já foram capacitados pelo Terminal. 

Meta de lixo zero até 2030

Em 2024, a Portonave aderiu ao Movimento Conexão Circular, seu primeiro compromisso assumido com a Rede Brasil do Pacto Global, alinhado ao ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis. A proposta é acelerar a transição para a economia circular, modelo que visa minimizar o desperdício e a poluição e incentiva a reutilização, reparo, renovação e reciclagem de materiais. A meta assumida é zerar o envio de resíduos operacionais para aterros sanitários até 2030. No ano passado, a Companhia implementou uma composteira para o reaproveitamento dos resíduos orgânicos, que são transformados em adubo. 

Sobre a Rede Brasil do Pacto Global da ONU

É uma iniciativa de adesão voluntária que se baseia em compromissos assumidos pelos CEOs das empresas participantes para implementar princípios universais de sustentabilidade e tomar medidas que apoiem o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Atualmente, o Pacto Global Rede Brasil é a segunda maior rede local do mundo, com cerca de 1,9 mil participantes.

Sobre a Portonave

A empresa está localizada em Navegantes, litoral Norte de Santa Catarina, e iniciou suas atividades em 2007 como primeiro terminal portuário privado do Brasil. Faz parte do grupo suíço Terminal Investment Limited (TiL) – que administra cerca de 70 terminais em cinco continentes. São 1,3 mil profissionais diretos e 5,5 mil indiretos. Segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), foi o mais eficiente em produtividade de navio no ano de 2024. Além do destaque pela excelência operacional, a Companhia está comprometida com as práticas ESG e desenvolve diversas ações e iniciativas voltadas aos aspectos ambientais e sociais.

Fonte: Portonave

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Comércio Exterior, Internacional, Sustentabilidade

Combustível sustentável, carros elétricos e delivery: China vai investir R$ 27 bilhões no Brasil

Investimentos são para a área de infraestrutura, tecnologia e educação

A China anunciou, nesta segunda-feira (12), que deve investir cerca de R$ 27 bilhões em diversas áreas no Brasil, como de infraestrutura, tecnologia e educação. A confirmação foi dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações (ApexBrasil), Jorge Viana, fazer o anúncio durante o Fórum Empresarial Brasil-China.

Os investimentos principais já anunciados estão relacionados ao ramo de produção de Combustível Sustentável de Aviação (SAF) a partir da cana-de-açúcar, com a construção do primeiro Parque Industrial Net-Zero. O foco também será a produção de hidrogênio verde e amônia verde. Nesta área, serão investidos R$ 5 bilhões pela empresa Envision.

Foram mais de 400 oportunidades encontradas pela ApexBrasil para ampliação da parceria entre o Brasil e China, com especial atenção para o agronegócio.

Investimentos em carros elétricos e delivery

Cerca de R$ 6 bilhões devem ser investidos pela montadora chinesa Great Wall Motors, com a expansão da marca no Brasil. Além disso, a Meituan, plataforma de delivery de alimentos, deve investir R$ 5 bilhões, com a geração de até 4 mil empregos diretos e 100 mil indiretos.

O setor de delivery também deve ganhar mais um concorrente com a empresa DiDi, que opera no Brasil pela 99. A empresa pretende ampliar o serviço no país e criar mais de 10 mil pontos de recarga para veículos elétricos.

A estatal chinesa China General Nuclear Power Group (GCN), a maior operadora de energia nuclear na China e a terceira maior do mundo, também investirá no país, mais especificamente para construir um hub de energia renovável no Piauí.

Outros tipos de materiais também devem ampliar a capacidade de produção no Brasil, como o ramo de semicondutores, que deve levar mais de R$ 650 milhões em investimentos da Longsys em São Paulo e Amazonas.

