Investimento

Incentivo do Governo do Estado garante investimento privado de R$ 1,1 bilhão para expansão fabril da WEG em Santa Catarina

Instalação de nova unidade no Norte do Estado e ampliação da fábrica em Jaraguá do Sul devem gerar cerca de 3,1 mil empregos diretos e indiretos – Foto: Leo Munhoz / SECOM 

Com o objetivo de garantir R$ 1,1 bilhão em investimentos privados e a geração de 3,1 mil empregos diretos e indiretos em Santa Catarina, o governador Jorginho Mello anunciou, nesta terça-feira, 30, apoio à expansão fabril da WEG S.A.

Em solenidade realizada em Jaraguá do Sul, a WEG foi oficialmente contemplada pelo Governo do Estado com o chamado Tratamento Tributário Diferenciado (TTD) 489. O contrato, assinado pelo governador Jorginho Mello e pelo CEO Alberto Kuba, garante incentivos fiscais à multinacional até 2029.

“Um dos meus compromissos é apoiar qualquer iniciativa que traga mais inovação, desenvolvimento e oportunidades para quem vive e trabalha em Santa Catarina. E a WEG atende a todos estes pré-requisitos, é uma multinacional que tem no DNA a inovação e a tecnologia e está expandindo seus negócios, ganhando ainda mais competitividade e levando o nome do nosso estado para o mundo”, disse o governador Jorginho Mello, durante solenidade realizada pela WEG.

A exemplo do apoio que é concedido a outras empresas contempladas pelo Governo do Estado com o TTD 489, a WEG terá autorização para usar limites adicionais na transferência de créditos acumulados de ICMS. O valor voltará aos cofres públicos com o incremento do imposto gerado a partir dos novos projetos da companhia. 

Secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert observou que os incentivos praticados pelo Estado fortalecem a competitividade e o ambiente de negócios em Santa Catarina. “O estímulo fiscal não é apenas um benefício à empresa, mas um movimento estratégico voltado à inovação, à geração de empregos e ao futuro do nosso estado. Ao apoiar iniciativas que ampliam nossa capacidade produtiva, garantimos ainda mais protagonismo para Santa Catarina no cenário nacional, atraindo novos negócios e oportunidades para os catarinenses”, reforçou.

Maior investimento da história da multinacional

O investimento de R$ 1,1 bilhão é considerado o maior da história da WEG. Serão cerca de R$ 900 milhões para a construção de um novo parque fabril e outros R$ 160 milhões na expansão da unidade já instalada em Jaraguá do Sul. Os dois projetos têm como objetivo o aumento do portifólio de produtos e da capacidade produtiva da WEG Energia. 

“O novo investimento, pensado para atender às demandas da transição energética, transforma nossa região em um dos principais centros de excelência de máquinas elétricas girantes do mundo. O apoio do Governo de SC foi decisivo para viabilizar esse projeto. Essa parceria entre o setor público e a iniciativa privada mostra como o diálogo e a colaboração podem transformar o futuro”, disse o CEO da WEG, Alberto Kuba.

A nova fábrica deve ser construída em município no Norte do estado. Na unidade, serão produzidos equipamentos de grande porte, como por exemplo compensadores síncronos de até 330 MVAr, turbogeradores de até 200 MVA e motores de indução de alta rotação. A linha possibilitará a WEG aumentar o escopo de prestação de serviços para motores, geradores e turbina hidráulica até 300 MVA. 

A decisão da WEG de instalar mais um parque fabril em Santa Catarina leva em conta fatores estratégicos como a disponibilidade de mão de obra qualificada e a logística, com acessos à BR-101, à BR-280 e aos portos catarinenses. Somente nesta nova unidade, serão 800 empregos diretos. 

Já na expansão da fábrica instalada em Jaraguá do Sul, serão adicionados 11.250 metros quadrados de área produtiva, obra que garante suporte à alta nas demandas e também sustenta o crescimento da multinacional. 

O ato realizado na WEG nesta terça-feira também contou com a presença dos secretários Silvio Dreveck (SICOS), Edgard Usuy (SCTI), Paulo Bornhausen (SAI) e Renato Lacerda (InvestSC).

*Com informações da Assessoria de Comunicação da WEG

FONTE: Agência de Notícias SECOM
IMAGENS: Leo Munhoz / SECOM

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Investimento

Estaleiro em Itajaí (SC) receberá investimento de R$ 2,5 bilhões do Fundo da Marinha Mercante para novas embarcações

Serão oito novos navios para a frota; investimento vai gerar mais de 4 mil empregos e fortalecer a indústria naval brasileira

Com recursos do Fundo da Marinha Mercante, a Starnav Serviços Marítimos assinou, nessa segunda-feira (22) em Itajaí (SC), um contrato de financiamento de R$ 2,5 bilhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção de oito embarcações no estaleiro Detroit Brasil.

