Comércio Exterior, Economia, Exportação, Importação, Informação, Logística

Manual de LPCO da Exportação

Confira aqui as informações mais recentes sobre o LPCO de exportação e importação e outras

10/01/2025 – Guia para solicitação de certificado fitossanitário em formato eletrônico (e-Phyto).

Guia para emissão de certificação fitossanitária no formato eletrônico (e-Phyto) foi instituída por meio da Portaria Mapa n° 749, de 24 de dezembro de 2024, passando a ser de uso obrigatório a partir do dia 13 de janeiro de 2025, atendidas as hipóteses e condições previstas na referida Portaria.

NOTA: Os países Taiwan, Vietnã e aqueles integrantes da União Econômica Eurasiática  – UEE (Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia) não aceitam o Certificado Fitossanitário com assinatura eletrônica e tampouco estão registrados no HUB de Certificação Eletrônica (e-phyto) da Convenção Internacional para a Proteção de Vegetais – CIPV. Assim, para os citados países não poderá ser emitido Certificado Fitossanitário eletrônico, via Sistema SHIVA.

09/07/2019 – Informação Vigiagro nº 01/2019 – Certificação Fitossanitária – Novo manual para solicitação de certificação fitossanitária via Portal Único de Comércio Exterior

Atualização do guia para criação de LPCOs para solicitação de certificação fitossanitária para Produtos de Origem Vegetal em operações de exportação comerciais (com ou sem DU-E) ou para produtos transportados como bagagem por viajantes, amostras sem valor comercial e Remessa Expressa ou Postal. Também foram incluídos os modelos de formulários da IN 71/2018 e respectivos drafts editáveis.

 07/11/2018 – Informação Vigiagro nº 01/2018 – Lançado o novo processo de exportação para produtos de origem vegetal via Portal Único

Informa sobre o novo processo de exportação para fins da obtenção de certificados emitidos pelo MAPA na  Produtos de Origem Vegetal utilizando o sistema Portal Único de modo integrado com o SIGVIG 3.

FONTE: MAPA.gov
Manual de LPCO da Exportação — Ministério da Agricultura e Pecuária

Ler Mais
Economia, Gestão, Informação, Investimento, Notícias, Tributação

Brasil tem situação favorável em contexto global, diz executivo do Citi

Ler Mais
Economia, Importação, Industria, Informação, Inovação, Mercado Internacional, Sustentabilidade

Vendas de veículos elétricos no Brasil crescem 89% em 2024.

Comercialização atinge 177.358 mil unidades, superando as expectativas do mercado.

O mercado brasileiro de veículos leves eletrificados apresentou um crescimento notável em 2024, com a comercialização de 177.358 mil unidades. O número representa um aumento de 89% em relação ao ano anterior, que registrou 93.927 mil unidades vendidas. Os dados foram divulgados pela ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico) na 2ª feira (06.jan.2025). Eis a íntegra (PDF – 1 MB).

A expansão do setor superou as projeções, que estimavam vendas em torno de 160 mil unidades. Em dezembro de 2024, as vendas alcançaram 21.634 mil carros, um crescimento de 30% comparado ao mesmo mês de 2023, que estimavam vendas em torno de 160 mil unidades. Em dezembro de 2024, as vendas alcançaram 21.634 mil carros, um crescimento de 30% comparado ao mesmo mês de 2023, que teve 16.279 unidades comercializadas.

A ABVE identificou a venda de veículos 100% elétricos como um dos principais impulsionadores desse avanço, refletindo uma mudança significativa no comportamento do consumidor brasileiro. A preferência por esses veículos é atribuída à sua maior sustentabilidade, eficiência energética e economia devido ao menor custo de recarga em comparação aos combustíveis tradicionais.

“Os veículos elétricos representam uma revolução no setor automotivo, oferecendo muitas vantagens, também em dirigibilidade. Além de mais sustentáveis, apresentam uma eficiência energética superior e maior economia, já que o custo de recarga é menor do que o de combustíveis convencionais. Outro fator importante para este crescimento está conectado ao aumento da disponibilidade da infraestrutura de recarga, seja nas cidades ou nas rodovias. As opções de eletropostos e eletrocentros aumentam a cada dia, com a presença de equipamentos 100% nacionais, muito competitivos e ultra tecnológicos”, disse: Carlos Eduardo Ribas, diretor comercial do Lactec.

