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Agronegócio, Comércio Exterior, Economia, Exportação, Internacional, Negócios, Notícias

Pecuaristas criam associação para exportar gado vivo direto e aumentar lucro em até 20%

União que gera resultados? Essa é a ideia dos mais de 250 pecuaristas brasileiros que estão se unindo para criar a UPEAV – União dos Pecuaristas Exportadores de Animais Vivos do Brasil.

A iniciativa promete transformar a dinâmica da exportação de gado vivo, eliminando intermediários e garantindo que os criadores negociem diretamente com compradores do mercado internacional.
As informações foram divulgadas por Adriano Caruso (@adrianocarusooficial), em seu perfil do Instagram e também através do seu site. A publicação logo ganhou a rede e tem movimentado o setor, o motivo: a busca por melhores margens no mercado pecuário.

Iniciativa busca agregar valor ao produtor
O principal objetivo da UPEAV é permitir que os próprios pecuaristas exportem seus animais vivos sem depender de tradings ou atravessadores. A expectativa é que essa venda direta possa gerar até 20% a mais no valor da arroba do boi para os associados.

Além do ganho financeiro, a associação busca oferecer mais credibilidade e transparência aos compradores internacionais, apresentando uma cadeia produtiva organizada, legalmente respaldada e sanitariamente segura.

Como vai funcionar a UPEAV
A UPEAV será responsável por estruturar e monitorar todo o processo de exportação de gado vivo. Confira os principais pontos:

Suporte completo aos pecuaristas
A associação atuará na:

  • Captação de compradores internacionais, com foco em países que possuem Acordo Sanitário com o Brasil.
  • Monitoramento operacional, logístico, sanitário e financeiro de todas as etapas.
  • Garantia de conformidade com as normas governamentais, institucionais e comerciais.
  • Disponibilização de empresas terceirizadas para serviços jurídicos, financeiros e logísticos.Negociação direta com o mercado internacional
    A UPEAV oferecerá total apoio nas negociações internacionais, incluindo:
  • Levantamento de dados de mercado.
  • Análise de margens de lucro.
  • Fechamento contratual.
  • Emissão de carta de crédito e fechamento de câmbio.Garantia sanitária e logística eficiente
    A associação contará com:
  • Equipe especializada para emissão do Certificado Zoossanitário Internacional
    (CZI).
  • Parcerias com laboratórios e veterinários credenciados.
  • Mapeamento das melhores opções de transporte terrestre e marítimo, garantindo qualidade e redução de custos.
  • Estruturação dos Estabelecimentos de Pré-Embarque (EPEs).

Cadastro e benefícios para os associados
Os pecuaristas interessados poderão se associar à UPEAV. Os membros terão acesso a:

  • Dados estratégicos de mercado em encontros privados.
  • Apoio jurídico, financeiro e logístico.
  • Participação direta nos negócios levantados.
  • Selo exclusivo de qualidade e rastreabilidade dos animais exportados.Além disso, todos os custos operacionais serão definidos coletivamente, por votação dos associados ou por um Conselho Gestor.

    Foco na captação de compradores
    A UPEAV já está em articulação com:

  • Embaixadas e Câmaras de Comércio dos países habilitados a importar gado vivo do Brasil.
  • Clientes diretos interessados na compra de animais vivos.
    O objetivo é apresentar a estrutura organizada e demonstrar que os pecuaristas brasileiros estão unidos para fornecer qualidade, segurança e logística eficiente.Como participar
    O cadastro para adesão à UPEAV já está aberto. Se você é pecuarista e deseja participar desta nova fase da exportação de gado vivo, acesse o site oficial e faça seu cadastro agora mesmo.
    Clique aqui para se cadastrar na UPEAV

    Fonte: Compre Rural
    Pecuaristas criam associação para exportar gado vivo direto e aumentar lucro em até 20% — CompreRural

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Economia, Gestão, Industria, Informação, Mercado Internacional, Negócios

Tarifas de Trump preocupam indústria de SC, que apoia negociação com os EUA e vê opções

Setor exportador aguarda com expectativas o anúncio das tarifas recíprocas prometido por Trump no dia 02 de abril, a próxima quarta-feira.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu para esta quarta-feira (02) o anúncio de tarifas recíprocas contra países que taxam importações dos EUA, mas já antecipou que todos os produtos de base florestal e automóveis importados serão tributados em 25%. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o Brasil primeiro vai negociar, posição que é apoiada pela Federação das Indústrias de SC (Fiesc), preocupada com impactos ao setor madeireiro e aos demais. Esse foi um dos temas abordados por empresários no Fórum Radar, quinta-feira (27) na Fiesc.