As embarcações que serão construídas incluem quatro navios do tipo Platform Supply Vessel (PSV) e quatro da classe Oil Spill Recovery Vessel (OSRV), todos com motorização híbrida (diesel-elétrica com banco de baterias). A expectativa é reduzir em cerca de 18% as emissões de gases de efeito estufa em relação à frota atual, além de ampliar a capacidade de apoio às operações de petróleo e gás offshore.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, ressaltou o papel estratégico do FMM para o setor naval brasileiro. “O Fundo é fundamental para apoiar a construção de embarcações no país. Esta assinatura reforça nosso compromisso com o crescimento do setor naval e portuário, com a geração de emprego e renda para a região e contribui para a inovação tecnológica e a sustentabilidade”, afirmou. O Ministério de Portos e Aeroportos é o responsável pela gestão do Fundo.

Durante a fase de construção, o estaleiro Detroit Brasil deve gerar 4.500 empregos diretos, movimentando a economia local e fortalecendo a cadeia produtiva nacional. Após a conclusão, os navios serão afretados pela Petrobras em contratos de 12 anos.

Para o secretário Nacional de Hidrovias e Navegação, Dino Antunes, o projeto vai fortalecer e gerar empregos para o setor naval. “Investimentos como este fortalecem a infraestrutura de navegação, aumentam a eficiência do transporte, geram empregos e promovem operações mais sustentáveis. Esse projeto em parceria com o BNDES, representa um passo importante para consolidar a indústria naval e aprimorar a logística brasileira”, destacou o secretário.

Durante o evento, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou a importância do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para impulsionar o investimento na indústria naval de Santa Catarina. “Estamos aprovando R$ 2,5 bilhões para a construção de oito embarcações no estaleiro Detroit Brasil, que contarão com tecnologia híbrida a diesel e baterias de lítio. Essa iniciativa reforça o esforço do governo federal para fortalecer a indústria naval e a infraestrutura do estado”, concluiu.

Participaram também da cerimônia o presidente do Sebrae, Décio Lima; o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Gilberto Seleme; e o superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos.

Fontes:
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

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Portos

Governo assina contrato do PAR14 e empresa investirá R$ 1,2 bilhão no Porto de Paranaguá

O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou, na última quinta-feira (18) o contrato de arrendamento da área PAR14, da Portos do Paraná, com a empresa BTG Pactual Commodities Sertrading, vencedora do leilão. O certame, realizado em abril na Bolsa de Valores do Brasil (B3), prevê um investimento de R$ 1,2 bilhão na chamada poligonal do Porto de Paranaguá.

O PAR14 é formado por espaços que já são operacionais, como o terminal de granéis e o Silo Público, além de uma área greenfield (que pode receber edificações). De acordo com o contrato, o BTG fará melhorias na área de 82,4 mil m², que totalizam R$ 529 milhões. Outro compromisso é o aporte de R$ 477 milhões para a construção da primeira fase do Píer em “T”.

Além dos investimentos obrigatórios, o BTG vai repassar à Portos do Paraná R$ 225 milhões referentes à outorga do leilão. O valor será aplicado em diversos projetos de melhoria de infraestrutura do próprio porto. O BTG já pagou a primeira parcela, no valor de R$ 33,7 milhões.

De acordo com o governador, a oficialização do arrendamento é estratégica para o Porto de Paranaguá. “É um investimento bilionário que vai ampliar a capacidade de exportação com mais quatro berços, garantindo que o Porto de Paranaguá continue sendo o mais eficiente do Brasil”, destacou.

“Esse conjunto de cifras que engloba o contrato e a outorga vai aquecer a economia do nosso Litoral, principalmente na geração de emprego e renda que, consequentemente, movimenta o comércio e outros setores”, complementou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Segundo o chairman e sênior partner do BTG, André Esteves, serão gerados mais de 1,6 mil empregos diretos e outros 3,4 mil indiretos. “No fundo é isso que faz a sociedade evoluir. É a crença no potencial do Brasil que promove investimentos como o nosso aqui em Paranaguá, que se transformam em emprego e dignidade para quem de fato faz o País evoluir”, declarou.

André Esteves também garantiu que a preferência de contratação será de moradores da região litorânea do Estado. “A geração de emprego começa agora, com o início das obras, mas também vai garantir vagas para quando o terminal e o novo píer estiverem prontos”, apontou.

