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Comércio Exterior, Economia, Mercado Internacional, Negócios

Petróleo fecha 4º pregão seguido de queda, com baixa de mais de 2% após dados dos EUA

Tendência baixista no preço da commodity permanece após a divulgação do payroll dos Estados Unidos

O petróleo fechou o quarto pregão consecutivo em queda, com o Brent registrando o menor nível desde dezembro de 2021 na mínima intraday, enquanto o WTI atingiu o menor nível desde junho de 2023. A tendência baixista no preço da commodity permanece após a divulgação do payroll dos Estados Unidos, que reforçou as expectativas de baixa demanda pelo óleo, seguindo a tendência chinesa.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para outubro fechou em queda de 2,14% (US$ 1,48), a US$ 67,67 o barril, enquanto o Brent para novembro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), teve perdas de 2,24% (US$ 1,63), a US$ 71,06 o barril.

Para a StoneX, os dados de payroll dos EUA sugerem uma desaceleração mais agressiva da economia americana e da demanda pelo petróleo que, somada à fraca demanda da China pela commodity, contribui para uma redução muito forte dos preços.

Segundo a Oxford Economics, diante da baixa demanda pelo óleo, as atividades petrolíferas na Arábia Saudita devem cair 5,4%, contra a previsão anterior de um declínio de 5% este ano, para atender às reduções voluntárias propostas pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+).

Ainda que a Opep+ tenha decidido adiar o aumento na produção e não prejudicar ainda mais o preço do óleo, a Capital Economics explica que as implicações imediatas do atraso são limitadas.

“Isso só restringirá a oferta marginalmente durante a maior parte de 2025”, menciona em relatório.

Petróleo fecha 4º pregão seguido de queda, com baixa de mais de 2% após dados dos EUA (infomoney.com.br)

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Economia, Mercado Internacional, Negócios, Notícias

Análise: Quais os interesses da Rússia e da China na crise da Venezuela

Ministério das Relações Exteriores da China também parabenizou Maduro por sua “reeleição bem-sucedida”. “A China felicita a Venezuela pelo sucesso das eleições presidenciais”, acrescentou o porta-voz Lin Jian.

Não são os únicos países a celebrar o sucesso de Maduro: também os governos de Cuba, Irã, Bolívia, Honduras e Nicarágua, entre outros, o fizeram. No entanto, Rússia e China, como duas das grandes potências militares e econômicas do mundo, estão no centro de uma crescente rivalidade com os Estados Unidos.

Quais são os interesses da Rússia e da China nessa crise e por que apoiam a continuidade do chavismo no poder?

Rússia, o eterno aliado

Em sua mensagem de felicitações, Putin destacou que as relações entre Rússia e Venezuela “têm o caráter de uma parceria estratégica”. “Gostaria de confirmar nossa disposição em continuar nosso trabalho construtivo em conjunto”, acrescentou.

As relações estreitas com a Rússia têm sido uma constante no chavismo desde sua chegada ao poder em 1999, e ambos os países são centrais para os interesses um do outro.

O vínculo começou no plano militar, quando a Venezuela começou a comprar armamentos da Rússia após os Estados Unidos, seu fornecedor habitual, terem interrompido as exportações de armas para o país em 2006, acusando-o de não cooperar na luta contra o terrorismo promovida por Washington. Especialmente entre 2007 e 2013, as compras de armas se multiplicaram.

Atualmente, a Venezuela opera uma grande quantidade de equipamento militar russo, que coexiste com material de origem americana e europeia adquirido em governos anteriores. De acordo com o balanço militar 2024 do International Institute for Strategic Studies (IISS), entre os sistemas operados estão os tanques T-72B1 e os transportes blindados de tropas BMP-3 e BTR-80A; os lançadores de foguetes BM-21 Grad e 9A52 Smerch; os helicópteros de ataque Mi-35M2 Hind; e os caças-bombardeiros Su-30MKV.