Atualmente, os produtos de base florestal garantem o maior faturamento na pauta de SC aos EUA. Em 2024, o estado exportou US$ 1,55 bilhão em madeiras e derivados. Desse total, US$ 765,76 milhões foram ao mercado americano. Por isso, o presidente da FiescMario Cezar de Aguiar, se reuniu na última semana com a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Tatiana Prazeres, para sugerir negociações com os EUA.

A decisão de Trump de taxar em 25% os automóveis que entram nos EUA também preocupa o setor industrial de Santa Catarina porque o estado é grande fornecedor de montadoras no mercado internacional, que exportam aos EUA. Atualmente, SC não exporta automóveis ao mercado americano.

Durante o Fórum Radar, o presidente da Fiesc perguntou para o presidente da WEG, Alberto Kuba, que conselho daria a indústrias de madeiras e derivados que exportam mais para os EUA diante da decisão de Donald Trump de taxar os produtos em 25%. O executivo da multinacional recomendou diversificar mercados, mas devagar.

– Eu acho que o sucesso da WEG foi nunca fazer mudança drástica. Nunca mudar uma direção de forma drástica. A gente sempre vai abrindo novas portas. Então, na minha visão, Mário, o mundo vai mudar. A gente vai saber qual será o grau de mudança daqui a alguns anos. E pode ser bom. Eu acho que, como você mesmo disse, esses desafios geram oportunidades. E eu acho que vale a pena, nesse momento, repensar outras alternativas, para que vocês tenham menos riscos. E aí, eu não mudaria a estratégia para os Estados Unidos. Continua vendendo, mas tente criar novas portas com os vizinhos aqui na América do Sul, com a Europa. Porque o Brasil hoje, diferentemente do que era no passado, na minha opinião, está se tornando muito competitivo – sugeriu o presidente da WEG.

Novo elemento da “Trumplência”

Para o economista e diplomata Marcos Troyjo, que falou na abertura do Fórum Radar sobre o atual momento das mudanças nos Estados Unidos e efeitos no Brasil, esta é uma fase difícil de mudanças.

– Do ponto de vista comercial e do ponto de vista de política industrial, os Estados Unidos estão se fechando. Já levaram a cabo duas rodadas de aumento de tarifas os seus parceiros do antigo NAFTA, ou seja, os Estados Unidos, o México e o Canadá. Impuseram tarifas de 20% sobre as exportações europeias. Já formalizaram duas rodadas de aumento de impostos sobre a exportação chinesa e escolheram alguns setores, como é o caso do setor automobilístico, aço e alumínio, fala-se muito em madeira, também para a imposição de novas tarifas. Tudo isso funciona como uma espécie de antessala para o dia 2 de abril, semana que vem, onde se estima, começará a vigorar a legislação de comércio justo e recíproco – analisou Marcos Troyjo.

Na avaliação dele, sso pode representar um grande desafio para o Brasil, porque se a leitura de implementação do comércio justo e recíproco for, por exemplo, harmonizar o que é a carga tributária, a carga de alíquotas que se impõe sobre produtos brasileiros, hoje tudo aquilo que os americanos exportam para o Brasil tem tarifa média de 12%. E do que o Brasil exporta para os Estados Unidos tem tarifa média de entrada no mercado americano de 1%.

O economista Marcos Troyjo avalia que são grandes variações. E se o Brasil quisesse mudar agora não conseguiria porque integra a união aduaneira do Mercosul, com a Argentina, Uruguai e Paraguai. Então, toda negociação precisa ser feita em bloco, o que demora muito tempo.

Mas Marcos Troyjo, que logo após a eleição de Donald Trump criou o termo Trumplência, para sintetizar a série de mudanças fora do comum prometidas pelo presidente dos EUA, disse que vem aí mais um elemento construtivo dessas mudanças.

