Comércio Exterior

Produtores pedem que EUA suspendam importação de carne bovina do Brasil

A Associação Nacional dos Pecuaristas (National Cattlemen’s Beef Association, NCBA) dos Estados Unidos solicitou ao governo de Donald Trump que a carne brasileira seja vetada no país.

O que aconteceu
A solicitação foi exposta por Kent Bacus, diretor da NCBA, em carta ao USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA). Na quarta, dia 3, ele testemunhou em audiência pública de investigação que apura se as práticas comerciais do Brasil são prejudiciais às empresas americanas, com base na Seção 301 da legislação de comércio americana.

“A NCBA apoia fortemente o presidente Trump em responsabilizar o Brasil, impondo tarifas de até 76% sobre bens brasileiros destinados ao mercado dos EUA. Este é um bom primeiro passo, mas o governo deve continuar a responsabilizar o Brasil por suas barreiras comerciais à carne bovina dos EUA e por sua falta de transparência e responsabilidade.” Kent Bacus, diretor da NCBA

Com os 50% do tarifaço em vigor, o Brasil paga hoje uma tarifa que supera os 76% para a venda de carne para os Estados Unidos -a taxa anterior era de 26%. O país norte-americano é o segundo principal destino da carne brasileira, atrás apenas da China.

A NCBA solicita ao governo Trump suspender as importações de carne bovina do Brasil até que um processo completo de auditoria e inspeção comprove que o Brasil possa atender a um nível equivalente de segurança alimentar e saúde animal

A NCBA destacou ainda as restrições do Brasil à carne bovina dos EUA e preocupações de longa data com o histórico do governo brasileiro em segurança alimentar e saúde animal. “Nos últimos cinco anos, o Brasil vendeu US$ 4,45 bilhões em carne bovina para consumidores americanos, mas não ofereceu acesso significativo à carne bovina dos EUA, implementando barreiras técnicas onerosas”, diz a associação.

O texto também aponta uma ‘falha do Brasil em relatar casos graves de saúde animal de forma oportuna’ e diz que o país sul-americano ‘repetidamente atrasou semanas, meses ou até anos para relatar casos de encefalopatia espongiforme bovina (BSE) atípica, enquanto usava o atraso para vender mais produtos’.

A NCBA foi a primeira a alertar sobre os problemas de segurança alimentar do governo brasileiro em 2017 e seus atrasos em relatar casos de BSE atípica em 2021 e 2023. Os Estados Unidos mantêm todos os parceiros comerciais nos mais altos padrões baseados em ciência, e o Brasil não deve ser a exceção

Nos últimos 40 anos, o governo brasileiro sofreu sete investigações abertas pelo USTR sob a chamada seção 301 da Lei de Comércio. Foram alvos do escrutínio americano setores como os de software, fármacos e automóveis, entre outros.

Fonte: UOL

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Mercado Internacional

Produtores americanos dizem que China trocou soja dos EUA pela do Brasil e pedem ajuda a Trump

Grupo pede a remoção das tarifas chinesas sobre o grão americano e compromissos de compras futuras

A maior entidade de agricultores de soja dos EUA, a American Soybean Association (ASA), enviou uma carta ao presidente americano, Donald Trump, solicitando que o governo do país dê prioridade à soja nas negociações com a China. Os EUA têm perdido participação no comércio do grão para o Brasil nos últimos anos.

No texto, o grupo pede a remoção das tarifas chinesas sobre a soja americana e compromissos de compras futuras. A ASA afirma que a China, historicamente, importa mais de 60% do suprimento mundial de soja, com os EUA sendo a principal fonte. No entanto, as tarifas retaliatórias fizeram a soja americana ficar 20% mais cara que a sul-americana. Por isso, ‘a China recorreu ao Brasil, que expandiu a produção para atender à demanda’.