Sorvetes, bebidas, mineração e farmácia

A rede de bebidas e sorvetes Mixue também é mais uma novidade no Brasil, com investimentos de R$ 3,2 bilhões, que devem gerar mais de 25 mil empregos no país até 2030. O Brasil também terá parcerias para a promoção do café brasileiro com a Lickin Coffe, mais filmes no cinema com a Huaxia Film, e mais produtos nacionais no varejo com a Hotmaxx.

A mina de cobre Serrote, em Alagoas, também faz parte dos investimentos chineses, comprado por R$ 2,4 bilhões pelo grupo minerador Baiyin Nonferrous. Uma plataforma de Insumos Farmacêuticos Ativos também será criada no Brasil, com a Nortec Química em parceria com a Acebright, Aurisco e Goto Biopharm. Para isso, serão utilizados R$ 350 milhões.

5° maior investidor direto no Brasil

No discurso do presidente Lula durante o fórum, ele apontou o crescimento da China no ranking de investimento direto no Brasil. Segundo o presidente, “na última década, a China saltou da 14ª para a 5ª posição no ranking”.  

Conexões aéreas entre os países para “elevar o intercâmbio de turistas” também foram citadas.

— A China tem sido tratada, muitas vezes, como se fosse uma inimiga do comércio mundial quando, na verdade, a China está se comportando como um exemplo de país que está tentando fazer negócios com os países que foram esquecidos nos últimos 30 anos por muitos outros países. É importante a gente lembrar — destacou o presidente.

Fonte: NSC Total

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Logística, Portos, Sustentabilidade

Porto de Santos e Associação Comercial de São Paulo firmam parceria para impulsionar logística sustentável

A Autoridade Portuária de Santos (APS) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) assinaram nesta quinta-feira (8) um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para desenvolver o projeto “Consolidação do Porto de Santos Concentrador de Contêineres”. A assinatura ocorreu na sede da entidade em São Paulo, na presença dos presidentes Anderson Pomini, da APS, e Roberto Mateus Ordine, da ACSP.

Com vigência de 24 meses e possibilidade de prorrogação, a iniciativa busca ampliar a competitividade do porto, otimizar operações logísticas e reduzir emissões de carbono, alinhando-se a corredores marítimos sustentáveis globais. O acordo prioriza a racionalização de processos portuários, como a redução de custos e tempos de trânsito de mercadorias em contêineres.

“Não existe Porto de Santos sem comércio. Daí a importância de buscarmos essa parceria para que a principal janela de conexão do Brasil com o mundo trabalhe em sinergia com as demandas e necessidades do setor privado”, analisa Pomini.

Para Ordine, o primeiro resultado do acordo é a aproximação e compartilhamento de informações. “Pretendemos estabelecer uma via de mão dupla com a Autoridade Portuária, entendendo melhor as operações do complexo e mantendo um canal para levar as reivindicações dos nossos associados aos gestores do Porto”, afirma o presidente da ACSP.

Metas

Entre as metas estão o aumento da capacidade logística, a medição precisa de emissões de gases de efeito estufa em rotas terrestres e aquaviárias, e a promoção de tecnologias verdes, como energia limpa e equipamentos sustentáveis.

O objetivo é consolidar o Porto de Santos como um hub estratégico de contêineres, conectado a portos internacionais e de cabotagem. A APS atuará como facilitadora no diálogo com órgãos governamentais, além de disponibilizar informações relevantes e participar de eventos técnicos organizados pela ACSP.

Já a associação, por meio do Comitê de Usuários dos Portos e Aeroportos do Estado de São Paulo (COMUS), focará na organização de fóruns setoriais, coleta de dados operacionais entre associados e identificação de desafios logísticos. Todas as ações seguirão um plano de trabalho conjunto, com cronograma e indicadores de resultados supervisionados por um comitê gestor.

Como testemunhas, também participaram da cerimônia o diretor de Operações da APS, Beto Mendes, o gerente de Planejamento Logístico, Ricardo Maeshiro, e o superintendente de Operações Portuárias, Márcio Kanashiro. Pela ACSP, estiveram presentes o superintendente geral, Marcos Antônio de Barros, e o coordenador do Comitê de Usuários dos Portos e Aeroportos de São Paulo (COMUS), José Cândido Senna.