– Acho que a gente está vendo um terceiro elemento construtivo da Trumplência, que é a incongruência. Incongruência entre uma série de medidas que visam a facilitação de negócios, diminuição de impostos e facilidade para atrair novas empresas para o território americano. Então digamos assim, é um empurrão liberal – avalia o economista.

FONTE: NSC Total
Tarifas de Trump preocupam indústria de SC, que apoia negociação com os EUA e vê opções – NSC Total

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UE reduzirá importações de aço em 15% após tarifas dos EUA

A Comissão Europeia vai propor uma série de medidas relacionadas ao comércio para impulsionar sua indústria metalúrgica; na imagem, bandeiras da UE na sede do órgão executivo do bloco em Bruxelas.

Reuters de Bruxelas

A UE (União Europeia) limitará a quantidade de aço que pode ser importada para o bloco, reduzindo em 15% as cotas que permitem a entrada desse material sem tarifas adicionais a partir de abril, disse uma autoridade sênior do grupo nesta 4ª feira (19.mar.2025).
A medida visa a evitar que produtos siderúrgicos importados avancem sobre o mercado europeu depois que os Estados Unidos aplicaram novas tarifas comerciais.
Os produtores de aço europeus, que enfrentam altos preços de energia e concorrência da Ásia e outras regiões, alertam que a UE corre o risco de se tornar um local de dumping de aço desviado do mercado dos EUA, o que pode acabar com as siderúrgicas da Europa….

“Durante um período em que ninguém está respeitando as regras da OMC [Organização Mundial do Comércio] e todos se referem à segurança nacional […] a UE não pode ser o único continente a deixar sua indústria desmoronar”, disse o vice-presidente executivo da Comissão Europeia, Stephane Sejourne.

Considerando que o mercado dos EUA está fazendo menos sentido comercial com a tarifa de 25% imposta pelo governo de Donald Trump (Republicano), Sejourne estima que produtores do Canadá, Índia e China procurarão vender volumes cada vez maiores de aço na Europa.

A Comissão Europeia proporá nesta 4ª feira (19.mar) uma série de medidas relacionadas ao comércio para impulsionar sua indústria metalúrgica, parte de um novo Plano de Ação Europeu para Aço e Metais. Um rascunho do plano visto pela Reuters no início desta semana mostrou que a UE estava estudando restrições às importações.

Sejourne, responsável pela definição da estratégia industrial do bloco, disse que a 1ª medida será reduzir as cotas de importação, conhecidas como salvaguardas, para vários tipos de aço a partir de 1º de abril, o que reduzirá os fluxos de entrada de material em aproximadamente 15%.

Os volumes importados dentro das cotas refletem os fluxos comerciais estabelecidos e não estão sujeitos a tarifas. Qualquer importação de aço fora da cota será atingida por uma tarifa de 25%. Desde julho de 2019, os volumes das cotas aumentaram em mais de 25%, pois o bloco está em conformidade com as regras da OMC.

Em 2024, a UE importou cerca de 60 milhões de toneladas de aço, das quais 30 milhões dentro da cota livre de tarifas.

A Comissão também estabelecerá novas medidas no 3º trimestre para substituir as salvaguardas reforçadas, que, conforme as regras da OMC, não podem ser estendidas além de 30 de junho de 2026.

Sejourne disse que o novo mecanismo será muito mais rigoroso depois dos apelos do setor. Os detalhes ainda não foram definidos.

PRODUÇÃO EUROPEIA “Também temos o desafio de prever futuras tensões, guerras e pandemias, e vimos o que aconteceu no passado com o gás russo […]. Vamos evitar que o aço de amanhã se torne o gás de ontem”, disse Sejourne.

O vice-presidente executivo da Comissão Europeia disse que o bloco não quer depender de importações de aço em um momento em que inicia a reconstrução do complexo industrial militar da UE depois da guerra na Ucrânia.

Para impulsionar ainda mais as medidas de defesa comercial existentes, espera-se que as regras de compras públicas sejam revisadas em 2026 para favorecer o aço europeu. A Comissão também introduzirá uma regra de “derretimento”, segundo o projeto do Plano de Ação para Aço e Metais. A regra impedirá os importadores de alterar a origem do metal por meio de “transformações mínimas”.