“Os produtores de soja dos EUA estão à beira de um precipício comercial e financeiro”, disse o presidente da ASA, Caleb Ragland, produtor de soja do Kentucky, na carta. “Os produtores de soja estão sob extremo estresse financeiro. Os preços continuam caindo e, ao mesmo tempo, nossos produtores estão pagando significativamente mais por insumos e equipamentos. Os produtores de soja dos EUA não podem sobreviver a uma disputa comercial prolongada com nosso maior cliente”, diz o texto.

“Cada dia sem um acordo corrói ainda mais a participação de mercado dos agricultores americanos na China”, disse Ragland. “Instamos veementemente o governo a garantir um acordo que reabra este mercado vital para a soja americana.”

De acordo com a agência de notícias Reuters, que cita informações da alfândega chinesa, 10 milhões de toneladas de soja foram importadas do Brasil em julho, 13,9% mais que no mesmo mês do ano anterior. Por outro lado, a compra dos produtos americanos caiu 11,5%.

A vendas para a China em julho fizeram as exportações brasileiras de soja alcançarem um recorde histórico para o mês, somando 12,25 milhões de toneladas embarcadas, conforme levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

No acumulado de janeiro a julho de 2025, o Brasil já exportou 77,2 milhões de toneladas da oleaginosa, marca inédita para o período e que consolida o país como principal fornecedor global. Desse total, 57,9 milhões de toneladas foram embarcadas para a China.

Fonte: Globo Rural

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Sustentabilidade

Sustentabilidade e economia da cana-de-açúcar

Um dos produtos mais importantes da economia brasileira, a cana-de-açúcar tem o poder sustentável como alternativa de combustível renovável. Ela também traz a formação do açúcar e do álcool, dois insumos utilizados em uma série de bens de consumo.

A cana-de-açúcar é uma planta fina, fibrosa, de formato cilíndrico e folhas longas. Assim, ela pode chegar a até seis metros de altura e é utilizada para a produção de açúcar e etanol.

Esse alimento tem caules robustos e articulados que são ricos em sacarose. Além disso, a cana pertence à Poaceae, uma família de plantas economicamente importantes, como milho, trigo, arroz e sorgo e muitas culturas forrageiras.

A sacarose, extraída e purificada em fábricas especializadas, é utilizada como matéria-prima na indústria de alimentos humanos ou é fermentada para produzir etanol. Algo que é produzido em escala pela indústria da cana do Brasil.

Dessa forma, a cana-de-açúcar tem origem na Oceania, mais precisamente onde hoje é a ilha de Nova Guiné, ao norte da Austrália, cerca de 6000 a.C.

Durante a Idade Média, o açúcar era um produto de luxo na Europa, sendo usado, principalmente, em medicamentos e como adoçante para os mais ricos.

Além do açúcar, outros produtos derivados da cana incluem melaço, rapadura, rum, cachaça (bebida tradicional do Brasil), bagaço e etanol. Em algumas regiões, as pessoas usam palhetas de cana para fazer canetas, tapetes, telas e palha.

Na atualidade, o Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo. Afinal, o ciclo desse alimento no país foi um período que se estendeu do século XVI ao século XVIII.

A cultura da cana-de-açúcar teve origem na Antiguidade, entretanto se espalhou pelo mundo com a migração humana. Nesse sentido, ela chegou ao Brasil por volta de 1520, pouco depois dos portugueses.

O cultivo da Cana-de-açúcar foi a principal atividade econômica do Brasil Colônia, definindo a economia e a política do país. Ele também acompanhou o processo de colonização da América portuguesa.

Na época, os portugueses se aproveitaram das condições favoráveis do nosso país (clima tropical) para seu plantio. Assim, o solo (principalmente do litoral) e o clima do Brasil possibilitavam o cultivo em larga escala.

A cana costuma ter um melhor desenvolvimento em climas que apresentam estações bem distintas. Uma com temperaturas mais altas enquanto a outra úmida, para que a germinação aconteça.

