Trafico

Receita Federal apreende 461 kg de cocaína em carga de papel no Porto de Santos

A Receita Federal reteve quase meia tonelada de cocaína no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, durante fiscalização de rotina realizada na segunda-feira (23). A droga, que totalizou 461 quilos, estava escondida em meio a uma carga de 51 toneladas de papel com destino ao Reino Unido.

A interceptação ocorreu durante ações regulares de vigilância aduaneira, conduzidas por equipes da Alfândega de Santos.

Fiscalização contou com scanners e cães farejadores

A identificação da droga foi possível graças ao monitoramento por scanners e ao trabalho de cães farejadores, que atuam no combate ao tráfico internacional de entorpecentes. Três animais indicaram a presença de substância ilícita em dois contêineres.

Após a sinalização, os agentes localizaram 461 quilos de cocaína distribuídos em 104 estrados de madeira. Os tabletes estavam ocultos dentro de embalagens de papel, substituindo folhas no formato A4.

Rota previa parada na Bélgica antes do Reino Unido

Segundo a documentação de exportação, o navio responsável pelo transporte da carga faria escala no porto de Antuérpia, na Bélgica, antes de seguir para o destino final, no Reino Unido.

Com a confirmação da presença da droga, a Polícia Federal foi acionada para realizar a perícia e adotar os procedimentos de polícia judiciária da União. A investigação será conduzida por meio de inquérito policial.

Segunda apreensão de drogas em 2026

Esta é a segunda ocorrência de apreensão de cocaína em 2026 no Porto de Santos. No último dia 4 de fevereiro, 240 quilos do entorpecente foram encontrados em uma carga de 20 toneladas de óleo de soja. Na ocasião, o destino final era Portugal, com parada prevista em Marrocos.

Com as duas operações, o total de drogas apreendidas no terminal santista neste ano chega a 701 quilos.

FONTE: G1
TEXTO: Redação
IMAGEM: Receita Federal

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Trafico

Polícia Federal desarticula esquema de tráfico internacional de drogas no Porto de Salvador

A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (4/2), um integrante de uma organização criminosa que utilizava o Porto de Salvador para enviar grandes quantidades de drogas para o exterior. As investigações revelaram que o suspeito manipulava de forma estratégica a cadeia logística, permitindo que mercadorias lícitas fossem contaminadas com cocaína, destinada principalmente à Europa. Até o momento, cerca de 1,7 tonelada de entorpecentes foram apreendidas.

Métodos sofisticados do crime

A ação contou com o apoio da Polícia Militar da Bahia e decorreu de um trabalho intenso da Polícia Federal. As investigações mostraram que o esquema envolvia técnicas avançadas para introduzir a droga em contêineres de exportação. Durante operações distintas, foram encontrados e apreendidos centenas de quilos de cocaína em cada ocorrência, evidenciando a complexidade da organização criminosa.

Importância da repressão ao tráfico

A Polícia Federal destaca que o combate ao tráfico internacional de drogas é essencial, já que esse crime financia outras atividades ilícitas, alimenta a violência e prejudica a credibilidade do comércio exterior brasileiro. A prisão do suspeito e as apreensivas quantidades de drogas apreendidas mostram a eficácia das ações integradas e o compromisso do Estado em impedir que portos nacionais sejam usados como rota para o tráfico internacional.

FONTE: Tribuna da Bahia
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Trafico

Receita Federal apreende 470 kg de cocaína em carga de mamão no Aeroporto de Viracopos

A Receita Federal apreendeu cerca de 470 quilos de cocaína ocultos em uma carga de exportação no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). A ação ocorreu na sexta-feira, 9 de janeiro, após trabalho de inteligência realizado pela Alfândega da unidade.

Entorpecente estava escondido em caixas de mamão

A droga foi localizada em tabletes escondidos no interior de caixas de mamão, que integravam uma carga de aproximadamente 2,5 toneladas. O carregamento tinha como destino final a Alemanha, segundo informações da fiscalização aduaneira.