 

Ler Mais
Economia, Gestão, Informação, Inovação, Negócios, Sustentabilidade

Enterprise Surveys: Estudo do Banco Mundial sobre o Ambiente de Negócios no Brasil (2024)

O Banco Mundial está atualmente implementando um estudo sobre o ambiente de negócios no Brasil e que faz parte do projeto global “Enterprise Surveys”, que já foi implementado em mais de 180 países.

O objetivo deste estudo é coletar informações que ajudarão a criar indicadores sobre a qualidade do ambiente de negócios no Brasil e melhorar o desenho das políticas públicas focadas em promover o setor privado, tanto no Brasil quanto globalmente.

A pesquisa está sendo implementada pelas instituições Oppen Social (https://oppen.social/) e Kampo Brasil (https://www.kampobrasil.com/). 1800 estabelecimentos com representatividade de todos os tamanhos, setores e Estados do país foram selecionados aleatoriamente e estão sendo entrevistados em todo o país.

O estudo é realizado por videoconferência, ou presencialmente, e cada entrevista dura aproximadamente 60 minutos. Todas as respostas fornecidas são anônimas e as identidades dos entrevistados são confidenciais.

Convidamos a sua empresa a participar e contribuir para entendermos como as condições do ambiente de negócios afetam as operações cotidiadas do setor privado brasileiro.

FONTE: Enterprise Surveys

World Bank Enterprise Survey for Brazil, 2024

Ler Mais
Economia, Informação, Investimento, Negócios, Notícias

Dólar deve cair abaixo de R$ 6 com fiscal no preço, diz Allianz

O dólar deve cair abaixo de R$ 6 nos próximos meses com os riscos fiscais já precificados pelo mercado financeiro e a ajuda dos juros mais elevados no Brasil, diz Carlos Carranza, gestor de portfólio da Allianz Global Investors baseado em Londres.

“Nós temos uma visão construtiva do real e, se as pressões sobre as moedas emergentes terminarem após a posse do presidente Trump, não seria surpresa o dólar romper os R$ 6,00, para um nível mais baixo”, disse em entrevista.

O gestor afirmou que a Allianz tem posições em Brasil, embora sem especificar um valor. Globalmente, a AGI tem 560 bilhões de euros em ativos sob administração.

O dólar fechou no nível dos R$ 6,10 na sexta-feira e devolveu parte do alívio das primeiras semanas de 2025, quando alguns investidores voltaram a vender a moeda depois do forte fluxo de saídas do final do ano passado.

A moeda brasileira deve ser beneficiada pela busca do investidor pelo diferencial de juros entre o Brasil e os EUA, avalia Carranza. O Banco Central já sinalizou ao menos mais duas altas da Selic de 1 ponto percentual até março, o que levaria a taxa para acima de 14%, enquanto os juros nos EUA podem ser reduzidos, segundo o gestor.

Se o risco fiscal foi o grande fator por trás da disparada do câmbio no ano passado, quando a moeda subiu 27% – maior avanço desde 2020 -, as maiores ameaças neste ano podem vir do exterior. Ele cita eventuais impactos das políticas de Donald Trump nos EUA e uma eventual não confirmação da expectativa de redução dos juros do Federal Reserve — dados fortes de empregos no país em dezembro levaram o mercado adiar a aposta em novo corte do Fed para o segundo semestre.

Carranza acredita, entretanto, que os ativos brasileiros tendem a ser menos afetados do que os de outros países em caso de uma “guerra comercial” de Trump. O presidente eleito tem ameaçado impor tarifas contra parceiros comerciais dos EUA, como a China, México e Canadá.

À exceção do México, a América Latina é menos vulnerável à guerra comercial e pode se beneficiar da realocação de investimentos em relação aos países mais diretamente atingidos, disse o gestor.

FONTE:  Bloomberg
Dólar deve cair abaixo de R$ 6 com fiscal no preço, diz Allianz – Bloomberg

Ler Mais
Agronegócio, Economia, Informação, Investimento, Logística, Sustentabilidade

Bunge tem como meta desmatamento zero na cadeia de suprimentos do Brasil para 2024/25

A multinacional aumenta o monitoramento de fornecedores e os esforços de agricultura regenerativa; Projeções recordes de safra impulsionam foco em armazenamento e logística

 

Em meio ao crescente escrutínio da Moratória da Soja na Amazônia – uma proibição voluntária da indústria de comprar oleaginosas colhidas em áreas desmatadas após 2006 – e incertezas sobre seu futuro, a Bunge, uma das principais gigantes do agronegócio do mundo, está dobrando seu compromisso com uma cadeia de suprimentos livre de desmatamento até 2025.