O açúcar que vem da cana é utilizado na indústria alimentícia de incontáveis maneiras. Afinal, grande parte dos produtos que consumimos tem esse alimento na composição em virtude de sua versatilidade.

As bebidas também fazem parte do pacote: sucos, refrigerantes, energéticos e bebidas alcóolicas contam com nosso açúcar (a tradicional cachaça).

A cana-de-açúcar é matéria-prima para o etanol, álcool também utilizado na indústria alimentícia e em outras, como a química. No entanto, a principal vantagem do etanol é servir de biocombustível para automóveis.

O bagaço que resulta da moagem pode ser queimado em caldeiras para produzir vapor. Ele é direcionado para turbinas especiais e gera bioeletricidade ou energia elétrica da biomassa.

Fonte de energia, a cana é indispensável quando se fala em um desenvolvimento mais sustentável. Isso porque ela surge como uma alternativa de combustível renovável e é capaz de substituir o petróleo sem causar danos ambientais.

De acordo com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a produção brasileira de cana-de-açúcar gira ao redor de 680,0 milhões de toneladas, com uma produtividade de 81,1 toneladas por hectare.

O Brasil apresenta fatores para o cultivo da cana. Entre eles, estão o clima tropical, condições climáticas e de solo ideais para o cultivo.

A cana-de-açúcar apresenta quatro fases de desenvolvimento: brotação e emergência, perfilhamento, crescimento dos colmos e maturação dos colmos. Na primeira, depende da qualidade da muda, ambiente, época e manejo do plantio.

Na sequência, o perfilhamento é o processo de emissão de colmos por uma mesma planta, que resulta no crescimento de brotos que vão em direção à superfície do solo. Quando os colmos crescem, o canavial pode atingir altura acima de três metros.

Quando as touceiras atingem altura igual ou superior a dois metros, as folhas que se encontram na altura mediana da planta começam a ganhar um tom amarelado e a secar. Esse fenômeno indica que já está sendo depositado açúcar nessa região, prontos para a colheita.

Por fim, em diversas feiras pelo Brasil, a Cana-de-áçucar se transformou em uma bebida bastante consumida (caldo de cana), sobretudo ao lado de um saboroso pastel.

Fonte: Flipar

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Agronegócio

Produção de açúcar do centro-sul recua com queda na moagem e na qualidade da cana

A produção de açúcar do centro-sul do Brasil somou 3,6 milhões de toneladas na segunda quinzena de julho, queda de 0,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, pressionada por uma redução na moagem de cana-de-açúcar em momento em que o setor lida com uma matéria-prima de qualidade inferior e baixa produtividade agrícola, de acordo com dados da associação Unica, divulgados nesta sexta-feira.

A queda na produção de açúcar poderia ter sido ainda maior não fosse um aumento na destinação de cana para a fabricação do adoçante para 54,10%, versus 50,32% no mesmo período do ano passado, à medida que usinas favorecem a commodity em detrimento do etanol.

“Acredito que as usinas têm contratos de exportação (de açúcar) a honrar e estão lutando com a queda do ATR (Açúcares Totais Recuperáveis)”, disse um corretor nos Estados Unidos, à Reuters.

Já a moagem de cana do centro-sul atingiu 50,22 milhões de toneladas na segunda parte de julho, queda de 2,66%, em uma safra em que a indústria sofre com impactos da seca do ano passado e de um clima mais chuvoso durante a colheita, o que tem afetado a qualidade da matéria-prima.

No acumulado da safra, a produção de açúcar totalizou 19,27 milhões de toneladas, redução de 7,76%, enquanto a moagem atingiu 306,24 milhões de toneladas, retração de 8,57%.

O indicador de qualidade medido pelo nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) atingiu 139,62 kg por tonelada de cana na segunda quinzena de julho, uma queda anual de 5,21%.

No acumulado da safra, o indicador marca 126,85 kg de ATR por tonelada, registrando retração de 4,77% na comparação anual, para o menor observado em dez anos.