Entre as medidas não comerciais, um programa piloto com o Banco Europeu de Investimento para assegurar contratos de energia de longo prazo dará prioridade aos produtores de aço e alumínio. Os detalhes serão anunciados no 2º trimestre de 2025.

“Queremos manter nosso aço na Europa e sermos capazes de reciclá-lo na Europa. É uma questão estratégica. Não existe indústria de defesa sem aço, não existe automóvel sem aço e queremos manter nossas indústrias”, disse Sejourne….

Fonte: Poder 360
https://www.poder360.com.br/poder-economia/ue-reduzira-importacoes-de-aco-em-15-apos-tarifas-dos-eua/

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China habilita 21 empresas brasileiras para exportação de gergelim

O país asiático é o maior importador global, representando 38,4% do consumo mundial de gergelim

O governo chinês autorizou a habilitação das primeiras 21 empresas brasileiras para exportação de gergelim. O país asiático, maior importador global do produto, responde por 38,4% do consumo mundial da semente, o que demonstra o potencial como um mercado estratégico para o agronegócio brasileiro.

A conquista desse mercado aconteceu no final de 2024, em visita do Presidente chinês Xi Jinping ao Brasil, todavia, a liberação das empresas exportadoras só foi oficializada na última semana, em um processo normal de acreditação das empresas. Hoje, o Brasil ocupa a sétima posição no ranking mundial de exportação de gergelim, representando 5,31% do comércio global. Entre os principais estados produtores estão Mato Grosso, Goiás, Pará e Tocantins, enquanto Bahia, Minas Gerais, Maranhão e Rondônia apresentam grande potencial de crescimento na cultura.

Em 2023, a China importou US$ 1,53 bilhão deste produto, um reflexo direto da alta demanda pelo produto e que torna a China o principal comprador internacional de gergelim. No Brasil, a semente vem ganhando espaço como opção de segunda safra, contribuindo para a diversificação e expansão do agronegócio nacional.

Com essas novas oportunidades, o Brasil amplia sua presença no mercado internacional e fortalece sua produção agropecuária.

FONTE: MAPA.gov
China habilita 21 empresas brasileiras para exportação de gergelim — Ministério da Agricultura e Pecuária

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Brasil se torna o maior exportador de algodão do mundo pela primeira vez

Pela primeira vez, o Brasil se tornou o maior exportador de algodão do mundo. Resultado de décadas de investimentos em tecnologia no campo. É um trabalho manual e cuidadoso pra desenvolver novas variedades de algodão que vão cobrir de branco terras do Brasil. Em Trindade, Goiás, fica uma das cinco empresas de pesquisa de melhoramento genético de sementes da pluma.

“A gente busca hoje materiais ou plantas que se adaptam às diversas regiões do nosso país, que sejam altamente produtivas, que também agreguem cada vez mais em qualidade de fibra, para atender não só o mercado interno nosso, como também o mercado externo”, diz Reginaldo Roberto Luders, gerente de Melhoramento de Algodão.

No campo, a produção vem batendo recordes sucessivos, o que tornou o Brasil o maior exportador de algodão do mundo, desbancando os Estados Unidos, que por mais de vinte anos liderava o ranking.

“Na realidade, o Brasil vem se posicionando no mercado já com muitas atividades e muitas estratégias para chegar a esse momento. Começa desde a seleção da variedade, preparo o solo, o manejo desse cultivo como um todo, depois o processo de colheita, beneficiamento, tudo isso impacta para ter um bom resultado da safra”, diz Warley Palota, gerente de Marketing de Cultivo do Algodão.

A qualidade do algodão produzido no nosso país tem despertado o interesse da indústria têxtil em várias partes do mundo. A fibra brasileira é considerada muito resistente. A espessura e o comprimento dela também atendem às exigências do mercado internacional.

Brasil se torna o maior exportador de algodão do mundo — Foto: Reprodução/TV Globo

Brasil se torna o maior exportador de algodão do mundo — Foto: Reprodução/TV Globo

É para ver de perto como funciona toda essa cadeia produtiva que os compradores estrangeiros estão desembarcando no Brasil.

“A qualidade do algodão, depois de ver pessoalmente, eu posso dizer que é de uma qualidade extremamente superior”, diz uma compradora de Bangladesh.

