Exportação

Exportações de carnes de Santa Catarina batem recorde histórico de receita em setembro

Santa Catarina encerrou o mês de setembro de 2025 com resultados históricos nas exportações de carnes. O Estado exportou 197,7 mil toneladas em carnes (frango, suínos, perus, patos, marrecos, bovinos e outras) totalizando US$ 438,1 milhões em receitas — o maior valor mensal já registrado na série histórica, iniciada em 1997 e o segundo melhor desempenho em quantidade.

Na comparação com agosto deste ano, a alta foi de 29,9% na quantidade e de 29,5% no faturamento. Em relação a setembro de 2024, os embarques das carnes cresceram 14% em volume e 13,5% em receita. Os números são divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e sistematizados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

“Eu não tenho dúvida de que o que a gente produz em Santa Catarina, todos os países do mundo querem comprar. É reflexo de todo esse trabalho de apoio que temos junto aos produtores e às agroindústrias. São centenas de milhares de catarinenses envolvidos nessa produção que começa lá em uma pequena propriedade familiar e chega a mais de 150 países”, comemora o governador Jorginho Mello.

Para o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini, os números refletem a força do agronegócio catarinense.“Santa Catarina demonstra, mais uma vez, sua capacidade de reagir com agilidade aos desafios e manter a confiança dos mercados internacionais. Esses resultados comprovam o trabalho sério do setor e a eficiência da nossa sanidade animal e de toda cadeia produtiva”, destaca Chiodini.

Carne de frango

As exportações de carne de frango somaram 116,7 mil toneladas em setembro, movimentando US$ 232 milhões. Esse é o melhor desempenho mensal desde maio de 2019, tanto em volume quanto em receita. O crescimento foi de 30% em quantidade e 30,2% em valor na comparação com agosto. Em relação a setembro de 2024, os aumentos foram de 10,7% e 4%, respectivamente.

No acumulado do ano, Santa Catarina exportou 874 mil toneladas de carne de frango, com receitas de US$ 1,78 bilhão, altas de 2,1% em volume e 6,6% em valor. O analista da Epagri/Cepa, Alexandre Giehl, explica que os volumes de setembro também demonstram a gradativa recuperação das exportações brasileiras e catarinenses, após a suspensão temporária devido o foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), em granja comercial, no Rio Grande do Sul – atualmente declarado erradicado.

“Santa Catarina respondeu por 25,5% da receita e 23,3% da quantidade das exportações brasileiras de carne de frango no acumulado de janeiro a setembro, reforçando sua posição como segundo principal estado exportador do produto. A participação do estado vem crescendo ao longo deste ano, superando os patamares registrados no ano passado (23,5% da receita e 20,6% da quantidade)”, explica Giehl.

De janeiro a setembro, os principais mercados foram Arábia Saudita, Japão, Países Baixos e Emirados Árabes Unidos.

Carne suína

A carne suína catarinense alcançou em setembro o maior valor mensal de exportação já registrado: US$ 181,6 milhões, com 72,3 mil toneladas embarcadas. O volume representa um aumento de 28,3% em relação a agosto e de 17,7% frente a setembro de 2024. Em quantidade, esse foi o segundo maior volume já exportado pelo Estado, atrás apenas de julho de 2022.

De janeiro a setembro, Santa Catarina exportou 562,2 mil toneladas, gerando US$ 1,39 bilhão em receita — aumentos de 6,6% e 14%, respectivamente, comparados ao mesmo período de 2024.

Os principais mercados da carne suína catarinense no período foram: Japão, Filipinas, China, Chile e México. Santa Catarina consolidou sua liderança nacional nas exportações de carne suína, respondendo por 51,5% da quantidade e 52% da receita do país.

No acumulado do ano

No acumulado de janeiro a setembro de 2025, o Estado exportou 1,49 milhão de toneladas de carnes, com faturamento de US$ 3,30 bilhões — altas de 3,0% em volume e 9,9% em valor em comparação com o mesmo período de 2024. Esses são os melhores resultados já registrados para o período, tanto em valor quanto em quantidade, desde o início da série histórica, em 1997.