“Só no ciclo 2015/2016, registramos um indicador qualidade inferior ao contabilizado até o momento no centro-sul”, afirmou o diretor de Inteligência Setorial da Unica, Luciano Rodrigues, em nota.

Além disso, a produtividade agrícola registrou queda de 10% na média do centro-sul no acumulado de abril a julho, na comparação anual, segundo dados apurados pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), atingindo 79,84 toneladas de cana por hectare neste ciclo.

Rodrigues disse que o setor vive uma situação atípica nesta safra, pois normalmente há uma relação inversa entre produtividade agrícola e qualidade da matéria-prima.

“Neste ano, o regime de chuvas foi desfavorável em ambas as fases críticas do ciclo da cana-de-açúcar. No verão, a precipitação abaixo do ideal comprometeu o desenvolvimento das lavouras e reduziu a produtividade (TCH). Já durante a colheita, o clima mais úmido prejudicou a concentração de ATR na planta”, disse.

ETANOL

Na segunda metade de julho, a fabricação de etanol pelas unidades do centro-sul atingiu 2,28 bilhões de litros, com queda de cerca de 11% na comparação anual.

O total fabricado de etanol hidratado somou 1,40 bilhão de litros (-13,54%) e o de anidro, 880,40 milhões de litros (-6,57%).

No acumulado da safra, a fabricação do biocombustível totalizou 13,88 bilhões de litros (-11,96%), sendo 8,84 bilhões de etanol hidratado (-11,85%) e 5,05 bilhões de anidro (-12,15%).

Os volumes consideram o etanol de milho, cuja crescente produção somou no acumulado da safra 2,95 bilhões de litros.

No mês de julho, as vendas de etanol pelas usinas totalizaram 2,93 bilhões de litros, queda de 2,66%.

O volume comercializado de etanol anidro no período foi de 1,09 bilhão de litros, avanço de 1,06% na comparação anual, enquanto o etanol hidratado registrou venda de 1,84 bilhão de litros, contra 1,93 bilhão de litros no mesmo período do ano passado.

No acumulado desde o início da safra até primeiro de agosto, a comercialização de etanol pelas unidades do centro-sul caiu 2,73% para 11,48 bilhões de litros.

Fonte: Reuters

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Comércio, Portos

Produtores argentinos são apresentados aos portos do Paraná

Comitiva está no Brasil para intercâmbio e visitas técnicas

A Portos do Paraná recepcionou, nesta terça-feira (20), um grupo de 27 produtores argentinos da província de Córdoba, vinculados à Associação de Cooperativas Argentinas (ACA). Eles estão realizando um intercâmbio no Brasil e aproveitaram a oportunidade para conhecer de perto o complexo portuário paranaense. A maioria dos visitantes é ligada à produção de soja, milho e trigo, e pôde observar como é feita a movimentação de cargas nos Portos de Paranaguá e Antonina.

“Mostramos a eles um pouco do que é a Portos do Paraná. Falamos sobre as principais cargas que passam por aqui, o processo logístico e apresentamos os investimentos que estão sendo feitos e os que ainda serão iniciados para impulsionar ainda mais nossas operações”, destacou o assistente administrativo André Lobo, responsável pela apresentação institucional à comitiva argentina.

De acordo com Geferson Ecker, guia e responsável pela vinda dos argentinos, a ACA é uma das maiores representantes do setor produtivo do país vizinho. “Eles têm 136 entidades associadas e estão no Brasil para entender o mercado de grãos. Estamos realizando visitas a cooperativas brasileiras, ao Porto de Paranaguá e a cerealistas. A ideia é compreender como está o mercado brasileiro neste período”, explicou.