Em até sete anos, a empresa deverá fazer a expansão da capacidade estática total para, no mínimo, 323 mil toneladas, ou compatível com a capacidade dinâmica prevista de, no mínimo, 6,8 milhões de toneladas/ano, após a conclusão dos investimentos.

A arrendatária deverá fazer melhorias no sistema de recepção rodoviária para atender à demanda projetada para o terminal, incluindo a instalação de novas balanças e novos tombadores, além da conexão com o Moegão, obra de mais de R$ 650 milhões que irá conectar 11 terminais e ampliar a capacidade ferroviária.

LEILÕES – O leilão da área PAR14 ocorreu em abril deste ano junto com outras duas áreas do Porto de Paranaguá, o PAR15 e o PAR25. Ao todo, os lances dos três arrendamentos alcançaram R$ 855 milhões. Todas as empresas já pagaram o primeiro aporte das outorgas para a confirmação do contrato.

Somente em obrigações contratuais, os três PARs irão gerar um investimento de R$ 2,2 bilhões nos próximos anos, incluindo as melhorias das áreas arrendadas e os aportes para a primeira fase do Píer em “T”.

A assinatura dos contratos de concessão de arrendamento dos PARs 15 e 25 será agendada para as próximas semanas. Com isso, as empresas também poderão iniciar a estruturação de seus espaços.

Apesar de haver um prazo de execução das melhorias, todas as arrendatárias se manifestaram à presidência da Portos do Paraná, de forma oficial, sobre a intenção de iniciar suas atividades o mais rápido possível.

Com isso, a expectativa é que a primeira fase do Píer em “T”, por exemplo, seja concluída em até três anos após a concretização de todo o processo de posse das áreas.

Com o arrendamento dos três PARs, a Portos do Paraná alcançou a marca de oito leilões realizados e atingiu 100% da regularização das próprias áreas, tornando-se a primeira autoridade portuária do Brasil a conquistar esse feito.

PÍER EM T – O governador Carlos Massa Ratinho Junior também já anunciou o investimento de R$ 1 bilhão do Estado para a construção do Píer em T, que vai ampliar a capacidade de movimentação de cargas no terminal. Esse valor se soma aos investimentos.

Fonte: Portos do Paraná

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Investimento

Fundo da Marinha Mercante aprova R$ 4 bilhões em novos projetos

Construção de embarcações, modernizações e novo dique flutuante integram pacote para indústria naval brasileiras

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), por meio do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), aprovou 14 novos projetos, no valor de R$ 4 bilhões, durante a 60ª Reunião Ordinária realizada na quinta-feira (18). As iniciativas incluem construção, modernização, docagem, manutenção e reparo de embarcações, além da construção de um dique flutuante, elevando para R$ 28 bilhões o total de projetos já aprovados neste ano de 2025.

Um dos destaques é a aprovação da construção de seis OSRVs (Oil Spill Response Vessel), navios especializados no combate a vazamentos de óleo e emergências ambientais no mar, solicitados pela CMM Offshore Brasil S/A. O investimento de R$ 2,97 bilhões prevê a geração de 6.795 empregos diretos no Estaleiro Enseada, na Bahia, contribuindo para a renovação da frota afretada pela Petrobras e para o fortalecimento da indústria naval brasileira.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a decisão reafirma o compromisso do Governo Federal em modernizar a frota da marinha mercante e ampliar a competitividade do Brasil. “Os estados brasileiros terão papel estratégico com a construção dos navios OSRVs no Estaleiro Enseada, iniciativa que vai gerar empregos, renda e expandir a capacidade produtiva do país”, afirmou.

Para o secretário Nacional de Hidrovias e Navegação, Dino Antunes, os projetos aprovados representam um avanço significativo para o setor. “Investimentos como esses são fundamentais para consolidar a infraestrutura da navegação nacional e ampliar a eficiência do transporte fluvial. Além de gerar empregos, fortalecem a logística brasileira e garantem maior sustentabilidade nas operações marítimas e costeiras”, ressaltou o secretário.

Na reunião também foram apresentados os resultados obtidos em 2025 até o mês de agosto, que contemplam R$ 24 bilhões em projetos priorizados, R$ 1 bilhão em projetos já contratados e R$ 1 bilhão em repasses de recursos do FMM à indústria naval.   

Investimentos regionais

Além do projeto aprovado na Bahia, os demais investimentos somam R$ 1,05 bilhão, distribuídos em diferentes estados. A Navegação Guarita, sediada no Rio Grande do Sul, recebeu aprovação para construir, em estaleiros do Pará, quatro navios-tanque e três barcaças-tanque, no valor de R$ 312,8 milhões, além de um rebocador e empurradores em Santa Catarina, avaliados em R$ 63,3 milhões.