FONTE: Agência de Notícias SECOM
IMAGEM: Jonatã Rocha / SECOM GOVSC

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Investimento

DNIT prevê aumento de investimentos em rodovias federais de Santa Catarina para 2025

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) estima que os recursos destinados a obras e manutenções em rodovias federais de Santa Catarina possam chegar a R$ 900 milhões em 2025. O valor foi projetado pelo superintendente do órgão no estado, Amauri Sousa Lima, durante reunião da Câmara de Transporte e Logística da FIESC, nesta terça-feira (7).

Segundo Lima, o montante supera o orçamento de 2024, de pouco menos de R$ 700 milhões, e poderá ser viabilizado com a chamada “janela orçamentária”, que permite a transferência de verbas de estados onde as obras não avançam no ritmo esperado.

“Esses R$ 900 milhões seriam suficientes para cobrir tudo o que está planejado para o ano”, afirmou.

Expectativa para 2026

Para 2026, a proposta inicial da Lei Orçamentária Anual (LOA) destina R$ 506,7 milhões às rodovias catarinenses. A FIESC já alertou o governo federal de que o valor é insuficiente para dar continuidade às obras em andamento e realizar manutenções preventivas em corredores estratégicos, como as BRs 470, 280, 163, 285 e 282.

O presidente da federação, Gilberto Seleme, destacou que esses trechos são essenciais para o escoamento da produção e a chegada de insumos, reforçando a necessidade de mais investimentos.
Em resposta, Lima afirmou que o Ministério dos Transportes busca ampliar os recursos e que a mobilização da FIESC tem ajudado a sensibilizar parlamentares sobre a importância da infraestrutura rodoviária no estado.

Confira o vídeo.

Aviação regional ganha novo modelo em SC

Além da pauta rodoviária, a reunião também apresentou avanços no setor de aviação regional. A consultoria Aeroplanum apresentou o projeto Voe Juntos, iniciativa que conecta operadores de aeronaves de até nove lugares a clientes por meio de fretamento compartilhado.

O modelo reúne três operadores aéreos com oito aeronaves, oferecendo assentos em voos regionais a partir de um sistema conjunto. Segundo o diretor da Aeroplanum, Geraldo Velázquez, Santa Catarina possui uma rede de aeroportos regionais capaz de receber aeronaves menores, inclusive com operações noturnas.

A expectativa é iniciar as operações em 2026, com voos ligando Caçador e Lages a Florianópolis, e expandir gradualmente para outras sete cidades: Navegantes, Joinville, Criciúma, São Joaquim, Joaçaba e Porto União.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Filipe Scotti

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Exportação

Exportações de Santa Catarina crescem 5% entre janeiro e setembro

Faturamento nos primeiros nove meses de 2025 é o segundo maior da série histórica e reforça pujança da economia catarinense

As exportações de Santa Catarina cresceram 5% entre janeiro e setembro, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgados nesta segunda-feira, 6. O percentual representa o salto de US$ 8,5 bilhões nos primeiros nove meses de 2024 para US$ 9 bilhões no mesmo período de 2025. Além disso, o faturamento deste ano é o segundo maior da série histórica e reforça a pujança da economia catarinense.

Os produtos do agronegócio seguem liderando a pauta exportadora catarinense. A carne suína (US$ 1,29 bilhão), carne de aves (US$ 1,29 bilhão) e a soja (US$ 447 milhões) são os principais itens de exportação de Santa Catarina em 2025. Na sequência aparecem motores elétricos (US$ 416 milhões), peças para motores (US$ 276 milhões), bem como madeira cortada (US$ 270 milhões).

