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RêConecta News vai sortear um iPhone 16 Pro Max na Intermodal 2025! Saiba como participar!

Se você é do tipo conectado, que ama uma boa novidade, se prepara: o RêConectaNews vai movimentar a Intermodal 2025 com uma ação imperdível! Quem visitar o estande G-100 e se cadastrar pelo QR disponível no local irá concorrer a um iPhone 16 Pro Max – 256 GB, lançamento recém-saído do forno, que promete ser um dos grandes desejos do público tech este ano.

Mas atenção: não é só a RêConecta que está convidando você para participar. Toda essa ação faz parte de uma estratégia inteligente e envolvente para aproximar o público e apresentar as soluções inovadoras dos clientes parceiros do RêConecta News. Ao todo são 10 empresas que se uniram para levar ao mercado o que há de melhor em todos os setores do comércio exterior e da logística.

Conheça quem são os parceiros RêConecta News

ADVANCED: Com mais de 20 anos de experiência, a Advanced é referência em câmbio internacional e soluções personalizadas, baseadas nas movimentações atualizadas do mercado internacional.

AMALOG: Especializados em operações multimodais, facilidade, previsibilidade e economia imediata para o seu negócio, a AMALOG combina tecnologia avançada e serviços customizados para os seus processo logísticos para cargas fracionadas.

BLUE ROUTE: A Blue Route é uma empresa especializada em tecnologia para o comércio exterior, oferecendo soluções que proporcionam maior produtividade, gerenciamento de riscos e uma jornada eficiente. A Blue Route tem a mais completa plataforma para gestão do catálogo de produtos, presente em importadores dos mais diversos segmentos e em diversos prestadores de serviço do Comércio Exterior.

BWIN TECH: Com mais de 20 anos de experiência, a BWIN TECH é uma corretora de seguros referência no mercado nacional e internacional, especializada em oferecer soluções personalizadas para o seu negócio em transporte, Property, Frota, Impo&Expo e gestão de riscos.

EMASFI GROUP: Com presença global em mais de 50 países, a EMASFI viabiliza soluções integradas e adaptadas às necessidades das empresas, com expertise em contabilidade, recuperação tributária e soluções fiscais, além de auditoria e banco digital para empresas do setor!

FRACTAL INTELIGENT SECURITY: A Fractal é pioneira no desenvolvimento de lacres passivos de uso único e descartáveis. Aliando consultoria especializada e tecnologia para criar protocolos personalizados e garantir a integridade da carga com rastreabilidade da origem ao destino.

GH SOLUCIONADOR LOGÍSTICO: A GH é a parceira ideal para soluções logísticas completas e personalizadas, facilitando a logística para impulsionar negócios em direção aos seus objetivos, conectando mercados, indústrias e pessoas de maneira significativa.

NAC BANK: O NAC é pioneiro quando se trata de Banco do Importador, com uma ampla gama de soluções financeiras que superam as ofertas tradicionais.


PROCESS CERTIFICAÇÕES: Com mais de 10 anos de experiência, a PROCESS CERTIFICAÇÕES combina inteligência regulatória e uma equipe altamente qualificada para conduzir, com estratégia e segurança, os registros, licenças e certificações junto aos principais órgãos reguladores, como INMETRO, ANVISA, ANATEL, IBAMA e MAPA.

UNIA COMEX: Oferece soluções completas que facilitam e impulsionam os negócios, a UNIA disponibiliza um serviço integrado que abrange desde o desembaraço aduaneiro até o transporte internacional, com dedicação e precisão. É especializada e premiada no setor de fármacos.

Como participar?

É simples! Basta visitar o estande G-100 durante a Intermodal 2025, entre os dias 22 a 24 de abril e preencher o cadastro por meio de um QR Code exclusivo que estará disponível no local. O sorteio será realizado no dia 25 de abril durante live no Instagram — e sim, qualquer um que seguir os passos e seguir as regras poderá sair de lá com o novo iPhone no bolso!

SAIBA QUAIS AS REGRAS – clique aqui.

