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Bolsas da Europa fecham em queda com tarifas pressionando setor de bebidas

Tensão nos mercados se intensificou após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que retaliará a tarifa de 50% da União Europeia sobre o uísque americano

As bolsas da Europa encerraram, majoritariamente, em baixa nesta quinta-feira (13) pressionadas pelo acirramento da guerra comercial entre Estados Unidos e União Europeia, além das tensões geopolíticas entre Rússia e Ucrânia.

Em Londres, o índice FTSE 100 terminou com ganho marginal de 0,02%, a 8.542,56 pontos. O DAX, de Frankfurt, caiu 0,63%, para 22.532,98 pontos. Já o CAC 40, em Paris, perdeu 0,64%, fechando a 7.938,21 pontos.

Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 0,14%, a 12.821,30 pontos, enquanto em Lisboa, o PSI 20 cedeu 0,61%, para 6.722,00 pontos. Em Milão, o FTSE MIB fechou em baixa de 0,80%, a 37.999,73 pontos. Os números ainda são preliminares.

A tensão nos mercados se intensificou após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que retaliará a tarifa de 50% da União Europeia sobre o uísque americano com uma taxa de 200% sobre vinhos, champanhe e demais produtos alcoólicos da França e de toda a Europa.

A ameaça impactou diretamente as ações de grandes empresas do setor de bebidas alcoólicas na Europa. A Pernod Ricard caiu 3,97%, a Rémy Cointreau desvalorizou 4,67%, enquanto o Grupo Campari recuou 4,31%. Em 2024, os EUA importaram cerca de US$ 5,4 bilhões em vinho da UE, incluindo cerca de US$ 1,7 bilhão em vinhos espumantes como champanhe, de acordo com dados do Census Bureau.

Os investidores seguem cautelosos com o possível impacto dessa escalada tarifária. Na quarta, a União Europeia anunciou a aplicação de tarifas sobre 26 bilhões de euros em produtos dos EUA, após Washington impor uma taxa de 25% sobre importações de aço e alumínio. O Canadá também anunciou medidas retaliatórias contra os EUA.

Em Londres, a Vosafone subiu 4,60%, respondendo pela maior alta porcentual do FTSE 100, seguida pela mineradora Antofagasta, com ganho de 2,81%.

FONTE: CNN Brasil
Bolsas da Europa fecham em queda com tarifas pressionando setor de bebidas | CNN Brasil

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Casa Branca instrui militares a desenvolver planos para ‘reaver’ o Canal do Panamá

Opções vão desde uma parceria mais estreita com as forças panamenhas até uma menos provável de tropas americanas tomarem o canal à força

A Casa Branca ordenou que as Forças Armadas dos Estados Unidos avaliem opções para aumentar a presença militar no Panamá, com o objetivo de “reaver” o Canal do Panamá, segundo disseram fontes oficiais à rede americana NBC News, em anonimato. Na semana passada, durante um discurso perante o Congresso americano, o presidente Donald Trump voltou a declarar a intenção de recuperar o canal, como já havia mencionado até mesmo antes de tomar posse em seu segundo mandato.

Segundo as fontes, o Comando Sul dos EUA estuda desde uma cooperação ampliada com as Forças Armadas panamenhas até a possibilidade menos provável de tomar o canal à força, a depender do “nível de colaboração” do Panamá com Washington.

O almirante Alvin Holsey, chefe do Comando Sul dos EUA, já teria apresentado, segundo as fontes, um rascunho de estratégias ao secretário de Defesa, Pete Hegseth, que deve visitar o Panamá no próximo mês. As autoridades também afirmam que uma invasão dos EUA ao Panamá é improvável e só seria considerada caso o aumento da presença militar não alcançasse o objetivo de Trump de recuperar o canal.

Segundo a NBC, citando outra fonte anônima, os EUA mantêm mais de 200 militares no Panamá, embora esse número possa variar. Parte desse contingente inclui as Forças Especiais, que colaboram com militares panamenhos para conter ameaças internas e insurgências.