Para o conselheiro da Cooperativa Unión de Justiniano Posse, da província de Córdoba, a maior surpresa tem sido a grandiosidade das produções no Paraná e também do Porto de Paranaguá. “Excelente a visita, excelente a atenção do Porto. No nosso caso, a principal produção envolve grãos: soja, milho e trigo. Algumas cooperativas são fortes também na produção de arroz. Temos alguma diversidade e viemos para entender como funciona a produção no Brasil e ver se podemos melhorar algo copiando o que é feito aqui”, afirmou.

Para a assessora da Diretoria de Desenvolvimento Empresarial, Anielle Silveira, receber grupos interessados na atividade portuária é muito importante para a Portos do Paraná. “Estamos sempre abertos a recepcionar comitivas como esta da Argentina, para apresentar a atuação dos Portos de Paranaguá e Antonina e fortalecer as relações com a comunidade empresarial e o setor produtivo”, finalizou.

Fonte: Portos do Paraná

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Comércio Exterior, Exportação, Industria, Informação, Negócios

Exportação de peixes: Oportunidade e desafios para a piscicultura brasileira

A piscicultura brasileira tem crescido exponencialmente nos últimos anos, e com esse avanço surgem novas oportunidades de mercado. Entre elas, a exportação de peixes/pescado tem se destacado como uma alternativa lucrativa para produtores que buscam expandir seus horizontes.

A tilápia continua sendo a espécie líder em exportação, com os Estados Unidos absorvendo cerca de 84% do volume total exportado pelo Brasil. Em 2024, o volume de tilápia exportada aumentou 102% em relação a 2023. Esse crescimento expressivo pode estar relacionado à necessidade de grandes empresas encontrarem estratégias mais rentáveis de comercialização, diante de preços internos menos
atrativos.

Mas o cenário de exportação não é favorável apenas à tilápia. Durante a Seafood Expo North America, uma das maiores feiras de negócios de pescado e frutos do mar do mundo, realizada em Boston (EUA), o tambaqui roubou a cena. A comitiva brasileira, composta por 20 empresas e representantes do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e da ApexBrasil, viu de perto o crescente interesse internacional por essa espécie nativa da Amazônia. O resultado? Negócios fechados e um novo horizonte para piscicultores que desejam entrar no mercado de exportação.

Esse interesse internacional demonstra que o Brasil tem potencial para aumentar sua produção, atendendo tanto ao mercado interno quanto externo. No entanto, para aproveitar essa oportunidade, os piscicultores precisam estar preparados para atender às exigências de qualidade do mercado internacional e, ao mesmo tempo, garantir que seus custos de produção sejam competitivos.

Confira a seguir um histórico das exportações brasileiras de peixes. Os dados são do DataLiner:

Brazilian Fish Exports Jan 2021 – Jan 2025 | TEUs

Tirar de Letra os Desafios da Eficiência na Piscicultura
Um dos principais gargalos da piscicultura brasileira é a falta de eficiência no manejo. Dados do Ministério da Pesca e Aquicultura apontam que os altos custos do setor não são apenas reflexo do preço dos insumos, mas, principalmente, da ausência de estratégias adequadas de manejo.

Em meu trabalho com piscicultores de todo o Brasil, vejo constantemente empresas que atuam há anos no setor, mas que ainda operam de forma amadora, sem planejamento eficiente. Quando aplicamos as estratégias corretas de manejo, o impacto financeiro é imediato: redução de custos, aumento da qualidade do pescado e maior facilidade na comercialização, inclusive no mercado externo.

Se você é piscicultor e deseja aproveitar a crescente demanda internacional por pescado brasileiro, a hora de agir é agora! Implementando as estratégias da Piscicultura de Alta Performance, você pode elevar sua margem de lucro e se tornar um dos protagonistas desse mercado em expansão.
A exportação de peixes é uma realidade, e aqueles que estiverem preparados irão colher os melhores resultados. Está pronto para levar sua piscicultura para o próximo nível?

Fonte: Compre Rural
Exportação de peixes: Oportunidade e desafios para a piscicultura brasileira — CompreRural

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