Uma estratégia de conexão real com o mercado

O sorteio é mais do que uma premiação: é um chamado direto ao público para conhecer de perto o que o RêConectaNews e seus clientes têm de mais inovador. E tem mais: a curiosidade em torno do estande G-100 será aguçada por uma série de ações estratégicas!

Tudo isso foi pensado para gerar desejo e conexão. Afinal, a união do RêConecta News e seus parceiros é mais do que um canal de comunicação: é uma experiência viva de networking, soluções e movimento.

Não fique de fora!

Se você vai passar pela Intermodal 2025, anota aí:
📍 Estande G-100 – ReConectaNews
📅 Durante todo o evento
🎁 Sorteio do iPhone 16 Pro Max – 256 GB

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Comércio Exterior, Exportação, Industria, Informação, Investimento

Exportações crescem 40%, mas Anfavea teme maior concorrência do México

A indústria automotiva brasileira não pode reclamar das vendas externas em 2025. Pelo menos até março, quando o tarifaço imposto às importações pelo governo dos Estados Unidos ainda estava sendo gestado, ou não passava de ameaçava, e que desde a primeira semana abril estabeleceu caos global em todos os setores.

No primeiro trimestre saíram do Brasil rumo a outros países 155,6 mil automóveis, comerciais leves e pesados. Trata-se de volume 40,6% maior do que em igual período do ano passado. Em março foram negociados no exterior 38,9 mil veículos, 19% abaixo do que no mês anterior.

“Mas é bom lembrar que fevereiro foi acima da curva”, ponderou nesta terça-feira, 8, Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea, que mais uma vez creditou o crescimento dos embarques no ano especialmente à forte demanda na Argentina.

Principal destino da produção brasileira, o mercado argentino absorveu 67,6 mil unidades nos primeiros três meses de 2025 120% acima dos embarques registrados em igual período de 2024 e 43,5% de todos os veículos exportados pela indústria brasileira.

Apesar de comemorar o forte aumento das exportações, Leite frisa que a evolução não tem evitado a perda de participação dos veículos brasileiros nos mercados latino-americanos nos últimos anos.

Cita a chegada de produtos oriundos da China como um dos entraves e, pior, antecipa cenário de ainda maiores dificuldades que o tarifaço estadunidense poderá deflagrar.

O dirigente exemplifica sobretudo com o México, que exportou 3,2 milhões de veículos no ano passado para os Estados Unidos, 76% de tudo que vendeu no exterior, e deve ver migrar para os Estados Unidos parte da produção de veículos de suas 37 fábricas.

O país naturalmente buscará alternativas para desaguar os veículos que fabrica e assim atenuar o aumento da capacidade ociosa. É natural, na avaliação de Leite, que olhe sobretudo para a América Latina. “Para países e blocos com os quais tem acordo de livre-comércio, como o Mercosul e o Brasil”, reforça o dirigente.

Além de potencialmente aumentar a briga pelos consumidores que hoje compram carros e comerciais brasileiros, a indústria mexicana pode influenciar os investimentos que estão programados para produtos e produção na operações brasileiras de várias montadoras, já que a capacidade produtiva instalada no México poderia suprir as necessidades.

Leite ainda diz ser cedo para calcular o tamanho das mudanças que podem vir adiante, já nos próximos meses até. “O certo é que os investimentos [ no Brasil] serão impactados de alguma forma”.

Fonte: Auto Indústria
Exportações crescem 40%, mas Anfavea teme maior concorrência do México – AutoIndústria

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Economia, Gestão, Informação, Mercado Internacional, Tributação

Argentina e FMI chegam a acordo para empréstimo de US$ 20 bilhões

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta terça-feira, 8, que chegou a um acordo “de nível técnico” com a Argentina, presidida por Javier Milei, para uma linha de crédito estendida de 48 meses no valor total de US$ 20 bilhões.

O acerto preliminar precisa ser aprovado pelo Conselho Executivo do FMI, que deve analisar a proposta nos próximos dias.

