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Comércio Exterior, Logística, Notícias, Portos

TCU aprova edital do PAR25, que será leiloado no dia 30 de abril na B3

A Portos do Paraná publicou, na última sexta-feira (28), o Aviso de Licitação para o leilão de uma área de arrendamento portuário denominada PAR25.

A divulgação ocorreu após o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovar o projeto, que integra os arrendamentos portuários planejados para, além de regularizar a exploração das áreas operacionais, expandir e modernizar a infraestrutura logística do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá.

Com uma área de 43.459 metros quadrados, o PAR25 está localizado no Porto Organizado de Paranaguá. Assim que o processo for concluído, a Portos do Paraná alcançará um feito inédito entre os portos públicos brasileiros: ter 100% de suas áreas de exploração totalmente regularizadas.

“Com o leilão do PAR25, regularizamos todas as áreas, garantindo investimentos em infraestrutura portuária. Também asseguramos segurança jurídica sobre os espaços, oferecendo ao mercado mais eficiência no escoamento da safra em parceria com a iniciativa privada”, destacou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

O projeto será oferecido ao mercado juntamente com os PARs 14 e 15, na sessão pública marcada para o dia 30 de abril, na Bolsa de Valores do Brasil (B3). Ao todo, os investimentos na estrutura portuária paranaense devem alcançar R$ 2,2 bilhões. Os três terminais são destinados à exportação de granéis sólidos vegetais, como soja, milho e farelos.

“A estimativa é que os investimentos dobrem a capacidade de escoamento da safra agrícola pelo porto paranaense”, projetou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. A área do PAR25 prevê um investimento de R$ 233,5 milhões, além de um aporte adicional de R$ 331,6 milhões, totalizando R$ 565,1 milhões.

Na visão do secretário nacional de Portos, Alex Ávila, este leilão no Porto de Paranaguá representa mais um passo para a modernização e ampliação da capacidade de escoamento da safra brasileira. “A política de arrendamentos, com investimentos em portos de todo o país, impulsiona o crescimento da economia e promove o desenvolvimento socioeconômico”, destacou.

Os detalhes sobre o leilão do PAR25 podem ser obtidos no portal da Portos do Paraná.

FONTE: DataMar News
TCU aprova edital do PAR25, que será leiloado no dia 30 de abril na B3 – DatamarNews

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Comércio Exterior, Exportação, Industria, Informação, Negócios, Notícias

Exportação de carne bovina cresce 22% na TCP

A exportação de carne bovina pela TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, cresceu 22% no primeiro bimestre de 2025, totalizando 123 mil toneladas embarcadas em 4.483 contêineres.

Esse desempenho supera o crescimento nacional da categoria, que, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), registrou aumento de 4,7% em volume para o período. Ao todo, o Brasil embarcou 428 mil toneladas de carne bovina, gerando uma alta 13,9% no faturamento, que chegou a R$ 2,045 bilhões.

Segundo Giovanni Guidolim, gerente comercial, de logística e atendimento da TCP, o aumento expressivo do volume embarcado reforça a confiabilidade operacional do Terminal e ressalta que esse desempenho está diretamente ligado à infraestrutura oferecida. “A TCP é referência em atendimento e serviços especializados para os exportadores de carne. Com a conclusão das obras do maior pátio para armazenagem de contêineres refrigerados da América do Sul, aliados a fatores como uma taxa de ocupação de pátio normalizada, e um sistema eficiente para agendamento de entrega e retirada de cargas, o Terminal inicia 2025 convertendo novos clientes e ampliando sua participação de mercado no segmento de carnes e congelados”, comenta.

Além da alta nos embarques de carne bovina, a TCP segue como o maior corredor de exportação de carne congelada de frango do mundo e, no primeiro bimestre de 2025, o Terminal movimentou um total de 382 mil toneladas do produto, o que representa 42% de todo o volume embarcado pelo país. Segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Brasil exportou 911 mil toneladas de carne de frango no primeiro bimestre, gerando uma receita de US$ 1,696 bilhão, crescimento de 22% em relação ao ano anterior.

Somente o estado do Paraná, maior produtor nacional de carne de frango, foi responsável por embarcar 186 mil toneladas do produto no primeiro bimestre deste ano. Guidolim explica que “o Terminal possui uma parceria de longa data com as indústrias do nosso estado, e essa sinergia garante eficiência máxima para o exportador que opera pela TCP. Com um ramal ferroviário que conecta as regiões norte e oeste do estado diretamente a área alfandegada dentro do pátio de operações do Terminal, este também acaba sendo um modal estrategicamente utilizado pelos exportadores dessas regiões, que buscam maior confiabilidade operacional na hora de exportar a carne de frango”.