“Santa Catarina é uma potência que exporta para mais de 200 destinos pelo mundo. Isso é fruto de um povo trabalhador, empreendedor, que produz com capricho e excelência. Por isso que a nossa produção é muito competitiva em mercados internacionais. O Governo do Estado faz o dever de casa apoiando o investimento produtivo, qualificando os portos e aeroportos e desburocratizando a economia”, destacou o governador Jorginho Mello.

Segundo melhor resultado para setembro

Os dados de exportações mostram que em setembro Santa Catarina registrou o segundo melhor resultado da série histórica para o mês, com faturamento de US$ 1,05 bilhão. O desempenho só ficou atrás de setembro de 2024, quando o estado faturou US$ 1,07 bilhão. Ou seja, houve recuo de 1,2% na comparação anual.

“A produção de Santa Catarina é muito diversificada e ingressa nos mercados mais exigentes do mundo. O estado tem vocação para exportar, principalmente produtos com maior valor agregado. Essa condição é fundamental para colocar Santa Catarina como o estado com a menor taxa de desemprego e o maior crescimento econômico do país”, afirma o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck. 

No mês, as exportações de Santa Catarina registram recuo nos envios para EUA (-54%) e China (-1%), que são os principais compradores do estado. No entanto, o faturamento cresceu forte para países importantes como Chile (+49,6%), Filipinas (+42,8%) e Paraguai (+25,6%). Outros destinos relevantes também aumentaram as compras dos produtos catarinenses. É o caso de Japão (+12%), Arábia Saudita (+7,7%), México (+6,7%) e Argentina (+6,2%). 

Ou seja, o crescimento das exportações para diversos países garantiu o resultado acima da média histórica para o mês de setembro. 

Histórico de exportações de Santa Catarina (janeiro-setembro)

  • 2019 – US$ 6,8 bilhões
  • 2020 – US$ 6,1 bilhões
  • 2021 – US$ 7,4 bilhões
  • 2022 – US$ 9,2 bilhões
  • 2023 – US$ 8,8 bilhões
  • 2024 – US$ 8,5 bilhões
  • 2025 – US$ 9 bilhões

FONTE: Agência de Notícias SECOM
IMAGEM: Ricardo Wolffenbuttel/Arquivo/Secom

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Exportação

Exportações de SC para os Estados Unidos caem 55% em setembro

Efeitos do tarifaço impactam produtos relevantes da pauta exportadora de SC, como motores elétricos (-11,9%), partes de motor (-57,1%) e móveis (-14,5%); EUA recuam para 4ª posição entre os principais destinos dos produtos de SC em setembro

As tarifas de 50% aplicadas pelos Estados Unidos sobre exportações de produtos brasileiros já afetam significativamente as vendas de Santa Catarina para o mercado norte-americano. Dados da balança comercial compilados pelo Observatório FIESC mostram que em setembro, as exportações para os EUA caíram 55% em relação a igual período do ano anterior, para US$ 78,7 milhões.

Considerando o total das vendas externas catarinenses, de US$ 1,06 bilhão, o recuo foi de 1,24% no período. “A manutenção do tarifaço em 50% já prejudica seriamente as exportações catarinenses para os EUA, com repercussões graves, como demissões. Dados de emprego já mostram perda de vagas na indústria”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias (FIESC) Gilberto Seleme.

Dentre os principais produtos da pauta exportadora do estado em setembro, o item partes de motor foi que apresentou o maior declínio, de 57,1%. As vendas de outros móveis caíram 14,5% e as de motores elétricos recuaram 11,9%. “A abertura do diálogo com os EUA cria a expectativa para que a negociação possa partir para argumentos mais técnicos e qualificados. O diálogo é a única alternativa para reverter o tarifaço”, avaliou Seleme.

Por outro lado, as exportações de soja avançaram 21,2%, as vendas externas de carne suína cresceram 19,1% e as de carnes de aves aumentaram 8,5% no nono mês do ano.