Os EUA também discutem reabrir as chamadas Escolas de Selva no Panamá, semelhantes às usadas antes da entrega do canal em 1999, diz a reportagem. O planejamento ainda considera posicionar tropas próximas ao Panamá para responder a ameaças regionais ou proteger o canal em caso de um conflito.

Mesmo antes de tomar posse, Trump criou um incidente diplomático com o país centro-americano ao afirmar que o Canal do Panamá era um “bem nacional vital” e que estava sendo explorado pela China. Panamá e China, entretanto, negam interferência estrangeira, e Pequim acusa Washington de pressionar o país para bloquear projetos chineses.

Em visita ao país no mês passado, o secretário de Estado, Marco Rubio, disse ao presidente panamenho, José Raúl Mulino, que a presença chinesa no país era inaceitável e que “medidas” seriam tomadas caso “mudanças imediatas” não fossem feitas. Por sua vez, Mulino respondeu que seu país administra o canal de forma independente e negou qualquer concessão de sua operação à China.

Porém, desde então, Mulino também buscou apaziguar os ânimos, tomando medidas drásticas contra as rotas migratórias para os EUA e a retirada do Panamá da Iniciativa Cinturão e Rota chinesa, a chamada Nova Rota da Seda. A iniciativa prevê o financiamento bilionário chinês para projetos de infraestrutura para impulsionar o comércio e a conectividade na Ásia, Europa, África e América Latina. Mais de 100 países integram o acordo, um dos pilares da diplomacia do governo de Xi Jinping, lançado em 2013 — o Panamá foi o primeiro país latino-americano a integrar o projeto, em 2017, e também foi o primeiro a deixá-lo.

O governo americano classificou a medida como um “grande passo” para fortalecer as relações com Washington. Trump também reivindica a redução das taxas de passagem para as embarcações americanas.

Os Estados Unidos concordaram em construir a via marítima em 1903, quando assinaram um tratado garantindo a independência do Panamá da Colômbia em troca de direitos permanentes para operar a hidrovia. Na metade do século XX, porém, o controle dos EUA tornou-se fonte de tensão regional, o que levou o presidente Jimmy Carter (1977-1981) a assinar, em 1977, um acordo para devolver o canal em 1999.

Esse acordo contribuiu para o desenvolvimento do Panamá e ajudou o país a se tornar um estável oásis financeiro em uma região turbulenta. Em 2024, o canal gerou quase US$ 5 bilhões, o equivalente a cerca de 4% do PIB do país. Trump, contudo, sempre considerou a decisão de Carter um erro. Trump teme a influência chinesa sobre o canal, por onde passa 75% da carga que tem como origem ou destino os EUA.

A investida de Trump contra o Panamá complicou a posição de Mulino, que havia se comprometido a manter laços estreitos tanto com Washington quanto com Pequim — uma postura comum na região, mas que se torna cada vez mais insustentável com a volta do republicano ao poder. A recusa do presidente americano em descartar o uso da força militar também pode despertar um sentimento patriótico no Panamá, onde os EUA têm um histórico de intervenções: apoiaram um regime militar durante a Guerra Fria antes de invadir o país em 1989.

— Se ceder demais aos Estados Unidos, (o presidente Mulino) arrisca enfrentar protestos nacionalistas — disse Orlando Pérez, professor de Ciência Política da Universidade do Norte do Texas em Dallas, que estuda o Panamá há três décadas. — Se irritar os EUA, põe em risco o aliado mais importante do país. É um caminho estreito.