“Alcançar o monitoramento completo das cadeias de suprimentos diretas e indiretas em regiões prioritárias do Cerrado é um marco crítico na jornada que iniciamos há uma década para estabelecer cadeias de valor responsáveis e rastreáveis”, disse Rossano de Angelis Jr., vice-presidente de agronegócios da Bunge para a América do Sul. Ele enfatizou que tais iniciativas ressaltam a sustentabilidade do agronegócio brasileiro. “Não se trata apenas de abrir novos mercados ou aumentar as vendas; trata-se de responder à evolução da demanda”, observou ele.

A Bunge implementou um sofisticado sistema de monitoramento capaz de detectar mudanças no uso da terra e padrões de cultivo de grãos em mais de 19.000 fazendas, cobrindo 27 milhões de hectares na América do Sul. Desde 2020, a empresa alcançou 100% de rastreamento e monitoramento de compras diretas em regiões prioritárias como o Cerrado, com 97,7% de rastreabilidade de volumes de fornecedores indiretos.

A empresa também está testando um sistema de rastreabilidade de soja baseado em blockchain em colaboração com a BKP da Tailândia, que faz parte do grupo CP Foods. A Bunge entregou 185.000 toneladas de farelo de soja livre de desmatamento para a Tailândia durante esses testes. “Acreditamos firmemente que o futuro da agricultura é de baixo carbono. Nosso objetivo é apoiar produtores e clientes nessa transição enquanto avançamos nas metas de descarbonização, incluindo um compromisso firme com cadeias de suprimentos livres de desmatamento até 2025”, afirmou De Angelis.

Em seus esforços mais amplos de descarbonização, a Bunge está ampliando seu programa de agricultura regenerativa, visando 600.000 hectares até 2026. Isso inclui soja, milho, trigo e culturas de baixo carbono, como canola e mamona, com um investimento de US$ 20 milhões. Lançado em 2023 com 250.000 hectares iniciais no Maranhão, Piauí, Tocantins, Bahia e Mato Grosso, o programa superou sua meta de 2024.

“Nosso objetivo era atingir 250.000 hectares em 2024, e superamos isso, chegando a 345.000. Estamos comprometidos em capacitar os agricultores a aproveitar as oportunidades neste mercado em crescimento”, disse o Sr. de Angelis. A empresa planeja expandir a iniciativa para dez estados, incluindo Pará, Goiás, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

A Bunge não divulgou projeções de vendas para 2025, mas observa que a demanda por óleo e farelo de soja permanece robusta e antecipa um nível mais alto de compras antecipadas de soja este ano. Em 2024, grande parte do comércio concentrou-se no mercado spot, pois os produtores retiveram as vendas, esperando melhorias de preços que acabaram não se concretizando. “Com nossa extensa infraestrutura e ampla rede de ativos, estamos bem posicionados para capitalizar as oportunidades de originação à medida que surgem”, disse o Sr. de Angelis.

No terceiro trimestre de 2024, o lucro global da Bunge caiu 40,7%, para US$ 221 milhões, com a queda dos preços pesando sobre a lucratividade. As receitas diminuíram 9,3%, para US$ 12,91 bilhões, uma vez que o desempenho mais fraco no Hemisfério Norte compensou os ganhos na América do Sul.

Com uma safra recorde esperada no Brasil para a safra 2024/25, a Bunge anunciou planos para aumentar a eficiência operacional, embora não tenha divulgado números específicos. Atualmente, a empresa opera 70 silos de originação de grãos em todo o país. No final de 2023, expandiu sua infraestrutura com mais cinco armazéns de grãos em Goiás e Mato Grosso e introduziu silos de sacos no Nordeste e Centro-Oeste, adicionando uma capacidade de armazenamento de 500.000 toneladas.

A Bunge também está colaborando com a Zen-Noh em uma joint venture para administrar o Terminal XXXIX no Porto de Santos. Em maio de 2024, a empresa anunciou a aquisição da participação de 50% da Rumo no terminal, sendo a metade restante detida pela Caramuru Alimentos. O terminal, capaz de movimentar 8 milhões de toneladas de grãos e farelo anualmente, movimentou 5,7 milhões de toneladas em 2023.

Além disso, a Bunge espera retornos significativos com a aquisição de R$ 1,8 bilhão dos ativos de concentrado de proteína de soja da CJ Selecta, finalizada no final de 2023.