Acumulado no ano
De janeiro a setembro, as exportações de Santa Catarina somaram US$ 9 bilhões, o que representa um incremento de 5,1% frente a igual período de 2024. O resultado se deve, em parte, ao incremento de vendas dos dois principais produtos da pauta exportadora de SC: as exportações de carnes de aves tiveram alta de 8,1% e as de carne suína cresceram 13,5% no período. O aumento de vendas para alguns mercados como Argentina (28%), e Japão (13,5%) e Chile (40,5%) contribuíram para o resultado.

Importações
Em setembro, as importações de SC cresceram 2,11% em comparação com igual período do ano anterior, para US$ 2,94 bilhões. No acumulado do ano, o incremento foi de 2,54% frente ao período de janeiro a setembro de 2024, para US$ 25,43 bilhões. A China segue como a principal origem das compras, seguida pelos Estados Unidos, Chile, Alemanha e Argentina.

FONTE: FIESC
IMAGEM: Reprodução/Portonave

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Portos

JBS Terminais destaca resultados expressivos em seu primeiro ano de operação em Itajaí

A JBS Terminais, negócio da JBS S.A., celebra conquistas significativas em seu primeiro ano de operação no Porto de Itajaí, em Santa Catarina. Em apenas doze meses, a empresa consolidou resultados expressivos, retomou a movimentação de contêineres após quase dois anos de paralisação e alcançou marcos importantes para o setor portuário brasileiro.

Desde o início das operações, a JBS movimentou mais de 300 mil TEUs, sendo 262 mil apenas em 2025, atendendo cerca de 2.400 clientes, entre eles grandes nomes como JBS/Seara, Berneck, Aurora, Mow Brazil, Pallets Castillo, Britânia, Comexport, Mexichem, Capital Trade e Benteler. Entre as operações de grande porte, destaca-se a importação de mais de 7.200 veículos da BYD.

O resultado financeiro também evidencia a força da operação: já foram investidos mais de R$ 130 milhões no terminal, e o lucro líquido acumulado neste ano atingiu R$ 60 milhões, superando em 12% o orçamento previsto.

O crescimento da empresa está apoiado em medidas estruturantes. A unificação das áreas operacionais, autorizada pelo Ministério de Portos e Aeroportos e pela Antaq, ampliou a eficiência logística e trouxe mais estabilidade às operações. Além disso, a duplicação da capacidade de atracação, agora com quatro berços disponíveis, permite ao terminal receber até três navios de grande porte simultaneamente, consolidando Itajaí como referência na movimentação de cargas.

O contrato transitório de arrendamento foi prorrogado em 29 de setembro pelo Ministério de Portos e Aeroportos, garantindo a continuidade das operações e reforçando o papel estratégico da JBS no Porto de Itajaí.

De acordo com Aristides Russi Junior, CEO da JBS Terminais:
“Conseguimos restabelecer a confiança no terminal e mostrar que Itajaí pode voltar a ocupar um lugar de destaque no cenário portuário brasileiro. A unificação das áreas trouxe mais previsibilidade e eficiência para nossos clientes, ao mesmo tempo em que reforça nosso compromisso de gerar desenvolvimento econômico para a cidade, para Santa Catarina e para o país. Esse avanço também se reflete na geração de empregos: hoje somos mais de 300 colaboradores diretos e mais de 1.000 postos de trabalho indiretos ligados às atividades do terminal. Quero destacar o excelente trabalho da nossa equipe, que tem sido essencial para atingirmos esses resultados e superarmos desafios desde o início das operações.”

O primeiro ano de operação demonstra a consolidação de uma gestão eficiente e orientada para resultados, reforçando a posição da JBS Terminais como um parceiro estratégico para clientes e para o desenvolvimento do Porto de Itajaí.

Sobre a JBS:

Com 70 anos de história, a JBS S.A. é uma multinacional brasileira, reconhecida como uma das líderes globais da indústria de alimentos. Com sede em São Paulo, a Companhia está presente em mais de 20 países, empregando mais de 280 mil colaboradores que seguem rigorosas diretrizes de sustentabilidade, inovação, qualidade e segurança alimentar.