No Amazonas, a Navegação Cunha teve aprovado um projeto de R$ 103,4 milhões para a construção de 21 balsas graneleiras, enquanto a Metalmar Industrial e Naval, também amazonense, recebeu autorização para investir R$ 18,2 milhões em um dique flutuante.

Em Santa Catarina, a BRAM, empresa fluminense, obteve aprovação para modernizar o AHTS Campos Contender e o PSV Bram Bravo, em projeto de R$ 26,6 milhões.

A Empresa de Navegação Elcano, com sede no Rio de Janeiro, recebeu autorização para realizar a docagem de um navio gaseiro em Pernambuco, no valor de R$ 7,3 milhões, além de uma docagem intermediária no Rio de Janeiro, de R$ 16,4 milhões. Já a Wilson Sons Offshore, também fluminense, obteve aprovação para executar serviços de docagem e manutenção de motor, em investimento de R$ 40,7 milhões.

Ainda no Rio de Janeiro, a Oceanpact recebeu aprovação para modernizar o OTSV Ilha do Mosqueiro, em projeto de R$ 21,3 milhões. No total, esses investimentos têm o potencial de gerar 12,2 mil empregos diretos, impulsionando o desenvolvimento regional e fortalecendo a economia nacional.

Fundo da Marinha Mercante

Criado para apoiar a marinha mercante e a indústria naval brasileira, o Fundo da Marinha Mercante (FMM) é administrado pelo Ministério de Portos e Aeroportos, por meio do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), e opera com agentes financeiros como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); o Banco do Brasil (BB); Banco da Amazônia (BASA); Banco do Nordeste do Brasil (BNB); e a Caixa Econômica Federal (CAIXA).

O prazo para envio de projetos à 61ª Reunião Ordinária, marcada para 11 de dezembro, termina em 13 de outubro. Conforme a Portaria Minfra 1.460/2022, novos projetos têm até 450 dias para contratação do financiamento, prazo reduzido para 180 dias em caso de prorrogação.

O Fundo pode financiar até 90% do valor, com condições que variam conforme o conteúdo nacional e o tipo de embarcação, segundo a Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) 5.225/2025.

Fonte: Modais em Foco

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Investimento

BNDES financia investimento de R$ 390 milhões no Chile com equipamentos WEG

Com linha de financiamento Exim Pós-embarque, a empresa brasileira Alupar, por meio da sua subsidiária chilena Sincro Energia del Desierto, vai instalar infraestrutura de energia usando equipamentos WEG

Uma das ações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) BNDES para aquecer mais a economia brasileira é o financiamento a exportações por meio da linha Exim Pós-embarque. Nesta quarta-feira, o banco informou que aprovou financiamento de US$ 71,4 milhões (R$ 390 milhões) para a Sincro Energía del Desierto (SED), subsidiária chilena do Grupo Alupar Investimento S/A, do Brasil. Esse projeto será instalado com produtos da multinacional catarinense WEG, impulsionando assim a indústria de Jaraguá do Sul.

Para atender a esse projeto, a WEG vai exportar compensadores síncronos, transformadores de força e sistemas auxiliares para duas novas subestações de energia elétrica no país, localizadas nas províncias de Antofagasta e Atacama.

Segundo o BNDES, com esse investimento, a SED contribuirá para o fortalecimento da infraestrutura de transmissão elétrica no Chile, assegurando maior confiabilidade no fornecimento de energia em uma região estratégica para a expansão das fontes renováveis. As subestações Ana María e Illapa serão operadas pela Alupar por um período de 25 anos.

-O apoio do BNDES às exportações de empresas brasileiras para diferentes mercados internacionais é essencial para fortalecer a indústria nacional e a geração de empregos dentro do Brasil. Mas também cumpre a função, sob a condução do presidente Lula, de contribuir com o que país seja capaz de buscar cada vez mais parceiros comerciais mundo afora, evitando que medidas individuais comprometam o desempenho da economia – disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

– O apoio do BNDES reforça a estratégia de consolidar a expansão regional da Alupar, única transmissora 100% brasileira a desenvolver e operar projetos em diversos países da América Latina. Após consolidar sua presença no Brasil, a companhia expandiu sua atuação para o Peru e para a Colômbia e reforça sua posição no Chile, retornando ao país após uma experiência bem-sucedida entre 2005 e 2016 – afirmou Luiz Coimbra, diretor de Relações com Investidores da Alupar.