Análise de risco e atuação de cães farejadores

Após passar por análise de risco, a carga foi direcionada ao canal vermelho, procedimento que prevê inspeção detalhada. Durante a verificação física, os agentes contaram com o apoio da equipe de cães de faro (K9), que auxiliou na identificação do entorpecente.

Investigação ficará a cargo da Polícia Federal

Concluída a apreensão, a cocaína foi encaminhada à Polícia Federal, responsável por conduzir as investigações e apurar os responsáveis pelo envio da droga ao exterior.

Combate ao tráfico internacional

A operação reforça o papel da Receita Federal no combate ao tráfico internacional de drogas, além de evidenciar a importância do controle rigoroso do comércio exterior para a proteção da sociedade.

FONTE; Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Portos

Receita Federal apreende 289 kg de cocaína em contêiner no Porto de Santos

A Receita Federal realizou, na manhã desta segunda-feira (29), uma operação de busca aduaneira em um navio atracado no Porto de Santos e apreendeu 289 quilos de cocaína escondidos em um contêiner com destino ao porto de Hamburgo, na Alemanha. A ação contou com o apoio da Polícia Federal.

Droga estava oculta em carga de peças automotivas

O entorpecente foi encontrado acondicionado em bolsas, no interior de um contêiner carregado com peças para motores. A identificação ocorreu durante procedimentos de rotina de fiscalização realizados no complexo portuário santista, considerado o maior da América Latina.

A carga havia sido preparada para exportação quando foi interceptada pelas equipes de controle aduaneiro.

Operação integra fiscalização permanente da Receita Federal

A ação faz parte das atividades regulares de controle aduaneiro realizadas pela Receita Federal em portos, aeroportos e fronteiras terrestres. O objetivo é coibir crimes como tráfico internacional de drogas, contrabando e descaminho, além de garantir a segurança da cadeia logística brasileira.

A chamada Busca Aduaneira permite a verificação física de cargas, documentos e contêineres sempre que houver indícios ou critérios de risco previamente identificados.

Polícia Federal conduz investigação criminal

A Polícia Federal acompanhou a operação e ficará responsável pela condução do inquérito policial. A investigação irá apurar a origem da droga, os responsáveis pelo envio da carga e possíveis conexões internacionais do esquema criminoso.

O material apreendido foi encaminhado para os procedimentos legais e posterior destruição, conforme prevê a legislação.

Porto de Santos segue como ponto estratégico de fiscalização

Por concentrar grande parte das exportações brasileiras, o Porto de Santos mantém protocolos rigorosos de segurança e monitoramento, com ações integradas entre Receita Federal, Polícia Federal e demais órgãos de controle.

A atuação conjunta tem sido fundamental para impedir o uso da infraestrutura portuária por organizações criminosas e reforçar a credibilidade do comércio exterior brasileiro.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Trafico

Receita Federal apreende cocaína em contêiner no Porto de Itajaí

A Receita Federal apreendeu mais de 53 quilos de cocaína escondidos no condensador de um contêiner refrigerado que passou pelo Brasil e tinha como destino final o porto de Luanda, em Angola. A ação ocorreu na tarde desta sexta-feira, no Porto de Itajaí, em Santa Catarina.

Inteligência identificou o esconderijo

O entorpecente foi localizado a partir de trabalho integrado de inteligência, análise de risco e monitoramento realizado pela Receita Federal. As apurações iniciais indicam que a droga não foi inserida em território brasileiro, mas em algum dos países por onde o contêiner transitou antes de chegar ao Brasil.

Carga transportava proteína animal

O equipamento onde a cocaína estava ocultada fazia parte de uma carga regular de proteína animal. A principal suspeita é de que os traficantes não conseguiram retirar a droga em escalas anteriores, permanecendo o material ilícito no contêiner até a chegada ao Brasil, onde a carga original foi descarregada.

Após a apreensão, a cocaína foi encaminhada à Polícia Federal, que assumiu a condução das investigações para identificar os responsáveis e a rota utilizada pelo tráfico internacional.

Apreensões crescem nos portos do Sul

Somente em 2025, a Receita Federal já retirou de circulação mais de 2,3 toneladas de cocaína nos portos de Santa Catarina e do Paraná. Um dos casos recentes ocorreu em 28 de novembro, na Portonave, em Navegantes, quando agentes encontraram cocaína dissolvida em 300 garrafas de refrigerante.