O portfólio diversificado da JBS inclui carnes in natura, congelados, pratos prontos e marcas reconhecidas nacional e internacionalmente, como Friboi, Seara, Doriana, Massa Leve, Pilgrim’s Pride, Swift Prepared Foods, entre outras. A Companhia também atua em negócios correlacionados, como couro, biodiesel, colágeno, embalagens metálicas, transportes e soluções em gestão de resíduos, promovendo a sustentabilidade em toda a cadeia de valor.

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA
IMAGEM: ASSESSORIA DE IMPRENSA

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Investimento

Incentivo do Governo do Estado garante investimento privado de R$ 1,1 bilhão para expansão fabril da WEG em Santa Catarina

Instalação de nova unidade no Norte do Estado e ampliação da fábrica em Jaraguá do Sul devem gerar cerca de 3,1 mil empregos diretos e indiretos – Foto: Leo Munhoz / SECOM 

Com o objetivo de garantir R$ 1,1 bilhão em investimentos privados e a geração de 3,1 mil empregos diretos e indiretos em Santa Catarina, o governador Jorginho Mello anunciou, nesta terça-feira, 30, apoio à expansão fabril da WEG S.A.

Em solenidade realizada em Jaraguá do Sul, a WEG foi oficialmente contemplada pelo Governo do Estado com o chamado Tratamento Tributário Diferenciado (TTD) 489. O contrato, assinado pelo governador Jorginho Mello e pelo CEO Alberto Kuba, garante incentivos fiscais à multinacional até 2029.

“Um dos meus compromissos é apoiar qualquer iniciativa que traga mais inovação, desenvolvimento e oportunidades para quem vive e trabalha em Santa Catarina. E a WEG atende a todos estes pré-requisitos, é uma multinacional que tem no DNA a inovação e a tecnologia e está expandindo seus negócios, ganhando ainda mais competitividade e levando o nome do nosso estado para o mundo”, disse o governador Jorginho Mello, durante solenidade realizada pela WEG.

A exemplo do apoio que é concedido a outras empresas contempladas pelo Governo do Estado com o TTD 489, a WEG terá autorização para usar limites adicionais na transferência de créditos acumulados de ICMS. O valor voltará aos cofres públicos com o incremento do imposto gerado a partir dos novos projetos da companhia. 

Secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert observou que os incentivos praticados pelo Estado fortalecem a competitividade e o ambiente de negócios em Santa Catarina. “O estímulo fiscal não é apenas um benefício à empresa, mas um movimento estratégico voltado à inovação, à geração de empregos e ao futuro do nosso estado. Ao apoiar iniciativas que ampliam nossa capacidade produtiva, garantimos ainda mais protagonismo para Santa Catarina no cenário nacional, atraindo novos negócios e oportunidades para os catarinenses”, reforçou.

Maior investimento da história da multinacional

O investimento de R$ 1,1 bilhão é considerado o maior da história da WEG. Serão cerca de R$ 900 milhões para a construção de um novo parque fabril e outros R$ 160 milhões na expansão da unidade já instalada em Jaraguá do Sul. Os dois projetos têm como objetivo o aumento do portifólio de produtos e da capacidade produtiva da WEG Energia. 

“O novo investimento, pensado para atender às demandas da transição energética, transforma nossa região em um dos principais centros de excelência de máquinas elétricas girantes do mundo. O apoio do Governo de SC foi decisivo para viabilizar esse projeto. Essa parceria entre o setor público e a iniciativa privada mostra como o diálogo e a colaboração podem transformar o futuro”, disse o CEO da WEG, Alberto Kuba.

A nova fábrica deve ser construída em município no Norte do estado. Na unidade, serão produzidos equipamentos de grande porte, como por exemplo compensadores síncronos de até 330 MVAr, turbogeradores de até 200 MVA e motores de indução de alta rotação. A linha possibilitará a WEG aumentar o escopo de prestação de serviços para motores, geradores e turbina hidráulica até 300 MVA. 