Os acordos de cooperação e os numerosos encontros entre os líderes cresceram com o tempo. Chávez visitou Moscou pela primeira vez em 2001 e continuou viajando regularmente durante sua presidência. Maduro também fez o mesmo, e em 2019 transferiu o escritório europeu da PDVSA de Lisboa para Moscou (enquanto a colaboração com a petrolífera estatal russa Rosneft aumentava).

Além disso, em setembro de 2008, uma frota da marinha russa visitou a Venezuela e realizou exercícios navais no Caribe, estrategicamente perto dos Estados Unidos, pela primeira vez desde a Guerra Fria.

Fonte: CNN
Análise: Quais os interesses da Rússia e da China na crise da Venezuela | CNN Brasil

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Mercado Internacional, Negócios, Notícias, Oportunidade de Mercado

Nova descoberta de gás no mar da Colômbia é anunciada pela Petrobras

Na manhã desta segunda-feira (5/8), a Petrobras revelou uma importante descoberta de gás ao perfurar um novo poço no Bloco Tayrona, a cerca de 31 quilômetros do litoral da Colômbia. Esta descoberta representa um marco significativo na colaboração entre Petrobras e Ecopetrol.

A estatal, atuando como operadora na região, informou que o poço descoberto, denominado Uchuva 2, está localizado em águas profundas a uma profundidade de 804 metros. Este novo poço se encontra a aproximadamente 76 km da cidade de Santa Marta, um destaque geográfico importante.

Parceria Petrobras e Ecopetrol
A parceria entre Petrobras e Ecopetrol tem sido crucial para as operações de exploração na área. A Ecopetrol possui 55,56% da área, fortalecendo ainda mais a cooperação entre as duas gigantes do setor energético. A colaboração estratégica visa aumentar a capacidade de descobertas e produção na região.

Como se Deu a Descoberta de Gás?

A descoberta de gás no Bloco Tayrona não foi um evento isolado. Os primeiros sinais de gás surgiram com a perfuração do poço Uchuva-1 em julho de 2022. A essência da descoberta atual reside na continuação das fases de perfuração que a Petrobras e Ecopetrol vêm executando minuciosamente.

O novo poço, identificado como Uchuva 2, está passando por um processo de perfuração que conta com cinco fases distintas. A constatação de gás foi efetivada na fase 4, indicando um sucesso significativo na estratégia de exploração em águas profundas. Este processo detalhado e bem planejado foi essencial para validar os nossos esforços e confirmar a presença de reservas de gás na área.

A descoberta de gás na Colômbia representa um marco importantíssimo para a Petrobras. Este avanço ressalta a eficácia das operações de exploração em águas profundas e a potente colaboração estratégica com a Ecopetrol. Além disso, a descoberta abre novas perspectivas para o desenvolvimento econômico da região e para o fortalecimento do portfólio de energia da Petrobras.

  • Potencial de Aumentar a Oferta de Gás Natural
  • Incremento na Parceria Estratégica com Ecopetrol
  • Desenvolvimento Econômico da Região

O Futuro da Exploração de Gás na Colômbia

Com esta nova descoberta, o futuro da exploração de gás na Colômbia se mostra promissor. A Petrobras, junto com a Ecopetrol, planeja continuar as operações de perfuração e análise para maximizar as novas reservas encontradas. O objetivo é potencializar a produção de gás e enriquecer ainda mais o mercado energético da região.

  1. Continuação das Fases de Perfuração
  2. Análise Detalhada das Reservas Encontradas
  3. Implementação de Estratégias para Maximizar a ProduçãoOs próximos passos envolvem uma contínua colaboração entre as empresas parceiras e um planejamento meticuloso para garantir que os recursos possam ser explorados de maneira eficiente e sustentável.Saiba mais em:
    Nova descoberta de gás no mar da Colômbia é anunciada pela Petrobras – Terra Brasil Notícias (terrabrasilnoticias.com)

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