Na ocasião, a droga integrava uma carga legal destinada à Eslovênia e foi localizada com o auxílio de escâneres, análise de inteligência e cães farejadores. Os cães Daphne e Enzo tiveram papel decisivo na identificação do entorpecente.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/RFSC

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Portos

PF investiga suspeita de fraude em licitação do Porto de Itajaí; caso foi revelado por reportagem do UOL

Uma reportagem publicada pelo UOL, assinada pela colunista Natália Portinari, trouxe à tona novas suspeitas envolvendo a licitação realizada em 2023 para o arrendamento transitório do Porto de Itajaí (SC). As informações revelam que a Polícia Federal abriu um inquérito para apurar possíveis irregularidades no processo conduzido pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), após encaminhamento do Tribunal de Contas da União (TCU) ao Ministério Público Federal (MPF).

Segundo a reportagem, o TCU identificou uma série de inconsistências no certame — entre elas, mudanças nas regras durante a fase de seleção, falta de critérios objetivos no edital e indícios de que a empresa vencedora não detinha capacidade técnica para assumir a operação do terminal.

Empresa sem experiência venceu após reverter desclassificação

De acordo com as informações divulgadas pelo UOL, a empresa Mada Araújo, que posteriormente se tornou Mada Araújo Asset e Port Management, nunca havia administrado um terminal portuário. Inicialmente, ela foi desclassificada pela comissão de licitação por não comprovar capacidade de movimentar 44 mil TEUs por mês.

A desclassificação, porém, foi revertida pela diretoria colegiada da Antaq, que considerou que o edital não estabelecia critérios que justificassem a exclusão da empresa — decisão que contrariou a análise técnica da comissão.

Como a primeira colocada também foi desclassificada e não conseguiu reverter a decisão, a Mada Araújo acabou declarada vencedora, recebendo o contrato de arrendamento transitório por 24 meses.

Venda à JBS e lucro milionário levantam novas suspeitas

A auditoria do TCU citada pelo UOL destaca que a empresa apresentou sucessivas mudanças societárias antes e depois do processo seletivo. Criada em 2010 como uma consultoria, com capital de apenas R$ 10 mil, a empresa alterou sua razão social, aumentou seu capital para R$ 800 mil e passou a declarar novas atividades meses antes do certame — nenhuma delas relacionada ao setor portuário.

O site institucional também só foi criado em 2023.

Mesmo sem conseguir iniciar as operações em junho de 2024, como previsto contratualmente, a empresa foi vendida à Seara Alimentos, do Grupo JBS, após a Antaq autorizar a transferência de 70% do controle societário. O ex-proprietário, Marco Antônio de Araújo, teria lucrado R$ 60 milhões com a negociação.

Após a compra, a empresa passou a se chamar JBS Terminais, atual administradora do porto.

TCU aponta prejuízos à economia local

O TCU concluiu que o atraso na execução do contrato e a incapacidade operacional da empresa causaram prejuízos “não mensuráveis” ao porto e à comunidade local. O documento aponta ainda indícios de que a empresa buscou apenas se apropriar da valorização do contrato, caracterizando possível vantagem econômica indevida.

O tribunal lembrou, conforme destacado pela reportagem do UOL, que frustrar o caráter competitivo de uma licitação para obter vantagem pode configurar crime.

O caso foi encaminhado ao MPF, que solicitou a abertura de inquérito na Polícia Federal para aprofundar as investigações.

Governo e Antaq se manifestam

O Ministério dos Portos e Aeroportos informou ao UOL que a licitação para o arrendamento definitivo do Porto de Itajaí está prevista para 2026. Segundo a pasta, a prorrogação do contrato transitório permanece válida até o novo leilão, com prazo máximo de dois anos.