Fonte: Datamar News

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Investimento, Sustentabilidade, Tecnologia

Embaixadores árabes veem potencial para investimentos em biotecnologia em SC 

Um dos setores que podem atrair capital árabe para Santa Catarina é o de pesquisas na área de biotecnologia

Comitiva de embaixadores de cinco países árabes, em visita oficial a Santa Catarina desde domingo (03), encerraram a missão com expectativas positivas para investir no Estado, em especial nas áreas de tecnologia e biotecnologia. Ficaram surpresos com avanços na área de biotecnologia, com produtos em fases avançadas de pesquisas, destaca o secretário de Articulação Internacional e Projetos Especiais, Paulo Bornhausen.

O grupo de cinco líderes da região do Golfo Arábico foi integrado pelos embaixadores dos Emirados Árabes Unidos, Saleh Ahmad Salem;do Marrocos, Nabil Adghoghi; do Bahrein, Bader Abbas Alhelaibi; do Catar, Ahmad Mohammed Al Shebani; e do Kuwait, Talal Rashed Almansour.

A missão foi organizada pela secretária de estado de Articulação Nacional, Vânia Franco. O grupo foi recebido pelo governador Jorginho Mello e pela vice-governadora Marilisa Boehm em almoço na Casa D’ Agronômica segunda-feira e cumpriu uma série de agendas para conhecer melhor Santa Catarina.

A programação incluiu visitas à Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), à Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), ao centro de tecnologia Sapiens Parque e também a outras instituições voltadas à tecnologia, como o centro empresarial Espaço +Um e à Fundação de Amparo à Tecnologia e Inovação (Fapesc).

– Uma das visitas que mais despertaram atenção dos líderes árabes foi na Vesper Ventures, um fundo de investimentos de Florianópolis focado em startups de biotecnologia que já investe em 12 empresas nessa área. Elas fazem diversas pesquisas para buscar curas de doenças ou soluções para enfrentar problemas climáticos. Eles ficaram surpresos com essas pesquisas na fronteira do conhecimento, destacadas pelo empresário Gabriel Bottós, cofundador e CEO da Vesper – observou o secretário Paulo Bornhausen.

Na avaliação do secretário, essa visita abriu portas para mais negócios de Santa Catarina com países árabes. A expectativa do governo catarinense colaborar para atrair investimentos árabes em tecnologia e infraestrutura ao Estado e, também, ampliar os negócios atuais. Parte dos países árabes têm fundos de investimentos com elevadas cifras de capital que podem aportar nos setores de tecnolgia, infraestrutura e outros.

Hoje, essa região é grande importadora de proteínas de SC, em especial carnes de aves, máquinas, equipamentos, confecções, celulose e móveis. É exportadora de fertilizantes, algodão, produtos químicos e outros.

Fonte: NSC

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Inovação, Logística, Sustentabilidade

GH Solucionador Logístico traz inovação, sustentabilidade e segurança na Intermodal 2025

GH Solucionador Logístico brilhou na Intermodal 2025, destacando inovações sustentáveis, como caminhões movidos a GNV, e reforçando seu compromisso com a eficiência e o futuro da logística.

GH Solucionador Logístico se destacou na Intermodal South America 2025, realizada de 22 a 24 de abril no Distrito Anhembi, em São Paulo, ao apresentar soluções inovadoras, sustentáveis e seguras para o transporte e armazenagem de cargas. Com mais de 14 anos de atuação no mercado, a empresa se consolidou como um operador logístico completo, oferecendo soluções personalizadas para atender todas as necessidades da cadeia logística. Seu compromisso com a tecnologia, inovação e, principalmente, com as pessoas que fazem a operação acontecer, foi reforçado durante o evento.