Esse projeto no Chile foi uma vitória da Alupar em licitação pública internacional, realizada em janeiro de 2024, para a construção e exploração de serviço complementar de controle de tensão por aportes de potência de curto-circuito, explica o banco. O projeto está alinhado ao momento de transição energética vivido pelo Chile e à crescente integração de energias renováveis em sua matriz elétrica.

Fonte: NSC Total

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Investimento

Investimento chinês dobra no Brasil, que agora é o terceiro principal destino

“É excelente a entrada da China. Vai promover um choque de competitividade com outras empresas no setor brasileiro industrial”, disse Uallace Moreira, chefe de desenvolvimento industrial do MDIC

O Brasil se tornou o terceiro maior destino de investimentos chineses no mundo e o número 1 fora da Europa, segundo um novo estudo, com dezenas de projetos em diversos setores atraindo US$4,2 bilhões no ano passado, em meio ao fortalecimento dos laços diplomáticos.

O estudo do Conselho Empresarial Brasil China (CEBC), um centro de estudos, mostrou que o investimento direto chinês no Brasil mais que dobrou em 2024 em relação a 2023, com empresas investindo tanto em projetos de energia quanto em novas áreas como carros elétricos.

“É excelente a entrada da China. Vai promover um choque de competitividade com outras empresas no setor brasileiro industrial”, disse Uallace Moreira, chefe de desenvolvimento industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). “Mas a gente precisa ir além e fazer com que esses investimentos desenvolvam as cadeias produtivas aqui”, acrescentou.

Muitas fábricas chinesas no país ainda importam peças fabricadas na China para montagem final no Brasil, incluindo algumas montadoras de carros elétricos. Esse tipo de investimento gera menos empregos e estimula menos fábricas novas ao longo das cadeias produtivas, que são essenciais para o crescimento econômico, segundo Moreira.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente chinês, Xi Jinping, se encontraram duas vezes no último ano, anunciando parcerias em diversos setores, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, intensificou a guerra comercial, impondo tarifas elevadas sobre produtos de ambos os países.

Empresas chinesas têm buscado expandir seus negócios no Brasil e em outras economias em desenvolvimento, à medida que recuam dos Estados Unidos, disse Tulio Cariello, autor principal do estudo do CEBC, destacando que os investimentos chineses nos EUA atingiram apenas US$2,2 bilhões no ano passado.

“É uma tendência causada por essas tensões geopolíticas”, afirmou ele.

Ainda assim, os Estados Unidos continuam sendo a maior fonte de investimento estrangeiro direto no Brasil, com US$8,5 bilhões enviados no ano passado, segundo dados do governo. O investimento chinês no Brasil e em muitos outros países também está abaixo dos níveis anteriores.

Entre 2015 e 2019, empresas chinesas investiram em média US$6,6 bilhões por ano no Brasil. Mas Cariello explicou que muitos desses investimentos foram direcionados a poucos projetos gigantes de petróleo e energia, como linhas de transmissão e campos de petróleo offshore.

Agora, empresas chinesas estão investindo em um número recorde de 39 projetos no Brasil, em uma gama mais diversificada de setores, colocando o país atrás apenas do Reino Unido e da Hungria como destino global de capital chinês, segundo o CEBC.

O Brasil havia ocupado a nona posição entre os destinos globais em 2023 e 2022, de acordo com o estudo.

Por exemplo, as empresas de tecnologia Meituan e Didi entraram no setor de entrega de alimentos este ano, observou Cariello.

Moreira, do Ministério do Desenvolvimento, disse que muitas empresas chinesas ainda enfrentam dificuldades no Brasil devido às cadeias produtivas mais caras, ao sistema tributário complexo e às leis trabalhistas mais rigorosas.

Neste ano, procuradores processaram a montadora chinesa BYD após autoridades resgatarem 163 trabalhadores que teriam sido submetidos a condições análogas à escravidão em uma fábrica que a empresa está construindo no Brasil. A empresa negou qualquer irregularidade.

Fonte: InfoMoney

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Investimento

Terminal na mira de operação receberia meio bilhão em investimento

Operação de órgãos de segurança mira aquisição e movimentação no PAR50, no Porto de Paranaguá

A operação de órgãos de segurança deflagrada na manhã desta quinta-feira (28), que investiga fraudes no setor de combustíveis, investiga a aquisição do terminal portuário PAR50, do Porto de Paranaguá (PR).

A operação dos órgãos de segurança investiga fundos de investimentos envolvidos na aquisição do terminal. Entre eles está o Atena Fundo de Investimento em Participações — que é o único cotista da Stronghold, que adquiriu a Liquipar e venceu o leilão do terminal em 2023.