Na frente internacional, a conclusão da aquisição da Viterra pela Bunge por US$ 34 bilhões está pendente de aprovação regulatória em vários países. O acordo, anunciado em 2023, deve receber autorização em breve. “Estamos trabalhando para finalizar a transação o mais rápido possível”, afirmou o Sr. de Angelis.

FONTE: Valor Internacional
Bunge tem como meta desmatamento zero na cadeia de suprimentos do Brasil para 2024/25 | Agronegócio | valorinternational

Ler Mais
Comércio Exterior, Economia, Exportação, Gestão, Importação, Industria, Informação, Mercado Internacional

Brasil exporta menos para Ásia e América do Sul em 2024.

China tem queda no fluxo, mas ainda lidera e concentra 28% das vendas brasileiras ao exterior.

O comércio exterior brasileiro registrou uma redução de exportações para a Ásia em 2024 na comparação com o ano anterior. A queda no volume cambial foi de 5,3% –sem considerar o Oriente Médio, que tem uma configuração no fluxo diferente do resto do continente.  Apesar da retração, os países asiáticos ainda concentram o maior montante (US$ 144,4 bilhões) das vendas do Brasil ao exterior. 

A América do Sul também apresentou retração como destino para as exportações brasileiras. Nesse caso, foi mais expressiva (-14,0%). Por outro lado, houve alta de 6,2% nas exportações à América do Norte. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. 

Leia o detalhamento no infográfico abaixo:

Sócio da BMJ Consultoria, Welber Barral diz que a queda para a Ásia foi influenciada por causa da desvalorização de algumas commodities agrícolas em 2024. O resultado foi puxado especialmente pelo fluxo com a China, o maior parceiro comercial do Brasil. “Quando você pega a exportação brasileira para a China, fundamentalmente está falando de minério de ferro, soja e milho. Esses 3 produtos perderam preço em 2024”, declarou ao Poder360. Commodities são bens básicos de origem natural ou agrícola. Exemplos incluem grãos e metais. Já o aumento para a América do Norte veio pela venda de petróleo, principalmente aos Estados Unidos, segundo Welber.

“O Brasil exporta muito petróleo cru para os EUA e importa derivados”, disse. No caso da América o Sul, o impacto veio por parte da Argentina. O país teve duas quedas consecutivas no PIB (Produto Interno Bruto) e só voltou a crescer no 3º trimestre, o que diminuiu o poder de compra no ano.

“A Argentina é o principal importador de produtos manufaturados brasileiros. Isso acaba afetando também o resultado da balança do Brasil para a América do Sul como um todo”, afirmou o especialista. China, Estados Unidos e Argentina são os 3 maiores parceiros comerciais do Brasil. A nação asiática lidera a participação nas vendas ao exterior e concentra 28% do volume cambial das exportações (US$ 94,4 bilhões).

Leia no infográfico abaixo:

O top 10 de destinos das vendas brasileiras também inclui países da Europa. A maior mudança em relação ao ranking de 2023 foi a Alemanha, que subiu de posição e passou a ocupar o 10º lugar.

Compare o fluxo:

FONTE: Poder 360
Brasil exporta menos para Ásia e América do Sul em 2024

 

Ler Mais
Comércio Exterior, Economia, Exportação, Industria, Informação

Comércio exterior ajuda o Rio exportador

A balança comercial fluminense fechou 2024 com superávit de US$ 16,9 bilhões. O Estado respondeu por 13,56% das exportações, mantendo o 2º lugar no país, e 10,56% das importações, a 3ª posição nacional.
O principal produto exportado foi o petróleo. Outro setor importante foi o siderúrgico. Os dados são do Ministério da Economia.
“Os portos do Rio podem se beneficiar, principalmente se houver fortalecimento da cabotagem, modernização do setor e novas tecnologias agregadas. Há uma expectativa de importantes avanços, com projeção de crescimento de empregos pela Economia do Mar”, afirma a deputada Célia Jordão (PL), presidente da Comissão Especial de Indústria Naval, de Offshore e de Petróleo e Gás da Assembleia Legislativa.