Em nota, o órgão informa que se baseou no “impressionante progresso inicial das autoridades argentinas na estabilização da economia”. O comunicado cita ainda uma forte âncora fiscal, que está proporcionando “rápida desinflação e recuperação na atividade e indicadores sociais”.

“O programa apoia a próxima fase da agenda de estabilização e reforma doméstica da Argentina, com o objetivo de consolidar a estabilidade macroeconômica, fortalecer a sustentabilidade externa e desbloquear um crescimento forte e mais sustentável, ao mesmo tempo em que gerencia o cenário global mais desafiador”, completa o texto do FMI.

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Para o acordo com o fundo, o governo Milei ganhou sinal verde do Congresso argentino em 19 de março. O aval ao presidente foi dado no mesmo dia em que milhares saíram às ruas de Buenos Aires para apoiar os aposentados afetados pelo rígido ajuste fiscal do governo e repudiar o acordo com o organismo internacional.

Com 129 votos a favor, 108 contra e 6 abstenções, a Câmara dos Deputados endossou um decreto de necessidade e urgência (DNU) para avançar com o novo acordo com o FMI, que inclui novos dólares para pagar dívidas no âmbito do empréstimo recorde que o país sul-americano obteve em 2018. O valor do novo empréstimo se somará aos US$ 44 bilhões (R$ 249 bilhões) já devidos ao fundo.

FONTE: O ESTADÃO
Argentina e FMI chegam a acordo para empréstimo de US$ 20 bilhões – Estadão

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Uma visão passo a passo de como as novas tarifas de Trump serão implementadas

Fórmulas complexas, taxas de imposto empilhadas e como as empresas calculam o que pagar

As novas tarifas recíprocas do presidente Trump entraram em vigor às 12h01. Quarta-feira – então, quem realmente paga as taxas e como eles descobrem o que devem?

As tarifas sobre mercadorias importadas são normalmente pagas depois que as remessas chegam aos EUA. Em vez disso, os importadores devem calcular e pagar os direitos eletronicamente ou por cheque após o fato.

‘As tarifas precisam ser usadas como um bisturi’, diz o governador de Michigan, Whitmer

Aqui está uma visão passo a passo de como as tarifas são cobradas.

Quem paga?

As empresas que importam mercadorias de azeite e camisetas a carros e iPhones para os EUA podem dever impostos com base no valor dos itens, onde foram feitos e quais materiais incluem.

Novas tarifas entram em vigor em 9 de abril para países como a Colômbia, que exporta café para os EUA, o Vietnã, onde muitos varejistas compram camisas e sapatos, e a China, que fabrica itens de móveis de pátio a brinquedos infantis.

Essas taxas, em alguns casos, se somam a tarifas anteriores, como taxas adicionais sobre produtos da China que Trump acumulou, bem como tarifas baseadas em produtos que estão em vigor há anos.

Quando e como eles pagam?

Antes de os itens serem enviados para os EUA por via marítima, aérea, ferroviária ou rodoviária, os importadores arquivam a papelada eletronicamente na Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA com detalhes sobre a carga.

Assim que a remessa chega, os inspetores alfandegários revisam a papelada antes de liberar as mercadorias para liberação, observando a hora em que a carga atingiu o solo dos EUA. Os agentes realizam verificações pontuais e inspeções aleatórias para garantir que a remessa contenha o que deveria.

Quando liberada para liberação, a carga geralmente é transferida para um depósito para armazenamento. O importador tem então 10 ou 30 dias para pagar sua conta tarifária. O importador pode pagar a alfândega diretamente eletronicamente ou por cheque, ou pagar seu despachante aduaneiro que, por sua vez, pagará à alfândega.

Os funcionários da alfândega verificam os pagamentos e podem auditar algumas transações para garantir que os impostos adequados sejam pagos.

Como as tarifas são calculadas?

As tarifas são normalmente calculadas usando um software programado para contabilizar taxas de imposto variáveis com base em onde o item foi feito, quais materiais ele inclui e seu valor. Os cálculos exigem que os importadores saibam, por exemplo, o valor exato do aço e do alumínio usados dentro de um conjunto de móveis de pátio.