A decisão da WEG de instalar mais um parque fabril em Santa Catarina leva em conta fatores estratégicos como a disponibilidade de mão de obra qualificada e a logística, com acessos à BR-101, à BR-280 e aos portos catarinenses. Somente nesta nova unidade, serão 800 empregos diretos. 

Já na expansão da fábrica instalada em Jaraguá do Sul, serão adicionados 11.250 metros quadrados de área produtiva, obra que garante suporte à alta nas demandas e também sustenta o crescimento da multinacional. 

O ato realizado na WEG nesta terça-feira também contou com a presença dos secretários Silvio Dreveck (SICOS), Edgard Usuy (SCTI), Paulo Bornhausen (SAI) e Renato Lacerda (InvestSC).

*Com informações da Assessoria de Comunicação da WEG

FONTE: Agência de Notícias SECOM
IMAGENS: Leo Munhoz / SECOM

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Economia

Atividade econômica de SC em julho reforça sinais de desaceleração

Depois de três meses de recuo, resultado de julho mostra estabilidade na comparação com junho

A economia catarinense vem desacelerando e em julho a atividade econômica medida pelo IBCR – indicador do Banco Central que é considerada uma prévia do PIB – ficou estável em relação ao  mês anterior. Em queda desde abril, o índice reflete a redução do ritmo de crescimento dos grandes setores da economia, como indústria, comércio e serviços.

Em junho, a economia de SC recuou 0,1% frente ao mês anterior. Em maio o indicador mostrou queda de 0,3% frente a abril e em abril o indicador mostrou retração de 1,3% frente a março. Para o presidente da Federação das Indústrias de SC (FIESC), Gilberto Seleme, a desaceleração era esperada pelo elevado nível da taxa de juros, que deverá permanecer até o final de 2025.

O desempenho se deve, em parte, também aos efeitos do tarifaço norte-americano sobre os produtos brasileiros. “Os Estados Unidos são o principal destino das exportações do estado. As vendas de Santa Catarina para os Estados Unidos recuaram 19,5% em agosto, em relação a igual período do ano passado”, afirmou.

FONTE:
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC
Gerência de Comunicação

IMAGEM: Freepik

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Portos

TESC relata crescimento de três dígitos em 5 anos e uma das melhores taxas de densidade operacional entre terminais portuários

Dados foram divulgados no Relatório de Sustentabilidade 2024, que também mostra compromisso e ações para descarbonização e impacto a mais de 400 pessoas em projetos comunitários e de educação ambiental

O Terminal Portuário Santa Catarina divulgou seu 3º Relatório de Sustentabilidade, referente ao ano de 2024, destacando os principais avanços e resultados nas áreas ambiental, social e de governança (ESG). O documento demonstra como as práticas do TESC têm contribuído para reduzir impactos, fortalecer parcerias e gerar valor para colaboradores, clientes, comunidades e para toda a Baía Babitonga.

O relatório, elaborado de acordo com as diretrizes da Global Reporting Initiative
(GRI Standards 2021), está alinhado à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

“Esta edição de nosso Relatório de Sustentabilidade mostra a consolidação do TESC como uma das operações portuárias mais eficientes do Brasil. Somos competitivos e atuamos como um agente propulsor do desenvolvimento sustentável na região e no setor portuário brasileiro”, destaca Fabio Mota, CEO.

Com vocação multipropósito, a operação do terminal portuário mantém alto desempenho, mesmo em área física restrita, com 68 mil m². O TESC tem eficiência operacional de 84 toneladas/m² e nos últimos 5 anos, cresceu 138%. Em 2024, movimentou 5,8 milhões de toneladas de carga. Isso representou 48% dos navios atracados no Porto de São Francisco do Sul.