 

A biodiversidade do Rio sobrevive
Uma família de passarinhos da rara espécie popularmente conhecida como Tesourinha-da-Mata, só existente na Mata Atlântica, foi vista no Parque Estadual dos Três Picos, na Região Serrana do Rio, administrado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea). “O registro proporciona um momento de êxtase por fazer parte do resultado de um trabalho árduo e diário, em prol da conservação da biodiversidade no Estado”, avalia a gestora do Parque, Maria Alice Pícoli.
Sancionada campanha permanente de cinomose
O governador Cláudio Castro sancionou lei sobre campanha de conscientização da cinomose canina, do deputado Danniel Librelon (REP). Serão divulgados os riscos, transmissão, sintomas, prevenção e tratamento da doença, que é contagiosa. “A cinomose é muito comum. É essencial informar”, afirma o parlamentar.
Deputado quer investir R$ 2 milhões em Campos
O deputado estadual Thiago Rangel (PMB) solicitou, por meio de emendas na Lei Orçamentária Anual, investimento de R$ 2 milhões para Campos dos Goytacazes, no norte fluminense. Desse valor, R$ 1 milhão será para a PM comprar cinco viaturas e R$ 1 milhão para o Hospital Regional Ferreira Machado.
Ler Mais
Comércio Exterior, Economia, Exportação, Importação, Industria, Informação

Exportações de SC somam US$ 11,7 bilhões em 2024

Desempenho ficou estável frente a 2023, e foi o terceiro ano consecutivo em que o Estado superou US$ 11 bi em vendas externas

Florianópolis, 10.01.25 – As exportações de Santa Catarina totalizaram US$ 11,7 bilhões em 2024, o que representa alta de 0,7% frente ao desempenho do ano anterior. O ano de 2024 foi o terceiro consecutivo em que as vendas externas do estado superaram US$ 11 bilhões.

“Em 2024 conseguimos manter o dinamismo das exportações, apesar de alguns produtos relevantes na nossa pauta exportadora terem apresentado recuo, como a soja. Por outro lado, alguns segmentos como o de madeira e de máquinas e equipamentos, que exportam produtos de maior valor agregado, tiveram um bom desempenho, especialmente nas vendas para os Estados Unidos”, explica o presidente da Federação das Indústrias de SC (FIESC), Mario Cezar de Aguiar.

As exportações de frango lideraram o ranking do acumulado do ano, apesar do ligeiro recuo de 1% frente a 2023, e atingiram US$ 1,9 bilhão. As vendas de carne suína, na segunda posição do ranking, foram responsáveis por US$ 1,6 bilhão, uma alta de 8,1% frente a 2023. Terceira colocada na lista, a exportação de motores elétricos foi destaque, com alta de 21,2% no período, atingindo US$ 674 milhões em 2024. O crescimento foi o terceiro maior entre os 20 principais produtos catarinenses exportados.

Destaques 
Análise do Observatório FIESC mostra que o setor madeireiro foi um dos destaques de 2024. São do ramo os dois produtos com o maior crescimento entre os 20 primeiros: madeira MDF, com alta de 45,1% frente a 2023, somando US$ 90,6 milhões, seguido de madeira em forma, que cresceu 22,2%, para US$ 129,4 milhões. Madeira serrada cresceu 9,4%, para US$ 340,6 milhões, obras de carpintaria para construções apresentou aumento de 12,9%, alcançando US$ 331,4 milhões, e as vendas de madeira compensada somaram US$ 253,5 milhões, um incremento de 18,9% sobre 2023.

O segmento de máquinas e equipamentos também apresentou um bom desempenho. Além das exportações de motores elétricos, também apresentaram incremento as vendas externas de compressores de ar (6,2%), para US$ 201,1 milhões, e de transformadores elétricos (5,8%), para US$ 174,4 milhões.

Quedas
A soja, tradicionalmente um dos destaques da pauta exportadora catarinense, apresentou recuo de 22,4%, atingindo US$ 633,1 milhões. Apesar da queda, o número coloca a soja na quarta posição entre os principais produtos das exportações catarinenses. Outro item relevante nas vendas ao exterior é partes de motores, com redução de 10,5% nas exportações, para US$ 495,4 milhões.

Na lista dos 20 produtos mais exportados, liderando o declínio nas vendas externas está a gelatina, com diminuição de 40,5%, seguida pela soja e pelo tabaco não manufaturado, que teve queda de 15,9% no ano passado frente a 2023.

Importações
Em 2024, Santa Catarina importou US$ 33,8 bilhões, um aumento de 17,36% em relação aos US$ 28,8 bilhões registrados em compras externas em 2023.
Os três principais produtos adquiridos por SC no ano passado foram: cobre refinado, com US$ 1,4 bilhão em importações e crescimento de 32,7% frente a 2023; partes e acessórios para veículos, com alta de 29,2%, atingindo US$ 854,7 milhões e pneus de borracha, com incremento de 13,1%, somando US$ 814,4 milhões.