Jay Gerard, chefe de alfândega da corretora de frete Nuvocargo, disse que o processo se tornou muito mais complicado à medida que Trump lançou rapidamente novas tarifas – e, às vezes, as reverteu.

“Agora, esses despachantes aduaneiros são especialistas em informática e matemáticos descobrindo essas fórmulas complexas para determinar a taxa de imposto”, disse Gerard.

Ele disse que uma empresa que anteriormente tinha que calcular apenas uma taxa de imposto agora pode ter que descobrir três ou mais taxas, dependendo de onde as mercadorias foram feitas, se os itens contêm aço ou alumínio e se a remessa está em conformidade com o pacto comercial conhecido como Acordo EUA-México-Canadá.

A data de envio é importante?

As remessas podem estar sujeitas a taxas de imposto diferentes com base na data em que foram carregadas em um navio porta-contêineres.

A ordem executiva de Trump impondo tarifas recíprocas a países ao redor do mundo especificou que as remessas já em trânsito para os EUA a partir das 12h01. 9 de abril não estão sujeitos às tarifas. Isso significa que, desde que as remessas saiam antes da meia-noite, elas estão isentas dessas taxas específicas, mesmo que cheguem aos EUA dias ou semanas depois.

Onde estão os pontos de discórdia?

Os importadores que anteriormente não estavam sujeitos às tarifas dos EUA geralmente não têm a infraestrutura configurada para fazer os pagamentos de impostos. Se uma empresa não tiver uma conta bancária nos EUA, por exemplo, ela deve pagar a alfândega por cheque ou por meio de seu despachante aduaneiro, de acordo com Gerard.

Muitas empresas não estavam financeiramente preparadas para absorver o custo adicional das tarifas.

“Ninguém em dezembro sabia que haveria tarifas nesse grau quatro meses depois”, disse Cindy Allen, presidente-executiva da empresa de consultoria em comércio internacional e alfândega Trade Force Multiplier. “Muitas empresas são extremamente desafiadas a pagar altas taxas de impostos que foram imprevistas e não estão em seu plano de negócios.”

Allen disse que algumas empresas atrasaram os embarques para esperar e ver se as tarifas foram revogadas antes de trazer mercadorias.

Quem paga em última análise?

Os custos mais altos das tarifas provavelmente chegarão aos consumidores de várias maneiras, de acordo com economistas.

Alguns varejistas disseram que planejam repassar os custos aumentando os preços dos produtos, desde produtos até móveis. Outros pediram a seus fornecedores no exterior que absorvessem parte do impacto.

E os fabricantes dos EUA não estão imunes. Muitas empresas, como montadoras, adquirem componentes de todo o mundo e agora estão enfrentando custos crescentes de insumos que podem repassar aos consumidores.

FONTE: WSJ
Como funcionam as novas tarifas de Trump: um guia passo a passo – WSJ

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Economia, Industria, Informação, Inovação, Mercado Internacional, Notícias, Tecnologia, Tributação

Preço do iPhone pode triplicar nos EUA se for fabricado no país; entenda

Segundo analista, a alta é porque seria necessário replicar o ecossistema de produção altamente complexo que existe atualmente na Ásia

Com as amplas tarifas globais do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em vigor, aumentos acentuados de preços em produtos, desde roupas até eletrônicos, podem ser largamente arcados pelos consumidores americanos.

O preço de um iPhone da Apple poderia subir para cerca de US$ 3,5 mil se fossem fabricados nos EUA, alerta Dan Ives, chefe global de pesquisa em tecnologia da firma de serviços financeiros Wedbush Securities.

Trump e seus assessores econômicos prometeram que, como resultado das tarifas, numerosos empregos na manufatura eventualmente serão “repatriados” para os EUA, empregando milhões de americanos. Em entrevista à Erin Burnett da CNN, Ives disse que ideia é uma “história fictícia”.

iPhones fabricados nos EUA poderiam custar mais de três vezes seu preço atual de cerca de US$ 1 mil, acrescentou, porque seria necessário replicar o ecossistema de produção altamente complexo que existe atualmente na Ásia.