FONTE: O GLOBO
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Centrais Sindicais enviam ofício à Presidência da República e a ministérios pedindo diálogo e solução para greve dos Auditores

O Fórum das Centrais Sindicais enviou nesta quarta-feira (12) ofício ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, aos ministros da Fazenda e da Gestão, Fernando Haddad e Esther Dweck, e ao presidente do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Carlos Higino Ribeiro, ressaltando a importância da Receita Federal para o Estado brasileiros, destacando o papel estratégico do Auditores-Fiscais para o funcionamento da economia nacional e solicitando aos representantes do governo um diálogo com apresentação de soluções concretas para dar fim à greve da categoria, que já ultrapassa os 100 dias.

A manifestação das centrais é resultado da interlocução feita pelo presidente e pelo vice-presidente do Sindifisco Nacional, Auditores-Fiscais Dão Real e Samuel Rebechi, com o presidente do Fórum das Centrais Sindicais, Clemente Ganz Lúcio, e demais representantes de centrais que estavam presentes à solenidade de posse da ministra da Secretária de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann, na última segunda (10). Na ocasião, Dão e Samuel enfatizaram os motivos pelos quais os Auditores estão em greve, ressaltaram a importância de a Receita Federal voltar ao seu pleno funcionamento o mais brevemente possível e mostraram a disposição da categoria em contribuir efetivamente para que isso ocorra.

No documento assinado pelos presidentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Força Sindical, da União Geral dos Trabalhadores (UGT), da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), da Nova Central de Trabalhadores (NCST) e da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), os signatários enfatizam, entre outros pontos, a preocupação com os impactos negativos da greve sobre o Carf, que, segundo eles, “abre caminho para que o interesse público seja posto em plano secundário, ampliando distorções e privilégios incompatíveis com um regime tributário que pretenda ser justo”.

Também manifestam preocupação com as repercussões que a greve está gerando no setor produtivo, sobretudo sobre aquelas atividades que dependem do comércio exterior. “A mobilização dos auditores fiscais da Receita Federal, que já se estende por mais de cem dias, também tem impactado de forma significativa a logística do comércio exterior – que tem estado sob os holofotes pelas medidas unilateralmente impostas pelo Executivo norte-americano – e o abastecimento das grandes cadeias produtivas, o que demonstra o papel estratégico da categoria para o funcionamento da economia nacional”.

FONTE: Sindifisco Nacional
Centrais Sindicais enviam ofício à Presidência da República e a ministérios pedindo diálogo e solução para greve dos Auditores – Sindifisco Nacional

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Greve: operação-padrão e caravanas seguem até esta sexta (14)

As ações de intensificação da greve dos Auditores-Fiscais continuam em todo o país. O movimento, que completou 107 dias nesta quinta-feira (13), ganha cada vez mais adesão na categoria com a intenção de pressionar o governo a negociar o reajuste do vencimento básico antes da aprovação do Orçamento 2025 no Congresso Nacional.

Auditores-Fiscais em São Borja (RS)

São Borja (RS)

No município gaúcho de São Borja, a operação-padrão ocorre nesta quinta-feira (13) e sexta no Centro Integrado de Fronteira, com fiscalização ostensiva nos veículos da Argentina que entram no Brasil. Desde a manhã desta quinta (13), a ação dos Auditores-Fiscais gerou uma extensa fila no porto seco de cerca de 60 veículos, aumentando, consequentemente, o volume de análise fiscal. Em dias sem operação-padrão, o tempo de análise é de dois dias, em média. Com a greve, o prazo para a liberação total do processo, considerando análises de importação e de exportação, tem chegado a 15 dias.

Os Auditores aduaneiros estão avaliando a possibilidade de novas operações na próxima segunda e terça-feira (17 e 18), com o objetivo de endurecer ainda mais as ações de mobilização. Veja vídeo da operação-padrão abaixo:

Uruguaiana (RS)

A ação realizada em São Borja ocorre de forma articulada com Auditores-Fiscais lotados em Uruguaiana. Os dois municípios estão localizados na fronteira oeste do estado do Rio Grande do Sul. Até o fim da tarde desta quinta (13), a fila de caminhões chegava a 120 veículos aguardando verificação de cargas, numa espera de mais de três horas para ingresso no Porto Seco de Uruguaiana. A operação-padrão continua nesta sexta.