NOTA OFICIAL – PORTO DE ITAJAÍ 

Diante das informações divulgadas pela imprensa nacional sobre a investigação relacionada ao processo licitatório conduzido pela Antaq em 2023 para o arrendamento provisório do Porto de Itajaí, a Superintendência divulgou uma nota que diz que o inquérito apura um procedimento realizado antes da federalização e sem qualquer participação da atual gestão. “A Antaq, por ser uma agência reguladora independente, conduz seus editais e critérios técnicos de forma autônoma, não cabendo ao Porto interferir nessas definições.”

A nota diz ainda que é importante destacar que o Porto de Itajaí enfrentou 14 meses de paralisação decorrentes de indefinições contratuais e modelos de arrendamento anteriores, período que causou prejuízos à economia local, aos trabalhadores e à cadeia logística. Hoje, com a reorganização administrativa e a retomada plena das operações, o Porto voltou a registrar resultados expressivos — apenas no último mês, foram movimentadas 500 mil toneladas. 

A Superintendência reforçou que apoia integralmente todas as investigações conduzidas pelo TCU, MPF e Polícia Federal, defendendo que todo o processo de 2023 seja esclarecido com rigor, devido ao impacto que gerou ao município e ao setor portuário.

O Reconecta News tentou contato com a assessoria de imprensa da JBS em Itajaí, mas ainda não teve resposta. 

Fontes das informações

• Reportagem de Natália Portinari, publicada no UOL em 06/12/2025

• Auditoria e acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU)

• Informações do Ministério Público Federal (MPF) mencionadas pelo UOL

• Dados oficiais da Antaq citados na matéria original

• Declarações do Ministério dos Portos e Aeroportos, conforme publicado pelo UOL

Texto: Redação 
Imagem: Reprodução Internet / ND Online

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Notícias

Operação Uxoris: Receita e PF desarticulam quadrilha que movimentou R$ 40 milhões em importação ilegal

A Receita Federal e a Polícia Federal deflagraram, na manhã de quarta-feira (4), a Operação Uxoris, iniciativa voltada ao combate de contrabando, descaminho, lavagem de dinheiro e fraudes no sistema financeiro. A ação, conduzida pela Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários (Delefaz/MS), mira uma organização criminosa especializada em importações irregulares.

Esquema envolvia produtos sem nota e distribuição nacional

De acordo com as investigações, conduzidas ao longo de meses, o grupo operava um esquema estruturado de importação ilegal de mercadorias estrangeiras sem documentação fiscal e sem regularização aduaneira. Os produtos eram distribuídos por todo o país por meio de marketplaces e lojas físicas instaladas em Campo Grande.

Os agentes também identificaram o uso do chamado dólar-cabo, método ilícito utilizado para pagar fornecedores internacionais por meio de compensações financeiras irregulares. Há ainda indícios de lavagem de dinheiro, com ações para ocultar e dissimular a origem dos valores movimentados.

Mandados cumpridos e bens bloqueados

Com autorização da Justiça Federal, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Mato Grosso do Sul e São Paulo, em endereços residenciais e comerciais ligados ao grupo investigado.

A Justiça determinou ainda o sequestro de bens e a indisponibilidade de valores pertencentes a 20 pessoas físicas e jurídicas, totalizando aproximadamente R$ 40 milhões. Além disso, 14 empresas utilizadas no esquema tiveram suas atividades suspensas.

Ex-esposa denunciou líder da organização

O nome Uxoris faz referência à denúncia apresentada pela ex-esposa do líder da quadrilha, que procurou as autoridades ao descobrir que seus documentos estavam sendo usados para abrir empresas de fachada.

Combate à sonegação e à concorrência desleal

A Receita Federal e a Polícia Federal destacaram que a operação reforça o compromisso conjunto no enfrentamento à sonegação fiscal, à concorrência desleal e aos crimes contra a ordem tributária e aduaneira no Mato Grosso do Sul.

FONTE: G1
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Polícia Federal

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Portos

Receita Federal apreende 482 kg de cocaína escondidos em carga no Porto de Santos

A Receita Federal interceptou, nesta quarta-feira (29 de outubro), uma tentativa de envio ao exterior de 482 quilos de cocaína. A apreensão ocorreu no Porto de Santos (SP), durante inspeção em uma carga que seguiria para Antuérpia, na Bélgica.