“Você constrói essa (cadeia de suprimentos) nos EUA com uma fábrica na Virgínia Ocidental e em Nova Jersey. Serão iPhones de US$ 3.500”, disse ele, referindo-se às fábricas de semicondutores, ou instalações de manufatura de alta tecnologia onde normalmente são fabricados os chips que alimentam dispositivos eletrônicos.

E mesmo assim, custaria à Apple cerca de US$ 30 bilhões e três anos para mover apenas 10% de sua cadeia de suprimentos para os EUA inicialmente, disse Ives à Burnett na segunda-feira. A CNN entrou em contato com a Apple para comentários.

A fabricação e montagem de peças de smartphones mudou-se para a Ásia há décadas, já que as empresas americanas concentraram-se principalmente no desenvolvimento de software e design de produtos, que geram margens de lucro muito maiores.

Essa mudança ajudou a tornar a Apple uma das empresas mais valiosas do mundo e a consolidar-se como fabricante dominante de smartphones.

Desde a posse de Trump no final de janeiro, as ações da Apple perderam cerca de 25% de seu valor devido a preocupações sobre o impacto das tarifas em sua extensa cadeia de suprimentos, que é altamente dependente da China e Taiwan. Cerca de 90% dos iPhones são montados na China.

“É por isso que acho que você vê o que aconteceu com as ações, porque nenhuma empresa está mais envolvida nessa frente tarifária e no centro dessa tempestade de categoria cinco do que Cupertino e Apple”, disse ele.

“É um Armagedom econômico, mas especialmente para a indústria de tecnologia.”

FONTE: CNN Brasil
Preço do iPhone pode triplicar nos EUA se for fabricado no país; entenda | CNN Brasil

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Mercado Livre anuncia investimento de R$ 34 bi no Brasil em 2025

O valor marca um crescimento de 47,8% nos aportes em relação ao ano anterior e um aumento exponencial em relação a 2018

O Mercado Livre planeja investir R$ 34 bilhões este ano no Brasil, seu principal mercado, informou o vice-presidente sênior do Mercado Livre e líder das operações de marketplace da companhia no Brasil, Fernando Yunes, nesta segunda-feira (8).

O valor, que também inclui certas despesas operacionais, é um recorde para o Mercado Livre no Brasil, à medida que a empresa tem intensificado seus investimentos no país nos últimos oito anos.

O valor marca um crescimento de 47,8% nos aportes em relação ao ano anterior e um aumento exponencial em relação a 2018, quando o Mercado Livre investiu R$ 1 bilhão no Brasil.

Em evento com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um dos centros de distribuição do Mercado Livre no Estado de São Paulo, o executivo acrescentou que a empresa de comércio eletrônico espera criar cerca de 14 mil empregos no Brasil em 2025, chegando a mais de 50 mil funcionários no país até o final do ano.

Atualmente, o país responde por mais de 50% das receitas do Mercado Livre. Em um comunicado, a empresa afirmou que os recursos serão direcionados para logística e tecnologia em seus negócios de e-commerce e fintech, além de programas de fidelização, entretenimento, marketing e contratação.

No mês passado, o Mercado Livre, cujas ações são negociadas em Nova York, anunciou investimentos de US$ 3,4 bilhões no México, seu segundo maior mercado, para 2025.

FONTE: CNN Brasil
Mercado Livre anuncia investimento de R$ 34 bi no Brasil em 2025 | CNN Brasil

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Exportação, Industria, Informação, Mercado Internacional, Negócios

Brasil atinge recorde histórico de exportações de soja em março

O Brasil exportou 14,68 milhões de toneladas de soja em março de 2025, registrando o maior volume já embarcado na história para o mês. O resultado representa um aumento de 16,51% em relação ao mesmo período de 2024, reforçando a posição brasileira como principal fornecedor mundial da oleaginosa.