Assim como em São Borja e Uruguaiana, a semana também conta com caravanas nas unidades aduaneiras de Roraima, Rio Branco, Epitaciolândia, Ponta Porã, Mundo Novo, Guaíra, Paranaguá e Itajaí.

Veja vídeo e galeria de fotos de Uruguaiana abaixo:

FONTE:  SINDIFISCO NACIONAL
Greve: operação-padrão e caravanas seguem até esta sexta (14) – Sindifisco Nacional

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DP World aponta perspectiva comercial incerta após queda no lucro

A DP World, empresa de portos e logística de propriedade de Dubai, reportou uma queda de 28% no lucro anual nesta quinta-feira, em parte devido a custos financeiros mais altos, e destacou que as incertezas no comércio global e os riscos geopolíticos estão obscurecendo suas perspectivas.

O lucro atribuível aos proprietários, após itens divulgados separadamente, caiu para US$ 591 milhões, em comparação com US$ 820 milhões no ano anterior, informou a DP World em um comunicado.

“Embora o ano tenha começado de forma positiva, o comércio global continua em constante mudança devido aos desafios geopolíticos em andamento”, disse o presidente e CEO Sultan Ahmed bin Sulayem no comunicado.

A DP World, que administra portos em países que vão do Reino Unido ao Peru, além de operar armazéns e parques logísticos, afirmou que a receita total subiu 9,7%, atingindo US$ 20 bilhões, impulsionada em parte pelo melhor desempenho de sua divisão de portos e terminais.

No Oriente Médio, Europa e África, a receita cresceu 5,3%, com resultados sólidos nos Emirados Árabes Unidos e na África compensando o desempenho mais fraco no porto de Jeddah, na Arábia Saudita, e nos negócios europeus da Unifeeder da DP World, devido à interrupção no Mar Vermelho.

Os houthis do Iêmen afirmaram que retomariam os ataques a navios israelenses que passassem pelo Mar Vermelho, pelo Mar Arábico, pelo estreito de Bab al-Mandab e pelo Golfo de Áden, encerrando um período de relativa calmaria desde janeiro.

A interrupção causada pelos ataques houthis, que têm como alvo rotas marítimas regionais importantes, forçou as empresas a realizarem viagens mais longas e caras ao redor do sul da África. O grupo alinhado ao Irã atacou mais de **100 navios** desde novembro de 2023, em solidariedade aos palestinos.

A DP World planeja investir cerca de US$ 2,5 bilhões este ano, aplicando recursos em seu principal porto, Jebel Ali, em Dubai, e em outros ativos, incluindo o porto London Gateway.

Fonte: Reuters
Operadora portuária DP World sinaliza perspectivas comerciais incertas após queda nos lucros | Reuters

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Ilha no litoral de São Paulo terá acesso duplicado e licitação é lançada

A Autoridade Portuária de Santos (APS) tornou público nesta segunda (10) um processo licitatório para contratar o projeto básico das obras de readequação e duplicação da rodovia de acesso à Ilha Barnabé, na Margem Esquerda do Porto de Santos,  localizada em Guarujá.

Sob o número 17/2025, o edital tem como justificativa a necessidade de atender ao aumento contínuo das operações de granéis líquidos, além do crescimento das movimentações de contêineres no terminal de uso privado (TUP) DP World. O edital e os anexos podem ser consultados na página de licitações da APS.
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O projeto básico deve contemplar a implantação de duas novas faixas de rolamento em uma extensão de 2,7 quilômetros, pontes sobre os rios Diana e Sandi, restauração do pavimento existente e integração com o viaduto de transposição das linhas férreas, entre outras características.

Ainda de acordo com o edital, o projeto básico deve considerar a necessidade de manutenção ininterrupta da operação do porto e dos acessos rodoviário e ferroviário. As empresas proponentes podem enviar propostas até às 10 horas do dia 31 de março.