A GH aproveitou a plataforma da Intermodal para reafirmar seu papel de destaque no mercado, mostrando como a combinação de tecnologia avançada e práticas sustentáveis pode transformar a logística. “Estar presentes na Intermodal nos permite mostrar não apenas o que fazemos, mas como fazemos – com tecnologia, inovação e pessoas que fazem acontecer”, comentou Brendon Ramon, gerente de marketing da GH.

Caminhão GNV: Uma solução sustentável para o setor logístico

Um dos grandes destaques da participação da GH foi a apresentação de caminhões movidos a Gás Natural Veicular (GNV), uma tecnologia que a empresa vem incorporando à sua frota com o objetivo de reduzir emissões e promover a sustentabilidade no setor. Com autonomia de até 940 km, os veículos movidos a GNV representam uma redução de 30% na emissão de gases de efeito estufa, em comparação aos caminhões a diesel.

O modelo de caminhão GNV é apenas uma das inovações que a GH tem investido. Brendon Ramon explicou: “Com a modificação nos cilindros, conseguimos aumentar a autonomia dos caminhões, que antes chegavam a 437 km e, agora, podem alcançar até 700 km com carga. Vazio, chegam a 940 km. Isso representa uma grande economia e contribui para a redução das emissões de CO2.” Esse investimento na frota sustentável faz parte do compromisso da empresa com práticas logísticas mais responsáveis e ecoeficientes.

Práticas de ESG e compromisso com a sustentabilidade

GH Solucionador Logístico também se destaca por suas práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança), que fazem parte de sua estratégia de longo prazo. A empresa é certificada pela TfS – Together for Sustainability, organização que promove cadeias de suprimentos químicas sustentáveis. Seu foco em tecnologias sustentáveis e iniciativas sociais reflete seu compromisso com um futuro mais responsável, tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.

Em 2024, a empresa investiu mais de R$ 10 milhões na aquisição de caminhões modernos com motorização EURO 6, tecnologia que reduz a emissão de poluentes. Além disso, a GH foi reconhecida com o selo Great Place to Work (GPTW) pelo quarto ano consecutivo, evidenciando sua cultura de valorização e engajamento dos colaboradores.

Soluções logísticas completas e personalizadas

A GH também aproveitou a Intermodal 2025 para destacar suas soluções logísticas completas, que atendem a uma ampla gama de necessidades do mercado. Entre as soluções oferecidas estão:

  • Armazenagem Inteligente: Infraestrutura moderna e tecnologia avançada garantem segurança, rastreabilidade e eficiência no armazenamento de mercadorias.
  • Transporte Especializado: Frota equipada e gestão eficiente asseguram agilidade, segurança e redução de custos no transporte rodoviário, multimodal e em operações dedicadas.
  • Gestão de Supply Chain: Atuação completa na cadeia de suprimentos, integrando processos para otimizar o tempo e garantir eficiência operacional.
  • Soluções Personalizadas: Estratégias logísticas sob medida, alinhando tecnologia, expertise e inovação, para cada cliente de forma única.

Conectando o presente ao futuro da logística

A participação da GH na Intermodal South America 2025 foi mais do que uma simples presença em um evento. Foi uma reafirmação do compromisso da empresa com o desenvolvimento do setor logístico, apresentando suas soluções sustentáveis e inovadoras. Durante o evento, a empresa se conectou com clientes, parceiros e especialistas, trocando experiências e aprendendo com os desafios do mercado.

“Participar da Intermodal é uma oportunidade de mostrar o que a GH tem feito para transformar a logística e impulsionar o futuro do setor. Estamos aqui para apresentar soluções que vão muito além do transporte, com foco na inovação, sustentabilidade e eficiência”, completou Brendon Ramon.