Liquipar arrematou o terminal por R$ 1 milhão num leilão realizado em 2023. O PAR50 tem cerca de 85 mil m² e capacidade para armazenar 70 mil m³ de combustíveis e outros granéis líquidos — o equivalente a 28 piscinas olímpicas.

No ano passado, a empresa que administra o terminal anunciou planos ambiciosos para expandir a movimentação do terminal. A promessa era de investir R$ 572 milhões para triplicar a capacidade de escoamento de líquidos pelo terminal, passando para 205 mil m³.

Em nota à CNN, a Liquipar disse que o investimento “tem como objetivo exclusivo a modernização, a segurança e a ampliação da infraestrutura do terminal, de acordo com o previsto no contrato de arrendamento, em conformidade com todas as exigências legais e ambientais”.

A empresa ainda afirma que “jamais movimentou qualquer carga de combustíveis, incluindo metanol, no Terminal PAR50, no Porto de Paranaguá”. “Desde que assumiu a administração do terminal, em abril de 2024, a Liquipar ainda não realizou nenhuma operação, inclusive, seus tanques permanecem vazios e nenhum tipo de produto foi movimentado até o presente momento”, indicou.

“A ordem de serviço, que é emitida pela Autoridade Portuária e é indispensável para o início das operações, só foi expedida em junho de 2025. Até então, o terminal não estava apto a operar, o que tornaria tecnicamente impossível qualquer movimentação de cargas nesse período”, completou.

Veja abaixo a nota completa:

A Liquipar Operações Portuárias esclarece que jamais movimentou qualquer carga de combustíveis, incluindo metanol, no Terminal PAR50, no Porto de Paranaguá. Desde que assumiu a administração do terminal, em abril de 2024, a Liquipar ainda não realizou nenhuma operação, inclusive, seus tanques permanecem vazios e nenhum tipo de produto foi movimentado até o presente momento.

A ordem de serviço, que é emitida pela Autoridade Portuária e é indispensável para o início das operações, só foi expedida em junho de 2025. Até então, o terminal não estava apto a operar, o que tornaria tecnicamente impossível qualquer movimentação de cargas nesse período.

É importante ressaltar que o licenciamento concedido pelo órgão ambiental IAT, não contempla a movimentação de metanol, limitando-se apenas a diesel, biodiesel e etanol;

Essas informações podem ser facilmente comprovadas:
– Pelas guias de importação, que não registram qualquer operação realizada pela Liquipar;
– Pelas estatísticas oficiais disponíveis no site da Portos do Paraná;
– Pelo ofício expedido pela Autoridade Portuária (PROTOCOLO nº: 24.368.330-0) em 6 de agosto de 2025 no qual solicita explicações pela ausência de movimentação junto ao terminal da Liquipar, o que comprova de forma inequívoca e incontroversa, que até o presente momento, não há qualquer movimentação de produtos no PAR 50, área arrendada cujo arrendatário é a Liquipar;
Além disso, destaca que:
– Todas as operações portuárias são controladas e fiscalizadas pela ANTAQ, Receita Federal, Portos do Paraná e demais autoridades competentes;

O investimento de R$ 572 milhões anunciado pela empresa tem como objetivo exclusivo a modernização, a segurança e a ampliação da infraestrutura do terminal, de acordo com o previsto no contrato de arrendamento, em conformidade com todas as exigências legais e ambientais.

A Liquipar é por definição um terminal portuário destinado ao armazenamento de líquidos em tanques fixos, ela não realiza transporte de mercadorias ou tampouco formula combustíveis.

A Liquipar atua com absoluta transparência e está à disposição das autoridades para cooperar com as investigações, prestando todos os esclarecimentos necessários, em coerência com seu compromisso com a legalidade, a segurança e o desenvolvimento do Porto de Paranaguá.

Fonte: CNN Brasil

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Portos

Concessões no setor de portos somam R$ 30 bi em investimentos

Ministro Silvio Costa Filho defendeu a agenda de concessões do MPor em palestra de abertura no Fórum de Infraestrutura

As concessões no setor portuário, promovidas pelo governo federal de 2023 a 2026, somarão R$ 30 bilhões em investimentos, reforçou nesta segunda-feira (18), o ministro de Portos e Aeroportos (MPor), Silvio Costa Filho, ao participar do Fórum de Infraestrutura da revista Veja, em São Paulo. Defendendo a agenda de concessões do MPor, o ministro lembrou que nesses quatro anos do governo Lula, serão mais de 60 leilões para a modernização dos portos brasileiros e da infraestrutura portuária.