Um comprador paquistanês também se surpreendeu e disse estar “impressionado com a capacidade de plantio de algodão aqui e a quantidade de tecnologia usada”.

Cento e cinquenta países já compram o algodão brasileiro, mas a intenção é conquistar novos mercados. Para isso, a pluma é testada em laboratórios onde ganha um selo de qualidade.

“Aqui é o trabalho final, aqui a gente tá comprovando que aquele produto ele é de qualidade. O comprador, principalmente o comprador externo, ele quer ter essa certeza que essa análise tá sendo feita de forma correta e com equipamentos de última geração”, conta Rhudson Assolari, gerente do laboratório AGOPA.

Se depender de pesquisas e da disposição do agricultor, o Brasil promete seguir na liderança mundial de exportação por muitos anos.

“O algodão brasileiro tem qualidade e tem preço, então ele é bem demandado. Nos torna competitivo mundialmente”, diz o produtor rural Carlos Moresco.

FONTE: G1
Com produção recorde, Brasil se torna o maior exportador de algodão do mundo pela primeira vez | Jornal Nacional | G1

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Tarifas da China em resposta a Trump começam a valer, diz jornal

Medida é resposta ao americano, que impôs taxação de 10% sobre os produtos chineses importados para os EUA.

A China impôs neste domingo (9) tarifas de 10% e 15% sobre importações dos Estados Unidos , como continuação de sua resposta às taxações norte-americanas determinadas pelo presidente Donald Trump sobre produtos chineses, de acordo com o jornal “Financial Times”.

A medida pode afetar cerca de U$ 14 bilhões em produtos. O país determinou taxas de 15% para carvão e Gás Natural Liquefeito (GNL) dos EUA e 10% para petróleo bruto, equipamentos agrícolas e alguns automóveis.

As tarifas são uma resposta à iniciativa americana, que na terça-feira (4) começou a aplicar taxas de 10% em todas as importações chinesas para os EUA, depois que Trump afirmou que a China não fazia o suficiente para interromper o fluxo de drogas ilícitas para os Estados Unidos.

Ainda neste domingo, o presidente americano afirmou que vai anunciar nesta segunda (10) tarifas de 25% sobre todas as importações de aço e alumínio, segundo a agência de notícias Reuters.

Mais cedo, o chanceler alemão Olaf Scholz afirmou em um debate eleitoral que a União Europeia conseguiria retaliar “em uma hora” caso taxas americanas afetassem o bloco.

Além das medidas tarifárias, a China já avisou que pretende iniciar uma investigação antitruste contra a Alphabet Inc, dona do Google, enquanto incluía tanto a PVH Corp, holding de marcas como Calvin Klein, quanto a empresa de biotecnologia americana Illumina em sua “lista de entidades não confiáveis”.

As tarifas de Trump

Na segunda-feira (3), Trump suspendeu sua ameaça de tarifas de 25% sobre o México e o Canadá no último minuto, concordando com uma pausa de 30 dias em troca de concessões sobre o controle de fronteiras e a aplicação de leis contra o crime com os dois países vizinhos.

Porém, não houve o mesmo alívio para a China. Um porta-voz da Casa Branca disse que Trump não conversaria com o presidente chinês Xi Jinping no começo desta semana.

https://g1.globo.com/jornal-nacional/video/a-guerra-das-tarifas-trump-mostra-que-vai-usar-taticas-de-intimidacao-ate-contra-aliados-13312605.ghtml

Durante seu primeiro mandato, em 2018, Trump iniciou uma guerra comercial de dois anos com a China devido ao enorme superávit comercial dos EUA, com tarifas recíprocas sobre centenas de bilhões de dólares em bens, desestruturando cadeias globais de suprimento e prejudicando a economia mundial.

“A guerra comercial está em estágios iniciais, então a probabilidade de novas tarifas é alta”, disse a Oxford Economics em uma nota, ao reduzir sua previsão de crescimento econômico da China.

Trump advertiu que poderia aumentar as tarifas sobre a China ainda mais, a menos que Pequim interrompesse o fluxo de fentanil, um opioide mortal, para os Estados Unidos.

“Espero que a China pare de nos enviar fentanil e, se não o fizerem, as tarifas vão subir substancialmente”, disse ele na segunda-feira.