Na busca por soluções logísticas inovadoras, sustentáveis e eficientes, a GH Solucionador Logístico se destaca como um parceiro estratégico de confiança. Com mais de 14 anos de experiência, a empresa não apenas entrega resultados, mas transforma a maneira como as operações logísticas são realizadas. Seja por meio de sua frota sustentável, soluções personalizadas ou foco em práticas responsáveis de ESG, a GH está sempre um passo à frente, antecipando as necessidades de seus clientes.

Fonte: Canal Diesel

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Comércio, Internacional, Sustentabilidade

Impacto da mobilidade sustentável na demanda por petróleo na China

Nos últimos anos, a China tem se destacado no cenário global pela rápida adoção de veículos eletrificados, como carros elétricos e híbridos plug-in. Em outubro de 2024, o país registrou a venda de 1,43 milhão desses veículos, um marco significativo que está diretamente relacionado à redução da demanda por petróleo. Essa mudança no consumo energético reflete uma tendência global em direção à mobilidade sustentável.

A Agência Internacional de Energia (AIE) observa que a desaceleração do consumo de petróleo na China está intimamente ligada ao aumento das vendas de carros de nova energia. Essa transição não apenas contribui para a redução das emissões de carbono, mas também altera o panorama econômico global, uma vez que a China tem sido responsável por uma parte significativa do crescimento da demanda por petróleo desde a década de 1970.

Como a economia chinesa influencia o consumo de petróleo?

Historicamente, o crescimento econômico de um país tem sido um indicador direto do aumento no consumo de petróleo. Na China, o Produto Interno Bruto (PIB) sempre esteve fortemente associado ao consumo de combustíveis fósseis, devido ao aumento na venda de veículos, viagens e investimentos em infraestrutura. No entanto, essa correlação está mudando à medida que o país avança em direção a uma economia mais sustentável.

Em 2024, a AIE relatou uma desaceleração significativa no consumo de petróleo na China, apesar do crescimento econômico contínuo. Isso se deve, em grande parte, à transição para veículos eletrificados, que reduzem a dependência de combustíveis fósseis. A mudança não apenas impacta o mercado interno, mas também tem repercussões globais, dado o papel central da China no mercado de petróleo.

Quais são as implicações globais da transição energética chinesa?

A redução da demanda por petróleo na China tem implicações significativas para o mercado global de energia. Desde a década de 1970, a China tem sido um dos principais motores do crescimento da demanda por petróleo. Com a desaceleração atual, os mercados internacionais precisam se adaptar a um novo equilíbrio de oferta e demanda.

Além disso, a transição para veículos eletrificados na China serve como um modelo para outros países que buscam reduzir suas emissões de carbono e dependência de combustíveis fósseis. A mudança para uma economia mais verde pode estimular inovações tecnológicas e políticas energéticas sustentáveis em todo o mundo.

O futuro da mobilidade sustentável na China

O futuro da mobilidade na China parece promissor, com o governo e a indústria automotiva investindo pesadamente em tecnologias sustentáveis. A crescente popularidade dos veículos elétricos e híbridos plug-in não apenas contribui para a redução das emissões de carbono, mas também representa uma oportunidade econômica significativa para o país.

Com políticas governamentais favoráveis e incentivos para a produção e compra de veículos de nova energia, a China está bem posicionada para liderar a transição global para uma mobilidade mais sustentável. Essa mudança não apenas beneficia o meio ambiente, mas também fortalece a posição da China como líder em inovação tecnológica e sustentabilidade.

Fonte: Terra Brasil Notícias



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Internacional, Logística, Notícias, Sustentabilidade

OECD: por um sistema alimentar sustentável

A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OECD) publicou um relatório importante sobre sustentabilidade nos sistemas alimentares globais.

O documento afirma que a logística —tanto física quanto digital— é um elo crítico e pouco desenvolvido na luta para reduzir as emissões.

Intitulado Improving the evidence base on the environmental sustainability of food systems, o relatório destaca que, sem rastreabilidade confiável, não é possível calcular com precisão a pegada de carbono dos alimentos. A interoperabilidade entre os atores da cadeia agroalimentar ainda é baixa, o que impede a tomada de decisões baseadas em evidências.