Em 2024, a movimentação de granéis líquidos somou 19,6 milhões de toneladas, registrando a maior marca histórica para o segmento. Destaque para o aumento na movimentação de gasolina (+48,2%) e óleo diesel e gasóleo (+25,8%); em janeiro de 2025, o embarque de óleo diesel e gasóleo cresceu 89,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Fonte: A Tribuna
Ilha no litoral de São Paulo terá acesso duplicado e licitação é lançada; saiba mais

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Ferrovia de 110 km em SC tem custo estimado em R$ 2 bilhões para construção

Montante para ramal em estudo é citado na Agenda para a Infraestrutura, da Fiesc

O custo estimado para a construção de ferrovia entre Itapoá e Joinville é de R$ 2 bilhões. O montante é apontado na edição de 2025 da Agenda para a Infraestrutura da Fiesc, divulgada nesta semana. O documento, atualizado anualmente, cita os investimentos necessários para o transporte e logística em Santa Catarina, em diferentes modais. O ramal vem sendo proposto como forma de conectar Itapoá (onde opera o Porto Itapoá, com possibilidade de construção de mais terminais) à malha ferroviária nacional – por Joinville, passa a estrada de ferro de acesso aos portos de São Francisco do Sul.

O ramal proposto entre Itapoá e Joinville tem 110 km. Além de se conectar com a malha nacional, a ferrovia pode se ligar com o complexo portuário de Itajaí e Navegantes, caso seja construída o ramal com Araquari. A ligação de 62 km entre Araquari e a região dos portos de Itajaí e Navegantes está em fase final de elaboração de projeto executivo, contratado pelo governo do Estado. A implantação da ferrovia, que não conta ainda com fonte de recursos definida, tem custo estimado em US$ 300 milhões.

A ligação ferroviária entre Itapoá e Araquari (ao lado de Joinville) está entre os dois requerimentos de outorga feitos à ANTT pelo Porto Itapoá. O pedido é para construção e exploração dessa ferrovia no Norte de Santa Catarina e de ramal entre Itapoá e Morretes (PR), com 83 km. A agência vai analisar a solicitação. Se aceita, mais estudos terão de ser feito, além de ser providenciada a definição de fonte de recursos para os empreendimentos. Em outra frente, o governo do Estado solicitou ao governo federal a inclusão dos estudos da ferrovia no Novo PAC.

FONTE: NSC Total
Ferrovia de 110 km em SC tem custo estimado em R$ 2 bilhões para construção – NSC Total

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Olsen tem alta de 163% no faturamento em cinco anos

Com R$ 85 milhões de investimentos, empresa planeja inaugurar uma nova sede neste ano

A fabricante de equipamentos odontológicos, médicos, veterinários e periféricos Olsen, sediada em Palhoça, publicou seu balanço relativo a 2024, quando registrou faturamento de R$ 157 milhões. O resultado indica que a companhia registrou crescimento de 163% no período de 2019-2024.

Segundo a empresa, entre as causas para a evolução estão:

  • Implementação de controle sobre todo o processo, desde a fabricação dos equipamentos até o contato com o cliente final;
  • Aprimoramento dos equipamentos, que ganharam conceito e valor através de inovações e exclusividades no mercado.

“A verdade é que levamos a nossa marca para o conceito premium e o mercado está absorvendo muito bem este posicionamento”, resume o fundador e presidente da empresa, Cesar Olsen.

Nova sede

A companhia projeta para 2025 a conclusão da obra da nova sede, também no distrito industrial de Palhoça. Com 34 mil metros quadrados, o investimento na estrutura está previsto em R$ 85 milhões, com capital próprio. A nova fábrica permitirá um avanço na produção, que poderá alcançar 1.500 conjuntos/mês dentro de um prazo de consolidação até 2028.