“Em 2024, nós tivemos o melhor ano das concessões na história do Brasil, concessões em portos, aeroportos, rodovias, ferrovias, hidrovias, poligonais e várias concessões nos governos estaduais, o que significa mais de R$ 200 bilhões de investimentos contratados em concessões no Brasil. E isso está tendo um impacto social e de empregabilidade no Brasil muito forte”, afirmou Silvio Costa Filho, em sua palestra de abertura do Fórum, sobre o papel das concessões na melhoria da infraestrutura logística do país. O ministro participou do evento, que contou também com a participação dos governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

O ministro discorreu sobre o bom momento que vive o Brasil, tanto do ponto de vista econômico quanto social, mencionando o crescimento do PIB nos dois últimos anos, a queda no nível de desemprego, que atingiu o menor índice da história (5,8%), e a elevação da produção do país, entre outros indicadores. Isso, somado à valorização da democracia e das instituições, segundo o ministro, cria as melhores condições para investimentos no País.

“Quando a gente analisa as agendas das concessões do país, nós estamos vivendo, na minha avaliação, o melhor momento da história do Brasil”, disse o ministro, lembrando que a agenda de desenvolvimento do Brasil é uma prioridade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e está traçada a partir do Plano Nacional de Logística (PNL), com metas até 2035. “Não tem governo que dialogue mais com as concessões e com a agenda Brasil que o governo atual”, completou.

Entre os empreendimentos que somam R$ 30 bilhões, o ministro citou o leilão do Túnel Santos-Guarujá, que está agendado para o dia 5 de setembro e prevê investimentos de R$ 6 bilhões, numa obra conjunta com o governo de São Paulo. Costa Filho falou também sobre o leilão do terminal de contêineres do Porto de Santos, o Tecon Santos 10, que ampliará em 50% a capacidade de operação do porto, e que tem investimentos previstos de R$ 5,6 bilhões.

O ministro ressaltou ainda que o Mpor vai realizar, neste ano, a primeira concessão para dragagem de um canal de acesso, que será do Porto de Paranaguá (PR), com investimentos de R$ 1 bilhão e que servirá de modelo também para o canal de Santos, também previsto para 2025, entre outras concessões.

“A Lei de Portos foi criada em 2013 e nesses 10 anos, até 2022, nós tivemos, o equivalente a 41 leilões no Brasil. Em 4 anos do governo atual, nós vamos fazer 60 leilões no país”, afirmou.

Hidrovias 

O ministro ressaltou ainda que o Ministério está preparando também a concessão da hidrovia do Paraguai, que será a primeira concessão de hidrovia no País. “O Brasil tem mais de 60 mil quilômetros de hidrovias navegáveis, nós temos um grande potencial que vai reduzir quase 40% dos custos logísticos, ajudar na sustentabilidade e na descarbonização”, afirmou Costa Filho.

“Eu acho que é isso que a gente precisa, criar uma construção coletiva e sonhar cada vez mais com o Brasil mais justo, mais humano, mais solidário, e sobretudo, de mais oportunidades para o povo brasileiro”, acrescento, lembrando que esses projetos sustentáveis estão despertando um grande interesse de investidores da Ásia, Europa e da América Latina. Além da hidrovia do Paraguai, estão em estudo as hidrovias do Madeira, Lagoa Mirim, Tocantins e Tapajós.

O ministro comentou ainda sobre o projeto BR do Mar, para estimular o uso da cabotagem no transporte de cargas entre portos nacionais. “A ideia é que a gente possa transformar os 8 mil quilômetros de costa litorânea brasileira em grandes BRs, ajudando no amplo processo de cabotagem e no transporte de cargas pela costa brasileira, chegar nos portos e fazer essa distribuição pelos portos brasileiros”, explicou.

Aeroportos

O Ministro concluiu sua participação no Fórum falando dos avanços no setor aéreo, por meio dos programas de investimentos na modernização de terminais e na expansão da malha aeroviária. “A gente está tendo um fortalecimento na aviação do país, apesar de todas as dificuldades. Para você ter uma ideia, em 2022, nós tivemos 98 milhões de passageiros. Esse ano nós vamos terminar com 128 milhões de passageiros. São 30 milhões de passageiros a mais que estão sendo incluídos na aviação brasileira. Devemos chegar a 2025 com 135 milhões de passageiros”, afirmou.

O MPor está desenvolvendo diversos projetos no setor aéreo, entre eles o AmpliAR, para fortalecer a aviação regional, com investimentos de R$ 1,25 bilhão, em 19 aeroportos de 11 estados das regiões da Amazônia Legal e do Nordeste. Destaque também para o Investe + Aeroportos, que prevê R$ 4,5 bilhões em investimentos em projetos de diferentes naturezas, fomentado a eficiência da logística aeroportuária.