O TESC oferece soluções integradas para exportadores, importadores e usuários de cabotagem, abrangendo uma variedade de serviços que incluem operações portuárias, armazenagem, nacionalização e distribuição dos mais diversos tipos de cargas: grãos vegetais, fertilizantes, granéis minerais e produtos siderúrgicos, com infraestrutura especializada para garantir eficiência, segurança e qualidade.

Aspecto Social
Confirmando sua relevância para o município onde está sediado, o TESC posicionou-se como o segundo maior contribuinte de tributos para São Francisco do Sul. Além da geração de renda e de 261 empregos diretos e 600 indiretos, o Terminal Portuário Santa Catarina também investiu em atividades voltadas para a comunidade local. As doações e patrocínios somaram mais de R$ 200 mil em 2024, destinados a instituições filantrópicas, programas de educação e saúde que beneficiaram mais de 400 pessoas.

Aspecto Ambiental
O compromisso com a política de Aterro Zero evitou que mais de 900 toneladas de resíduos fossem destinadas a aterros sanitários em 2024. Uma iniciativa que conectou gestão de resíduos a um resultado social positivo e direto foi o programa Uniformes do Bem. As peças têxteis fora de uso foram transformadas em cobertores e doadas à comunidade indígena Mbya Guarani, na Aldeia da Reta em São Francisco do Sul.

Também no período deste relatório, o TESC obteve duas importantes chancelas ambientais: o Selo Prata do GHG Protocol (Protocolo de Emissões de Gases de Efeito Estufa) – padrão internacional para medir e gerenciar as emissões de gases de efeito estufa (GEE); e o Selo Bronze Pró-clima, da Aliança Brasileira de Descarbonização de Portos, que reconhece e incentiva portos que adotam boas práticas ambientais, servindo de modelo para o setor.

Texto e foto: DIVULGAÇÃO / ASSESSORIA DE IMPRENSA

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Negócios

Bunge permanece como a maior empresa de Santa Catarina

As cem maiores empresas catarinenses apresentam o menor índice de endividamento quando comparadas com suas concorrentes do Paraná e do Rio Grande do Sul; levantamento é da Revista Amanhã e foi conduzido em parceria com a pWc

Santa Catarina se destaca no cenário nacional por apresentar indicadores que demonstram a qualidade de vida de seus habitantes, como o baixo nível de desemprego, por exemplo. Ao jogar luz sobre o desempenho das empresas, não é diferente. As companhias sediadas em Santa Catarina exibiam em junho 2025 um dos menores índice de inadimplência do Brasil, com apenas 25,9% das empresas negativadas, de acordo com estudo mensal da Serasa Experian. O indicador contempla a quantidade de empresas brasileiras que estão em situação de inadimplência, ou seja, possuem pelo menos um compromisso vencido e não pago. A fama de boas pagadoras pode ser conferida no recorte das cem maiores por estado no ranking das 500, onde Santa Catarina apresenta o menor índice de endividamento (52,5%) quando comparadas com suas concorrentes do Paraná (58%) e do Rio Grande do Sul (56%). O índice se mantém nesse nível pelo menos desde 2022.

As cem maiores também conseguiram aumentar o patrimônio (de uma soma total de R$ 132,6 bilhões para R$ 165,8 bilhões), a receita (de R$ 342,1 bilhões para R$ 379,3 bilhões) e o lucro (de R$ 25 bilhões para R$ 32,3 bilhões), enquanto a soma dos prejuízos ficou praticamente estável (R$ 1,2 bilhão) e a rentabilidade média diminuiu um pouco (de 10,7% para 9,8%).

As cinco primeiras colocações se mantiveram, com a Bunge sendo a maior empresa de Santa Catarina, seguida por BRF, WEG, Cooperativa Central Aurora Alimentos e Engie. O Grupo Havan subiu do décimo para o sexto lugar, sendo seguido de perto pelo Sicoob Central SC/RS que estreia no ranking ao apresentar um balanço que congrega várias unidades da cooperativa de crédito. Enquanto a Whirlpool se manteve em oitavo lugar, a Celesc caiu para o nono e a Tupy é a décima, um decréscimo de quatro colocações (veja todos os detalhes nas tabelas a seguir, que também revelam as 50 maiores receitas líquidas, os 50 maiores patrimônios líquidos e os destaques em outros indicadores de desempenho, como os maiores capitais de giro, por exemplo).