Sobre a Olsen

Instalada em Palhoça, município da Grande Florianópolis, a Olsen tem 46 anos de atuação no segmento de fabricação de equipamentos para profissionais de saúde. A empresa gera atualmente 365 empregos diretos e fabrica mais de 6.000 conjuntos por ano. A Olsen, além de fabricação, tem estrutura própria de comercialização, com uma rede de 25 filiais e 12 superlojas, que atende todo o território nacional.

FONTE: FIESC
Olsen tem alta de 163% no faturamento em cinco anos | FIESC

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Navio petroleiro bate no Porto de Santos, fere oficial da Marinha e danifica três embarcações

De acordo com a Autoridade Portuária de Santos (APS), o acidente ocorreu após um problema no leme do navio Olavo Bilac, que transportava 50 mil toneladas de óleo combustível.

Um oficial da Marinha do Brasil ficou ferido após um navio petroleiro apresentar problema no leme e bater em um píer (estrutura que avança no mar e é usada para atracar) durante uma manobra no Porto de Santos, no litoral de São Paulo. Conforme apurado pelo g1, três embarcações sofreram danos.

De acordo com a Autoridade Portuária de Santos (APS), o navio Olavo Bilac havia operado no cais da Alemoa 1 na quarta-feira (12) e, por volta de 23h20, estava a caminho do cais de Outeirinhos 1, também em Santos, quando apresentou um problema no leme (instrumento usado para direcionar o navio) e colidiu com o píer da Marinha do Brasil.

A APS informou que, além do píer, o impacto causou danos em três embarcações da Marinha que estavam atracadas no local: navios Guajará, Guaporé e Maracanã.

O oficial da Marinha ferido estava no local no momento da batida e, por isso, sofreu escoriações leves na perna. Ele foi conduzido para a Santa Casa de Santos. Em nota, a Marinha do Brasil informou que foi instaurado um inquérito administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN).

“Atualmente, o navio encontra-se impedido de saída por tempo indeterminado, até que seja possível a obtenção das informações necessárias à continuidade da investigação sobre as causas do acidente”, diz a nota.

Após o impacto

O navio carregado com 50 mil toneladas de óleo combustível foi conduzido até o cais da Alemoa 1, onde aguarda perícia da Capitania dos Portos de São Paulo.

Uma equipe da Autoridade Portuária realizará inspeção no cais atingido para levantar os danos causados no píer.

Em nota, a Transpetro informou que o acidente ocorreu após um travamento no leme do navio Olavo Bilac. Ainda segundo a companhia, não houve vazamento de carga e a pessoa ferida sofreu escoriações leves e já foi liberada.

A Transpetro ainda disse estar aguardando autorização da Marinha do Brasil para chegar ao local e instaurar uma comissão de investigação para apurar as causas da ocorrência.

Olavo Bilac

Construído para transporte de petróleo, o navio Olavo Bilac possui capacidade de 114 mil toneladas de porte bruto (TPB). Ele possui 249 metros de comprimento e 43 de boca (largura), sendo o terceiro da série de cinco aframax encomendados pela companhia ao Estaleiro Atlântico Sul (EAS).

Navio Olavo Bilac colidiu após ter problema em leme no Porto de Santos (SP) — Foto: Arquivo Pessoal/Matheus Oliveira

Navio Olavo Bilac colidiu após ter problema em leme no Porto de Santos (SP) — Foto: Arquivo Pessoal/Matheus Oliveira

Capitania dos Portos

Em nota, a Marinha do Brasil (MB), por meio do Comando do 8º Distrito Naval, informou que a embarcação Olavo Bilac colidiu contra o cais da Marinha, resultando na colisão dela com os navios-patrulha Guajará, Guaporé e Maracanã.

Segundo a corporação, as embarcações são subordinadas ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do SulSudeste e estavam atracadas ao cais da Marinha. A extensão dos danos ao cais está sendo avaliada por profissionais da MB e da Autoridade Portuária de Santos. “Os danos aos navios não comprometeram sua flutuabilidade”.