Entre janeiro e fevereiro, as exportações de carne bovina, de frango, suína, entre outras, representaram um total de 545 mil toneladas em exportações na TCP, volume embarcado em 20.035 contêineres. Com isso, o Terminal tem uma participação de mercado de 40,1% no segmento de carnes e congelados, se comparado aos terminais portuários de estados vizinhos, como São Paulo e Santa Catarina.

Em junho de 2024, a TCP concluiu as obras de expansão do seu pátio reefer, área destinada ao armazenamento de contêineres refrigerados, como os utilizados no transporte de carnes e congelados. Com um aumento de 45% no número de tomadas, de 3.624 para 5.268, o Terminal de Contêineres de Paranaguá possui o maior pátio reefer da América do Sul.

O gráfico abaixo mostra a trajetória ascendente das exportações de carne bovina registradas no Porto de Paranaguá, no sul do Brasil, de janeiro de 2021 a janeiro de 2025, de acordo com dados do DataLiner.

Exportações de carne bovina | Porto de Paranaguá | Janeiro de 2021 – Janeiro de 2025 | TEUs

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

Abertura de novos mercados impulsiona setor de carnes e congelados

O setor brasileiro de carnes e congelados vive um momento de expansão no mercado internacional, impulsionado pela conquista de novos mercados internacionais. Em fevereiro de 2025, o México se destacou ao aumentar em 41% suas importações de carne bovina brasileira, quando comparado ao volume registrado em janeiro, alcançando 4.421 toneladas. Esse crescimento é apenas um exemplo do cenário positivo, que inclui a abertura de mais de 20 novos mercados para a carne brasileira desde 2023.

Para acompanhar esse ritmo de crescimento, a TCP oferece oito serviços diretos para a Ásia e ampla cobertura na América Central e no Caribe. Já a infraestrutura do Terminal favorece conexões eficientes para mercados estratégicos como Japão, Singapura e México.

“Somos o Terminal com a maior concentração de linhas marítimas do Brasil. Essa diversificação de destinos e a nossa alta frequência de escalas, com 25 serviços semanais, garantem que nossos clientes tenham flexibilidade logística e previsibilidade nos embarques, um fator essencial para que exportadoras atendam os prazos estabelecidos pelos importadores”, explica Carolina Merkle Brown, gerente comercial de armadores da TCP.

O avanço nas exportações também reflete a ampliação do acesso a países que historicamente possuíam barreiras sanitárias rigorosas. Em 2023, por exemplo, o Japão autorizou a importação de carne enlatada bovina, enquanto Israel abriu seu mercado para carne de aves. Já em 2024, países como Panamá e El Salvador passaram a importar carnes e miúdos de aves, ampliando ainda mais o alcance da proteína brasileira. Enquanto os surtos de Influenza Aviária (H5N1) em países como os Estados Unidos têm impactado o abastecimento no mercado global de carne de frango, o Brasil vive um momento de expansão e que pode impulsionar a demanda pela proteína brasileira nos próximos meses.

Diante desse cenário, a expectativa é que os embarques de carnes e congelados com origem no país superem as projeções para 2025. “Nosso atendimento especializado, somado às facilidades oferecidas, como a franquia gratuita de armazenagem por sete dias para os exportadores, posiciona a TCP como o parceiro estratégico do setor”, finaliza Guidolim.

FONTE: Datamar News
Exportação de carne bovina cresce 22% na TCP – DatamarNews

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Informação, Navegação, Portos

TCP registra crescimento de 24% com movimentação superior a 1,5 milhão de TEUs em 2024

A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, encerrou 2024 atingindo o recorde histórico de 1.558.453 TEUs (medida equivalente a um contêiner de 20 pés) movimentados.

O volume representa uma alta de 24% em relação ao volume registrado no balanço de 2023 e corresponde a 10,8 milhões de toneladas em cargas. A conquista posiciona o Porto de Paranaguá como o segundo do Brasil a ultrapassar a marca de 1,5 milhão de TEUs.

Como comparação, a medida de 1.558.453 TEUs é equivalente a 9.500 quilômetros de contêineres, comprimento que se assemelha à distância em linha reta de Paranaguá até a cidade-estado de Mônaco, no sul da França (9.574km), ou 2,2 vezes a distância do Chuí ao Monte Caburaí, pontos mais extremos ao norte e ao sul do Brasil.