O transporte de insumos e produtos, o uso de fertilizantes, a origem da energia e o planejamento das rotas influenciam diretamente o impacto ambiental. No entanto, a atenção costuma ser direcionada ao produto final, ignorando os insumos. “A logística de entrada é tão determinante quanto a de saída”, alerta o relatório.

O documento também destaca plataformas digitais que permitem vincular produtores, distribuidores e varejistas com dados compartilhados. Exemplos da França e da Finlândia mostram ecossistemas digitais onde a sustentabilidade faz parte do processo logístico.

Nesse sentido, iniciativas como a DjustConnect facilitam que os produtores autorizem o uso de seus dados ambientais, garantindo a privacidade e evitando duplicações. Porém, a lacuna digital impede que muitos agricultores tenham acesso a essas ferramentas.

Democratizar o acesso à logística digital será um dos principais desafios. A proposta da OECD é que o dado não seja um privilégio, mas uma ferramenta comum.

A conclusão é clara: sem interoperabilidade de processos e dados, não se conseguirá um sistema alimentar sustentável. A logística deve ser eficiente, transparente e acessível a todos os atores da cadeia.

Fonte: Todo Logística News

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Aeroportos, Logística, Portos, Sustentabilidade

VLI assina Pacto de Sustentabilidade com o Ministério de Portos e Aeroportos

A VLI assinou, na tarde desta terça-feira (22), o Pacto pela Sustentabilidade do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor). O evento, realizado pela companhia durante a feira Intermodal, na cidade de São Paulo, contou com a presença do CEO da VLI, Fábio Marchiori; da diretora-executiva de Gente, Serviços e Sustentabilidade da companhia, Rute Melo Araújo; da secretária executiva do Ministério, Mariana Pescatori, que está como ministra interina, bem como de outras autoridades. O intuito do pacto é incentivar práticas sustentáveis, promover a transparência e fortalecer a inclusão social tanto pela iniciativa privada, quanto pelo setor público, em portos, aeroportos e hidrovias.

O compromisso assumido pela VLI é aderente à jornada ESG da companhia, que tem como aspiração ser referência em sustentabilidade no segmento em que atua. A VLI tem uma agenda ESG que inclui compromissos públicos assumidos em 2021 e trabalha fortemente o tema em sua cultura corporativa e em práticas sustentáveis nos pilares ambiental, social e de governança.

“A jornada ESG da VLI é realizada de forma intencional, por meio de metas e indicadores válidos para toda a liderança da companhia. A adesão ao Pacto de Sustentabilidade do Ministério dos Portos e Aeroportos é um exemplo de que acreditamos no poder das conexões para transformar a logística e para termos um Brasil sustentável”, explica Rute Melo Araújo, diretora-executiva de Gente, Serviços e Sustentabilidade da VLI.

Reconhecimento público

O MPor concederá, ainda neste ano, um selo de reconhecimento público para as empresas que participam da proposta, com níveis que refletem o grau de engajamento. O selo ouro, por exemplo, será concedido àquelas que apresentarem ao menos 10 ações distribuídas entre os três eixos da política (ambiental, social e de governança), além de estabelecerem metas autodefinidas nos eixos ambiental e social e aderirem ao Programa Brasileiro GHG Protocol. Além disso, quem tiver compromisso com as boas práticas ambientais terá os seus projetos priorizados dentro do Ministério da Infraestrutura, fazendo com que sua tramitação seja mais célebre, conforme a diretora do Programa de Sustentabilidade do Ministério, Larissa Amorim.