Fonte: Modais em Foco

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Comércio, Negócios

MDIC e República Democrática do Congo discutem ampliação de comércio e investimento bilateral

Há interesse dos dois países em promover o comércio e as oportunidades de investimentos

Ampliar a cooperação em áreas estratégicas como comércio e investimento foram os temas centrais da reunião da terça-feira (12/8) entre o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, e o ministro de Comércio Exterior da República Democrática do Congo (RDC), Julien Paluku Kahongya, em visita oficial ao Brasil.

O governo congolês tem interesse em ampliar e fortalecer a parceria histórica com o Brasil por intermédio de um entendimento, principalmente na área de facilitação e promoção comerciais. O secretário Márcio Elias propôs adicionalmente um diálogo sobre investimentos. “Poderíamos explorar a possibilidade de se avançar na cooperação e na facilitação de investimentos recíprocos”, ressaltou.

Ele lembrou que atualmente o Brasil tem uma política industrial que busca atrair investimentos nas seis áreas em que está estruturada, seja em agroindústria, defesa, bioeconomia e energia renovável, entre outros. Há interesse dos dois países em explorar a possibilidade de se organizar missões e fóruns empresariais para o levantamento de oportunidades comerciais e de investimentos. 

Cooperação ambiental

Além da importância comercial, o ministro Kahongya lembrou que Brasil e o Congo já têm uma importante parceria na área ambiental por conta da grandeza de suas florestas: detêm as maiores florestas tropicais do mundo e atuam conjuntamente em diversos fóruns. “Os dois países, somado à Indonésia, representam quase 80% do pulmão do mundo”, disse.

O secretário Márcio Elias Rosa observou que os dois países podem trabalhar em conjunto para desenvolver projetos na área de bioeconomia. Ele lembrou do Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), órgão vinculado ao MDIC, que pode auxiliar neste trabalho. “Podemos transformar atrativos da floresta em riqueza econômica, à luz do conhecimento científico”, disse.

O CBA é uma organização social dedicada a promover bionegócios na Amazônia, integrando pesquisa científica, inovação e sustentabilidade para valorizar e proteger a biodiversidade da região, em estreita colaboração com diversas entidades e comunidades locais para desenvolver soluções que combinam desenvolvimento econômico e preservação ambiental.

Em novembro de 2022, Brasil, RDC e Indonésia assinaram uma Declaração Conjunta sobre Cooperação em Florestas Tropicais e Ação Climática, fortalecendo sua posição nas negociações climáticas internacionais. Em agosto de 2023, o presidente congolês Félix Tshisekedi participou da Cúpula da Amazônia em Belém — a primeira visita de um presidente da RDC ao Brasil.

Comércio

O comércio entre o Brasil e a RDC atingiu o maior valor da série histórica em 2024, na marca de US$ 259 milhões (aumento de 28% em relação a 2023). O Brasil exportou US$ 191,5 milhões em produtos, com a pauta concentrada em açúcares (36%), carnes de aves (19%) e carne suína (8,6%). As importações oriundas da RDC, em US$ 67,6 milhões, foram principalmente de óleos brutos de petróleo ou minerais betuminosos (99,8%).

Fotos: Júlio César Silva/MDIC
Fonte: MDIC

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Investimento, Portos

Porto de Itajaí arrecada mais de R$ 2 milhões em ISS e investe em cultura e esporte na cidade

O Porto de Itajaí segue impulsionando o desenvolvimento econômico e social do município. Apenas no primeiro semestre de 2025, a arrecadação com o Imposto Sobre Serviços (ISS) ultrapassou a marca de R$ 2 milhões.

“Esse porto movimentado é resultado da federalização, que já trouxe mais de R$ 2 milhões em ISS para o município e gerou um faturamento de R$ 105 milhões. Isso representa pão na mesa do trabalhador e investimentos diretos na nossa cidade. É um movimento para a economia local, enquanto o país enfrenta um verdadeiro atentado estrangeiro. O Porto segue firme”, afirmou o superintendente João Paulo Tavares Bastos. 

Parte desse montante está sendo direcionada para iniciativas esportivas e culturais da cidade, por meio da Lei Municipal nº 6.825/2017 (Incentivo ao Esporte) e da Lei Municipal nº 6.637/2015 (Incentivo à Cultura). Isso permite que empresas contribuintes do ISS repassem até 30% do valor devido para apoiar projetos aprovados pelas fundações competentes.

Além de movimentar a economia e gerar empregos, o Porto de Itajaí também colabora para o fortalecimento da cidadania, contribuindo com investimentos que impactam positivamente a vida da população.

Fonte: Porto de Itajaí

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