Este volume expressivo de contêineres chegou e partiu do cais da TCP por meio da atracação de 992 navios ao longo de 2024, número 19% superior ao fluxo de embarcações registrado em 2023. Segundo Carolina Merkle Brown, gerente comercial de armadores da TCP, o resultado é reflexo direto do aumento no número de serviços marítimos que atendem o Terminal. “No último ano, a TCP passou a receber atracações de mais oito serviços, sendo seis de longo curso e dois de cabotagem. Com 25 linhas semanais, o Terminal se destaca como o maior concentrador de serviços do Brasil, o que evidencia a vocação da TCP para se tornar um dos principais hubs portuários da costa atlântica da América do Sul”, afirma.

Além dos novos serviços marítimos, a atracação dos maiores porta-contêineres a operar no Brasil, que possuem 366 metros de comprimento e mais de 48 metros de largura, também foi motivo de celebração para a equipe do Terminal. Para 2025, a expectativa é de que com o aumento do calado operacional, como é chamada a profundidade entre o ponto mais baixo da quilha (peça que vai da proa a popa e fica na parte inferior das embarcações) até a linha da água, navios maiores e com mais carga possam operar de forma mais ágil e segura.

Em novembro de 2024, a TCP passou a contar com um novo calado operacional, ampliado de 12,1 metros para 12,6 metros em maré zero. Estima-se que 50 centímetros adicionais de calado, os navios poderão operar com, aproximadamente, 400 TEUs a mais.

“Os recentes recordes comerciais e operacionais atingidos pelo Terminal de Contêineres de Paranaguá ressaltam a sua importância para a corrente de comercio brasileira e, em 2025, esperamos impulsionar ainda mais os resultados da TCP e de nossos clientes, tendo em vista que os reflexos do aumento de calado terão impacto direto na produtividade e que esperemos novas atualizações de calado ainda este ano”, avalia Carolina.

O balanço comercial de 2024 se destaca pelas exportações de carnes e congelados que foram de mais de 3,4 milhões de toneladas. “A megaobra de ampliação da área para armazenagem de contêineres refrigerados (reefer) foi um investimento estratégico que colocou a TCP como o principal corredor de exportação de carnes do Brasil e referência mundial no segmento. Com 5.268 tomadas, o Terminal possui o maior pátio reefer da América do Sul, uma vantagem que se traduz em maior flexibilidade e capacidade operacional para nossos clientes. Hoje, mais de um terço das exportações de carne nos terminais portuários brasileiros acontece pelo Terminal de Contêineres de Paranaguá”, explica Giovanni Guidolim, gerente comercial, de logística e atendimento da TCP.

Ao todo, a movimentação de contêineres reefer alcançou a marca de 266.246 TEUs, incremento de 7% em relação a 2023 e que conferiu a conquista de uma nova máxima para a operação nesse segmento no Terminal.

Em segundo lugar vieram as exportações de madeira com um crescimento de 47% e chegando à marca de 1,4 milhão de toneladas. Já o segmento de papel e celulose embarcou 974 mil toneladas, crescimento de 54% em comparação ao ano anterior.

Boa parte das cargas de papel e celulose chega ao Terminal de Contêineres de Paranaguá por meio da linha férrea, que conecta o porto às regiões oeste e norte do estado do Paraná. “Hoje, a TCP é o único terminal portuário do Sul do Brasil a possuir conexão direta entre a zona primária e um ramal ferroviário. Esse é um diferencial que traz maior previsibilidade, segurança, redução de custo e das emissões de gases de efeito estufa na cadeia logística de nossos clientes”, comenta Guidolim.

O KBT, projeto logístico intermodal em operação desde 2021 e que conecta a TCP a um terminal de contêineres localizado na planta Puma II, da Klabin, em Ortigueira (PR), por meio de um ramal operado pela Brado Logística, também encerrou o ano com um novo recorde de produtividade. Utilizado exclusivamente para transportar contêineres com papel e celulose, o KBT movimentou 86.440 TEUs, crescimento de 33% em relação ao ano anterior, quando 64.978 TEUs foram transportados.

Já na movimentação geral de contêineres pela ferrovia, que liga o Terminal de Contêineres de Paranaguá aos ramais que chegam até Cambé, no norte do Paraná, e Cascavel, na região oeste do estado, o volume foi de 101.527 TEUs, acréscimo de 9%.

No fluxo de importações, o maior volume foi para produtos dos segmentos químicos e petroquímicos. Com uma alta de 14%, mais de 648 mil toneladas foram desembarcadas, número impulsionado principalmente pela chegada de defensivos agrícolas e fC.

Em seguida, vieram os segmentos automotivo e de veículos, que cresceram 12% e movimentaram 562 mil toneladas em importações, garantindo insumos, peças e componentes para abastecer majoritariamente o polo industrial localizado em Curitiba e região metropolitana.

Fonte: TCP
TCP registra crescimento de 24% com movimentação superior a 1,5 milhão de TEUs em 2024 – TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá

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