Fonte: Datamar News

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Inovação, Logística, Mercado Internacional, Negócios, Networking, Sustentabilidade

Ele criou um conglomerado de R$ 426 milhões em SC. Agora quer dominar o Mercosul

Grupo catarinense GNH fecha parceria com a Titan Cargo e mira expansão com foco no transporte rodoviário internacional

Tudo começou com um documento assinado por Getúlio Vargas. Em 1933, o bisavô de Marcos Heusi foi nomeado despachante aduaneiro em Itajaí, em Santa Catarina.

Noventa anos depois, o bisneto comanda um conglomerado logístico que faturou 426 milhões de reais em 2024 e agora mira o comando do mercado no Mercosul.

A movimentação mais recente envolve a Titan Cargo, transportadora especializada em cargas sensíveis e rotas internacionais por terra. Com sede em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, a empresa se torna parceira estratégica do Grupo Nelson Heusi (GNH) para formar o maior conglomerado logístico da América do Sul.

“Nos faltava a atividade de transporte rodoviário no Mercosul. Agora, com a Titan, fechamos esse ciclo e devemos multiplicar por sete o faturamento da empresa só com a nossa carteira”, afirma Marcos Heusi, CEO do GNH.

A ideia é ir além da parceria. A Titan deve ser incorporada ao grupo nos próximos 18 meses. Até lá, os ganhos de sinergia — e escala — já estão contratados. O GNH prevê um novo salto de 40% no faturamento em 2025 e a abertura de operações próprias nos Estados UnidosAlemanha e Argentina.

Como nasceu o maior grupo de logística aduaneira do Brasil

GNH começou sua trajetória no setor logístico liberando cargas nos portos de Santa Catarina, quando nem contêiner existia. A estrutura atual tem pouco a ver com aquela origem. São mais de 1.300 funcionários espalhados por todos os estados, com presença nos principais portos, aeroportos e fronteiras do país.

A transformação começou em 2002, quando Marcos Heusi entrou na empresa da família.

“Na época, eram só 12 funcionários em Itajaí. Começamos abrindo escritórios em outros portos e ampliamos o portfólio: transporte rodoviário, agenciamento de carga, armazenagem e até uma operação financeira para antecipar recebíveis”, afirma.

Hoje, o grupo responde por 6% de todo o mercado brasileiro de liberação aduaneira, sendo o maior player nacional no segmento.

A atuação cobre toda a cadeia: da liberação da carga até o transporte terrestre ou marítimo, passando pelo financiamento da nacionalização de mercadorias para os clientes.

O plano de expansão internacional do Grupo Nelson Heusi

Desde 2018, o GNH já fez cinco aquisições — todas no setor de liberação aduaneira. A lógica é clara: escalar a operação, diluir custos fixos e consolidar um mercado ainda muito fragmentado.

Agora, o grupo volta a olhar para fora.

Neste ano, abrirá escritórios próprios nos Estados Unidos e na Alemanha. Em 2026, retoma uma antiga aposta na Argentina.

“Compramos uma empresa lá há alguns anos, mas era um momento ruim do país. Agora vamos voltar com uma operação do zero”, afirma Heusi.

No Brasil, mais duas aquisições estão no radar — sempre com foco em comissárias de despacho, consideradas a “porta de entrada” para novos contratos.

“É onde temos maior fidelidade e previsibilidade de receita. Depois que o cliente entra pela liberação aduaneira, a gente vende os outros serviços”, diz.

O que muda com a entrada da Titan Cargo no grupo

Titan Cargo entra para cobrir uma lacuna crítica: o transporte rodoviário internacional, especialmente dentro do Mercosul. Essa operação exige licenças específicas em cada país — algo que o GNH ainda não tinha.

“É uma operação muito regulada. Preferimos pular etapas e formar uma aliança com quem já tem estrutura e licença para rodar”, afirma Heusi. “Só com nossa carteira de clientes, a previsão é que a Titan multiplique por sete seu faturamento.”

A parceria, segundo o CEO, é apenas o início.

O plano é transformar a aliança em uma aquisição parcial até o final do ano que vem.