A China chamou o fentanil de problema dos EUA e afirmou que desafiaria as tarifas na Organização Mundial do Comércio (OMC) e tomaria outras contramedidas, mas também deixou a porta aberta para negociações.

Os EUA são uma fonte relativamente pequena de petróleo bruto para a China, representando 1,7% das suas importações no ano passado, no valor de cerca de US$ 6 bilhões.

“Diferentemente do Canadá e do México, é claramente mais difícil para os EUA e a China chegarem a um acordo sobre as demandas econômicas e políticas de Trump. O otimismo anterior do mercado sobre um acordo rápido ainda parece incerto”, disse Gary Ng, economista sênior do Natixis em Hong Kong, ouvido pela Reuters.

“Mesmo que os dois países possam chegar a um acordo sobre alguns pontos, é possível que as tarifas continuem sendo usadas como uma ferramenta recorrente, o que pode ser uma fonte de volatilidade no mercado este ano.”

Fonte G1
https://g1.globo.com/google/amp/economia/noticia/2025/02/09/china-impoe-tarifas-de-10percent-e-15percent-em-importacoes-de-produtos-dos-eua-em-retaliacao-a-trump.ghtml

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SC exporta US$ 1,04 bilhão em novembro

Carnes de aves e de suínos lideram vendas externas, seguidas de motores elétricos e partes de motores; importações somam US$ 2,85 bilhões no mês

Florianópolis, 13.12.24 – As exportações catarinenses atingiram US$ 1,04 bilhão em novembro, puxadas pelas vendas de proteína animal, motores elétricos e partes de motor. No acumulado de 2024 até novembro, as exportações atingiram US$ 10,66 bilhões.

De acordo com dados do Observatório FIESC, as vendas de carnes de aves lideraram o ranking, atingindo US$ 182,3 milhões em novembro, um incremento de 17,6% em relação a novembro do ano anterior. As vendas ao exterior de carnes suínas apresentaram um incremento de 22,4% no período, somando US$ 146,32 milhões. Na terceira posição, a exportação de motores elétricos alcançou US$ 57,55 milhões, um incremento de 22,5%. Partes de motor, o 4º item no ranking, contabilizou vendas de US$ 41 milhões no mês.

Já a soja, item tradicional na pauta de exportações catarinenses, apresentou recuo de vendas de 74,9%, para US$ 21,9 milhões em novembro. De janeiro a novembro a redução chega a 20,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo a economista Camila Morais, do Observatório FIESC, os números refletem uma redução do volume vendido e também recuo dos preços da commodity no mercado internacional.

No acumulado do ano, além da proteína animal, destacam-se as exportações de motores elétricos, com incremento de 24,9%, para US$ 630,5 milhões. Produtos de base florestal também contribuíram para minimizar o impacto do recuo das exportações de soja. Madeira serrada apresentou um aumento de 9% nas exportações no ano, enquanto obras de carpintaria para construções cresceu 10,6% e madeira compensada apresentou avanço de 17,6%.

Importações
No mês de novembro, as importações catarinenses somaram US$ 2,85 bilhões, elevando o acumulado do ano para US$ 31 bilhões. Os destaques do mês foram cobre refinado, totalizando US$ 120 milhões, fertilizantes nitrogenados (US$ 76,9 milhões), partes e acessórios para veículos (US$ 74,2 milhões) e pneus de borracha (US$ 59 milhões).

No ano, as compras de cobre apresentaram um incremento de 37,5% contra o acumulado de 2023 até novembro, para US$ 1,29 bilhão. Produtos do setor automotivo também se destacaram no acumulado de janeiro a novembro, com partes e acessórios para veículos crescendo 33,4%, pneus de borracha aumentando 17,8% e veículos apresentando incremento de 34,2% nas importações.

Parceiros comerciais
Os Estados Unidos seguem como o principal destino das exportações de SC no ano, tendo comprado US$ 1,6 bilhão do estado, um aumento de 2,1% frente a igual período do ano passado. A China é o segundo maior comprador no acumulado do ano até novembro, com US$ 1,18 bilhão, um recuo de 25,3%.

O México ocupa a terceira posição entre os principais destinos dos produtos catarinenses, tendo comprado 13,4% a maior do que no ano anterior. O Japão também se destacou como destino, apresentando um incremento de 46,6% no período.