Origens e Destinos
Os Estados Unidos seguem como principal destino das exportações catarinenses. No ano passado, as vendas aos EUA somaram US$ 1,7 bilhão, o que representou um incremento de 3,3% em relação ao acumulado de 2023. Para o presidente da FIESC, os números comprovam a competência da indústria catarinense, uma vez que o mercado norte-americano é o mais competitivo do mundo.

A China foi o segundo destino, com US$ 1,3 bilhão importados de SC. O montante foi 24,4% inferior ao registrado em 2023, motivado pelo recuo nas exportações de soja tanto em volume como em preços médios. O México ultrapassou a Argentina e se posicionou como terceiro principal destino das vendas externas catarinenses. Em 2024, o país comprou US$ 781,8 milhões do estado, um aumento de 13% frente ao ano anterior. As vendas do estado para a Argentina, 4º no ranking, caíram 8% no ano passado, para US$ 750,2 milhões.

Do lado das importações, a China lidera como principal origem dos produtos adquiridos pelo estado, com US$ 14,6 bilhões, uma alta de 24,6% sobre 2023. Os Estados Unidos estão na segunda posição, com vendas de US$ 2,2 bilhões, o que demonstra um aumento de 6,7% nas compras catarinenses. As importações do Chile, de US$ 2,1 bilhão, colocam o país como o terceiro do ranking. O montante representa um incremento de 17,9% na comparação com 2023.

Fonte: FIESC
Exportações de SC somam US$ 11,7 bilhões em 2024 | FIESC

Ler Mais
Comércio Exterior, Economia, Exportação, Importação, Industria

Exportações de SC atingem a marca de 11,6 bilhões de dólares

Carnes de aves, de suínos e motores/geradores elétricos lideram

O volume de exportações de Santa Catarina cresceu em 2024, alcançando a marca de US$ 11,6 bilhões entre janeiro e dezembro. Esse valor reflete um aumento de 0,6% em relação a 2023 e consolida o estado como referência no mercado internacional. Os produtos do agronegócio e da indústria da transformação, por exemplo, lideraram os destaques do período. O governo federal divulgou os dados.

As carnes de aves lideram a pauta de exportação catarinense, com faturamento de US$ 1,9 bilhão ao longo de 2024, seguidas pela carne suína, que gerou US$ 1,6 bilhão. Na sequência, os motores e geradores elétricos somaram US$ 673 milhões, enquanto a soja atingiu US$ 633 milhões. Em quinto lugar, as peças para motores de veículos faturaram US$ 495 milhões. Produtos como madeira, móveis e papel também se destacaram no período.

O governador Jorginho Mello enfatiza a competitividade do produto catarinense. “Nós exportamos produtos com valor agregado, fruto do trabalho de excelência da nossa indústria e da nossa gente. Isso comprova a capacidade dos catarinenses de produzir com qualidade, eficiência e de conquistar mercados ao redor do mundo”, declarou.

Exportações de Santa Catarina chegaram a mais de 200 destinos pelo mundo

Em 2024, Santa Catarina enviou sua produção para mais de 200 destinos ao redor do mundo, em todos os continentes. Os Estados Unidos lideraram como principal destino das exportações, com faturamento de US$ 1,74 bilhão. A China aparece em seguida, com US$ 1,27 bilhão, enquanto o México somou US$ 781 milhões. Completam o top 5 a Argentina, com US$ 750 milhões, e o Japão, com US$ 643 milhões.

“Santa Catarina possui uma economia muito diversificada, com destaque em diversos setores. Além disso, o estado produz com elevada qualidade técnica e sanitária, aliada à inovação. Esses fatores são fundamentais para internacionalizar o estado e aumentar nossa competitividade. É importante ressaltar que o governo Jorginho Mello atua como parceiro do empresário que busca o mercado externo, o que faz toda a diferença”, afirmou o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviço, Silvio Dreveck.

Portos catarinenses impulsionam a importação

Santa Catarina também se destacou na importação graças à competitividade de seus portos e à necessidade de abastecer a indústria estadual com matéria-prima. Em 2024, o estado recebeu US$ 33,7 bilhões em importações, de acordo com os dados do governo federal. Esse montante, que é o segundo maior do país, ficando atrás apenas de São Paulo, corresponde a cerca de 12,8% de tudo o que foi importado em território nacional no ano passado. Entre os principais produtos importados estão cobre, automóveis e peças, semicondutores, produtos químicos e adubos.

Ler Mais
Instagram
LinkedIn
YouTube
Facebook