A movimentação permite ao grupo ampliar sua presença física na região e agregar novos serviços à base atual de 900 clientes ativos, que vai de multinacionais do setor automotivo e alimentício até pequenas exportadoras.

Estratégia de aquisições e novos mercados na mira

GNH adota uma estratégia bem definida: consolidar o mercado aduaneiro, ganhar escala com aquisições e ampliar serviços de forma progressiva.

Desde 2020, incorporou empresas no Rio de Janeiro e no Sul para segmentar clientes — grandes corporações ficam com a marca GNH; pequenas e médias, com a subsidiária Time Log.

Além disso, a empresa está investindo em tecnologia e ampliação de hubs logísticos com foco em sustentabilidade, incluindo metas para ter 33% da receita oriunda de frota elétrica ou compensação de carbono até 2033.

Mesmo com escala e tecnologia, o maior desafio do GNH é um velho conhecido do setor de serviços: pessoas.

“Nosso maior gargalo hoje é gente boa. Crescemos de 12 para 1.400 funcionários em 20 anos, e vamos contratar mais 350 a 400 só este ano”, afirma o CEO.

O problema é agravado pelo fato de a empresa estar sediada no Sul, região com pleno emprego e mão de obra mais escassa.

A solução tem sido formar equipes internas, com programas de estágio e planos de carreira.

“A gente precisa de pessoas que queiram crescer com a empresa. Muitos dos nossos diretores começaram como estagiários”, completa Heusi.

Logística integrada: do navio à fábrica e à exportação

O diferencial do GNH, segundo o CEO, está na capacidade de fechar o ciclo logístico. A empresa escolhe o navio, faz o transporte, cuida da liberação aduaneira, entrega na fábrica e, se o cliente quiser, faz o caminho inverso para exportação.

“Agora também fazemos a entrega rodoviária internacional. É como se a gente tivesse fechado o último elo da corrente”, diz.

Com essa nova estrutura, o grupo quer se posicionar como referência em logística integrada no hemisfério sul, conectando indústrias do Brasil ao mundo com velocidade, rastreabilidade e controle em todas as etapas.

Fonte: Exame

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Comércio, Comércio Exterior, Internacional, Negócios, Sustentabilidade

UE reduz exigências de regra contra desmatamento para importadores

Bloco decidiu flexibilizar o número de documentos que empresas precisarão apresentar para importar produtos como café, soja e carne bovina

União Europeia decidiu flexibilizar parte das regras para conter o desmatamento em todo o mundo, tornando mais fácil para os importadores provarem que obtiveram os documentos necessários.

A Comissão Europeia, órgão executivo do bloco, informou na terça-feira (15) que as empresas poderão apresentar declarações de A Comissão também flexibilizou as obrigações para que as empresas verifiquem o cumprimento das regras por parte de fornecedores abaixo de sua cadeia de suprimentos.

O esforço da UE para reduzir o desmatamento, não apenas no bloco, mas em países como o Brasil, tornou-se um dos elementos mais controversos dos planos do Green Deal do bloco. anualmente, em vez de fazer isso a cada carga importada.

A legislação – que visa combater o desmatamento em produtores de commodities como cafécacausoja e carne bovina – tem sido criticada por seu alcance global e pela burocracia que impõe aos agricultores e importadores.

“Nosso objetivo é reduzir a burocracia para as empresas e, ao mesmo tempo, preservar os objetivos do regulamento”, disse Jessika Roswall, comissária de meio ambiente da UE. “Estamos comprometidos com a implementação das regras da UE sobre o desmatamento.”

As medidas devem resultar em uma redução de 30% nos custos administrativos, disse a comissão.

Após meses de pressão, em outubro, a UE adiou a implementação das regras em um ano, de modo que agora elas entrarão em vigor no final de 2025.

A comissão deve classificar os países de acordo com seu nível de risco de desmatamento até o final de junho.

Fonte: Bloomberg Línea

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