Em relação às importações, a principal origem foi a China, com um aumento de 26,8%, para US$ 13,4 bilhões no acumulado do ano. Os Estados Unidos são o segundo principal vendedor para o estado, com US$ 2,04 bilhões, um acréscimo de 7,4% no período. O Chile aparece como terceira principal origem das importações, por conta do cobre refinado. SC importou do país latinoamericano US$ 1,97 bilhão, um crescimento de 21,1%.

FONTE: FIESC
https://fiesc.com.br/pt-br/imprensa/sc-exporta-us-104-bilhao-em-novembro?utm_campaign=gecorrp__newsletter_fiesc_16122024&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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João Librelato assume Diretoria Comercial da Librelato

Com especializações em instituições como Nova School of Business and Economics, Saint Paul Escola de Negócios e Insper, João Librelato assume a posição em 1º de janeiro.

A Librelato, uma das três maiores empresas de implementos rodoviários do Brasil, anunciou a nomeação de João Librelato como novo diretor comercial a partir do dia 1º de janeiro de 2025. Segundo a empresa, a mudança tem como objetivo fortalecer e ampliar a estratégia tanto no mercado interno quanto na expansão internacional, focando na satisfação do cliente e na capilaridade da rede.

Para João Librelato, um dos principais desafios na nova função é “integrar as frentes operacionais e estratégicas da empresa, consolidando sua relevância no setor de implementos rodoviários e ampliando o market-share da marca Librelato em novos mercados”.

Com formação acadêmica e experiências alinhadas às demandas do setor, João Librelato possui especializações em instituições como Nova School of Business and Economics, Saint Paul Escola de Negócios e Insper. Ele também é graduado em Engenharia de Produção pela Universidade do Extremo Sul Catarinense.

Nos últimos anos, João Librelato desempenhou funções estratégicas na Librelato, como gerente de estratégia e serviços, coordenador de novos negócios e analista de planejamento estratégico.

Momento estratégico para a Librelato

A transição ocorre em um momento em que a Librelato busca consolidar sua posição de liderança no Brasil e expandir sua participação em mercados internacionais. Fundada em 1969, a empresa tem sede em Içara, Santa Catarina, e opera em diversos países, oferecendo soluções personalizadas em implementos rodoviários para os setores de logística e transporte.

O CEO Roberto Lopes Júnior destacou a importância da nomeação para a continuidade dos projetos estratégicos da empresa. Segundo ele, a experiência de João Librelato e seu histórico na organização representam um ativo valioso para as metas futuras.

João Librelato substituirá Silvio Campos, a quem a empresa deseja sucesso em seus próximos desafios profissionais.

Com informações da Librelato.

Fonte: FIESC
https://fiesc.com.br/pt-br/imprensa/joao-librelato-assume-diretoria-comercial-da-librelato?utm_campaign=gecorrp__newsletter_fiesc_03122024&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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Alckmin reforça alinhamento entre as prioridades do B20 e do G20

Como anfitrião do G20 e do B20, o Brasil desempenha papel essencial na promoção da cooperação global em áreas cruciais como comércio sustentável, igualdade de gênero e transição verde.

 

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) discursou nesta sexta-feira (25), no B20 Summit Brasil, evento de encerramento do principal fórum do setor privado do G20. Ele enfatizou a forte convergência entre as recomendações do setor privado e as prioridades do G20. Como anfitrião do G20 e do B20, o Brasil desempenha papel essencial na promoção da cooperação global em áreas cruciais como comércio sustentável, igualdade de gênero e transição verde.

“Juntos, B20 e G20 compartilham uma visão comum: reformar o sistema de comércio global para enfrentar os desafios do século XXI e criar um mundo mais conectado, sustentável e inclusivo”, afirmou.

Ele ressaltou a importância de que as recomendações estratégicas do B20 representem os interesses e desafios do setor privado, incluindo a reforma do sistema de comércio, investimentos em infraestrutura verde e inovação tecnológica, além de promover a equidade de gênero. “O alinhamento dessas pautas com as metas do G20 visa construir um sistema econômico global mais justo e sustentável”, disse.