Esse volume expressivo, concentrado no primeiro trimestre, reflete sobretudo o apetite da China em recompor seus estoques. O mercado asiático enfrentou desabastecimento nos primeiros meses do ano, e os embarques recordes realizados em março devem começar a chegar aos portos chineses entre abril e maio — período em que o consumo costuma se intensificar no país.

Outro fator que contribuiu para o desempenho das exportações brasileiras foi a escalada tarifária recente entre os Estados Unidos e seus principais parceiros comerciais, o que tornou o produto brasileiro ainda mais competitivo no mercado internacional. Com esse cenário, a expectativa é de que o ritmo aquecido das exportações se mantenha nos próximos meses.

Fonte: Minuto MT
Brasil atinge recorde histórico de exportações de soja em março

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Industria, Informação

Argentina reduz exportação de carne bovina em 2025, seguindo caminho contrário do Brasil, Austrália, Uruguai e Paraguai

Nos dois primeiros meses de 2025, os embarques de carne bovina da Argentina atingiram 96.805 toneladas, 26,1% abaixo da quantidade registrada no mesmo período de 2024, informa relatório da Bolsa de Comércio de Rosário (BCR).

Em receita, as exportações no acumulado de janeiro e fevereiro recuaram 3,8% em relação ao valor computado em igual intervalo de 2024, para US$ 474,5 milhões.

No entanto, diz a BCR, o que chama a atenção nesse comportamento não é tanto a magnitude da queda, mas a dissociação que ela apresenta em relação ao desempenho registrado pelos principais exportadores mundiais de carne bovina.

De fato, nos dois primeiros meses de 2025, o Brasil — maior exportador mundial da commodity — registrou vendas ao exterior de 370,9 mil toneladas, 3% acima da quantidade obtida entre janeiro e fevereiro de 2024. Em receita, os embarques de carne bovina brasileira subiram 10,2% na comparação anual.

Da mesma forma, a Austrália — o segundo maior exportador global — registrou embarques de carne bovina de 198,5 toneladas durante o mesmo período, representando um aumento de 17,2% em comparação ao mesmo período de 2024.

Da mesma forma, tanto o Uruguai quanto o Paraguai registraram maiores volumes de exportação durante os dois primeiros meses do ano, na comparação com 2024, observa o estudo da BCR.

No caso do Uruguai, os embarques totais atingiram 65,8 mil toneladas do produto, 4,5% superior ao volume registrado no mesmo período em 2024. Em valores, as exportações subiram 20,6% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.

Por sua vez, o Paraguai registrou exportações de carne bovina de 62,6 mil toneladas no mesmo período, o que representa um aumento de 21,6% em relação às 51,5 mil toneladas computadas em 2024, uma exportação recorde para o país.

“Em suma, esses números refletem apenas a força da demanda internacional”, justificam os analistas da BCR, acrescentando que, neste ano, a balança global enfrenta uma oferta reduzida de carne, principalmente do Brasil, Estados Unidos e até da China, que juntos restringiram sua produção em mais de 600.000 toneladas.

Os Estados Unidos, que sempre foram considerados um dos principais fornecedores globais de carne bovina, atuarão como importadores líquidos pelo terceiro ano consecutivo, gerando significativa pressão de alta nos preços internacionais da carne, afirmam os analistas.

“Se tomarmos como indicador de referência o Índice de Preços da Carne Bovina elaborado pela FAO, vemos que em fevereiro/25 ele atingiu 131,9 pontos-base, marcando, assim, uma melhora de 10,7% em relação aos 119,1 pontos registrados em fevereiro/24, e apenas 3 pontos (2%) de distância das máximas registradas para este mesmo mês em 2022”, compara a BCR.

No futuro, o mercado internacional oferece um ambiente extremamente atraente para a carne bovina, acrescentam os analistas.

Nesse sentido, não são apenas os Estados Unidos que estão impulsionando o aumento dos preços, diz a BCR. “A Europa está oferecendo preços muito bons atualmente, com referências para Hilton já se aproximando de US$ 17.000 por tonelada”, observa a BCR.