Ainda segundo a Marinha, o militar ferido foi prontamente socorrido e encaminhado para atendimento médico. Ele sofreu ferimentos leves e recebeu alta hospitalar.

A Marinha ainda informou que uma equipe de peritos da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) foi até o cais da Alemoa para colher informações sobre a condição do navio Olavo Bilac. Não houve indícios de poluição hídrica.

Outra colisão

Em agosto do ano passado, o navio cargueiro CMA GCM Tanya, de bandeira de Malta, bateu no cais do Ecoporto, no Porto de Santos .

FONTE: G1
Navio petroleiro bate no Porto de Santos, fere oficial da Marinha e danifica três embarcações; VÍDEO | Porto Mar | G1

 

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Órgão do governo aprova zerar impostos para alimentos importados; já vale a partir desta sexta

Com a decisão, produtos alimentícios importados terão o imposto de importação reduzido temporariamente, com o objetivo de aumentar a oferta e reduzir os preços internos.

O Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, aprovou nesta quinta-feira (13), por unanimidade, uma medida para reduzir a zero os impostos de importação sobre alimentos.

O anúncio foi feito pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, que destacou o consenso na aprovação da medida.

“Foram aprovadas por unanimidade as medidas para redução a zero do imposto de importação”, afirmou Alckmin.

O governo já havia, na semana passada, apresentado a iniciativa de zerar impostos. Agora, a Camex precisava analisar a medida, como é praxe nesses casos..

 A Camex coordena as políticas de comércio exterior do país. A secretaria executiva da Camex é um órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviço (MDIC), comandado por Alckmin.

Especialistas afirmam que o impacto dessas medidas deve ser limitado, já que muitos dos produtos seguem preços internacionais. Além disso, custos logísticos e de produção também afetam a competitividade do produto importado. Alckmin diz que preços de alimentos não cairão em ’24 horas’

A decisão já vale a partir desta sexta-feira (14). O governo não informou por quanto tempo vai durar a medida, mas Alckmin afirmou que será “temporária”.

A alta de alimentos afeta a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a pouco mais de um ano das eleições.

Inflação e preço dos alimentos: na foto, consumidores em feira livre no bairro do KM18 em Osasco na Grande São Paulo, nesta quinta-feira (06)c — Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Inflação e preço dos alimentos: na foto, consumidores em feira livre no bairro do KM18 em Osasco na Grande São Paulo, nesta quinta-feira (06)c — Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Alimentos de imposto zerado

A lista divulgada pelo governo inclui os seguintes produtos:

  • Carnes
  • Café torrado e café em grão
  • Milho
  • Azeite de oliva
  • Óleo de girassol
  • Açúcar
  • Massas alimentícias
  • Bolachas e biscoitos
  • Sardinha (até 7,5 mil toneladas)
  • Óleo de palma (aumento da cota de importação de 60 mil para 150 mil toneladas)

Tarifas dos EUA

Alckmin também classificou de “equivocada” a decisão do governo Donald Trump de elevar tarifas de importação do aço e do alumínio.

A tarifa imposta pelo governo de Donald Trump de 25% sobre o aço e o alumínio importados, o que atinge os setores no Brasil, entrou em vigor na quarta-feira (12). Representantes da indústria siderúrgica cobram providências do governo brasileiro.

Para Alckmin, a resposta brasileira deve ser pautada pela lógica “ganha ganha” e dada após diálogo com os norte-americanos.

“A medida dos Estados Unidos sobre aço e alumínio não foi contra o Brasil. Foi equivocada. O Brasil não é problema para os EUA. Eles têm superávit comercial com o Brasil”, afirmou.

“O caminho não é olho por olho. O caminho é pelo ganha ganha. Reciprocidade de buscar o diálogo, é isso que nós vamos fazer”, completou Alckmin.

FONTE: G1
Órgão do governo aprova zerar impostos para alimentos importados; já vale a partir desta sexta | Economia | G1

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