Alckmin reiterou que o Brasil, como anfitrião do G20, defende um sistema de comércio multilateral inclusivo e justo, beneficiando economias de todos os níveis. Ele destacou os compromissos assumidos pelo G20, sob liderança brasileira, para fortalecer o comércio sustentável e adotar práticas regulatórias, como a contagem de pegada de carbono e a eliminação de barreiras unilaterais.

“A aceleração de uma transição justa para uma economia neutra em carbono é uma prioridade compartilhada”, reforçou, mencionando programas como o Mover e o Combustível do Futuro, que promovem o uso de biocombustíveis. Ele também destacou o papel de iniciativas como o B20 Climate Hub e o Carbon Center of Excellence, que impulsionam soluções sustentáveis no setor privado.

Outro tema essencial abordado foi a promoção de diversidade e inclusão no comércio internacional. Alckmin destacou os avanços do Brasil com programas como “Elas Exportam” e “Women in Trade”, que incentivam a liderança feminina no setor exportador. Essa pauta foi tratada como prioridade pela primeira vez na reunião de ministros do G20.

O vice-presidente também sublinhou a importância de capacitar a força de trabalho para o futuro, com foco em competências digitais e sustentáveis, em linha com as recomendações do B20 para requalificação profissional. “A preparação de uma força de trabalho resiliente e capacitada é uma das bases para o crescimento sustentável”, afirmou.

Sobre as cadeias globais de valor, ele enfatizou a importância de fortalecê-las contra interrupções, um tema urgente para o G20.

O Ministro concluiu expressando otimismo em relação às perspectivas econômicas do Brasil e seu papel na moldagem da agenda econômica global.

Fotos: Cadu Gomes/VPR

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Vendas globais de veículos elétricos atingem 1,69 milhões em setembro: China se mantém na liderança

O mercado de veículos elétricos e híbridos plug-in apresentou um crescimento significativo em setembro de 2024, com um aumento global de 30,5%, totalizando 1,69 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.

Esse aumento foi impulsionado principalmente pelo mercado chinês, que continua a ser um líder global nas vendas de veículos elétricos.
A Europa também desempenhou um papel crucial nesse crescimento, com um aumento de 4,2% nas vendas no continente, totalizando 300 mil unidades. O Reino Unido, em particular, registrou um crescimento significativo de 24% nas vendas, contribuindo para a recuperação do mercado europeu. Conheça também a lista com os 10 carros mais econômicos para 2025.

Como a China Impulsiona o Mercado Global de Veículos Elétricos?

A China continua a ser o motor central do mercado de veículos elétricos, com um aumento impressionante de 47,9% nas vendas, atingindo 1,12 milhões de unidades. Esse crescimento é atribuído a políticas agressivas de incentivo do governo chinês, que tornaram os veículos elétricos mais acessíveis ao público em geral. As estratégias do país incluem subsídios governamentais e isenções fiscais, o que tem estimulado tanto a produção quanto a compra de veículos elétricos.

A Europa tem mostrado uma tendência crescente nas vendas de veículos elétricos, mas enfrenta desafios específicos. Na França, por exemplo, o governo anunciou a redução do apoio estatal aos compradores, o que pode afetar as vendas futuras. Em contraste, a Alemanha implementou um desagravamento fiscal para empresas, incentivando a aquisição de veículos elétricos por meio de incentivos fiscais. Este movimento é visto como um passo para estimular a transição ecológica no país.

Como está o Mercado de Veículos Elétricos na América do Norte?

Nos Estados Unidos e no Canadá, o crescimento das vendas de veículos elétricos foi mais modesto, registrando um aumento de 4,3%, com 150 mil unidades vendidas. Os analistas apontam que o cenário político nos Estados Unidos, especialmente considerando as eleições futuras, pode trazer incertezas para o mercado de veículos elétricos. No entanto, há um movimento crescente de investimento em infraestrutura para veículos elétricos, o que pode impulsionar as vendas nos próximos anos.

Perspectivas Futuras para o Mercado de Veículos Elétricos

A evolução do mercado de veículos elétricos é um reflexo das mudanças nas políticas ambientais globais e do aumento da conscientização sobre questões climáticas. A expectativa é de que as vendas globais continuem a crescer, especialmente com o contínuo apoio governamental em regiões estratégicas. À medida que a tecnologia avança, é provável que os veículos elétricos se tornem cada vez mais acessíveis e populares entre os consumidores.

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