O mesmo vale para Israel, um destino que apresenta uma demanda muito forte tanto em volume quanto em preço.

Até mesmo a China, diz a BCR, que exerceu forte pressão para reduzir os preços das importações durante boa parte do ano passado, começou a aliviar a pressão, mostrando uma melhora lenta, mas consistente, nos preços pagos pela carne bovina.

Segundo dados reportados pelo governo chinês, as 470 mil toneladas de carne bovina importadas nos dois primeiros meses do ano pelo pais foram registradas a um valor médio de quase US$ 5,2 mil por tonelada, o que já representa uma melhora de 9% em relação ao preço médio do ano anterior.

Nesse contexto, as perspectivas para as exportações de carne bovina continuam mostrando oportunidades, apesar das flutuações nos volumes embarcados, diz a BCR.

“Com a demanda global sustentada e os preços internacionais em alta, o desafio da Argentina será melhorar sua competitividade e aproveitar um mercado que continua dando sinais positivos”, dizem os analistas da BCR.

A evolução dos principais destinos e a capacidade de resposta do setor serão fundamentais para capitalizar esse cenário favorável nos próximos meses, acrescentam.

Fonte: Portal DBO
Argentina reduz exportação de carne bovina em 2025

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Produção Industrial de SC cresce 7,6% no acumulado do ano

Desempenho da indústria foi puxado pelos setores de Fabricação de produtos de metal e de máquinas e equipamentos; resultado supera média brasileira, que foi de 1,4%

A produção industrial de Santa Catarina avançou 7,6% no ano até fevereiro na comparação com o mesmo período do ano anterior. O desempenho da indústria catarinense ficou acima da média nacional, que apresentou alta de 1,4% no período, segundo dados do IBGE compilados pelo Observatório FIESC.

Na avaliação do presidente da Federação das Indústrias de SC (FIESC), Mario Cezar de Aguiar, no entanto, o período turbulento no cenário internacional poderá afetar o desempenho futuro. “Vivemos um período de muita incerteza, especialmente para indústrias exportadoras. A resiliência do empresário catarinense e a diversificação da nossa indústria, aliados à competitividade do estado serão essenciais para manter o dinamismo da economia catarinense”, destaca.

Entre os setores que mais contribuíram para o desempenho estão a fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, que cresceu 21,1%; a fabricação de máquinas e equipamentos, com alta de 20,2%; e a fabricação de produtos de minerais não metálicos, com incremento de 19,7%.

Considerando o resultado de fevereiro na comparação com o mês anterior, a produção industrial apresentou queda de 0,6% em SC, acima do recuo registrado na média brasileira, que foi de 0,1% no período.

FONTE: FIESC
Produção Industrial de SC cresce 7,6% no acumulado do ano | FIESC

 

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Deputado Mauro Benevides Filho afirma que governo está empenhado em solucionar greve da categoria

O presidente do Sindifisco Nacional, Auditor-Fiscal Dão Real, o 1º vice-presidente, Auditor-Fiscal Samuel Rebechi, e o diretor de Assuntos Parlamentares, Auditor-Fiscal Floriano de Sá Neto, reuniram-se, na tarde desta terça-feira (8), com o deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE), líder do PDT e vice-líder do governo na Câmara, para tratar da greve da categoria (assista ao vídeo acima).

Mauro Benevides Filho afirmou que tem como propósito a construção de uma solução para a greve e que os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Esther Dweck (MGI), o secretário-executivo da Fazenda, Dario Carnevalli Durigan, e o secretário da Receita, Robinson Barreirinhas, estão envolvidos neste processo, em reuniões permanentes. “Eu mesmo estou empenhado para que essa construção aconteça. Tenho a certeza que essa solução vai ser encontrada”, afirmou.

Dão Real aproveitou a oportunidade para agradecer o empenho do parlamentar em defender o pleito dos Auditores-Fiscais no âmbito do governo.

FONTE: Sindifisco Nacional
Deputado Mauro Benevides Filho afirma que governo está empenhado em solucionar greve da categoria – Sindifisco Nacional

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