De acordo com o órgão, a droga estava escondida em um lote de 371 toneladas de polipropileno copolímero, distribuído em 15 contêineres. O material é usado em diversos setores industriais, como automotivo, hospitalar, alimentício e químico, além da fabricação de embalagens, brinquedos e utensílios domésticos.

Ação faz parte da Operação Fronteira RFB

A apreensão integra a Operação Fronteira RFB, que ocorre entre 20 e 31 de outubro. A iniciativa reforça o trabalho conjunto da Receita Federal com outras forças de segurança para intensificar a fiscalização em portos, aeroportos e fronteiras internacionais.

Segundo a instituição, o objetivo é combater o tráfico internacional de drogas e outras práticas ilícitas, ampliando a presença das autoridades em pontos estratégicos de entrada e saída de mercadorias no país.

Tecnologia e análise de risco reforçam fiscalização

A Alfândega de Santos utiliza sistemas avançados de análise e gerenciamento de risco para selecionar e bloquear cargas suspeitas. A inspeção é apoiada por imagens de escaneamento dos contêineres, o que garante maior transparência e eficiência na triagem.

Esses métodos permitem equilibrar agilidade no comércio exterior e rigor no combate aos crimes aduaneiros. As ações atingem tanto exportações — onde o principal foco é o envio ilegal de drogas — quanto importações, nas quais predominam mercadorias falsificadas.

Polícia Federal assume investigação

Após a confirmação da contaminação da carga, a Polícia Federal foi acionada para conduzir os procedimentos de investigação. O caso será apurado em inquérito policial, que deve identificar os responsáveis pela tentativa de envio da droga ao exterior.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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ANVISA

Nota: Anvisa apoia ação da PF de combate ao contrabando de medicamentos

Agência mantém o alerta para que a população só compre medicamentos em farmácias e drogarias.

A Anvisa está apoiando uma ação da Polícia Federal, iniciada nesta terça-feira (21/10), para combater o contrabando e o desvio de canetas GLP-1, utilizadas para o controle de diabetes e o tratamento da obesidade.

As investigações tiveram início a partir de uma denúncia feita pela própria Agência à Polícia Federal, ainda no primeiro semestre deste ano.

Um servidor está afastado das funções desde agosto deste ano por decisão da Anvisa. Ele responde a um processo administrativo disciplinar (PAD), além do processo judicial.

Alerta

Desde o início do ano, a Agência tem realizado apreensões de medicamentos do tipo GLP-1 no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ). A fiscalização também já identificou que, em nenhum dos casos de apreensão, é possível garantir as condições de conservação desses medicamentos.

A Anvisa mantém o alerta para que a população só compre medicamentos em farmácias e drogarias. Estes são os únicos lugares autorizados a comercializar medicamentos.

Qualquer medicamento vendido fora de farmácias ou drogarias está irregular.

FONTE: Anvisa
IMAGEM: Reprodução/Polícia Federal

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Notícias

Polícia Federal combate importação clandestina de remédios para emagrecimento

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira a Operação Ignota, destinada a desarticular uma associação criminosa responsável pela importação clandestina e receptação de medicamentos para emagrecimento de procedência desconhecida.

Mandados de busca e apreensão

Durante a operação, agentes cumpriram três mandados de busca e apreensão: em uma clínica médica na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na residência de um investigado na mesma região e em outra casa em São Gonçalo, na Região Metropolitana.

Investigação e apoio da ANVISA

A investigação teve início após o aumento expressivo de apreensões de remédios para emagrecer nos aeroportos do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Federal, os medicamentos eram importados irregularmente e desviados para comercialização em clínicas médicas. O caso ganhou força com a prisão de um servidor da ANVISA, acusado de subtrair e desviar cerca de 100 canetas emagrecedoras apreendidas.

Risco à saúde pública

A PF alerta que o esquema representa grave risco à saúde pública, pois os medicamentos eram armazenados e transportados sem qualquer controle sanitário, impossibilitando a verificação da procedência e da segurança dos produtos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de importação e venda de medicamentos de procedência ignorada e receptação qualificada, conforme apuração da Polícia Federal.

FONTE: InfoMoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Polícia Federal

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