Sobre o critério de classificação das empresas – Para revelar quem é quem entre as empresas do Sul, a Revista AMANHÃ e a PwC Brasil construíram um indicador exclusivo: o Valor Ponderado de Grandeza (VPG). O índice reflete, de forma equilibrada, o tamanho e o desempenho das empresas, a partir de um cálculo que considera os três grandes números de um balanço: patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo do VPG), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%). O ranking é baseado em balanços do exercício de 2024 publicados ao longo do primeiro semestre de 2025.

No evento, os executivos Bruno Machado Teixeira, gerente executivo de relação com investidores da Intelbras, Lucas Döhler, diretor industrial da Döhler, e Alexandra Oliveira, diretora da planta de Joinville da Whirlpool, participaram do painel “O futuro e o legado das empresas que impulsionam a região Sul”.  

Com informações do Grupo Amanhã.

Fontes:
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC
Gerência de Comunicação

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Economia

Santa Catarina lidera crescimento da atividade econômica no país com alta de 5,5%

A atividade econômica de Santa Catarina cresceu 5,5% entre janeiro e julho de 2025 e colocou o estado, mais uma vez, como destaque nacional. O percentual ficou acima da média brasileira, de 2,9% no período, e demonstra a pujança e competitividade da economia de Santa Catarina. Os dados foram apurados por meio do Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) do Banco Central, que é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), e foram divulgados nesta quarta-feira, 24.

O governador Jorginho Mello afirma que o percentual comprova a força da economia catarinense. “O desenvolvimento de Santa Catarina é impulsionado por sua indústria sólida, pelo agronegócio e pelo turismo, mas a verdadeira força do estado é o espírito trabalhador do seu povo. Prova disso é o crescimento na abertura de empresas e a menor taxa de desemprego do mundo”, destaca.

Santa Catarina (5,5%) possui o maior crescimento do Brasil no ranking nacional entre os estados pesquisados, ao lado do Pará (5,5%). Em terceiro está o Paraná (5%), e na sequência aparecem Goiás (4,7%), Espírito Santo (3,9%) bem como Bahia (3,4%). A média brasileira é de 2,9%, puxada principalmente pela agropecuária.

“A economia de Santa Catarina é muito competitiva e diversificada. Além disso, produzimos com qualidade e inovação. É por isso que o estado é líder no ranking nacional e segue crescendo com ritmo forte. Soma-se também os robustos investimentos que o Governo do Estado tem feito nas áreas de infraestrutura, energia e segurança, que fazem a diferença para este resultado positivo”, diz o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck.   

Crescimento em setores de indústria, comércio e serviços de Santa Catarina

O bom desempenho da atividade econômica de Santa Catarina é puxado por diversos setores. A produção industrial, por exemplo, soma avanço de 5,3% nos últimos 12 meses, o segundo maior percentual do país e à frente da média nacional de 1,9%. Nesse sentido, o comércio também avança. Conforme o IBGE, o setor acumula elevação de 5,2% no mesmo período, frente a uma média nacional de 2,5%.

Acompanhando os demais setores, a prestação de serviços também cresceu acima da média. Enquanto Santa Catarina teve avanço de 5,6% em 12 meses, a média brasileira ficou em 2,9%. O mesmo ocorre no setor do turismo, com alta de 8,2% em Santa Catarina e de 6,2% no Brasil. 

:: Ranking das regiões (crescimento da atividade econômica jan-jul)

  • Centro-Oeste: +6,7%
  • Sul: +3,5%
  • Norte: +3,5%
  • Nordeste: +2,1%
  • Sudeste: +1,7%

Fonte: Agência de Notícias SECOM

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